PARADOXOS "MADE IN PARÁ"

  

Andiroba, murumuru, buriti, cupuaçu, babaçu, ucuuba, pracaxi, patauá, castanha, açaí, cacau são alguns dos chamados produtos da sociobiodiversidade*. Formam junto com outras espécies os pés que mantém a floresta em pé.

Tem alta demanda de mercado, principalmente pelas industrias cosméticas para produção de sabonetes, cremes, shampoos e perfumes. E não são exclusividade dos grandes, já que fazem parte dos itens produzidos também pelos povos tradicionais e agricultores familiares da Amazônia, muitos deles organizados em cooperativas comunitárias.

Diante de todo esse potencial da economia da floresta, temos apoiado as comunidades da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns (oeste do Pará) através do Programa FLORESTA ATIVA, que prevê diversas ações (Saf’s, reposição florestal, etc), entre elas a montagem de unidades de beneficiamento para agregar valor a produção (óleos vegetais e essenciais, polpas e derivados), sempre melhor do que a venda “in natura”. O desafio é promover a inclusão social a partir da produção sustentável, um passo seguinte e que vai além de programas como o Bolsa-Família.

Para isso, começamos a fazer alguns levantamentos preliminares, e nos deparamos com a seguinte situação no Pará: em função  das diferentes alíquotas do ICMS (imposto de competência estadual sobre a circulação de mercadorias), em alguns casos  SAI MAIS EM CONTA ENCAMINHAR PRODUTOS DA NOSSA SOCIOBIODIVERSIDADE PARA PROCESSAMENTO EM SÃO PAULO DO QUE ENVIÁ-LOS PARA AS INDÚSTRIAS PARAENSES. Leia mais »

Uma revolução em curso na gestão de lixo de São Paulo

São Paulo começa a caminhada rumo ao lixo zero. Com a ousadia do tamanho do seu desafio dois meses e 40 reuniões depois, mais de 800 delegados, inclusive de aldeias indígena, eleitos por milhares de paulistanos decidiram nesse começo de setembro como implementar as duas mais importantes diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos, a não geração e reciclagem dos resíduos secos e orgânicos.

Investimento em educação ambiental e comunicação social, extensa compostagem in situ,  coleta seletiva de resíduos secos e de orgânicos universalizada, compostagem e biodigestão anaeróbia descentralizadas, logística reversa dos resíduos secos pelo setor empresarial, contratação formal de catadores de materiais recicláveis organizados, triagem mecanizada de recicláveis secos descentralizada são alguns dos programas, projetos e ações que irão integrar o Plano de Gestão de Resíduos do Município.

A maior cidade da América do sul e a sexta mais populosa do mundo dá o exemplo de como fazer planejamento participativo e cuidar dos resíduos conforme estabeleceu a Política Nacional de Resíduos Sólidos.  O primeiro passo foi dado.

Dan Moche Schneider é lixólogo há mais de vinte anos e tem profunda alegria de participar dessa construção Leia mais »

Uma revolução em curso na gestão de lixo de São Paulo

São Paulo começa a caminhada rumo ao lixo zero. Com a ousadia do tamanho do seu desafio dois meses e 40 reuniões depois, mais de 800 delegados, inclusive de aldeias indígena, eleitos por milhares de paulistanos decidiram nesse começo de setembro como implementar as duas mais importantes diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos, a não geração e reciclagem dos resíduos secos e orgânicos.

Investimento em educação ambiental e comunicação social, extensa compostagem in situ,  coleta seletiva de resíduos secos e de orgânicos universalizada, compostagem e biodigestão anaeróbia descentralizadas, logística reversa dos resíduos secos pelo setor empresarial, contratação formal de catadores de materiais recicláveis organizados, triagem mecanizada de recicláveis secos descentralizada são alguns dos programas, projetos e ações que irão integrar o Plano de Gestão de Resíduos do Município. Leia mais »

'Chuva sólida' pode ajudar cultivo em regiões áridas

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Último Segundo

'Água em pó' é promessa contra a seca

'Chuva Sólida' é um polímero em pó capaz de absorver grandes quantidades de água e libertar líquido aos poucos

Enquanto a ONU afirma que a maior parte da água usada no planeta vai para a irrigação , pesquisadores estão desenvolvendo uma série de ideias para fazer render mais a água utilizada na agricultura.

Nas últimas semanas, muitos se empolgaram com um produto que afirmam ter potencial para superar o desafio global de se cultivar em condições áridas.

Denominado "Chuva Sólida", ele é um pó capaz de absorver enormes quantidades de água e ir liberando o líquido aos poucos, para que as plantas possam sobreviver em meio a uma seca.

