O BRASIL NÃO VAI PARAR NÃO!

O Brasil não está em recessão e o baixo crescimento do PIB está relacionado a vários fatores extrínsecos e intrínsecos à economia. Os indicadores internacionais demonstram que as economias dos principais países centrais, da Europa, e os EUA, não crescem ou crescem pouquíssimo. A China, até então o principal motor macro-econômico mundial, embora cresça, não apresenta mais dois dígitos em seu PIB anualizado. O que queriam? O Brasil não é uma ilha ou um mundo à parte. Estamos intimamente interligados na economia global, mas temos méritos e o principal deles é o crescimento sustentável que estamos mantendo há uma década, gerando empregos, distribuindo renda, e tudo com democracia e justiça social. Quais os países que podem hoje se orgulharem desse cenário? Talvez muito poucos. Os consolidados escandinavos e não ouso ir muito além. Se nos voltarmos para o cenário interno, os tais fatores intrínsecos, não dá para começar não dizendo que o "pessimismo conspiratório" está no cerne da questão. Leia mais »

Payleven baixa taxas de operações com cartões

A payleven, facilitadora de meios de pagamentos móveis, baixou de forma significativa o valor das taxas de transações feitas em sua plataforma com cartões de débito e de crédito

Os planos oferecidos pela payleven estão mais baratos. Nas transações feitas com cartões de débito a taxa por operação passará a 2,69%, o que representa uma redução de 10%. As operações com cartões de crédito à vista baixaram para 4,39% para recebimento em 2 dias úteis e 3,39% para recebimento em 30 dias corridos, com redução de 24% e 15%, respectivamente.

Outra novidade que vai facilitar ainda mais a operação dos usuários é a forma de cálculo das parcelas nas operações com cartão de crédito. Agora, o sistema aplica automaticamente a taxa de 1,3% a cada parcela, facilitando a compreensão por parte do consumidor. O mercado oferece preço expressivamente maior nas transações parceladas, com uma taxa de 1,99% por parcela.
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PARADOXOS "MADE IN PARÁ"

  

Andiroba, murumuru, buriti, cupuaçu, babaçu, ucuuba, pracaxi, patauá, castanha, açaí, cacau são alguns dos chamados produtos da sociobiodiversidade*. Formam junto com outras espécies os pés que mantém a floresta em pé.

Tem alta demanda de mercado, principalmente pelas industrias cosméticas para produção de sabonetes, cremes, shampoos e perfumes. E não são exclusividade dos grandes, já que fazem parte dos itens produzidos também pelos povos tradicionais e agricultores familiares da Amazônia, muitos deles organizados em cooperativas comunitárias.

Diante de todo esse potencial da economia da floresta, temos apoiado as comunidades da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns (oeste do Pará) através do Programa FLORESTA ATIVA, que prevê diversas ações (Saf’s, reposição florestal, etc), entre elas a montagem de unidades de beneficiamento para agregar valor a produção (óleos vegetais e essenciais, polpas e derivados), sempre melhor do que a venda “in natura”. O desafio é promover a inclusão social a partir da produção sustentável, um passo seguinte e que vai além de programas como o Bolsa-Família.

Para isso, começamos a fazer alguns levantamentos preliminares, e nos deparamos com a seguinte situação no Pará: em função  das diferentes alíquotas do ICMS (imposto de competência estadual sobre a circulação de mercadorias), em alguns casos  SAI MAIS EM CONTA ENCAMINHAR PRODUTOS DA NOSSA SOCIOBIODIVERSIDADE PARA PROCESSAMENTO EM SÃO PAULO DO QUE ENVIÁ-LOS PARA AS INDÚSTRIAS PARAENSES. Leia mais »

A Agência Brasileira de Notícia e o PIG.

