TI: Compras públicas e R$ 550 milhões para fomentar o setor

Luís Osvaldo Grossmann e Luiz Queiroz

Tendo como norte deixar a tecnologia da informação brasileira entre as cinco maiores do planeta – hoje é a 10a – e mais do que dobrar o faturamento desse setor até 2020, o governo anuncia na próxima segunda-feira, 20/8, uma nova política para software e serviços. Por alto, pelo menos R$ 550 milhões serão injetados no setor pelo Estado até 2015 – sendo uns R$ 70 milhões ainda este ano.

Mas se o setor anseia pelas medidas arquitetadas no Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, vai precisar esperar um pouco mais para sentir seus efeitos. De forma inédita, diga-se, a política será submetida a uma consulta pública por 30 dias. Além disso, o principal instrumento só entrará em uso em 2013.

O cerne dessa nova política é o uso do poder de compra do Estado para fomentar o setor de software e serviços, garantindo o desenvolvimento de competências nacionais. O veículo será a legislação que já garante margem de preferência aos fornecedores com tecnologia desenvolvida no país.
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Minicom garante que Telebras terá quanto dinheiro precisar

Por marcelosoaressouza

Ajustes nas perspectivas de investimento da Telebras já levaram a uma redução no Orçamento previsto para 2013. Inicialmente, a estatal previa contar com R$ 1,1 bilhão do Tesouro Nacional mas, na semana passada, reuniões reajustaram o valor para pouco mais de R$ 800 milhões.

"A presidenta mandou dar dinheiro à Telebras. Ela falou para mim o seguinte, quando fomos discutir a questão das operadoras. Ela disse: veja tudo o que precisa, vou pedir para o Guido marcar uma reunião e veja o que é preciso na Telebras. Eu disse que já tínhamos um pedido, mas ia conversar com o Caio para ver o que teria realmente condições de fazer, porque este ano já estão atrasados os investimentos", revela o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, na entrevista exclusiva concedida à CDTV, do Convergência Digital.
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Governo usará setor elétrico no PNBL 2

Em entrevista concedida à CDTV, do Convergência Digital, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou que no que depender dos projetos do seu ministério, o governo federal vai, até 2014, reformular o plano de universalização da banda larga no país, partir de instrumentos de incentivos à prestação do serviço, dos projetos tocados pela Telebras e de subsídios aos consumidores de mais baixa renda. E, especialmente, com o uso do setor elétrico e da modernização das redes de energia. Ideia é suprir as lacunas sociais e de infraestrutura observadas na primeira versão.

"Podemos fazer isso usando todas as tecnologias: fibra óptica, par trançado, rádio, satélite - até porque tem lugar que só vai alcançar com satélite, daí ser importante a gente fazer esse satélite. Fazer um plano para universalizar. Ver onde o mercado consegue atender, barateando os preços, a gente dando incentivos. E onde não atender, vamos ter que fazer um plano de subsídios. A camada que está na extrema pobreza, hoje na faixa de 10% da população, talvez seja o caso de o governo estabelecer um plano de auxiliar", afirmou o ministro.
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Minicom garante que Telebras terá quanto dinheiro precisar

Ajustes nas perspectivas de investimento da Telebras já levaram a uma redução no Orçamento previsto para 2013. Inicialmente, a estatal previa contar com R$ 1,1 bilhão do Tesouro Nacional mas, na semana passada, reuniões reajustaram o valor para pouco mais de R$ 800 milhões.

"A presidenta mandou dar dinheiro à Telebras. Ela falou para mim o seguinte, quando fomos discutir a questão das operadoras. Ela disse: veja tudo o que precisa, vou pedir para o Guido marcar uma reunião e veja o que é preciso na Telebras. Eu disse que já tínhamos um pedido, mas ia conversar com o Caio para ver o que teria realmente condições de fazer, porque este ano já estão atrasados os investimentos", revela o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, na entrevista exclusiva concedida à CDTV, do Convergência Digital.
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