Um litro de água pode ser absorvido por apenas 10 gramas do material, que é um tipo de polímero absorvente orginalmente criado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês).

Nos anos 1970, o USDA desenvolveu um produto superabsorvente feito de um tipo de goma. Ele foi usado principalmente na fabricação de fraldas. Leia mais »

Produtores têm prejuízo com queda do preço do tomate

Por Rui Daher

Do Terra Magazine

A miséria dos tomateiros

Antes de escrever sobre os preços do café e o apoio do governo à cafeicultura, o fiz (08/08) a respeito dos alimentos em geral. Junto aos transportes, eles seguraram a inflação de julho.

Claro que não esperava grande repercussão. Aliás, nenhuma. Afinal, não houve depredação. Física ou digital.

Por ter sido feito famoso em folhas e telas cotidianas, usei o mote dos tomates e todos os transtornos que, há pouco mais de dois meses, eles trouxeram à paz da sociedade brasileira.

Hoje, cedinho, fico sabendo pelo Globo Rural na TV da situação dos produtores de tomates em Onça de Pitangui, Minas Gerais, que estão perdendo tudo o que foi produzido em função de uma praga que não é nova e não tem veneno que mate: o preço de mercado.

A caixa, comercializada em torno de R$ 80,00 na safra anterior, hoje não tem comprador a R$ 1,00. Fazer o quê? Jogar fora os frutos cultivados e não pagar as dívidas, ora pois. Claro que a indústria e o setor de serviços não farão baixar os preços de molhos, sucos e macarronadas em restaurantes. Leia mais »

Concurso elege os melhores queijos do país

Sugerido por Luiz Americo Costa

Do Lavras 24 Horas

Queijo de laticínio lavrense fica em primeiro lugar no ‘Concurso Nacional de Produtos Lácteos’

Os melhores queijos de sete tipos diferentes, a melhor manteiga, o melhor doce de leite e o melhor requeijão foram premiados no ‘Concurso Nacional de Produtos Lácteos’ realizado em Juiz de Fora, na Zona da Mata. A disputa envolveu 54 indústrias de oito estados (MG, SP, SC, BA, PR, GO, RS e RJ).

Os vencedores de cada uma das onze categorias são os seguintes: o doce de leite do laticínio Funarbe de Viçosa, MG; a manteiga fabricada pela Cooperativa Mista dos Produtores de Leite de Morrinhos (Complem) de Goiás; o provolone, o queijo prato e o queijo gouda do laticínio Queijos Lucca, de Luminárias, Minas Gerais; o queijo reino do laticínio Tirolez de Carmo da Paraíba em Minas, e o requeijão do Tirolez de Monte Aprazível em São Paulo; o queijo parmesão do Frimesa de Marechal Cândido Rondon no Paraná; o gorgonzola do laticínios Dannita LTDA de Lavras, Minas Gerais; o queijo padrão da Coopervap de Paracatu, Minas Gerais; e na categoria destaque especial que premia um produto inovador e de alta qualidade, o vencedor foi o queijo “A Lenda”, do laticínio Cruziliense, de Cruzília, Minas Gerais. Os segundos e terceiros lugares de cada categoria também foram premiados. Clique aqui para saber o resultado completo do concurso. Leia mais »

O exemplo das políticas de agricultura familiar

Sugerido por alfeu

Da Deutsche Welle

Políticas de agricultura familiar brasileiras são exemplo mundial

Cultivo da terra realizado por pequenos proprietários rurais produz 70% dos alimentos consumidos no país, que é considerado pela ONU exemplo no setor. Trabalhadores do campo, no entanto, cobram mais investimentos.

As mudanças climáticas e o aumento da população impõem desafios aos atuais modelos de agricultura. E, nesse contexto, a agricultura familiar ganha força – sobretudo como um importante meio para reduzir a pobreza e garantir a segurança alimentar. As políticas brasileiras no setor são tidas como exemplo pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). Mas, para os trabalhadores do campo, ainda há muito a ser feito.

