As absurdas eleições brasileiras

Autor: 

Com direito à derrubada do Ancien Régime na cidade de Salvador, conversas de um ex-presidente com Marat, Diderot e Robespierre e de um resgate rocambolesco de um fidalgo das masmorras cubanas.

Martin Esslin, antigo chefe da BBC Radio Drama entre 1963 e 1977 e inventor da expressão Teatro do Absurdo, ficaria orgulhoso (1):

"É uma forma do teatro moderno que utiliza para a criação do enredo, das personagens e do diálogo elementos chocantes do ilógico, com o objetivo de reproduzir diretamente o desatino e a falta de soluções em que estão imersos o homem e sociedade. O inaugurador desta tendência teria sido Alfred Jarry (Ubu Rei, 1896)."

O absurdo brasileiro tem uma relação próxima ao teatro do romeno Eugène Ionesco, povoado por diálogos sem sentido e uma alegria anárquica.

E que perdura. A Deutsche Welle anota que (2), "quinze anos após sua morte, Ionesco ainda é de longe o dramaturgo francês mais apreciado. No pequeno Théatre de la Huchette, no Quartier Latin de Paris, suas peças são encenadas ininterruptamente há mais de 50 anos."

Paris que se repete em Salvador, na Bahia (3): Leia mais »

Eu odeio Paulo Nogueira Baptista Jr.

Autor: 

O que justificaria tanta raiva?

No mínimo, a retomada de um magnífico processo histórico na mídia brasileira.

Estadão em 1914, texto da UFG (1): Leia mais »

Hariovaldismo

Autor: 

O movimento cultural Hariovaldismo trabalha com margens de acerto, jamais de erro. Qual o impacto disso na análise dos escritos do nobre Professor Doutor Hariovaldo Almeida Prado, em que medida a obra do escritor português Fernando Pessoa influencia esse movimento cultural?

É fato que trabalhar com margens de acerto impressiona os discípulos ao mesmo tempo em que desconcerta os adversários do professor Hariovaldo. Como isso funciona?

Cito dois comentários publicados no site do Mestre (1): Leia mais »