Um Breve Relato Cronológico das Armas Bioquímicas

The Pot Calling the Kettle Black

O roto falando do esfarrapado

Os EUA e seus aliados vem há muito tempo sendo cúmplices na fabricação e no uso de armas químicas e biológicas, apesar de costumeiramente acusarem outros países alegando posse e uso dessas mesmas armas. Esta cronologia parcial pretende ser um ponto de partida para pesquisa e análise crítica sobre os armamentos bioquímicos e política externa.

 400 AC: Gregos e espartanos usam fumaça de enxofre contra soldados inimigos.

256 DC: O Império Persa Sassânida pode ter usado fumaça tóxica contra soldados romanos em um túnel localizado na Síria atual.

1346: Tártaros catapultam cadáveres infectados de praga em área comercial italiana na Crimea.

1500: Conquistadores espanhóis usam armas biológicas contra os povos indígenas nas Américas. .

1763: O General britânico Jeffrey Amherst defende o uso de cobertores infectados com varíola contra os povos indígenas durante a Rebelião de Pontiac. Os cobertores foram doados aos representantes indígenas durante as conversações em Fort Pitt.

1789: Varíola devasta comunidades indígenas australianas em Nova Gales do Sul. Até hoje a dúvida persiste, seriam os britânicos quem deliberadamente introduziu a praga? 

1800: Varíola, sarampo e outras doenças devastam comunidades nativas americanas e as primeiras comunidades de colonos, autoridades dos EUA e do Canadá britânico usam técnicas de quarentena para isolar doenças nas comunidades brancas, mas não em aldeias indígenas.

1845 Britânicos atacam resistentes Maoris com gás venenoso na Batalha de Ohaeawai, Aotearoa /Nova Zelândia.

1907: Convenção de Haia proíbe armas químicas; Os EUA não participam.

1914-1918: Começa a Primeira Guerra Mundial, alemães introduzem o gás de cloro na Segunda Batalha de Ypres. Gases venenosos como o gás mostarda e gás de cloro causaram 85.000 mortes e 1,2 milhões de feridos em ambos os lados.

1919-1921: Gás venenoso foi usado na guerra civil russa, contra os rebeldes pelos bolcheviques, e contra os bolcheviques pela Royal Air Force.

1920: As forças espanholas e francesas usam gás mostarda contra os rebeldes berberes no Marrocos espanhol. A Grã-Bretanha propõe o uso de armas químicas no Iraque "como experiência" contra árabes e rebeldes curdos que buscavam a independência; Winston Churchill "fortemente" apoiou a proposta de "uso do gás venenoso contra tribos incivilizadas", aparentemente não foi realizado.

1928: O Protocolo de Genebra (primeiro assinado em 1925) pela Liga das Nações proíbe armamento bélico gasoso e bacteriológico, a maioria dos países que a ratificaram apenas garantiram não serem os primeiros a usarem tais armas.

1935: A Itália inicia a conquista da Abissínia (Etiópia), usando gás mostarda.

1937: Japão invade a China, com amplo uso de armas químicas, inclusive armas biológicas, tais como as disseminadoras de pragas (pulgas).

1939: Começa a Segunda Guerra Mundial, ambos os lados decidem não usar armas bioquímicas em ataques de grande escala, devido ao receio da retaliação no mesmo nível.

1941: Os EUA entram na II Guerra Mundial, o presidente Roosevelt promete que os EUA não serão os primeiros a usar armas bioquímicas.

1942: As forças alemãs devem ter usado gás venenoso contra os resistentes soviéticos em túneis durante a Batalha de Kerch, na Criméia.

1943: Navio americano danificado pelo bombardeio alemão em Bari, Itália, vaza gás mostarda, matando 1.000 pessoas.

1945: Quando os campos de concentração foram liberados, os presos relataram que os alemães usaram Zyklon -B no extermínio de civis. Descobriu-se que os militares japoneses conduziram experimentos de guerra biológica em prisioneiros de guerra, matando 3000. Os americanos protegeram os oficiais julgados por crimes de guerra, em troca de informações. Soviéticos assumem indústria alemã de gás de nervos em Potsdam. Os nazistas tinham estoques de gás de nervos contra o qual os Aliados não teriam chances de defesa, estavam trabalhando, também, em agentes de sangue.

