A Princesa Isabel loura, seu fígado e seu texto.

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O texto de Eliane Cantanhêde hoje (25/08) na Folha, “Avião Negreiro” é de tal manipulação de informação que está abaixo da crítica. E ainda assim, com o estômago embrulhado e o nariz tapado, é necessário criticá-lo.

Trata da vinda de médicos cubanos para o Programa Mais Médicos do governo federal. E, a começar pelo título, “Avião Negreiro”,  já não colocaria a folha onde ele foi impresso para minha cachorrinha cagar em cima. Poderia fazer mal à merda. Leia mais »

O rugido dos gatos-pingados.

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Bem que eu tento tirar essa mulher da minha cabeça, mas minha Linda Loura – musa da elite branca não dá trégua ao meu coração.

Assim, vamos ao texto de Eliane Cantanhêde na Folha de hoje, 18/07 – Aos leões. Leia mais »

Dos Novos Bahianos à Casa Fora do Eixo.

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Achei muito interessante a entrevista do Bruno Torturra e Pablo Capilé no Roda Viva. Foi, no mínimo, uma atualização do vocabulário. Coletivo, plataforma, crowdfunding. Deu para entender o encantamento do Nassif com o "novo das redes sociais", é bom ver uma nova geração enérgica, pensando e transmitindo suas ideias.

E essa energia foi o que principalmente despertou o meu interesse. Há uma nova geração pensante fazendo política pelas ruas. Leia mais »

Brasil, um país injusto – bem-vinda classe-média.

Desde o início dos governos Lula, há dez anos, ouve-se que a classe média não foi beneficiada. Os pobres e os ricos sim, mas não a classe-média.

Já disse aqui que quem viveu um país paralisado como nos anos FHC sabe o quanto os governos Lula e Dilma beneficiaram a classe-média. Mas como foram benefícios indiretos, é facil não percebê-los. 

A partir de um determinado momento das manifestações de junho e agora, a respeito da obrigatoriedade de médico recém-formado prestar 2 anos de serviço público remunerado, a grita recrudesceu. Leia mais »

Um gigante sonâmbulo.

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Brasil, um gigante sonâmbulo marchando entre o sonho, a consciência de si e o pesadelo.

Não pretendia postar nada sobre a onda de protestos que varreu o Brasil nas duas últimas semanas antes da semana que vem.

A próxima semana é decisiva para saber que rumos tomarão os movimentos reivindicatórios. Com a saída do MPL, inteligente, aliás, demonstrando que a moçada é rápida na leitura da situação, o movimento será o que seus novos líderes puderem colocar de povo na rua.

A pulverização parece ser o caminho natural e o esvaziamento uma realidade bem palpável.

Mas até que isso ocorra muita coisa pode acontecer para o bem e para o mal. Leia mais »

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É a Copa, estúpido – ou, a direita encontrou seu mote.

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“A gente explode se for campeão

Depois se fode na eleição,

A gente perde a copa e aprende

A eleger quem é honesto e competente.

Já dizia o General De Gaulle: Leia mais »

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O MPL e os riscos do sucesso.

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O MPL corre agora o risco do sucesso.

Como não enxergar um caso clássico de fogo amigo na violência não premeditada da PM contra funcionários de seus órgãos midiáticos de apoio quando temos a foto da jornalista da Folha sangrando diante dos nossos olhos? Leia mais »

Movimento Passe Livre-Zeitgeist e o mal estar de uma geração

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Grupelho de baderneiros.

Creio que foi no Blog do Mello que encontrei uma frase de Bernard Shaw que me perturbou.

“Você vê as coisas que existem e se pergunta: por quê? Eu imagino coisas que não existem e me pergunto: por que não?”

O que isso tem a ver com as manifestações que têm incendiado o centro de São Paulo promovidas pelos jovens do Movimento Passe Livre?

A busca da razão e do motivo. E a intuição de que não vou achá-los no aumento das passagens.

Todos fomos surpreendidos, quando quinta ou sexta-feira da semana passada um grupo de estudantes e militantes de partidos de extrema esquerda paralisaram a Avenida Paulista aqui em São Paulo, quebraram vidraças de agências bancárias, picharam ônibus e paredes, destruíram cabines da polícia e atearam fogo a sacos de lixo como barricadas.

