Antropóloga investiga em livro o PCC, a maior facção criminosa do país

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“Bonde”, “cagueta” e “perreco”são algumas das palavras repetidas por presos nas conversas com a antropóloga Karina Biondi. Elas estão reunidas nas últimas páginas de Junto e misturado — Uma etnografia do PCC, livro lançado pela Editora Terceiro Nome que investiga a principal facção criminosa do Brasil, o PCC (Primeiro Comando da Capital). Foram quase seis anos de uma “pesquisa pouco ortodoxa”, iniciada após a prisão do marido, no início de 2003. Leia mais »