1947: EUA possuem armas de guerra biológica; Presidente Truman retira do Senado a consideração sobre o Protocolo de Genebra.

1949: Os EUA desclassificam os julgamentos soviéticos dos japoneses pelas armas bacteriológicas como “propaganda”.  Mas o exército inicia os testes secretos de agentes biológicos em cidades americanas. (General Shiro Ishii já havia negociado com os yankes)

1950: Começa a Guerra da Coréia - Coréia do Norte e China acusam EUA de fazer uso de arma biológica - as acusações nunca foram comprovadas. São Francisco sofre surto da doença que corresponde às bactérias utilizadas pelo Exército na cidade.

1951: Afros - americanos expostos ao simulador, potencialmente fatal, na Virginia em teste de armas com fungos racialmente seletivos.

1952: Pesquisador alemão de armas químicas, Walter Schreiber, trabalhando no Texas, é anunciado como responsável por experimentos em campo de concentração, e foge para a Argentina.

1954: Fort Detrick, em Maryland inicia Operação Whitecoat para pesquisar os efeitos dos agentes biológicos em soldados e voluntários objectores conscientes; programa durou até 1973.

1956: Manual do Exército, explicitamente, afirma que a guerra bioquímica não está proibida. Rep. Gerald Ford ganha e promove a mudança da política que dá aos militares dos EUA a autoridade para ser o "primeiro a atacar" com armas químicas.

1959: A resolução da Câmara contra o “primeiro uso” de armas bio-químicas é derrotada.

1961: A administração Kennedy começa a caminhada dos gastos em armas químicas, passa dos US$ 75 milhões para mais de US$ 330 milhões.

1962: Armas químicas são carregadas em aviões norte-americanos durante a crise dos mísseis cubanos.

1963-1966: EUA, Reino Unido e Israel acusam o Egito de usar armas químicas durante sua intervenção na guerra civil do Iêmen do Norte.

1966: Experimentos com armas biológicas pelo Exército no sistema metroviário de Nova York.

1968 : Pentágono pede para usar um pouco de seu arsenal contra os manifestantes para demonstrar a "eficácia" dos produtos químicos. O major-general JB Medaris disse: "Usando gás em  civis durante certas situações, nós atingimos dois objetivos: controlar as multidões e também de educar as pessoas sobre o gás. Agora, quem fala cobre isso é chamado de selvagem. Mas o gás de nervos é a única maneira que eu conheço para separar os caras de chapéus brancos daqueles de chapéus pretos, sem matar nenhum deles."

1969 : Acidente com armas químicas em Utah mata milhares de ovelhas, o presidente Nixon declara moratória na produção de armas químicas dos EUA e na posse de armas biológicas . Assembleia Geral das Nações Unidas proíbe a utilização de herbicidas e gases lacrimogêneos na guerra; Os EUA e outros dois votam contra. As forças americanas causam fatalidades na guerrilha vietnamita com gás lacrimogêneo em túneis, e amplamente usam napalm (gasolina gelatinosa que adere na pele).

1971: EUA determina o fim do uso direto de herbicidas, como o Agente Laranja; pois fora espalhado sobre as florestas da Indochina , e destruiu, pelo menos, seis por cento das terras cultiváveis sul-vietnamitas, o suficiente para alimentar 600 mil pessoas durante um ano. Doenças e defeitos congênitos afetavam civis vietnamitas e veteranos americanos. Granadas de fósforo branco também foram usadas contra rebeldes sul-vietnamitas. A Inteligência dos EUA entrega vírus da gripe suína ao grupo paramilitar cubano anti castrista, que seriam lançados na costa sul de Cuba (de acordo com reportagens dos jornais de 1977).

1972: Convenção das Armas Tóxicas e Biológicas. Cuba acusa a CIA de infundir vírus da peste suína e levar à morte de 500 mil porcos.

1974: EUA finalmente ratifica Protocolo de Genebra de 1928.

1975: Indonésia anexa o Timor Leste; aviões espalham herbicidas em áreas de cultivo.

1978: O serviço secreto búlgaro usa ricina na ponta do guarda-chuva para assassinar um dissidente búlgaro em Londres.

