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44ºFPB - Lei Geral das Micros e Pequenas Empresas

44ºFPB - Lei Geral das Micros e Pequenas Empresas - Manhã 1

O horror da barbárie coletiva

As pessoas de bem se mostram sensibilizadas, chocadas e se solidarizam com as duas adolescentes vítimas de estupro coletivo que ocorreram recentemente: uma, no Rio de Janeiro, violada por mais de 30 homens, e outra, em Bom Jesus, no Piauí, atacada por pelo menos 4 homens. Em um dos casos, os algozes, por simples sadismo, caracterizado pela negação de suas consciências e pela satisfação pelo crime praticado exibem como troféu as imagens e vídeos de suas vítimas nas redes sociais. O caráter exibicionista do estupro revela a sua face cruel, a barbárie, o Big Brother do terror: a exposição social das vítimas do crime. Leia mais »

O que acho da carta do americano que achou sobre o Brasil

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Alguém conhece engenheiro de obra pronta? Pois é... Existem de montão... Para quem nao sabe do que se trata, exemplifico: aquela pessoa que chega na sua casa e diz pra voce como deveria ser sem que voce tenha perguntado, e passa a dar idéias e fazer críticas sobre o que não sabe e não viveu. Ora, uma casa é viva e cada detalhe tem sua história, memorias, pode parecer feio, antiquado, ate com aspecto de lixo, mas são as suas memórias, sua história... Cada casa é isso, não uma vitrine de shopping de decoração ou capa de revista casa e jardim. Sua casa fala de voce, inclusive quando bagunçada... É minha, eu critico, voce nao! 
Mas isso tudo para dizer da sensação que tive ao ler o texto que anda sendo divulgado na rede, de um americano que do alto de seus vastos quatro anos de experiência no Brasil, acredita-se apto para fazer definições sobre o nosso modo de ser.  Leia mais »

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 O que acho da carta do americano que achou sobre o Brasil

A Perversidade do Racismo: O Ataque a Taís Araújo

As redes sociais tornaram-se o palco de manifestações de racismo e de outras atitudes que tem a sua origem no mal, como por exemplo, o preconceito, a xenofobia, o ódio e a intolerância. Para a moral, o “mal” é o contrário do “bem”, o que parece óbvio. Mas o que é o “mal”? O mal é, num sentido geral, tudo que é negativo, nocivo e prejudicial a alguém. Já o bem é tudo o que possui um valor moral positivo, constituindo o objeto ou o fim da ação humana. Porém, os males mais numerosos são os que o homem cria pelos seus vícios, os que provêm do seu orgulho, do seu egoísmo, da sua ambição, da sua estupidez, de seus excessos em tudo. Leia mais »

Como Lidar com Pessoas Difíceis: A Cegueira Ideológica

Atualmente, cada vez mais, temos que conviver e interagir com pessoas intolerantes, muitas vezes, intransigentes, com visões de mundo recortadas, parciais e ingênuas, construídas a partir de certa doutrinação. Refiro-me à negação da aquisição de conhecimento, a qual reduz o pensar e agir do indivíduo a uma cegueira ideológica, que atualmente afirma-se de forma estarrecedora, principalmente através das tecnologias digitais. Leia mais »

A SECTI não é merenda, Zé!

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Exceto pelos frágeis argumentos do governador do Amazonas, José Melo, defendidos por ele e seus aliados, sem muita convicção, com tom de desculpa esfarrapada, ninguém mais é capaz de entender a razão para a medida que, no pacote de uma reestruturação geral do executivo estadual, extingue a Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI).

                O argumento usado para justificar a reestruturação, extinção de secretarias e de cargos comissionados é fazer economia, frente à crise econômica global. O argumento utilizado particularmente para o caso da referida pasta é o de que ela não está sendo extinta, mas reestruturada para, pasmem, dar ao setor “mais substância”, ou “o status adequado”. Segundo o “inovador” governador, que já propôs desviar o curso do Rio Solimões para combater a seca do nordeste, será criada uma “super secretaria”, que fundirá a SECTI à Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Econômico. Leia mais »

A Bunda

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                Não havia quem não olhasse: aquela bunda firme, bem destacada da cintura, arrebitada. Por baixo de calças jeans, vestidos, camisões largos, roupas pretas, saias, shorts e, claro, de biquíni, olhares indisfarçáveis, deleitados. Só uma pessoa a odiava: Luciana, a dona.

                Filósofa, com doutorado em uma das mais importantes instituições do país, pós-doutorado na Inglaterra, autora de inúmeros livros, consultora do Ministério da Cultura, capoeirista, baterista, integrante de um grupo de maracatu, cozinheira de mão cheia, capaz de fazer pratos europeus sofisticados e feijoadas comparáveis às da Vicentina. Para sua desgraça, nenhum destes atributos era capaz de desviar a atenção das pessoas de sua bunda. Leia mais »

Herdeira do Lulismo

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As eleições presidenciais de 2014 refletem, mais uma vez, a importância que o Partido dos Trabalhadores tem para a democracia brasileira.

Seis dos onze candidatos que disputam o pleito deste ano já estiveram no PT (Marina, Luciana Genro, Eduardo Jorge, Zé Maria, Mauro Iasi e Rui Costa, além de Dilma).

Nesta eleição, pela primeira vez, as duas candidaturas na frente nas pesquisas eleitorais têm suas origens políticas no PT, deixando o principal partido da oposição (PSDB) fora da disputa do 2º turno. Na última pesquisa IBOPE, as intenções de voto na petista Dilma Rousseff e na ex-petista Marina Silva juntas alcançam 70%.

