A morte do mais genial iconoclasta do século XX

 

Tradução do artigo publicado às 10:24 de 25 de julho de 2013 no Página 12, Buenos Aires

 

(http://www.pagina12.com.ar/diario/ultimas/20-225268-2013-07-25.html)

 

 

Um dos mais importantes e provocadores artistas plásticos dos últimos anos, cuja extensa obra se centrou na religião, nas guerras e na intolerância, faleceu hoje na cidade de Buenos Aires. Sua obra chegou aos museus mais importantes do mundo, como o MOMA de Nova York, o Rainha Sofia de Madrid, a Pinacoteca do Estado de São Paulo. Ferrari alcançou sua consagração em 2007, quando foi eleito o melhor artista da Bienal de Arte de Veneza, onde lhe foi outorgado o “Leão de Ouro” por uma série de obras que durante sua exibição em Buenos Aires foram destroçadas por fanáticos religiosos e criticadas pelo então cardeal Jorge Bergoglio. Leia mais »

PAC produz desmatamento em áreas de proteção

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2013/06/29/ar...

Áreas protegidas perto do PAC têm mais desmate

Estadão Conteúdo, 29/06/201309h18

São Paulo - As áreas protegidas mais desmatadas da Amazônia no período de agosto do ano passado a março deste ano estão concentradas em torno das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). É o que mostra um estudo feito pelo instituto de pesquisas ambientais Imazon, baseado em Belém (PA). O trabalho levou em conta os alertas de desmatamento feitos pelo SAD - sistema de monitoramento independente coordenado pelo instituto - em unidades de conservação (UCs) e terras indígenas (TI).

Nesses locais, os dados indicam perda de pelo menos 208 quilômetros quadrados de floresta no período - o equivalente a 131 Parques do Ibirapuera, em São Paulo -, um aumento de 41% em relação ao desmatamento detectado entre agosto de 2011 e março de 2012 (121 quilômetros quadrados).
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Causa dos protestos é a inépcia política do PT

Autor: 

Originalmente em: http://www.valor.com.br/politica/3165020/protesto-e-resposta-tecnocracia...

 

Protesto é resposta à tecnocracia, diz Nobre

 

Entusiasmado com os protestos que eclodiram nas últimas semanas e tiveram seu auge ontem, o filósofo da Unicamp e do Cebrap Marcos Nobre afirma que as manifestações populares são a prova que esperava desde 2009 para sustentar seu argumento de que alguma resposta haveria de ter à geleia geral do sistema político que ele denomina de pemedebismo.

Para Nobre, os protestos representam uma recusa de a sociedade aceitar a blindagem do sistema político que represa o avanço de forças de transformação cuja origem vem desde meados da década de 1980, com a Constituinte.

Em sua opinião, o PT, que era o depositário da energia dessas transformações, passou por um processo de tecnocratização, afastando-se e frustrando as expectativas de movimentos históricos. Leia mais »

O Brasil nas ruas

Autor: 

Tradução do artigo "Brasil en las Calles" (originalmente em Rebelión: http://www.rebelion.org/noticia.php?id=169928)

 

 

O Brasil nas ruas

 

Salvador Schavelzon

 

Não foi um “cacerolazo” brasileiro contra um governo progressista ou de esquerda, como alguns que vêem a Dilma como aliada de Cristina Kirchner, se apressaram em qualificar. Tampouco uma primavera árabe tropical, nem um protesto convencional por aumentos. Deixou a todos “aturdidos”, diziam os analistas na mídia. Leia mais »

A era Kirchner e o continuísmo

Autor: 

Le Monde diplomatique, edición Cono Sur, nº 167, Mayo de 2013 (Dossier especial: "Kirchnerismo, balance de una década")

Fonte: http://www.eldiplo.org/167-kirchnerismo-balance-de-una-decada/diez-anos-luz

CONQUISTAS Y CONTRADICIONES DEL “PROGRESSISMO POSIBLE”

Diez años luz

 

A una década de su llegada al poder, el kirchnerismo opera como si estuviera inmerso en una transición eterna, como si la herencia procesista, alfonsinista y menemista siguiera intacta. La “democratización” es una forma más de esta transición eterna de un gobierno que reparte de todo –escuelas, planes, universidades– menos poder.


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Brasil perde um dos seus mais importantes cientistas sociais

 

Faleceu por volta das 21:30 de ontem, 26 de março, vítima de um acidente de trânsito no Km 92 da Rodovia Bandeirantes, o diretor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, Prof. Dr. John Manuel Monteiro, quando regressava da universidade para sua residência em São Paulo.

Historiador e antropólogo, John Monteiro foi um pioneiro na construção do campo temático da história indígena no Brasil, não apenas produzindo uma obra analítica densa e relevante, como também criando e estimulando a abertura de espaços institucionais e de interlocução acadêmica sobre o tema. Não seria exagerado dizer que foi em larga medida por conta do seu esforço dedicado que esse campo de estudos foi um dos que mais cresceu no âmbitos das ciências humanas no país desde a publicação do seu já clássico “Negros da Terra: Índios e Bandeirantes nas Origens de São Paulo” (1994) até o momento. Leia mais »

Preparativos de novo golpe de Estado na Venezuela

Tradução da matéria publicada no Página 12 (Buenos Aires), em 17 de março de 2013, 16:47 Leia mais »

A renúncia em protesto do antropólogo Marshall Sahlins

 

A renúncia em protesto

No site “Inside Higher Ed”, 25 de fevereiro de 2013 - 03h00,

por Serena Golden

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