Edital da Polícia da Bahia exige comprovante de virgindade

Um edital da Polícia Civil da Bahia que exige a comprovação de virgindade para candidatas a delegada, escrivã e investigadora causou polêmica e virou alvo de protesto no Estado.

A seção baiana da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) divulgou uma nota de repúdio nesta quarta-feira (13) contra o edital.

O motivo é um item do edital que libera mulheres "com hímen integro" de passar por "avaliação ginecológica detalhada, contendo os exames de colposcopia, citologia e microflora".

Para isso, porém, as postulantes terão de comprovar serem virgens por meio de de atestado médico, com assinatura, carimbo e registro profissional do médico em questão. Leia mais »

Com dois anos de atraso, usina de Estreito sai do papel

Com dois anos de atraso e dez anos após a assinatura do contrato de concessão, a usina hidrelétrica Estreito, o Maranhão, foi inaugurada ontem pela presidente Dilma Rousseff.

Em seu discurso, a presidente afirmou que a construção da usina só foi possível após mudança de modelo do setor elétrico, realizada em 2004, quando ela era ministra de Minas e Energia.

Com investimentos de R$ 5 bilhões, a hidrelétrica é oriunda de leilão realizado em 2002, mas sua construção só começou em 2007, devido a problemas no licenciamento ambiental.

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Afif critica sistema de transportes em SP e tucanos reclamam

A um mês das eleições municipais, o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (PSD), criticou o ritmo da expansão do transporte sobre trilhos no Estado num artigo que causou desconforto no Palácio dos Bandeirantes e entre aliados do governador Geraldo Alckmin.

 

Publicado na Folha ontem, o texto afirma que "São Paulo está no atraso em matéria de trilhos" em comparação com outras metrópoles.

 

No artigo, o vice-governador diz que a malha da CPTM (Companhia de Trens Metropolitanos) está "dependente de modernização" e que a do Metrô "é insuficiente para atender à demanda".

 

"Existe um grande esforço por mais investimento, mas há uma disparidade entre os dois sistemas", diz. "Isso mostra um descompasso no planejamento e execução do transporte público."

 

Aliados de Alckmin consideraram o momento "inoportuno" para a crítica, já que transporte é um dos grandes temas da eleição na capital --o PT chegou a cunhar o termo "apagão nos transportes" para falar do setor.

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Apoio de FHC 'não tem nada de mais', diz Serra

Um dia depois de o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ter gravado mensagens de apoio à campanha tucana em São Paulo, o candidato do PSDB, José Serra minimizou o impacto do gesto na eleição municipal.

 

"Não tem nada de mais. É normal", disse ontem, questionado sobre os ganhos que a declaração de FHC poderia trazer: "É um companheiro de partido que vai falar, como muitos outros".

 

Segundos depois, Serra adotou tom mais elogioso. "Sem dúvida é um homem de muito valor. A palavra dele sempre é uma palavra que pesa, mas não há nenhuma grande estratégia por trás."

 

Serra e FHC estavam distantes desde o início do ano. O candidato do PSDB ficou melindrado com a entrevista do ex-presidente à revista "The Economist" em janeiro, apontando erros em sua campanha presidencial de 2010.

 

Em fevereiro houve novo impasse: em entrevista a "O Estado de S. Paulo", FHC disse que a disposição de Serra em disputar a prefeitura o reabilitava no cenário nacional.

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Novo prefeito de São Paulo herdará maior endividamento entre principais orçamentos

O futuro prefeito de São Paulo herdará, a exemplo de seus últimos três antecessores, o caso mais grave de endividamento entre os maiores orçamentos do país.

 

Desde a década passada, a dívida paulistana se mantém em patamar igual ou superior ao dobro da receita anual do município, muito acima do teto fixado pela legislação.

 

Proibida pela Lei de Responsabilidade Fiscal de obter novos empréstimos, a prefeitura não consegue acompanhar o ritmo de expansão dos investimentos públicos dos últimos anos.

 

A dívida soma R$ 58 bilhões, a maior parte dela com a União, que socorreu financeiramente a cidade em 2000, quando a dívida, na casa dos R$ 11 bilhões, era tida como impagável com os juros da época. Pelos limites legais, o valor não deveria ultrapassar R$ 35 bilhões, ou seja, 120% da receita de R$ 29 bilhões contabilizada em 2011.

 

Nenhuma das demais grandes metrópoles do país se aproxima desses números. No Rio de Janeiro e em Salvador, as dívidas ficam em torno de metade da receita. Em Belo Horizonte, de um terço.

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Vereadores do PSDB abandonam candidatura Serra

Candidatos a vereador tentam descolar sua imagem da de Serra

Aspirantes à Câmara Municipal omitem o nome do tucano em panfletos e não pedem votos a ele

Rejeição de Serra e falta de ajuda financeira dos tucanos para despesas de campanha provoca afastamento de aliados

EVANDRO SPINELLI
DE SÃO PAULO

Candidatos a vereador começaram a se distanciar da campanha do tucano José Serra à Prefeitura de São Paulo, principalmente na periferia da cidade, em áreas onde Celso Russomanno (PRB) obtém seu melhor desempenho.

Há candidatos que não colocam sequer o nome de Serra em seus materiais de campanha. Outros até põem, mas não trabalham pelo tucano.

O movimento teria dois fatores principais: a grande rejeição de Serra, principalmente nas camadas mais populares, e a falta de repasses financeiros por parte do comitê do tucano. Leia mais »

Horário eleitoral é aprovado pela maioria em São Paulo

O horário eleitoral na TV e no rádio deve ser mantido, diz a maioria dos entrevistados de pesquisa Datafolha realizada na semana passada, em São Paulo. Mais da metade dos que apoiam a propaganda política, entretanto, acha preciso rever o formato.

 

De acordo com o levantamento, 64% da população pensa que a publicidade eleitoral deve continuar de algum modo. Esse índice se divide entre os 30% que avaliam que ela deve ficar como está e os 34% que afirmam que o modelo deve ser repensado. Outros 32% sugerem que o espaço seja extinto.

 

A pesquisa mostra ainda que 57% dos ouvidos declaram que assistirão ao programa. A maioria (62%) diz que o horário eleitoral influenciará na definição de seu voto.

 

Entre os mais ricos (renda familiar acima de dez salários mínimos), a impressão de que a propaganda eleitoral deveria ser abolida atinge seu índice mais alto (43%). É nesse mesmo grupo que a influência do horário eleitoral sobre o voto é menor -64% dizem que não é "nada importante".

 

Especialistas ouvidos pela Folha se dividem sobre a relevância da propaganda e propõem alternativas distintas para oxigenar o formato. Leia mais »

A Ação da Prisão do Cachoeira.

O programa "TV Folha" deste domingo trouxe, no primeiro bloco, gravações telefônicas inéditas com revelações sobre a movimentação do grupo de Carlinhos Cachoeira. A reportagem mostrou diálogos de Cachoeira com informantes, auxiliares e seu advogado.

O programa exibiu também a entrevista com os cartunistas Angeli e Laerte. Ambos abordaram a produção de charges políticas. Laerte também falou sobre o assalto a sua residência, ocorrido no último feriado. O acervo dos últimos dez anos estava nos computadores que foram levados. Leia mais »

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