Armadilha da Renda Média

Por Luis Carlos de Freitas*

Um dos primeiros estágios de exploração da força de trabalho é a absorção de bolsões de mão de obra barata: pessoas do campo, mulheres, entre outros. Nesta fase, os empresários não necessitam de boa educação. A tecnologia é simples e o salário é baixo, pois a mão de obra é abundante.

Quando tais bolsões diminuem, continua-se a necessitar de mais mão de obra.  Entram em cena os estrangeiros desocupados em seus países. Chegam, só em São Paulo, 30 por dia. A contínua necessidade de mão de obra pode fazer com que a renda média paga aos trabalhadores de setores inteiros da economia comece a crescer. Salários pagos são um componente fundamental na definição do lucro. Usualmente, os processos de fabricação também tendem a se sofisticar para intensificar a força de trabalho, exigindo tais processos mais educação. Leia mais »

Dilma nas Redes Sociais: uma cartografia

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Dilma nas redes sociais: o fim da bipolaridade política e o desejo de radicalizar mudanças.

Por Fabio Malini em Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura

Rede de RTs sobre Dilma mostra o fim da bipolaridade no Brasil. Um grande grupo altamente relacionado (mancha verde claro) é o elemento surpresa do debate público, disputando o sentido do que seja a Dilma. Leia mais »

Documentário: O Dia que Durou 21 anos

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 Sempre é bom lembrar de que forma foi orquestrado o Golpe de 64.

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As manifestações de junho de 2013 na cidade de São Paulo

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As manifestações de junho de 2013 na cidade de São Paulo

por Marilena Chaui, na revista Teoria e Debate

Observações preliminares

O que segue não são reflexões sobre todas as manifestações ocorridas no país, mas focalizam principalmente as ocorridas na cidade de São Paulo, embora algumas palavras de ordem e algumas atitudes tenham sido comuns às manifestações de outras cidades (a forma da convocação, a questão da tarifa do transporte coletivo como ponto de partida, a desconfiança com relação à institucionalidade política como ponto de chegada) bem como o tratamento dado a elas pelos meios de comunicação (condenação inicial e celebração final, com criminalização dos “vândalos”) permitam algumas considerações mais gerais a título de conclusão. Leia mais »

Fortalecer a presidenta Dilma e aprofundar a democracia

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Brasil de Fato

Há uma nítida tentativa da direita e ultradireita brasileiras de desestabilizar o governo da presidenta Dilma Rousseff, coro coadjuvado e alimentado pela grande mídia internacional (especialmente dos EUA e Inglaterra) com o slogan “CHANGE BRAZIL” (Muda Brasil); animado por estrelas da envergadura de Lady Gaga e outras peruas e chesters da mesma granja; e com a adesão de figuras do naipe de Mark Zuckerberg – o homem do “fez-se-buque”.

Felizmente a resistência contra a ditadura do pós-64 foi cantada por Carlinhos Lyra, Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Gonzaguinha, João Bosco, Aldir Blanc, Fausto Nilo, Belchior, Fagner, Milton Nascimento, Capinam, Tom Zé, Torquato, Gil, Caetano – e interpretadas por, além dos próprios autores, ninguém menos que Nara Leão, Elis Regina, Odete Lara, Beth Carvalho, Zezé Mota, Elba Ramalho, MPB-4, Quarteto em Cy, Gal, Bethânia e tantas outras figuras, igualmente protagonistas daquela saga. Leia mais »

A revolta dos bem nascidos e a "revolução" na tela da Globo

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Vamos à pergunta que não quer calar e à dúvida que está no ar: o sistema midiático de negócios privados é a favor das manifestações de estudantes, mas por que nunca apoia as greves, por exemplo, dos servidores públicos, dos bancários, dos rodoviários, dos médicos e dos professores? E agora vamos a outra pergunta que também teima em não calar: por que a imprensa corporativa e alienígena sempre atacou, com veemência, intolerância e preconceito os partidos trabalhistas, além de distorcer a realidade de praticamente todos os movimentos da sociedade organizada e que lutam há décadas por seus direitos constitucionais e civis?

Dou como exemplo os Movimentos dos Trabalhadores Sem-Teto, Sem-Terra e dos indígenas, somente para explicitar esses, porque existem milhares de grupos sociais que lutam diuturnamente para conquistar uma vida de melhor qualidade e que não são ouvidos e muito menos reconhecidos como força da sociedade pelos grupos econômicos midiáticos, que, conservadores, recusam-se a ouvir e a dar voz aos trabalhadores, aos índios e aos despossuídos, bem como combatem e distorcem os objetivos de suas legítimas reivindicações.
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Quem pariu Mateus que o embale

     

No começo da noite de quinta-feira (20), redes de televisão exaltavam a “beleza” de protestos violentos, ainda que mascarados de pacifistas, que, há quase duas semanas, esmagam o país com medo, incêndios, bombas, tiros, depredações, destruições de todos os tipos, mutilações e, agora, até com morte, como previsto aqui tantas vezes e tão inutilmente.

Todo o horror que se espalhou pelo país foi produto de exigência feita por um grupo de meninos e meninas embriagados com um poder imensurável que adquiriram em questão de dias e que pôs de joelhos um dos maiores impérios de comunicação do mundo e todo o resto do oligopólio comunicacional verde-amarelo, além de políticos, jornalistas e legiões de cidadãos comuns.

Muito poucos entre os que enxergaram o desastre que estava sendo construído tiveram coragem de denunciá-lo, intimidados por hordas de fanáticos que promoviam linchamentos na internet e até nos ambientes sociais e profissionais mais variados contra todo aquele que ousasse dissentir. Leia mais »

Eu tenho partido sim!

Marilena Chauí: é preciso quebrar o oligopólio do transporte

Marilena Chauí, filósofa, professora aposentada da USP e membro do Conselho da Cidade de São Paulo, concede entrevista a Rede Brasil Atual. Escute aqui a entrevista que ocorreu após a reunião entre o Conselho da Cidade, o Prefeito e o Movimento Passe Livre.

Abaixo uma transcrição:

Brasil Atual: Professora como a senhora vê as manifestações e também as posturas dos governos municipal e estadual diante das reivindicações? Leia mais »

Juventude do PT divulga nota sobre as manifestações

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Nota da Direção Nacional da JPT sobre as manifestações em todo Brasil.

Um amplo processo de lutas e mobilizações está tomando conta das cidades brasileiras. Mobilizações essasalimentada com muita, muita disposição de pessoas que decidiram ir às ruas para construir profundas mudanças noBrasil. No último dia 17 de Junho de 2013 como há tempos não se via mais de 300.000 pessoas foram ás ruasdas mais variadas cidades levantar sua bandeira de reivindicação e demonstrar sua indignação.
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Saimos do facebook

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