Minha desfiliação do PSOL

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Manaus, 13 de maio de 2014

De: Welton Yudi Oda

Ao: Presidente Estadual do PSOL

 

Prezad@s Companheir@s

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"ANÕES" SÃO OS QUE PENSAM PEQUENO!

Sempre bom relembrar que nessa II Assembleia da ONU, presidida pelo Oswaldo Aranha, hoje o bife que eu mais gosto na gastronomia brasileira e carioca, foi também acertado o Estado da Palestina. Israel saiu do papel, foi constituído e logo começou suas artimanhas para impedir que a nação palestina obtivesse seu estado ao lado, e mais, passou a comportar-se como imperialista e expansionista, na região, tomando o Sinai, Golã, a Cisjordânia, etc..., e estimulando a cizânia inter-arábica. O fato é que Israel se "consolidou", virou 'X9' dos EUA, no Oriente Médio, armou-se até os dentes, e transformou a "terra prometida" num inferno, onde o povo hebreu, povos árabes, incluindo os palestinos, e cristãos, desde então, não conseguiram mais viverem em paz. Leia mais »

O BRASIL NÃO VAI PARAR NÃO!

O Brasil não está em recessão e o baixo crescimento do PIB está relacionado a vários fatores extrínsecos e intrínsecos à economia. Os indicadores internacionais demonstram que as economias dos principais países centrais, da Europa, e os EUA, não crescem ou crescem pouquíssimo. A China, até então o principal motor macro-econômico mundial, embora cresça, não apresenta mais dois dígitos em seu PIB anualizado. O que queriam? O Brasil não é uma ilha ou um mundo à parte. Estamos intimamente interligados na economia global, mas temos méritos e o principal deles é o crescimento sustentável que estamos mantendo há uma década, gerando empregos, distribuindo renda, e tudo com democracia e justiça social. Quais os países que podem hoje se orgulharem desse cenário? Talvez muito poucos. Os consolidados escandinavos e não ouso ir muito além. Se nos voltarmos para o cenário interno, os tais fatores intrínsecos, não dá para começar não dizendo que o "pessimismo conspiratório" está no cerne da questão. Leia mais »

Vísceras Corporativas do Brasil

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A boca do povo fala em “Custo Brasil”. Os intelectuais burocratas e seus signatários falam em desburocratizar o sistema. Poucos percebem ou conseguem entender que esse sistema de “fiscalização” adotado não funciona. Pode dobrar, triplicar o número de fiscais que não resolverá nada. Assim como pode crescer de forma exponencial o salário dos fiscais que não se resolverá nada. O problema, o âmago que penetra no coração da democracia (brasileira) é o Corporativismo. Um vício feio. Um vício que nos torna mais do mesmo. Em que as instituições “brigam” para manter seu poder em conservar seu status quo. Entretanto o que é esse “corporativismo”? Que bicho é esse que ninguém entende, e todos alimentam. Que ninguém quer ser pai, entretanto todos dão abrigo?

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Macho, Liberal ou Idiota

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As vezes penso que um Macho pode ser liberal, com relação ao casamento, por exemplo. Assim como um Liberal pode ser macho, como exemplo, o cavalo-marinho. Do mesmo modo, um Idiota pode ser liberal ou não. Um Idiota pode ser Macho ou não. Agora um Idiota: macho e liberal, isso é coisa que só a revista Veja (não leia) consegue. Em suma um Macho e Liberal é coisa de Idiota, coisa de Rodrigo Constantino (em seu “texto”: Onde foram parar os machos). Parece absurda esta hipótese. Entretanto vou tecer meus argumentos (tecer sem deixar de ser macho), e mostrar ao Nobre Intelectual aonde foram parar os MACHOS!

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A participação dos chineses no setor de petróleo no Brasil

Do Blog Infopetro

Por Edmar de Almeida e Helder Consoli

Até recentemente, o Brasil esteve fora do radar das empresas chinesas que vêm empreendendo uma forte expansão internacional. Com a descoberta do Pré-sal e com o consequente potencial exportador de petróleo do país, as empresas petroleiras chinesas passaram a se interessar pelo setor energético brasileiro. Nos últimos cinco anos, todas as quatro grandes empresas petrolíferas estatais chinesas entraram no mercado Brasileiro. Além disso, dada as necessidades de financiamento das atividades de E&P no Brasil, elas passaram a ser vistas como uma importante fonte de liquidez para investir no negócio de petróleo nacional.

