Corporações nacionais riscam o Facebook de suas estratégias

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Não é apenas o poder público federal que está criando regras rígidas para o uso das redes sociais no ambiente de trabalho. Pesquisa da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial - Aberje - revela que grandes conglomerados nacionais optaram pela estratégia radical de não ter nenhum vínculo com as mídias sociais, em especial, com o Facebook.

Reportagem do jornal O Estado de São Paulo, desta segunda-feira, 13/05, revela que corporações como a Cargill, a AercelorMittal Brasil, o Carrefour, a Usiminas e o JBS não têm página no Facebook e não planejam ter num curto prazo. O levantamento comprova que quase um quarto das maiores companhias do país ainda não criou uma página no Facebook. A maioria admite não saber como cuidar - e principalmente trabalhar de forma pró-ativa - a informação disponibilizada na mídia social.
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São Paulo corre risco de perder datacenters

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O diretor comercial da Locaweb, Alex Glikas, afirmou durante o Floripa TICs Fórum, evento organizado pela Digitro e que acontece nesta quarta-feira, 08/05, que até 2018 não há como a Eletropaulo ampliar a capacidade de fornecimento de energia na capital paulista. Empresa já estuda novos lugares para instalar uma nova unidade. Os custos com energia respondem por 33% dos custos de um centro de dados.

"Nosso datacenter está na região da Marginal Pinheiros, onde há outros concorrentes também instalados. E tentamos aumentar a nossa capacidade de energia para expansão e tivemos uma resposta que não há como nos atender", contou Glikas. "Em função disso, e do incremento dos negócios no Brasil, já estamos avaliando outros lugares fora de São Paulo. Energia é crucial no nosso negócio e as alternativas existentes ainda são bastantes caras", acrescentou.

A Locaweb decidiu criar um centro de dados em Miami, nos Estados Unidos, para fugir do alto custo de instalação de uma unidade no Brasil. "A diferença de preço entre o Brasil e os Estados Unidos chega a 50%, especialmente na área de infraestrutura de telecom e energia", contou o executivo.
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Desoneração: TI tentam impedir renegociação dos contratos

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O deputado Jorge Bittar (PT/RJ) apresentou emenda à MP 612, que ampliou a desoneração da folha de pagamentos a outros setores produtivos do país, para corrigir um problema criado pela adoção do beneficio no setor de TI: a renegociação de preço, determinada pelo artigo 65 parágrafo 5, da Lei 8666. Petrobras e Caixa Econômica já chamaram seus prestadores de serviços para renegociar custos, em função da redução dos impostos. Preocupação é que a medida passe a ser também adotada pelos ministérios e autarquias, usuários de serviços terceirizados de TI, e se estenda aos estados e municípios. Emenda terá de ser aprovada pela Comissão Mista do Congresso que será formada para avaliar a MP 612.

"O governo não poder dar com uma mão e retirar com a outra. A desoneração da folha de pagamento foi uma medida para fazer com que as empresas de TI invistam em TI, apostem na inovação e melhorem seus desempenhos", explica o deputado Jorge Bittar, em entrevista ao portal Convergência Digital. Segundo ele, a redação da emenda à MP 612 se fez necessária porque a renegociação de custo, já conduzida por empresas como Petrobras e Caixa Econômica Federal, é uma medida imposta pela Lei 8666.
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Governo cede à FIFA e Telebras vai prestar serviço

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A Telebras prestará, por meio da subsidiária Telebras Copa, os serviços de telecomunicações para a realização da Copa das Confederações Fifa 2013 e da Copa do Mundo Fifa 2014, segundo a Medida Provisória nº 600, publicada em 28 de dezembro de 2012. O comunicado oficial da Telebras foi divulgado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), nesta quarta-feira, 02/01.

A decisão, ao que parece, põe fim numa batalha travada ao longo dos últimos meses entre a FIFA - organizadora da Copa 2014 - e o governo Dilma Rousseff na parte referente à infraestrutura e à oferta de serviços de telecom. A FIFA - que detém todos os direitos dos megaeventos - bateu o pé e fincou posição: Não iria desembolsar nenhum tostão para pagar serviços de telecomunicações. O governo, por sua vez, entendia que a infraestrutura para o serviço era uma obrigação acertada no momento da escolha do Brasil para sediar o megaevento, mas discordava da entidade com relação à oferta de serviços.
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3G: 1.952 municípios seguem com apenas uma operadora

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Segundo dados do portal Teleco, as teles móveis cumpriram o prazo dado pela Anatel para o atendimento das cidades com mais de 200 mil habitantes com o 3G, mas há muitas localidades onde a competição está muito distante. Mais de 31 milhões de brasileiros têm 3G ofertado apenas por uma única tele. Hoje, 2496 municípios seguem fora do roteiro de cobertura. No mercado, a Vivo segue disparada à frente das rivais, mas Claro e Oi fazem um esforço maior em 2012. TIM cresce, mas mais moderadamente.