Autor: 

Estras são as chamadas no site da Agênca Brasileira de Notícias (EBC),hoje:

"IBGE: produção industrial recua 0,2% em novembro"
" ONU pede ação imediata para  reestabelecer ordem em presídio"
"Brasil registra em 2013 a maior saída de dólares desde 2002"
"Bens de capital puxam queda Produção cai em 14 setores"
"Avaliação do mercado de trabalho atual piora"
"Juros do empréstimo pessoal e do cheque especial recuam em 2013"
" Litoral paranaense registra 5 mil acidentes com águas-vivas"
" Transferir presos é "tiro no pé, diz juiz."
"CPI identificou problemas em 2008"
"Crise repercute na imprensa internacional"
"Anistia Internacional cobra solução das autoridades"


Você investiria suas economias neste país?

Será que a EBC solicitou filiação ao PIG?

Imagens: 
Foto do site da EBC, dia 9-1-2014.

O provável ajuste nos estoques.

Além disso,  creio que precisamos considerar  a necessidade de ajuste nos estoques, já que havia uma expectativa menor de crescimento do PIB por parte da maioria dos agentes econômicos.

Caso o ritmo de crescimento do PIB se mantenha acima de 1% em relação ao trimestre anterior, certamente haverá necessidade de aumento dos estoques para atender o aumento da demanda, consolidando o círculo virtuoso de crescimento do PIB no Brasil.

Creio que caso seja necessário, melhor seria vender parte das Reservas cambiais no mercado à vista, para garantir uma correção gradual da taxa de câmbio, e  interromper o atual processo de aumento dos juros da Selic.

Além do aumento da produção de petróleo e gás, nos próximos anos entrarão em operação as novas refinarias da Petrobras, o que que reduzir significativamente a necessidade de importações de petróleo e derivados, contribuindo para o equilíbrio das contas correntes. Leia mais »

IPCA de agosto fica em 0,24%

Sugerido por Roberto São Paulo-SP 2013

Do IBGE

IPCA de agosto fica em 0,24%

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto variou 0,24% e ficou acima da taxa de 0,03% registrada em julho, uma diferença de 0,21 ponto percentual. Contando com agosto, a variação no ano foi para 3,43%, enquanto havia se situado em 3,18% em igual período de 2012. Considerando os últimos 12 meses o índice ficou em 6,09%, abaixo dos 6,27% relativos aos 12 meses anteriores. Em agosto de 2012 a taxa havia ficado em 0,41%. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/inpc_ipca/defaultinpc.shtm.

Dos nove grupos pesquisados, seis tiveram resultados superiores aos do mês anterior. Leia mais »

Infoglobo faz acordo com Cade para evitar condenação

Sugerido por Murdok

Da Folha

Acordo com Cade evita condenação da Infoglobo

A Infloglobo Comunicações e Participações, proprietária dos jornais "O Globo", "Extra" e "Expresso da Informação", firmou um acordo com o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para evitar uma condenação por infração à ordem econômica.

O órgão antitruste avaliou que a política de descontos adotada pela empresa na venda de espaços publicitários nos jornais poderia limitar a concorrência no mercado do Rio de Janeiro, onde as publicações editadas pela companhia circulam

A Infoglobo concordou em pagar R$ 1,94 milhão e adequar sua estratégia com os anunciantes, evitando assim condenação e multa. A empresa divulgou nota confirmando os termos e afirmando que se comprometeu a cessar as práticas criticadas por um período de cinco anos.

A decisão foi formalizada por meio da assinatura de um TCC (Termo de Compromisso de Cessação) com o Cade na semana passada. Segundo o acordo, a companhia fica proibida de oferecer descontos relacionados à verba publicitária total destinada aos três jornais editados. Leia mais »

IPCA de agosto fica em 0,24%

A salinidade na água no Porto do Açu

Sugerido por Antônio Bierrenbart

Do Jornal do Brasil

Porto do Açu: salinidade na água persiste, segundo relatório da LLX

Documento vazado por fontes da empresa desmente versão que salinidade na água está sanada

Cláudia Freitas 

Depois das declarações do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e das empresas OSX e LLX, do grupo empresarial de Eike Batista, garantindo que os impactos ambientais causados por uma falha técnica ocorrida durante as perfurações e extração de sal nas obras do Complexo Porto do Açu, no final do ano passado, já foram revertidos no município norte fluminense de São João da Barra, o Jornal do Brasil teve acesso a um documento que comprova que a contaminação ainda prejudica as propriedades na região. O relatório entregue por uma fonte interna da LLX ao JB contém um estudo técnico atual e detalhado do solo e da água da região, concluindo que os efeitos do desastre ambiental persistem.

