Meryl Streep e 'A Dama de Ferro', por Marcelo Costa

Por wilson yoshio.blogspot

Do Opção Cultural

Cinema  

Meryl Streep salvou “A Dama de Ferro” do fracasso 

Ignorando o personagem e concentrando-se apenas em suas ações, “A Dama de Ferro” parece um documentário que relata desordenadamente os fatos, mas não os aprofunda nem os questiona. Por que omitir a rainha Elizabeth

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Perfil de Alberto Dines, nos seus 80 anos

Por implacavel



 

 

Por Arnaldo Bloch Leia mais »

Ademilde Fonseca - 91 anos de Reinado no Choro

Ademilde Fonseca (04/03/1921 / Macaíba – RN) é uma cantora de fundamental importância na música popular brasileira e, particularmente, para o desenvolvimento do Choro. Até seu surgimento, o Choro não era para ser cantado em virtude de ser considerado um gênero instrumental. Foi do compositor e instrumentista Benedito Lacerda que recebeu o título de “Rainha do Choro”. Para alegria dos chorões e amantes da boa música a “nossa rainha” continua em plena atividade artística os 91 anos, completados hoje. Vida longa à Rainha do Choro. Leia mais »

Extra! Extra! Queijo e vinho fazem bem à saúde!

Por Paulo F.

Do Comunità Italiana

Queijos e vinhos para o nosso bem

Por Aline Buaes

ImageNovas pesquisas americanas ressaltam benefícios de queijos gordos como o gorgonzola no combate à depressão e do vinho tinto como aliado das mulheres contra tumores no seio

 

 

 

 

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Extra! Extra!

Ademilde Fonseca - 91 anos de Reinado no Choro

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Ademilde Fonseca (04/03/1921 / Macaíba – RN) é uma cantora de fundamental importância na música popular brasileira e, particularmente, para o desenvolvimento do Choro. Até seu surgimento, o Choro não era para ser cantado em virtude de ser considerado um gênero instrumental. Foi do compositor e instrumentista Benedito Lacerda que recebeu o título de “Rainha do Choro”. Para alegria dos chorões e amantes da boa música a “nossa rainha” continua em plena atividade artística os 91 anos, completados hoje. Vida longa à Rainha do Choro. Leia mais »

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"Quem não quiser ouvir, tampe os ouvidos", diz Sinistro

Por Marco Antonio L.

Do Sul 21

A vida sinistra de quem luta para criar um outro caminho

Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Rachel Duarte

Ele poderia ter sido um jornalista, historiador ou advogado. Jovem de classe média do bairro Jardim Botânico, em Porto Alegre, Orlando Vitor Noal Neto acabou indo para outro caminho, depois de tentativas frustradas de ingressar na universidade pública e de ver a empresa em que trabalhava falir. Corretor de seguros, como a mãe, ele foi preso em 1999 acusado de receptação. No ano seguinte, o assassinato de um casal de noivos recaiu sobre seus ombros, já que ele tinha se envolvido com a moça seis meses antes do crime.  Culpado ou não, a sentença foi dada e Orlando foi condenado a 39 anos de pena sob acusação de ferir seis artigos penais. Hoje em prisão domiciliar, depois de 12 anos de cadeia, e em uma cadeira de rodas, ele luta para derrubar seu processo criminal, para tocar em frente à carreira de rapper e a entidade que fundou no cárcere e para reverter os danos físicos e emocionais herdados do sistema prisional.

O que separou a vida de Orlando da dos amigos de infância, que se afastaram diante da repercussão do duplo homicídio na imprensa, em 2000, não é fácil de resumir. Orlando diz que não teve direito à ampla defesa ou mesmo a responder as acusações lhe atribuídas na época. “Primeiro fui testemunha. Depois passei a ser suspeito do assassinato, depois me disseram que eu era o autor e no final o veredicto foi que eu fui o mandante do crime. A imprensa me condenou antecipadamente porque na época estava dando um tumulto com policiais envolvidos na CPI do Crime Organizado”, argumenta.

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Encontro de Gigantes

Autor: 

Um dos maiores mestres do choro terá sua trajetória exposta na mostra Pixinguinha, em Brasília, de 13 de março a 06 de maio. Fotos, documentos e vídeos preencherão doze salas do Centro Cultural Banco do Brasil, idealizadas pela pesquisadora Lu Araújo, com o neto do artista, Marcelo Vianna, e o maestro Caio Cezar. Leia mais »

As Feridas da Civilização do Automóvel no Filme "Crash"

Ao mostrar pessoas que constroem uma estreita relação entre acidentes automobilísticos, prazer sexual e morte o  filme “Crash – Estranhos Prazeres” (Crash, 1996) do cineasta David Cronenberg torna-se perturbador não somente por explorar os limites entre a pornografia e a violência. O que há de inquietante nesse filme é a possibilidade de estarmos não apenas diante de perversões e obsessões de personagens perdidos em um submundo, mas diante do fato de que a tecnologia atual torna-se um atraente fetiche e objeto de fantasias de fusão entre metal e carne, despertando forças do inconsciente que estavam adormecidas. Leia mais »

Encontro de Gigantes

Autor: 


Um dos maiores mestres do choro terá sua trajetória exposta na mostra Pixinguinha, em Brasília, de 13 de março a 06 de maio. Fotos, documentos e vídeos preencherão doze salas do Centro Cultural Banco do Brasil, idealizadas pela pesquisadora Lu Araújo, com o neto do artista, Marcelo Vianna, e o maestro Caio Cezar. Leia mais »

Johnny Marr reúne Smiths se governo conservador cair

Marr repreende David Cameron, primeiro ministro britânico, via Twitter. Leia mais »

As Feridas da Civilização do Automóvel no Filme "Crash"

Ao mostrar pessoas que constroem uma estreita relação entre acidentes automobilísticos, prazer sexual e morte o  filme “Crash – Estranhos Prazeres” (Crash, 1996) do cineasta David Cronenberg torna-se perturbador não somente por explorar os limites entre a pornografia e a violência. O que há de inquietante nesse filme é a possibilidade de estarmos não apenas diante de perversões e obsessões de personagens perdidos em um submundo, mas diante do fato de que a tecnologia atual torna-se um atraente fetiche e objeto de fantasias de fusão entre metal e carne, despertando forças do inconsciente que estavam adormecidas. Leia mais »