Os dados compilados pelo portal Teleco mostram que a Vivo está presente em 2876 municípios brasileiros e é de longe a operadora com a maior cobertura - inclusive cumpriu todas as metas estabelecidas pela Anatel no edital do 3G. Nessa corrida, em 2012, a Claro decidiu fazer mais.

A empresa terminou 2011 com 657 localidades cobertas, mas em outubro, já contabilizava 1061 cidades cobertas - e aqui um adendo: a empresa está colocando HSPA+ em toda a sua infraestrutura, o que garante uma velocidade maior de conexão à Internet.
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PUC/Rio inova em semicondutores e busca parcerias

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O Rio de Janeiro passa a contar, a partir do dia 22/10, com o mais moderno equipamento para deposição de materiais semicondutores da América Latina. Equipamento, instalado no Centro Técnico Científico da PUC/Rio, foi importado da Alemanha, e custou R$ 3 milhões.

Em entrevista ao Convergência Digital, a professora Patrícia Lustoza de Souza, do Centro de Estudos em Telecomunicações (CETUC/PUC-Rio) e líder em pesquisa tecnológica do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Nanodispositivos Semicondutores (DISSE), explica que os materiais semicondutores são matéria-prima para a produção de dispositivos eletrônicos e optoeletrônicos, como lasers (para ler CDs e DVDs), LEDs e fotodetectores (como os de infravermelho, que servem para fazer instrumentos que detectam a presença de gás tóxico e câmeras de visão noturna).
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Governo oficializa programa de apoio a empresas inovadoras

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O Ministério da Ciência e Tecnologia publicou nesta segunda-feira, 15/10, no Diário Oficial da União, a portaria que institui programa de apoio a empresas iniciantes de produção de software e de serviços de tecnologia da informação, um dos pilares do programa TI Maior, lançado em 20 de agosto, pelo governo Dilma.

O programa, chamado de "Start-Up Brasil", tem por objetivos "fortalecer os setores científico, tecnológico e econômico do país, (...) em especial o de software e serviços de tecnologias da informação". De acordo com o texto oficial, o programa quer estimular "por meio do empreendedorismo, a ampliação da base tecnológica, a consolidação de ecossistemas digitais e o surgimento de um ambiente favorável a pesquisa, desenvolvimento e inovação".
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Copa 2014: Quem vai pagar a conta do uso da rede da Telebras

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O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, garantiu que a infraestrutura prometida pelo governo para suportar as operações da Copa 2014 vai estar pronta no prazo, mas deixou claro que ainda precisa sentar à mesa com os organizadores do evento, leia-se FIFA - para negociar o custo da prestação de serviço.

"A rede vai ser usada e terá de ser remunerada. O jogo é esse ",disse. Ministro também discorda das teles. Para ele, o 4G não será para poucos. Compartilhamento de antenas pode vir antes da obrigação, que virá no Plano Geral de Metas de Competição, previsto para outubro.

Paulo Bernardo, que nesta quarta-feira, 26/09, participou da inauguração do quinto data center da Embratel no Brasil - o primeiro dedicado a oferta de serviços de computação na nuvem, na capital paulista, admitiu que a rede da Telebras está mais adiantada em algumas cidades. Mas garante que a infraestrutura estará pronta para servir a organização da Copa 2014.
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Fiesp chama Anatel de incompetente

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O diretor de infraestrutura da Federação das Indústrias de São Paulo, Carlos Cavalcanti, não poupou críticas à agência reguladora e ao governo durante a sua participação no IV seminário de Telecomunicações, nesta terça-feira, 25/09.

Segundo ele, se o setor de telefonia móvel chegou ao ponto de ter de suspender as vendas de chips por conta da má qualidade dos serviços, a culpa é da Anatel que não soube perceber a situação e agir de forma pró-ativa. "A Anatel não teve competência para analisar a situação e teve que partir para uma atitude radical. Não é assim que deve funcionar o mercado", declarou.