No país, 84,4% dos estabelecimentos rurais pertencem à agricultura familiar, que emprega quase 75% da mão de obra do setor agropecuário. Em contrapartida, somente 24,3% das áreas ocupadas por estabelecimentos agrícolas são administradas por pequenos proprietários. Leia mais »

A produção de milho crioulo no Rio Grande do Sul

Sugerido por Adir Tavares

Do RS Urgente

Guardiões de sementes crioulas promovem encontro

por Marco Aurélio Weissheimer

O município de Ibarama, localizado na região central do Rio Grande do Sul, sediará nos dias 8 e 9 de agosto, o 2º Seminário da Agrobiodiversidade Crioula. Desde 1998, Ibarama destaca-se pela produção de milho crioulo no Estado. Em 2008, agricultores da região, comprometidos com essa cultura, criaram a Associação dos Guardiões das Sementes Crioulas de Ibarama, com o objetivo de manter vivo os saberes tradicionais locais que passam de geração a geração, buscar conhecimentos sobre práticas agroecológicas e desenvolver o cultivo de milho crioulo, diminuindo a dependência da agricultura em relação aos atuais pacotes tecnológicos das grandes empresas transnacionais do setor.

Ao todo, quatro eventos ocorrerão nestes dois dias (no Ginásio Esportivo João Lazzari) : o 12º Dia da Troca de Sementes Crioulas de Ibarama, o 2º Seminário da Agrobiodiversidade Crioula, a 2ª Feira da Economia Popular Solidária do território centro Serra e o 2º Semionário Regionalo de Guardiões Mirins de Sementes Crioulas. Todos esses eventos compartilham os seguintes objetivos: troca de experiências e sementes, exposição e comercialização de produtos oriundos de empreendimentos solidários e a discussão da importância do reconhecimento da identificação geográfica para o milho crioulo de Ibarama e seus derivados, assim como para o desenvolvimento regional sustentável. Leia mais »

Estimativa da safra de grãos é de 185 milhões de toneladas

Por Marco Antonio L.

Da Agência Brasil

Safra deve chegar a 185,7 milhões de toneladas este ano, prevê IBGE

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - A estimativa de junho da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas prevê uma produção de 185,7 milhões de toneladas para este ano. Caso se confirme a previsão, a produção de 2013 será 14,7% maior do que a registrada em 2012 (161,9 milhões de toneladas). O dado é 0,1% menor do que o previsto em maio.

Os dados foram divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. Segundo a estimativa de junho, haverá aumento nas três principais lavouras brasileiras: soja (23,8%), milho (9,7%) e arroz (3,1%).

Dezesseis dos 26 produtos analisados pelo IBGE deverão ter aumento na produção este ano. Além das três grandes lavouras, deverão aumentar a safra produtos como a cana-de-açúcar (10,3%), feijão em grão segunda safra (13,7%), feijão em grão terceira safra (3,3%) e trigo em grão (26,9%). Leia mais »

A Carta do Colégio de Procuradores sobre a PEC 37

Carta de Brasília - Por que somos contra a PEC/37:

O Colégio de Procuradores da República, órgão do Ministério Público Federal, autoconvocado, reuniu-se em 18 de junho de 2013, no exercício de seu dever constitucional de zelar pelo estado democrático de direito e pelo respeito aos direitos constitucionais, para garantir a manutenção da capacidade de investigação para fins penais do Ministério Público e outras instituições atualmente investidas de poder de polícia, e impedir retrocesso em favor da impunidade e contra a segurança cidadã. Para isso, é necessário dizer não à PEC 37.

A PEC 37 pretende estabelecer o monopólio da investigação pela Polícia. O Estado abriga vários órgãos com poder de polícia, como a maioria dos países do mundo. A limitação a um só canal reduz em muito a capacidade de investigação dos órgãos do Estado.

Leia mais »

Dilma fala sobre o financiamento da safra de 2013/2014

Do Café com a Presidenta

DILMA: ANATER VAI LEVAR INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA O CAMPO

"Nós vamos aumentar o acesso dos agricultores do nosso país ao conhecimento e à tecnologia que vão ajudar a melhorar a produtividade no campo" Além da criação da “Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural” (ANATER), a presidenta Dilma Rousseff também falou sobre a redução do desmatamento na Amazônia. Segundo ela, o Brasil atingiu, no ano passado, a menor taxa de desmatamento na Amazônia dos últimos 24 anos. Ao mesmo tempo, segundo ela, o país bateu recordes de produção de alimentos. Para a presidenta, isso mostra que o Brasil tem a capacidade de combinar o crescimento da produção agrícola com a proteção do meio ambiente. A presidenta disse ainda que uma das novidades do “Plano Agrícola e Pecuário para a safra 2013/2014” é o aumento da capacidade de armazenamento da produção. Além dos investimentos nos armazéns da CONAB, o governo vai financiar a construção de armazéns privados, sendo seis deles no Nordeste. O objetivo é ampliar a capacidade de armazenagem do país em 65 milhões de toneladas nos próximos cinco anos.  Leia mais »