1979: O vazamento de Anthrax, no laboratório de armas biológicas soviético, mata 60 pessoas perto dos Montes Urais na Rússia, próximo a Sverdlovsk. Washington Post relata o programa dos EUA contra a agricultura cubana desde 1962, incluindo o componente da arma biológica da CIA. Governo branco da Rodésia contamina africanos com anthrax nos últimos estágios da guerra da independência do Zimbabwe, resultando em 10.000 vítimas, 182 fatais.

1980: Funcionários da inteligência dos Estados Unidos alegam o uso de produtos químicos pelos soviéticos no Afeganistão, embora admitam não ter "nenhuma confirmação". Congresso aprova instalação de usina de gás de nervos em Pine Bluff, Arkansas. Iraque começa a guerra de oito anos com arqui-inimigo dos EUA, Irã. Ambos os lados usam armas químicas na guerra.

1981: EUA acusa Vietnã e aliados do uso de micotoxinas (toxinas de fungos) no Laos e no Camboja. Alguns refugiados relatam mortes no Laos, uma análise posterior revela que a "chuva amarela" eram fezes de abelhas, mas as questões permaneceram.

1984: ONU confirma que Iraque usa mostarda e gases de nervo contra ataques “human wave” iranianos na fronteira, matando quase 100 mil iranianos; o Departamento de Estado americano dita condenação leve, mas restabelece relações diplomáticas com o Iraque, e se opõe à ação da ONU contra o Iraque. Acidente na fábrica de fertilizantes Bhopal na Índia mata 2.000; e mostra os riscos das fábricas de produtos químicos (no caso, pesticida) sendo danificados em caso de guerra. Presidente Reagan ordena que mais de meio milhão de foguetes M55 fossem reequipados, para conterem explosivos de alto rendimento, como o gás VX. (o exército, mais tarde, afirmaria que muitos desses foguetes ficaram "instáveis" e apresentaram vazamento do gás de nervos).

1985: EUA retoma ensaio ao ar livre de agentes biológicos. Empresas dos EUA começam a fornecer inúmeros agentes biológicos ao Iraque, por um período de quatro anos (de acordo com um relatório do Senado, 1994).

1987: o Senado empata em três votações para a retomada da produção de armas químicas, o vice-presidente Bush com seu voto quebra todos os três empates em favor da retomada.

1988: Iraque usa armas químicas contra os rebeldes da minoria curda e civis em Halabjah, matando pelo menos 5.000 pessoas. EUA continua a manter os créditos agrícolas com o Iraque, o presidente Reagan bloqueia as sanções do Congresso contra o Iraque.

1989: Na conferência de Paris, as 149 nações condenam as armas químicas, exigem a proibição rápida para ser obtida nas negociações do futuro tratado de Genebra; os EUA revelou planejar a produção de gás venenoso, mesmo depois do tratado assinado.

1990: EUA e soviéticos prometem reduzir os estoques de armas químicas para 20 por cento até 2002, e eliminar as armas de gás venenoso quando todas as nações assinar o futuro tratado de Genebra. Israel admite a posse de armas químicas; Iraque ameaça usar armas químicas contra Israel se for atacado.

1991: Os EUA e as forças da coalizão invadem o Kuwait e o Iraque na Guerra do Golfo, o Iraque possui armas químicas, mas não as usa. Pelo menos 28 supostos depósitos e pontos de produção de bioquímicos são bombardeados no Iraque durante a Guerra do Golfo, incluindo usinas de fertilizantes e outras plantas civis. CNN relata "chamas verdes" de uma fábrica de produtos químicos, e 50 mortes de soldados iraquianos por anhtrax após ataque aéreo a outro local. O New York Times cita nota do comandante soviético, que os ataques aéreos sobre as armas químicas do Iraque teriam "pouco efeito além das aldeias vizinhas", mas que os ataques sobre as armas biológicas podem espalhar a doença "para países vizinhos." Unidade de guerra química checoslovaco detecta gás sarin após ataques a instalações de armas químicas do Iraque. Médico egípcio relata surto de "doença estranha" dentro do Iraque. Depois da guerra, as tropas americanas em Khamisiya usam explosivos para destruir depósitos de armas químicas iraquianas (bunkers).

