A revolução da Federal do ABC

Por Luis Nassif

Com oito anos de existência, a Universidade Federal do ABC (UFABC) é o primeiro caso de sucesso das novas universidades federais.

Com seu reitor alemão Klaus Capelle, a UFABC deverá se transformar em um divisor de águas do ensino e da pesquisa universitária, na passagem para o século 21.

A primeira revolução foi na estrutura interna.

As universidades tradicionais são divididas em departamentos acadêmicos, caixinhas fechadas, compartimentalizadas.

A UFABC inverteu a lógica. Os grandes problemas contemporâneos da ciência e da tecnologia e as demandas das empresas não se encaixam em caixinhas, diz Capelle. A Universidade precisa formar pessoas capazes de resolver problemas, o que passa por uma formação interdisciplinar.

Para tanto, a UFABC foi organizada em três grandes centros:

1. Centro de Ciências Naturais e Humanas, a etapa da descoberta.

2. Centro de Engenharia e Ciências Sociais, a etapa da invenção.

3. Centro de matemática, computação e cognição, a etapa da análise.

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Brasil 2015: a vez da economia criativa

No debate dos presidenciáveis, pela Rede Bandeirantes, a palavra cultura foi pronunciada apenas uma vez. Não se trata apenas de insensibilidade em relação a um tema central para o próprio conceito de país, mas também em relação à tendência dominante da economia mundial, a economia do conhecimento.

As chamadas indústrias criativas - dentre as quais se inclui a cultura, a educação, até os games de celular - tornaram-se tendência dominante na economia mundial. As leis de propriedade intelectual protegem inclusive os conhecimentos seculares da população de um país.

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Ontem, no Seminário Indústrias Criativas do Projeto Brasilianas, ficou claro a relevância desse novo modelo de economia, que pode envolver dos artesãos nordestinos aos músicos cariocas, das produtoras de cinema à indústria do livro, do cinema aos nerds de aplicativos de celular.

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O primeiro desafio é a construção de indicadores de produção cultural. O IBGE andou ensaiando algumas pesquisas, ainda muito incipientes e da perspectiva da economia formal.

Constatou que a economia da cultura cresce ininterruptamente a taxas de 4% ao ano.

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Brasil 2015: os novos passos da indústria naval

Trata-se de um setor dos mais relevantes, pelo encadeamento da produção, movimentando vários setores; por Luis Nassif

O conjunto de seminários do projeto Brasilianas tem permitido diagnósticos preciosos sobre o atual estágio do desenvolvimento brasileiro. É caso da indústria naval brasileira, um caso de sucesso de política industrial.

Trata-se de um setor dos mais relevantes, pelo encadeamento da produção. A fabricação de um navio movimenta a indústria siderúrgica, a metalúrgica, o setor de máquinas e equipamentos, a tecnologia de informação, a região no entorno do estaleiro etc.

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Um dos líderes da produção mundial de navios nos anos 70, a indústria naval foi praticamente eliminada no governo Collor.

Criado em 1999, partir de 2003, o Prorefam (Programa de Renovação da Frota de Apoio Marítimo) ganhou impulso, contratando 30 novas embarcações e 21 modernizações.

Mas só a partir da 7a rodada, em 2005, o conteúdo local passou a ser item obrigatório, com índice mínimos para a exploração, desenvolvimento e produção, com a criação dos instrumentos legais para as CCLs (Cláusulas de Conteúdo Local). Leia mais »

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O extraordinário mercado dos games

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Coluna Econômica- Luis Nassif

CEO da Ikeway, holding de investimentos do Porto Digital, no Recife, Fernando Teco Sodré apresentou um quadro surpreendente do mercado de games para celular e tablets, durante o 44o Fórum de Debates Brasilianas, sobre Indústrias Criativas.

Hoje em dia, 15 milhões de pessoas, no Brasil, um bilhão no mundo, jogam games pelo celular ou pelos tablets.

Até 2008, esse mercado não existia. Este ano deverá movimentar mais de US$ 20 bilhões no mundo. Como comparação, o mercado de cinema nos Estados Unidos deverá faturar US$ 24 bilhões.