>>Porto do Açu: empresa de Eike pode ter causado grande desastre ambiental

O acidente ambiental ocorreu no ano passado, quando um dos tanques de transferência da empresa LLX apresentou uma falha técnica durante as perfurações e extração do sal para a construção do porto idealizado por Eike Batista. O problema provocou um derrame de água salgada que atingiu córregos, rios e propriedades dos pequenos agricultores, que denunciaram o caso ao Inea. Procurado pelo JB, o Inea garantiu que monitora o rio Quitingute, afetado pelo derrame, de 15 em 15 dias e a empresa OSX envia semanalmente os resultados do controle de águas superficiais e, mensalmente, de águas subterrâneas. O Inea afirmou através de nota, que todos os resultados atuais apontam que os níveis de salinidade retornaram ao padrão normal no rio Quitingute, em torno de 0,2% de salinidade. “A contaminação da área já foi solucionada”, diz a nota. O Inea ressaltou ainda que quer levantar os danos que podem ter ocorrido na época do acidente e se algum pode ter persistido até hoje. Leia mais »

A flutuação das moedas dos mercados emergentes

Sugerido por Assis Ribeiro

Da Carta Capital

A queda da rupia

Em retrospectiva, a enxurrada de dinheiro para os emergentes parece mais uma bolha. Análise de Paul Krugman

A queda da rupia é a grande história econômica do dia, e estou tentando me informar melhor sobre o assunto. Minha pergunta imediata, porém, é: por que o pânico?

Sim, a rupia caiu muito em um curto período, juntamente com outras moedas dos mercados emergentes. Na verdade, segundo números do Banco de Compensações Internacionais e minhas estimativas baseadas no câmbio dólar-rupia, as flutuações da rupia são pequenas, comparadas com o ponto de comparação óbvio, o Brasil.

Nós mais ou menos conhecemos essa história. Primeiro, os países avançados entraram em queda prolongada, que levou a taxas de juro muito baixas; o capital inundou os mercados emergentes, provocando a valorização da moeda (ou, no caso da China, uma valorização real por meio da inflação). Então os mercados começaram a perceber que haviam exagerado, e sugestões de recuperação nos países avançados levaram a um aumento das taxas de longo prazo, e lá fomos nós. (Não creio que a facilitação quantitativa tenha muito a ver com isso, mas a sua milhagem pode variar.) Leia mais »

As propostas do Plano Inova Empresa

Autor: 

Coluna Econômica

Inicialmente cauteloso em relação ao Programa Inova Empresa - de estímulo à inovação no país - o presidente da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) Glauco Arbix animou-se com o resultado final. O programa saiu bem melhor do que ele esperava. Em parte porque a presidente Dilma Rousseff bancou todas as propostas. Em parte porque o programa conseguiu envolver muitos setores, cabeças diferentes quebrando o padrão convencional de tratamento do tema por órgãos como o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) e o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior).

Na montagem, agregaram-se pessoas como o Ministro Alexandre Padilha, da Saúde, Mauro Borges, da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), Beto Vasconcellos, da Casa Civil, permitindo uma química melhor.

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Ao todo, são seis programas setoriais: Inova Petro, Inova Saúde, Inova Agro, Inova Energia, Inova Autodefesa e Inova Fármaco, cada qual contando com a participação do BNDES e Finep, mais ministérios e organismos setoriais.

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Na primeira rodada houve uma demanda bruta de R$ 56,2 bilhões. A experiência da Finep indica a possibilidade de que 40% das propostas sejam contratadas.

Mesmo na hipótese mais pessimista, de apenas 10% sendo realizados, ainda assim seriam R$ 5,6 bi este ano, outro tanto no próximo ano, metade do que o Brasil investe por ano em pesquisa e desenvolvimento (P&D).