O caos instalado sem prévio aviso.

Perguntamo-nos: contra que esse protesto? Leia mais »

Caindo a ficha?

Não é fácil ser leitor de Folha, ainda que possa ser divertido, caso se goste de malabarismos estatísticos para provar que os miseráveis continuam miseráveis apesar do Bolsa Família, e tome-se  verbo no futuro do pretérito e conjunção condicional "se". De ombudsman fazendo auto-elogio ( Suzana é um caso raro de ombudsman, ao invés de criticar o jornal pela ótica do leitor, critica o leitor pela ótica do jornal) E ontem, uma reportagem mostrando que o Estádio Mané Garricha de Brasília foi entregue inacabado - o jornalista andou pelas dependências do estádio e encontrou banheiros sujos e entrevistou um operário que trabalhou na obra (sim, um operário) que afiançou que ainda há muito a ser feito.

Porém, pelo menos 3 matérias da Folha deste domingo (19/05) são jornalismo.

Festejemos:

Janio de Freitas batendo um dedo acima da linha da cintura. Leia mais »

Renovação se faz com ideias, não com idade.

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O texto de Fernando Rodrigues de hoje (18/05) na Folha de São Paulo – “Troca geracional na oposição” traz um exercício de lógica sobre o qual eu gostaria de comentar.

Ele começa muito interessante já pelo título. Sem dúvida, como já discutimos aqui há algum tempo, estaremos entre 2014 e 2018 assistindo à troca de guarda da política nacional, pelo menos no nível federal. É interessante notarmos os parágrafos do início do texto:

“Aécio Neves tem 53 anos e será eleito hoje presidente nacional do PSDB. Deve ser candidato ao Planalto no ano que vem. Os outros dois postulantes de oposição mais competitivos são Marina Silva, 55, e Eduardo Campos, 47. Disputarão contra Dilma Rousseff, 65.” Leia mais »

Judicialização da política, ou a democracia sem o povo

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Aqui no blog, frente à judicialização da nossa política e a politização da nossa justiça, o colega Assis Ribeiro se pergunta se não é oportuna uma nova constituinte que devolva ao povo o protagonismo da ação política.

Questiona se o que temos vivido em termos de judicialização da política já não anulou na prática a validade do Parágrafo Único do artigo 1º da nossa Constituição. O que define o povo com fonte única do poder. Leia mais »

1º de Maio: para que não esqueçamos, afinal do que falamos.

O OPERÁRIO EM CONSTRUÇÃO Leia mais »

Feliciano enquadrado em quadrinhos

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Uma manifestação bem humorada dos cartunistas da Folha de São Paulo em relação a presença do Pastor Deputado Feliciano na CDHM.

Carta aberta a um amigo bem-intencionado

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Prezado, antecipadamente desculpe-me por texto tão longo. Mas como você pareceu-me realmente conhecer o sexo dos anjos, ele foi necessário.

Sendo você um defensor da "lei seca", não pude deixar de notar que seu post (http://www.advivo.com.br/blog/gunter-zibell-sp/cidadao-sopre-o-bafometro) não é o que eu chamo exatamente de isento ou equinânime, mas ele é bom. Bem educado, como, aliás, não poderia deixar de ser um texto vindo de você, pretensamente ponderado e quase convincente. Não deu, mesmo assim, valeu a "tentativa".

Começo pelo fim: Leia mais »

O maior anão do mundo ou o menor gigante? A Folha bipolar.

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A piada é velha, um circo sem novas atrações para seu público chega à cidade alardeando possuir no seu elenco o maior anão do mundo. Era, na verdade, um dos palhaços, um homem de uns um metro e sessenta de altura. Na cidade seguinte ele é apresentado como o menor gigante do mundo.

Parece que a Folha, na sua crítica ao atual governo, adotou esse método “esperto” e ridículo.

Coisas do tipo: "Petrobrás tem o menor lucro dos últimos dez anos" ou "Balança comercial tem o seu pior superávit desde 2007". Leia mais »