A crítica provocou uma 'saia-justa', uma vez que o evento conta com a participação de executivos de operadoras e de fornecedores de serviços de Telecom. A reação maior veio do secretário-executivo do ministério das Comunicações, Cezar Alvarez. "É uma blasfêmia acusar a Anatel quando ela toma medidas em prol do consumidor".
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BNDES diz ter R$ 1 bi em caixa para TI

O diretor da área de TI, Julio Raimundo, admite que a instituição precisa aperfeiçoar os caminhos para as pequenas e médias empresas de TI e a estratégia é criar novas ações para o cartão BNDES. Ideia é dobrar a carteira atual do programa de incentivos ao software.

Em entrevista à CDTV, do Convergência Digital, o diretor do BNDES, que participou nesta segunda-feira, 03/09, da solenidade de abertura da 10ª edição do Rio Info, revelou ainda que o banco possui mais de R$ 1 bilhão em pedidos de aprovação. Sobre o Prosoft, Julio Raimundo disse que a renovação deverá ser válida até 2015, podendo se estender a 2016.

"Nesta renovação devemos ter recursos da ordem de R$ 5 bilhões a R$ 6 bilhões, o que significa em relação a carteira atual, dobrar o volume de contratações”, afirmou. O Prosoft - Programa BNDES para o desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação) foi criado em 2004 e conta, hoje, com uma carteira de R$ 3 bilhões em projetos aprovados.
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Consulta pública para certificação de tecnologia nacional

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O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI) abriu nesta terça-feira, 21/08, o processo de consulta pública para receber contribuições da sociedade a respeito da metodologia de certificação de software e seus serviços associados. A medida integra o Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior), lançado nesta segunda-feira, 20, pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).A consulta estará disponível pelo período de 30 dias, no site - www.certics.cti.gov.br. Contribuições, dúvidas e informações serão recebidas e respondidas pelo e-mail [email protected].

A CERTICS é uma certificação que identifica, credencia e diferencia software e seus serviços associados, gerando valor local e competitividade global para o Brasil. Destinada às empresas desenvolvedoras de software e serviços associados, instaladas em território nacional, de diferentes portes, setores e modelos de negócios, a certificação é voluntária e serve de instrumento às que buscam qualificação para preferência em compras públicas e diferenciação no mercado. Essa certificação não se aplica a empresas que somente comercializam software. Leia mais »

Exclusão digital: Apenas 4% das escolas públicas têm PCs

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A pesquisa TIC Educação 2011, produzida pelo CETIC.br, do Comitê Gestor da Internet, divulgada nesta terça-feira, 19/06, na capital paulista, revela que o Brasil está muito atrasado no uso das ferramentas de TIC nas escolas e na prática pedagógica. O estudo mostra, por exemplo, que a banda larga não é realidade para a maioria das escolas, mesmo que elas tenham algum ponto de conexão à Internet.

O grande problema, observa o TIC Educação 2011, é que 55% das escolas têm conexão entre 256Kbps e 2 Mbps, para ser compartilhada, em média, por 500 alunos, nas escolas públicas. Apenas 6% das escolas pesquisadas têm velocidades de conexão superiores a 8 Mbps. E pior: 27% das escolas pesquisadas desconhecem o valor de conexão da Internet. E o levantamento não leva em conta as escolas rurais, onde há problemas de infraestrutura de telecom.

"Há problema, sim, de acesso à banda larga, mas há questões estruturais que devem ser cuidadas. Entre eles, a disponibilidade da energia elétrica. Não basta ter banda larga, ela precisa funcionar e ajudar na prática pedagógica", observa Juliano Cappi, responsável pelo estudo no CETIC.br.
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Direito autoral precisa ficar fora do Marco Civil da Interne

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Direito autoral precisa ficar fora do Marco Civil da Internet
Ana Paula Lobo

Misturar dois temas polêmicos - Direito Autoral e Marco Civil Internet - não está na mira do deputado federal, Alessandro Molon, do PT/Rio de Janeiro, relator do Projeto de Lei, em tramitação na Câmara dos Deputados. Segundo ele, Direito Autoral e Marco Civil são temas que, por si só, devem ser debatidos separadamente.

"Reunir os dois só retardará a tramitação", afirmou Molon, que nesta sexta-feira, 01/06, participou de um debate sobre Marco Civil da Internet, patrocinado pelo Forum TI Rio. Mas um tema foi considerado crucial para estar na Legislação: A neutralidade de rede.

De acordo com Molon - que define o Marco Civil como a 'Constituição da Internet brasileira' - não é possível que provedores de conteúdo e/ou de infraestrutura possam priorizar o dado, a informação, conforme os seus interesses. "O acesso à informação é um direito que precisa ser respeitado integralmente", destacou.
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