Aguinaldo Gonçalves lança nova obra poética

O crítico literário, ensaísta, escritor e poeta Prof.º Aguinaldo Gonçalves iniciou na capital paulista na noite de 19 de julho o lançamento da sua nova obra poética “Nove Degraus para o Esquecimento, publicada pela Ateliê Editorial.  No próximo dia 25/07, o lançamento seráem São José do Rio Preto, a partir das 19 h., no Bar Casa das Janelas, à rua João Teixeira, 346. O lançamento em outras cidades do Brasil,segundo o poeta, serão brevemente agendadas.

A noite de autógrafos em São Paulo foi muito destacada pela imprensa, em especial, pela Folha de São Paulo que publicou o anúncio do lançamento com proeminência e, também, publicará em breve uma matéria sobre o escritor e sua nova obra. O Bar Balcão, onde ocorreu o evento na capital paulista, foi tomado por amigos, discípulos, leitores e ex-alunos do escritor que vieram prestigia-lo. As performances ficaram por conta dos artistas Arnaldo Antunes, Inês Stockler, João Pedro Liossi, entre outros.

Segundo Inês Stockler, brilhante e renomada cantora lírica, discípula e ex-aluna do mestre, disse que o Aguinaldo é muito querido pelos seus ex-alunos que se tornaram seus eternos discípulos: “ele influenciou toda uma geração de artistas, intelectuais e almas sensíveis”, disse.

Em Rio Preto as performances ficarão por conta de artistas rio-pretenses e se os deuses permitirem a cantora Inês Stockler estará presente e cantará em parceria com João Pedro Liossi. A expectativa não é diferente do lançamento de São Paulo, espera-se que os amigos e leitores de Rio Preto e região estejam presentes prestigiando o evento no Bar Casa das Janelas.

A brilhante poetisa Susanna Busato contribuiu escrevendo a quarta capa e em seu texto anuncia a grandeza dessa viagem poética: “Na tela do poeta, as peças se movimentam nos contornos, e dobram-se à luz varada pelo toque úmido dos pincéis. Os poros da pintura, as palavras, na poesia de Aguinaldo Gonçalves, se tramam como serpentes, procurando, na memória da tela, os degraus para o esquecimento, essa viagem cuja poesia alcança os mais sutis laivos do desejo”.

Segundo o poeta a obra “Nove Degraus para o Esquecimento” revela uma questão intrincada da condição humana: “a leitura do silêncio arguto e doído do mundo consiste na fina função da arte e, de modo especial, da poesia. Para cumprir essa função, o artista tem de perfurar as camadas do existente e atingir o "além da coisa" e o "aquém de si mesmo", valendo-se de menos técnica e de mais visão. Contrariando os ditames que regem a poesia hoje, que de maneira equivocada, se denomina de contemporânea, a poesia deste livro é apenas poesia e se torna rebelde se a categorizarem de dentro ou fora de algum compartimento”, disse. 

As marcas da pintura são tão grandes nessa obra que o autor sentiu necessidade de intercalar blocos de poemas com pinturas.  Os maravilhosos artistas plásticos Efigênia Helu, Geraldo Matos e Sebastião Rodrigues, cumpriram de maneira perfeita e comovente este papel. Cada um deles conviveu com os poemas e realizaram e modularam quatro obras para o livro. Trata-se de doze obras plásticas que atuam como leitoras da obra. Assim, os primeiros leitores do livro foram pintores que se manifestaram com suas obras. Do nono degrau dessa obra se vislumbra o décimo e nisso reside seu enigma.

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