Marina é, hoje, a principal opositora de Dilma com chances reais de apear do poder a coalisão liderada pelo PT por mais de uma década, da qual ela fez parte até 2009. Leia mais »

PARADOXOS "MADE IN PARÁ"

  

Andiroba, murumuru, buriti, cupuaçu, babaçu, ucuuba, pracaxi, patauá, castanha, açaí, cacau são alguns dos chamados produtos da sociobiodiversidade*. Formam junto com outras espécies os pés que mantém a floresta em pé.

Tem alta demanda de mercado, principalmente pelas industrias cosméticas para produção de sabonetes, cremes, shampoos e perfumes. E não são exclusividade dos grandes, já que fazem parte dos itens produzidos também pelos povos tradicionais e agricultores familiares da Amazônia, muitos deles organizados em cooperativas comunitárias.

Diante de todo esse potencial da economia da floresta, temos apoiado as comunidades da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns (oeste do Pará) através do Programa FLORESTA ATIVA, que prevê diversas ações (Saf’s, reposição florestal, etc), entre elas a montagem de unidades de beneficiamento para agregar valor a produção (óleos vegetais e essenciais, polpas e derivados), sempre melhor do que a venda “in natura”. O desafio é promover a inclusão social a partir da produção sustentável, um passo seguinte e que vai além de programas como o Bolsa-Família.

Para isso, começamos a fazer alguns levantamentos preliminares, e nos deparamos com a seguinte situação no Pará: em função  das diferentes alíquotas do ICMS (imposto de competência estadual sobre a circulação de mercadorias), em alguns casos  SAI MAIS EM CONTA ENCAMINHAR PRODUTOS DA NOSSA SOCIOBIODIVERSIDADE PARA PROCESSAMENTO EM SÃO PAULO DO QUE ENVIÁ-LOS PARA AS INDÚSTRIAS PARAENSES. Leia mais »

Por que tanto medo dos protestos contra a copa?

Há um processo agressivo de desqualificação dos protestos em curso, e não falo aqui de jornalistas reacionários (ao menos eu não os via assim até pouco tempo atrás). Dois colunistas fizeram com que me acendesse esse sinal de alerta: Marcelo Rubens Paiva, do Estado, e Nirlando Beirão, do R7. O primeiro diz temer "pela integridade física e mental desses moleques mascarados", dispostos, segundo ele, a atacar torcedores adversários em nome de frustrar um ídolo tupiniquim, a tal copa do mundo, "instituição mundial que amamos a cada quatro anos". O segundo anunciou o fracasso do protesto de sábado por ter aparecido somente "os habituais gatos pingados" (entre mil e três mil pessoas), enquanto um bloco de carnaval sozinho atraía vinte mil pessoas, para não falar nos demais quarenta que se espalhavam pela cidade; e conclui, depois de vários qualificativos que rebaixam o debate: "o que aconteceu em junho de 2013 foi importante. Mas não tem nada a ver com os surtos da atual moléstia infantil do protestismo".   Leia mais »

Dois momentos de um mesmo pensamento.

É assunto de que já tratei várias vezes, e se me repito é porque ele também se repete, nestes tempos pseudo-cíclicos da produção capitalista-espetacular. A cena é a de todo início de período letivo das universidades: jovens sujos e cheios de tinta, pedindo dinheiro nos semáforos, supervisionados por veteranos - para não falar das brincadeiras e rituais que ocorrem até se chegar a isso. Este ano, os trotes que fui obrigado a presenciar na avenida Paulista e algumas imagens que vi na internet, me remeteram diretamente à do garoto preso ao poste por justiceiros, no Rio de Janeiro. Os princípios muito se assemelham: desrespeito, humilhação, violência. A principal diferença é que o trote é socialmente aceito por grande parte da população, enquanto a violência contra o menor ainda está em litígio. E o absurdo de haver quem defenda esse tipo de ação, creio, está estreitamente ligado à aceitação do trote acadêmico.

 

 

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CNJ - comentado no GNNJORNAL

Nassif,

Você levanta corajosamente, um tema da maior relevância para a sociedade brasileira. Leia mais »

Direitos de transmissão do futebol brasileiro

Conforme publiquei no meu blog sobre futebol, trago aqui para o Brasilianas.org a discussão sobre o futuro do futebol brasileiro. Com os caminhos que estamos seguindo e, com todo o aval da Rede Globo, detectora dos direitos de transmissão do nosso principal campeonato, a médio e longo prazo, o nosso futebol pode se tornar polarizado, como ocorre na espanha?

 

Publicado em: http://canelada.com.br/caneladas-sortidas/seguindo-o-exemplo-errado/ Leia mais »

Espionagem revelada por Snowden "não é novidade", diz EUA

Sugerido por Gunter Zibell - SP

Do Terra

EUA dizem que quebra de códigos revelada por Snowden 'não é novidade'

06 de Setembro de 201314h04  atualizado às 15h25

Os vazamentos de informação que revelaram como os espiões americanos decodificaram as comunicações on-line não são novidade porque quebrar os códigos é parte de seu trabalho, sustentou o órgão diretor da inteligência americana nesta sexta-feira.

"Embora os detalhes de como nossas agências de inteligência realizam esta missão 'cryptanalytic' (análises de códigos) tenham sido mantidos em segredo, o fato de que a missão da NSA (Agência de Segurança Nacional) inclui decifrar as comunicações codificadas não é um segredo, e não é notícia", disse o Gabinete do Diretor Nacional de Inteligência (ODNI) em um comunicado.

"Quase não deveria surpreender o fato de nossas agências de inteligência buscarem maneiras de contrabalançar o uso de códigos por parte de nossos adversários", afirmou o ODNI.

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