Essa escalada foi possível devido à explosão dos tablets e ao modelo de negócios implementado. O mercado de tablets nasceu e em menos de dois anos ultrapassou - na produção anual - o de notebooks e de desktops. Junto com ele, veio o mercado de aplicativos - dos quais o de jogos é o mais dinâmico. Em apenas 4 anos, de 2009 a 2013 foram vendidos um bilhão de jogos.
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O extraordinário mercado dos games

Coluna Econômica- Luis Nassif

CEO da Ikeway, holding de investimentos do Porto Digital, no Recife, Fernando Teco Sodré apresentou um quadro surpreendente do mercado de games para celular e tablets, durante o 44o Fórum de Debates Brasilianas, sobre Indústrias Criativas.

Hoje em dia, 15 milhões de pessoas, no Brasil, um bilhão no mundo, jogam games pelo celular ou pelos tablets.

Até 2008, esse mercado não existia. Este ano deverá movimentar mais de US$ 20 bilhões no mundo. Como comparação, o mercado de cinema nos Estados Unidos deverá faturar US$ 24 bilhões.

Essa escalada foi possível devido à explosão dos tablets e ao modelo de negócios implementado. O mercado de tablets nasceu e em menos de dois anos ultrapassou - na produção anual - o de notebooks e de desktops. Junto com ele, veio o mercado de aplicativos - dos quais o de jogos é o mais dinâmico. Em apenas 4 anos, de 2009 a 2013 foram vendidos um bilhão de jogos.
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A inovação na cadeia de petróleo e gás

Por Luis Nassif

Coluna Econômica

Apesar da falta de competitividade sistêmica do Brasil, os ganhos de redução do custo podem ser expressivos para o desenvolvimento autônomo

A exploração do pré-sal poderá tornar o Brasil um dos grandes players globais de soluções tecnológicas. Na sexta-feira 13, mostrei parte da apresentação de João de Negri, diretor de Inovação da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) no Seminário Brasilianas sobre as redes de pesquisa do pré-sal. Nele, Negri enfatizava a importância, para o país dispor de autonomia tecnológica, do desenvolvimento de empresas de capital nacional.

Lançado recentemente, o programa Inova Empresas - de estímulo à inovação - tem como uma de suas principais pernas o Inova Petro, 3 bilhões de reais para desenvolvimento de tecnologia nas áreas de petróleo e gás. Trata-se de uma cadeia bastante extensa: começa na sísmica, vai até a petroquímica, podendo passar pela distribuição. Leia mais »

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As propostas do Plano Inova Empresa

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Coluna Econômica

Inicialmente cauteloso em relação ao Programa Inova Empresa - de estímulo à inovação no país - o presidente da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) Glauco Arbix animou-se com o resultado final. O programa saiu bem melhor do que ele esperava. Em parte porque a presidente Dilma Rousseff bancou todas as propostas. Em parte porque o programa conseguiu envolver muitos setores, cabeças diferentes quebrando o padrão convencional de tratamento do tema por órgãos como o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) e o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior).

Na montagem, agregaram-se pessoas como o Ministro Alexandre Padilha, da Saúde, Mauro Borges, da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), Beto Vasconcellos, da Casa Civil, permitindo uma química melhor.

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Ao todo, são seis programas setoriais: Inova Petro, Inova Saúde, Inova Agro, Inova Energia, Inova Autodefesa e Inova Fármaco, cada qual contando com a participação do BNDES e Finep, mais ministérios e organismos setoriais.

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Na primeira rodada houve uma demanda bruta de R$ 56,2 bilhões. A experiência da Finep indica a possibilidade de que 40% das propostas sejam contratadas.

Mesmo na hipótese mais pessimista, de apenas 10% sendo realizados, ainda assim seriam R$ 5,6 bi este ano, outro tanto no próximo ano, metade do que o Brasil investe por ano em pesquisa e desenvolvimento (P&D).

Ao todo, 1.907 empresas e 233 instituições de ciência e tecnologia apresentaram projetos, um número considerável contrastando com o pessimismo que se abateu sobre a economia nos últimos meses. Leia mais »

Luis Roberto Barroso: Ministro referencial ou salame?

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O verdadeiro juiz é feito de discernimento e caráter. O conhecimento é o complemento necessário.

Ao contrário do que Ricardo Noblat apregoou, Joaquim Barbosa tem currículo e conhecimento, mais currículo até que Ricardo Lewandowski. Mas este é mais juiz, pois tem o discernimento.

Mas não basta o discernimento. É fundamental o caráter, a força interna que permite ao magistrado colocar a sede da justiça acima das conveniências, a coerência acima das circunstâncias, sua consciência acima de todas as formas de opressão, das quais a mais deletéria é a dos movimentos de manada, a sede de sangue, de vingança, especialmente quando orquestrada por grandes órgãos de informação.