As estratégias do Plano Safra da Agricultura Familiar

Do site Carta Maior

Plano Safra da Agricultura Familiar: após 10 anos, outra realidade

A versão do Plano Safra da Agricultura Familiar 2013/2014, lançada em Brasília esta semana, aumentou em 16,6% a verba do PRONAF, para R$ 21 bilhões, e somando um total de R$39 bilhões, contabilizando todas as linhas e programas. No ano passado, foram repassados à agricultura familiar R$ 18 bilhões. Mas o mais importante, para quem acompanha este setor há mais de 30 anos, são as linhas estratégicas do Plano Safra, que está completando 10 anos – o primeiro em 2002 envolvia a quantia de R$2 bilhões. Por Najar Tubino.

A versão do Plano Safra da Agricultura Familiar 2013/2014 foi lançada em Brasília nesta semana, aumentando em 16,6% a verba do PRONAF, para R$ 21 bilhões, e somando um total de R$39 bilhões, contabilizando todas as linhas e programas. No ano passado, foram repassados à agricultura familiar R$18 bilhões. Mas o mais importante, para quem acompanha este setor há mais de 30 anos, são as linhas estratégicas do Plano Safra, que está completando 10 anos – o primeiro em 2002 envolvia a quantia de R$2 bilhões. Leia mais »

Focos de tensão por terras indígenas

Programa abordará principais conflitos pelo direito de posse em TIs no Brasil

Do Brasilianas.org

O programa Brasilianas.org de segunda-feira (10), às 20h, na TV Brasil, discutirá os recentes conflitos relacionados à ocupação de terras indígenas. No final de maio, o índio terena Oziel Gabriel foi morto em Sidrolândia (MS) durante ação de despejo na Fazenda Buriti, reconhecida como Terra Indígena pela Funai desde 1993.

CLIQUE AQUI PARA ENVIAR SUAS PERGUNTAS, que poderão ser lidas ao vivo, durante o programa.

O aumento da tensão entre produtores e terenas obrigou o governo a enviar tropas da Força Nacional à região para evitar novos confrontos, no início de junho.

Concomitante a esse evento, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, realizava em Brasília reunião entre representantes do governo e 144 indígenas majoritariamente do povo Munduruku, por conta da ocupação do principal canteiro de obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no estado do Pará.

E, no Paraná, índios da etnia Kaingang ocupavam a sede do Diretório Estadual do PT em Curitiba em manifestação contra a determinação da chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que retirou o poder da Fundação Nacional do Índio (Funai) de dar continuidade a 11 processos de delimitação de terras no estado. O grupo só deixou a sede do Partido dos Trabalhadores, após marcada audiência para dia 11 de junho, com a ministra Chefe da Casa Civil e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso.

Leia mais »

A questão agrária é um problema territorial

Por Dani

Do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária

A geopolítica da questão agrária mundial

Bernardo Mançano Fernandes

Coordenador do NERA

Pesquisador do CNPq

www.fct.unesp.br/nera 

A questão agrária é, antes de outras implicações, um problema territorial. O agronegócio e a agricultura camponesa disputam territórios em quase todo o mundo. A produção de agroenergia intensificou esta disputa e criou problemas de abastecimento de alimentos. A procura de novos territórios para a expansão da agricultura tem hoje uma nova característica. Empresas e governos de diversos países estão arrendando, comprando, dando em arrendamento gigantescas áreas de terras.

Apresentamos esses países em três conjuntos: 1) países arrendatários e/ou compradores de terras; 2) países arrendatários e/ou compradores de terras que são ao mesmo tempo países arrendadores e vendedores de terra; 3) países arrendadores de terras. Leia mais »

STJ confirma decisão que nega extensão de patente de soja

Por Adir Tavares

Do site do STJ

Confirmada decisão que negou extensão de patente de soja transgênica da Monsanto

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em julgamento de agravos regimentais, referendou decisões que haviam negado recursos interpostos pela Monsanto Technology LLC para ampliar a vigência da patente de soja transgênica no Brasil. Seguindo jurisprudência consolidada pela Segunda Seção, a Turma confirmou que a patente expirou no dia 31 de agosto de 2010, ou seja, 20 anos após a data do seu primeiro depósito no exterior. 

Em dois recursos especiais, a Monsanto questionou entendimento do Tribunal Regional Federal da 2ª Região no sentido de reconhecer o vencimento da patente. Sustentou que o prazo de validade de patente estrangeira – a chamada pipeline – deve corresponder exatamente ao prazo remanescente de proteção no país estrangeiro onde foi concedida, para que caia concomitantemente em domínio público.  Leia mais »