Regulação e liberdade de expressão, urgente

Escândalos no Reino Unido e no Brasil comprovam o papel de vilão e o banditismo praticados por gigantes da mídia.  Você confia em tudo o que a imprensa publica? Você se sente, verdadeiramente, informado com correção, isenção e princípios éticos sobre os fatos? 




Recentemente vários escândalos estouraram no Reino Unido sobre abusos cometidos pela imprensa hegemônica por lá.
Aliás, abuso é apenas uma maneira branda de expressar o ocorrido: foram cometidos crimes!
Segundo publicação do site Opera Mundi, o gabinete conservador do premiê David Cameron, tem retardado uma reforma dos meios de comunicação clamada por vítimas destes abusos.  Em trecho abaixo o relatório Leveson apresenta algumas de suas proposições:
"Lord Brian Leveson, magistrado nomeado por Cameron para a condução do inquérito que leva seu nome, defende que a imprensa britânica não dependa mais do voluntarismo de grandes conglomerados de comunicação e que se sustente sobre um sistema mais rígido de autorregulação.

Seu relatório também sugere ao governo conservador a instituição de um órgão de arbitragem específico para a imprensa, capaz de atender a queixas da população antes que estas sejam protocoladas no Judiciário.

O órgão regulador estará livre, a seu ver, para penalizar com sanções financeiras veículos que infrinjam o código de conduta do setor. No entanto, essas multas não poderão ultrapassar a marca de 1% do faturamento da empresa infratora.

O Inquérito Leveson teve início em setembro de 2011, após a revelação de escutas ilegais do tablóide News of the World terem se convertido em um escândalo nacional..."

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