1992: Aumenta os relatórios do desenvolvimento de problemas de saúde nos veteranos americanos e da coalizão da Guerra do Golfo, envolvendo uma variedade de sintoma, chamados coletivamente de Síndrome da Guerra do Golfo. As sanções da ONU intensificam a crise de saúde de civis no Iraque, tornando a identificação de sintomas semelhantes, potencialmente difícil. Dois membros do Conselho da Minnesota Patriots são presos por planejar o uso de ricina contra um agente policial.

1993: Presidente Clinton continua com intermitentes bombardeios e ataques com mísseis contra instalações iraquianas, os inspetores da ONU intensificam o programa de desmantelamento das armas iraquianas. EUA assina a Convenção da ONU sobre Armas Químicas, porém a aprovação foi bloqueada no Senado, posteriormente.

1994: As forças russas usam extensivamente as capsulas de fósforo branco como armas incendiárias na Chechênia.

1994-1995: Japoneses do culto Aum Shinrikyo lançam ataques mortais com gás de nervos sarin na comunidade Matsumoto e no sistema metroviário de Tóquio.

1996: AS audiências no Congresso sobre a Síndrome da Guerra do Golfo se concentram na destruição dos bunkers de armazenamento do Iraque, e ignoram outras possíveis causas, deixam de pedir investigação internacional para os sintomas entre os iraquianos. A investigação da CIA conclui que o bombardeio americano aos locais de armas químicas não contaminaram a população.

1997: Cuba acusa os EUA de pulverizar culturas com agentes biológicos. Iraque expulsa cidadãos norte-americanos das equipes de inspeção da ONU, que são autorizados a continuar o trabalho sem os americanos, mas a liderança dos inspetores decide a retirada de toda a equipe. EUA se mobiliza para a ação militar. Ato do Senado implementa a Chemical Weapons Convention com uma cláusula, onde "o presidente pode negar um pedido para inspecionar qualquer instalação" em nome da segurança nacional.

1998: O chefe dos inspetores de armas da ONU, Richard Butler, ordena a retirada dos inspetores do Iraque pouco antes do bombardeio dos EUA. Na Operação Desert Fox, Clinton novamente bombardeia alegados depósitos de armas bioquímicas iraquianas, após Iraque questionar o papel dos inspetores americanos da ONU, e restringir o acesso dos inspetores às propriedades e segurança presidenciais. EUA lança ataque com mísseis em fábrica de medicamentos no Sudão alegando produzir agentes de gás nervoso, afirmação contestada por grande parte da comunidade internacional.

1998-1999: Surge uma série de fraudes envolvendo o anthrax, tendo como alvos a mídia e o governo norte-americano. Ex- membro da Aryan Nations, Larry Wayne Harris cria falso terrorismo com  anthrax para dramatizar a alegada "ameaça iraquiana". Três membros da milícia República do Texas foram presos por intenção de utilizar anthrax e outros agentes biológicos contra funcionários públicos. Aumenta o número de falsos ataques com anthrax contra clínicas de aborto.

1999: NATO bombardeia a Iugoslávia na crise de Kosovo, provocando enorme expulsão de sérvios de etnia albanesa. Bombardeiros da Otan atacam uma planta petroquímica sérvia em Pancevo , liberando uma nuvem tóxica com 2.000 toneladas de produtos químicos sobre a cidade, e mais produtos químicos foram lançados na atmosfera em outros atentados a plantas industriais.

2000: "topoff Exercíse" (exercício antiterrorismo) envolvendo autoridades federais e estaduais falha com os ataques simulados de química, biológicos e nucleares em três áreas metropolitanas, amplamente separadas.

2001: Os Estados Unidos se retira na primeira rodada da Convenção de Armas Biológicas, castrando os esforços internacionais em estabelecer medidas globais contra armas biológicas. Na sequência de ataques de 11 de setembro, esporos de anthrax são enviados por cartas para vários políticos e jornalistas em todos os EUA, resultando em exposições ao anthrax, infecções, e pelo menos cinco mortes. Ataques reais com anthrax foram acompanhados por aumento das fraudes pelo "Exército de Deus" e outros grupos e indivíduos.