O desembargador paulista que autorizou a prisão do japonês da Escola Base sabia-o inocente. Mas só ganhou coragem para voltar atrás quando parte dos jornalistas - em um tempo que os jornais permitiram o contraditório - insurgiu-se contra o linchamento.

O homem público nos tempos de Internet Leia mais »

A Internet e a neutralidade da rede

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Coluna Econômica

A Internet é vista, unanimemente, como o território livre, a tecnologia libertadora que, em muitos países, permitiu o florescimento da cidadania, a ampliação das oportunidades de educação, o ambiente para novas empresas e novos empreendedores, para o trabalho colaborativo em rede.

Graças a seu ambiente lilbertário, internacionalmente ajudou a derrubar ditaduras e monopólios de mídia, o controle da informação, tanto por governos como por cartéis.

No entanto, não se considere um modelo consolidado. Em outros momentos da história surgiram novas tecnologias, promovendo rupturas, abrindo espaço para a democratização e, no momento seguinte, quedaram dominadas por novos cartéis e monopólios que se formaram.

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Foi assim com o início da telefonia. Enquanto a Bell Co se consolidava, como grande companhia nacional, surgiram inúmeras experiências locais, como a Mesa Telephone, para localidades rurais norte-americanas, de tecnologia rudimentar porém útil para ligar comunidades agrícolas.

Nasceram centenas de outras companhias por todo o país. Esse mesmo modelo disseminou-se pelo Brasil dos anos 40 em diante, com companhias municipais levando o telefone às cidades menores, em um surto de pioneirismo extraordinário.

Nos Estados Unidos, o movimento dos "independentes" permitiu às comunidades rurais estreitar laços, criar amizades, sistemas de informação, da mesma maneira que as redes sociais de agora. Através do telefone desenvolveram noticiários sobre o clima, sobre a região, relatórios de mercado etc.

Os "independentes" chegaram a ter 3 milhões de aparelhos, contra 2,5 milhões da Bell. Leia mais »

A inovação nas mãos dos grandes grupos nacionais

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Coluna Econômica

O 5o  Congresso da Inovação da Indústria, que transcorreu ontem em São Paulo, revelou alguns aspectos relevantes da luta pela inovação.

Primeiro, o diálogo entre empresas e autoridades, permitindo identificar pontos de estrangulamento no processo de inovação. Depois, a constatação de que o país avançou bastante no tema, a ponto de juntar quase mil pessoas discutindo o assunto e buscando formas de levar o conceito para pequenas e médias empresas. A Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) é um movimento com esse perfil.

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Mas serviu, também, para mostrar a diferença de tratamento que os grandes grupos nacionais dão ao tema.

Numa ponta, o ex-presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) Horácio Lafer, das Indústrias Klabin.

Nos seus primórdios, o setor de papel e celulose foi dos mais inovadores do país. Experiências inéditas permitiram aproveitar o sol tropical e desenvolver modalidades de árvores com produtividade até três vezes maior do que os concorrentes europeus e canadenses.

Na sua apresentação, Horácio atribuiu as dificuldades em inovar ao sistema educacional brasileiro, ao fato de se formar engenheiros sem nenhuma experiência prática, à dificuldade de incutir conceitos de inovação na mão de obra.

O educador Cláudio de Moura e Castro mostrou que é um problema histórico e de difícil solução, um padrão cultural brasileiro que privilegia o formalismo, o beletrismo, em detrimento dos resultados. Se uma faculdade abrir mão de uma referência em engenharia – ou em qualquer outra profissão – por um jovem profissional com PhD, o ensino pode perder muito. Mas ela passa a receber melhor pontuação nas avaliações oficiais.

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Desde o telégrafo, monopólios de mídia elegiam presidentes

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O embricamento entre mídia e política é histórico. Quando maior o poder da mídia, maior sua influência sobre o jogo político. E não se trata de fenômeno recente.

O primeiro monopólio da era da comunicação que se conhece – a Western Union e sua rede de telégrafos -, quando se viu dona da informação, conseguiu eleger o presidente dos Estados Unidos.

É um ponto em comum em todos os impérios de comunicação, conforme magistralmente narrado por Tim Wu no livro “Impérios da comunicação” (Zahar). Valeria a pena a leitura do livro por  magistrados, autoridades em geral, procuradores e Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), que acreditam na isenção dos grupos jornalísticos, para que entendam melhor o que é o mercado da notícia e como a política acaba sendo uma linha auxiliar dos negócios empresariais.