O principal drive para entrada no Brasil é a perspectiva de exportação de petróleo para a China. Tendo em vista que estas empresas dominam o downstream na China, sua estratégia é buscar ativos que podem se converter em exportações para a China. Leia mais »

Fred, o trabalhador

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A única coisa que torna os expectadores de uma ópera ou de um concerto, superiores aos expectadores de um Fla X Flu é um certo preconceito eurocêntrico. Conde de Masoch

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O CCSP quer deixar de ser público!

Chego a uma biblioteca pública de São Paulo para pegar um livro emprestado. No guarda-volumes, seguranças vestidos ao estilo capo da máfia, tão em voga nos shoppings, dizem que para adentrar o recinto preciso fornecer alguns dados pessoais, tirar uma foto e de um documento de identidade. "Mas eu já tenho cadastro", respondo. Não se trata do cadastro para a retirada de livros, esse cadastro é de seleção de quem pode entrar na biblioteca. Ao fim dessa burocracia, entrego minha mochila no guarda-volumes, passo o cartão por uma catraca e estou liberado para entrar numa biblioteca pública. Estou perplexo, ainda tentando entender. Só lembro desse trâmite todo em prédios de escritórios, não em bibliotecas. Nem na PUC-SP, uma universidade privada, nem nos SESCs, instituições também privadas, me exigiram tamanha identificação - na verdade, nunca me exigiram identificação alguma, sequer para usar a internet (diferentemente do CCSP, que exige cadastro e pedido de autorização diário).  Leia mais »

Comparando o Biomass Program do DOE e o PAISS do BNDES/FINEP

Do Blog Infopetro

Por José Vitor Bomtempo

O título desta série destaca uma dimensão central da indústria baseada em biomassa que não podemos perder de vista em nossas análises: é uma indústria em construção, ainda sem definição clara das dimensões estruturais que caracterizam setores mais maduros. As entradas (e saídas) de novos competidores são numerosas e frequentes e os perfis desses competidores são também variados, de startupsde base tecnológica a empresas estabelecidas de diversas origens e indústrias. Novas bases de conhecimento, com destaque para a biologia sintética, desafiam esses competidores que, configurando um cenário de corrida tecnológica, são com frequência apoiados por políticas de inovação.

A estruturação dessas políticas é particularmente notável no caso americano através doDepartment of Energy (DOE) e do Department of Agriculture (USDA) e no caso europeu através de diversas iniciativas da Comissão Europeia. No Brasil, a iniciativa conjunta BNDES/FINEP, conhecida como PAISS, deslanchada a partir de 2010, pode ser vista como a versão brasileira melhor estruturada, até agora, em políticas de inovação para a bioeconomia. Há estudos em andamento sobre a diversificação da indústria química (BNDES) e sobre as tecnologias prioritárias em química renovável (ABDI/CGEE, dentro do Programa Brasil Maior), mas não resultaram ainda em iniciativas concretas de políticas de inovação. Leia mais »

Mulheres, nossas Plantas Medicinais

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Elas têm sempre razão. Antes de tudo e qualquer coisa. Sempre vou estar do lado delas e defendê-las. Sei que elas não sabem disso. Sei que elas desconfiam. E têm suas razões para desconfiar. Entretanto, depois que ingressei neste universo das plantas medicinais, fiquei ainda mais encantado com o gênero feminino. Acredito inclusive, que elas têm que sair da fantasia do discurso feminista e se tornar protagonistas da História. E as plantas medicinais se apresentam como uma excelente oportunidade. Saiam de casa mulheres, mas não se contentem apenas com as ruas. Ocupem todas as cadeiras, se insiram, façam parte, e modifiquem a estrutura do Sistema.

 

 

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FIES, empréstimo ou privatização do ensino?

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Existem coisas que nem Freud explica. Fazer gol contra e sair comemorando, nem para o entendimento do Garrincha. Nosso maior gênio de todos os tempos, nosso moleque de pernas tortas. Entretanto estou realmente assustado com o esvaziamento político/ideológico do meu país. Antigamente havia questionamentos. Hoje privatizam a educação em passos acelerados, e a turma que “era do contra” – em tempos remotos – ainda comemora? Fico a pensar: se fosse o FHC. Coitado. Teria sido queimado junto com judas nas chamas da cama da bruxa. O Estado está privatizando a nossa Educação a passos largos e marrentos, e muito bem amarrados, e a turma do “obaebaoba” comemora?

 

 

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