2002: Polícia russa usa gás químico contra os rebeldes chechenos que mantinham reféns no teatro de Moscou; 42 rebeldes e 120 reféns morreram por causa do ataque com gás. A administração Bush renova as alegações de que o Iraque possui armas bioquímicas (com base em alegações de exilados iraquianos), relutantemente a ONU concorda retornar seus inspetores de armas (após quatro anos de ausência) para provar ou refutar a acusação. O chefe dos inspetores da ONU, Hans Blix relata que nenhuma evidência de programa de armas químicas ou biológicas foi encontrada no Iraque.

2003: os inspetores da ONU encontraram evidências de violações iraquianas nos limites de alcance dos mísseis balísticos, e começam a destruir os mísseis. A administração Bush não se satisfaz com a extensão da inspeção da ONU. Pouco antes da invasão anglo-americana ao Iraque, a ONU ordena que os inspetores saiam do país. Após a invasão, EUA afirma que vai caçar armas de destruição em massa por conta própria, e não encontra.  Como um estado membro do Conselho de Segurança da ONU, a Síria propõe uma zona livre de Armas de Destruição em Massa no Oriente Médio, que os EUA rejeitam.

2004: Durante a primeira batalha de Fallujah, as forças dos EUA usam capsulas de fósforo branco (destinado à iluminação aérea) como arma incendiária contra insurgentes iraquianos, matando e ferindo muitos civis. O Pentágono finalmente admite em 2013 o uso de fósforo branco como arma em Fallujah. Protestos de justiça ambiental em Anniston, Alabama de oposição à incineração de armas químicas em área povoada.

2007: Al- Qaeda na Mesopotâmia realiza ataques com gás de cloro na guerra civil iraquiana. Na Ucrânia, trem descarrila com carga de fósforo branco, contaminando 90 km².

2008: Israel usa capsula de fósforo branco durante a guerra de três semanas contra os palestinos na Faixa de Gaza. Funcionário do governo dos EUA suspeito em 2001 de ataques com anthrax comete suicídio.

2009: O Talibã e as forças americanas se acusam mutuamente de usar fósforo branco como armas. Rebeldes no Iêmen acusam que aviões sauditas pulverizaram fósforo branco.

2011: Algumas fontes de notícias relatam o uso de fósforo branco por forças da OTAN na Líbia. Quatro membros de milícia presos na Geórgia por conspirar ataques com ricina contra políticos, a mídia e o IRS (Internal Revenue Service).

2012: Os EUA fecham sete dos nove depósitos de armas químicas, e destroem 90 por cento de seus estoques para atender as disposições da Convenção de Armas Químicas, que assinaram em 1993. Israel atinge o complexo onde estava instalada a Agência de Assistênciadas Nações Unidas (UNRWA) na Cidade de Gaza com fósforo branco; anuncia que, no ano seguinte, irá parar de usar armas com fósforo branco.

2013: Atriz texana acusada de, supostamente, enviar correspondência com ricina para o presidente e outros líderes norte-americanos. Em janeiro, o Reino Unido libera licenças para exportar produtos químicos para a Síria, que poderiam ser usados na fabricação do sarin; as licenças foram revogadas em julho, quando começaram as sanções contra a Síria. Governo sírio e os rebeldes trocam acusações de uso de sarin em abril e agosto. Médicos Sem Fronteiras, em agosto, documentam 355 mortos em ataque com sarin na região de Ghouta; O Secretário de Estado, John Kerry afirma que o governo sírio é responsável pela morte de 1.429 sírios . O Reino Unido se recusa a fazer ataques militares à Síria; França, Turquia, Arábia Saudita e Israel apoiam a ação militar dos EUA.

Dr. Zoltan Grossman is a Professor of Geography and Native Studies at The Evergreen State College in Olympia, Washington, and earned his Ph.D. from the University of Wisconsin. His faculty website is http://academic.evergreen.edu/g/grossmaz and email is[email protected]

List compiled in 1998, 2003, and 2013 from articles in Z magazine by Stephen Shalom (“Bullets, Gas, and the Bomb,” Feb. 1991), Zoltan Grossman (“Ecocide in the Gulf?,” March 1991), Council for a Livable World, Organization for the Prohibition of Chemical Weapons, National Geographic, William Blum’s Killing Hope: U.S. Military and CIA Interventions Since World War II, and from news reports and Wikipedia timelines. Thanks for Stephen Shalom for comments.

 

 

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