A Western era ligada ao Partido Republicano e boa parte de suas linhas foram levantadas pelo Exército da União durante a Guerra Civil. Leia mais »

A palestra da Siemens e outras palestras do MPF

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A rigor, não vi motivos para escândalo no convite ao presidente da Siemens, pelo Ministério Público Federal de São Paulo, para falar sobre o "complience" e os acordos de delação das empresas.

Ora, tem-se uma arma fulminante para atacar a corrupção corporativa. A conversa com o presidente da Siemens seria relevante para que procuradores entendessem os interesses e restrições do outro lado, para aprimorar seus métodos.

Outros convites, mais escandalosos, passaram em branco.

Por época da Operação Satiagraha, o MPF virou alvo de campanha acendrada de defensores de Daniel Dantas. Entre eles, praticamente a totalidade da velha mídia, através dos jornais e dos seus sites, atacando procuradores.

O ponto central era o tal relatório italiano, que Dantas queria a todo custo introduzir no inquérito paralelo, que apurava os grampos do Opportunity. Chegou-se ao cúmulo do colunista da Veja, Diogo Mainardi, anunciar que entregaria o relatório pessoalmente ao juiz que analisava a ação. Leia mais »

O dia em que a Globo piscou

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Coluna Econômica

Na sexta-feira passada, as Organizações Globo surpreenderam o país com uma autocrítica de seu apoio à ditadura militar.

Soou artificial.

Um dia antes, manifestantes jogaram merda em sua sede, em São Paulo. Nas redes sociais, com exceção da revista Veja, não existe organização capaz de despertar tanto amor e ódio.

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Para entender essa demonstração de fraqueza da Globo, é preciso analisar o atual estágio da mídia brasileira.

O mercado da Internet está sendo disputado por três grupos: a mídia convencional, as empresas de telefonia e as grandes redes sociais, como Google e Facebook.

Antes, mídia vendia publicidade; telefonia vendia pulsos; redes sociais vendiam sonhos. Agora, as redes sociais vendem publicidade, ligações telefônicas e filmes sob demanda. Nos EUA, já dominam completamente a publicidade nacional (dos grandes produtos) e os classificados.

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No ano passado, o Google tornou-se o segundo faturamento em publicidade do país, atrás apenas da Globo, e à frente da Abril e demais grupos de mídia, com R$ 2,5 bilhões. Este ano, deverá crescer R$ 1 bi.

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As acusações furadas contra Dias Tofolli

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Os ataques da mídia a Dias Tofolli e Joaquim Barbosa lembram o inquérito da AP 470: argumentos, indícios e supostas provas são encaixadas a martelada nas acusações.

Analiso, primeiro, o caso Dias Tofolli. E, depois, o caso Joaquim Barbosa. Não se surpreendam com a defesa que farei de ambos.

O caso Toffolli

A denúncia do Estadão é que Dias Toffoli favoreceu o Banco Mercantil do Brasil em julgamentos no STF e foi beneficiado por ele com condições especiais de financiamento. Não ocorreu nenhuma coisa, nem outra.

O Estadão descobriu que Tofolli fez um financiamento habitacional por 17 anos junto ao Banco Mercantil.

No ano passado, conseguiu redução de juros de 1,35% ao mês (equivalente a 17,46% ao ano pelo sistema de juros composto) para 1% ao mês (12,68% ao ano). As parcelas representam 92% de sua renda pessoal. Leia mais »

O PIB e a mudança no noticiário econômico

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Desde junho um pessimismo agudo dominou o noticiário econômico. Em parte, pelo desencanto com o governo Dilma Rousseff. Somado a isso, pelo jogo político que há anos comanda todas as ações da velha mídia, uma aposta temerária de que, com a economia afundando, Dilma pudesse ser derrotada nas próximas eleições.

Nos últimos dias, as pesquisas de opinião indicaram recuperação de parte da popularidade perdida. E na sexta, o IBGE divulgou um PIB surpreendente - de crescimento de 1,5% no segundo trimestre em relação ao primeiro.

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Foi um tiro no pé. O pessimismo exacerbado afetou o mercado publicitário, induzindo os anunciantes a pisar no freio. E Dilma recuperou o favoritismo para 2014.

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Agentes involuntários desse jogo, os economistas que apostavam no caos foram apanhados de calças curtas.

A economia não está o mar de rosas como pretende o Ministro da Fazenda Guido Mantega; mas não está a caminho do caos, como sugeria o noticiário geral da mídia Rio-São Paulo.

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