Ao todo, 1.907 empresas e 233 instituições de ciência e tecnologia apresentaram projetos, um número considerável contrastando com o pessimismo que se abateu sobre a economia nos últimos meses. Leia mais »

Brasil não seguiu compromisso firmado pelo G20 sobre câmbio

Do Terra

Brasil contrariou decisões do G20 sobre câmbio e comércio exterior

05 de setembro de 2013 • 12h35 •  atualizado 14h07

ROGERIO WASSERMANN
Direto de São Petesburgo (Rússia)
O Brasil adotou no último ano políticas contrárias aos compromissos assumidos pelos G20 (grupo de países com as maiores economias do mundo) sobre câmbio e comércio exterior, segundo estudo divulgado pelo centro de estudos G20 Research Group, da Universidade de Toronto.

As duas questões são caras ao governo brasileiro e dois dos temas princiais de interesse do país nas discussões da reunião de cúpula do G20 deste ano, que começou nesta quinta-feira em São Petersburgo, na Rússia.

O governo brasileiro vinha alertando, desde 2010, para a chamada "guerra cambial", por conta dos efeitos negativos da política monetária americana de aumento de barateamento do crédito. O aumento da oferta monetária nos Estados Unidos e a manutenção dos juros americanos próximos a zero levaram desde então a uma sobrevalorização das moedas de países emergentes, como o real, que ficou mais forte perante o dólar. Agora, com a perspectiva do fim do programa de estímulo americano, vem acontecendo um movimento no sentido contrário, com a depreciação dessas moedas.

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IPEA: Brasil patina no campo tecnológico e na produtividade

Após uma década de contratações, que deixam o país beirando o ‘pleno emprego’, o Brasil precisa encontrar o rumo da produtividade para viabilizar o crescimento econômico. É o que indica um conjunto de estudos divulgado nesta quinta-feira, 5/9, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Entre 2000 e 2009, as taxas de crescimento da produtividade ficaram em média em 1%, ao passo que as taxas de crescimento do PIB per capita alcançaram 2%, 2,5%. A diferença sinaliza ampliação do mercado de trabalho – mas, na prática, é uma forma de indicar que há mais gente produzindo quase a mesma coisa.

“O que motivou grande parte do crescimento foram maiores taxas de ocupação, ou seja, da inclusão de mais gente no mercado de trabalho. Só que tem uma limitação estrutural para isso. Estamos muito próximos do pleno emprego. Se a gente quiser continuar crescendo, precisamos nos esforçar para ter ganhos de produtividade na economia brasileira”, avalia Luiz Ricardo Cavalcante, do Ipea.
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A discussão sobre os correspondentes bancários no BC

Sugerido por antonio francisco

Do Contraf-CUT

Contraf requer audiência ao presidente do BC para discutir correspondentes

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviou nesta terça-feira 3 carta ao presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, solicitando audiência para discutir "vários assuntos de enorme relevância para o interesse público envolvendo a atuação dos correspondentes bancários, que estão precarizando o atendimento aos clientes e à população, bem como trazem graves repercussões para as relações de trabalho".

Leia aqui a íntegra da carta. 

A Confederação reafirma na carta que o BC, ao regulamentar os correspondentes, está "legislando em substituição ao Congresso Nacional, impactando as relações de trabalho, afetando bancários, comerciários e trabalhadores em telecomunicações, e desconfigurando a organização do trabalho e a atual estrutura sindical".

No documento, assinado pelo presidente Carlos Cordeiro, a Contraf-CUT adverte que duas proposições recentes, uma delas do BC, tramitam no Congresso Nacional, configurando-se uma "tentativa disfarçada e fatiada de regulamentação do SFN":

Uma das proposições é a Medida Provisória (MP) 615, emitida pelo BC em maio de 2013, que inclui os meios de pagamentos via celular ("mobílie payment") no meio de uma série de temas totalmente díspares, como por exemplo a autorização do pagamento de subvenção econômica aos produtores da safra 2011/2012 de cana-de-açúcar e de etanol da região Nordeste e o financiamento da renovação e implantação de canaviais com equalização da taxa de juros.  Leia mais »