Redes Sociais: Privacidade, Perfis Fake e Crimes Virtuais

Na internet, a expansão das redes sociais possibilita o desenvolvimento de um sistema colaborativo entre os indivíduos separados pela distância e pelas condições adversas do mundo contemporâneo, mas virtualmente unificados pelos mais diversos interesses comuns. Na vida social virtualizada o sujeito é mais interativo, participativo e comunicativo. A pluralidade é uma especificidade humana, ou seja, o homem não é um ser que deveria viver isolado, mas sim, precisa interagir, comunicar-se, existir para o outro e agir no mundo. E justamente as redes sociais potencializam e dinamizam a comunicação e, de certa forma, facilitam as interações entre os indivíduos. Por outro lado, têm sido usadas para a prática do mal em diversas formas. Leia mais »

Seminário debaterá, no Rio, a descriminalização da maconha

Publicado no blog repórter de crime em 05/03/14 (o globo online)  Leia mais »

Jornalista em excelente texto analisa a violência black bloc

Autor: 

Em 10/02/14

Black blocs têm seu primeiro feito: um cadáver

Josias de Souza Leia mais »

Morte do jornalista: Black Bloc é organização criminosa

O lamentável incidente que resultou na morte cerebral ( caso de homicídio doloso) do cinegrafista Santiago Andrade, da TV Bandeirantes, causado por rojão ( explosivo pirotécnico) lançado por um manifestante, na tarde de 06/02, na Central do Brasil, no Rio, durante protesto violento, em razão de ações de vandalismo, comandadas pelo grupo radical Black Bloc, não mais nos deixa dúvida que estamos diante de uma organização criminosa, com ideais duvidosos, que se utiliza do anonimato dos rostos cobertos para destruir o patrimônio público e privado, impedir o direito de ir e vir da maioria, colocar sob risco a incolumidade de pessoas inocentes, agredir policiais e membros da imprensa, afrontar gravemente o estado democrático de direito. Leia mais »

Ex-integrantes da cúpula do Banco Nacional são presos no RJ

Sugerido por anarquista sério

Da Folha

Polícia prende cúpula do Banco Nacional, que sofreu intervenção nos anos 90

MÔNICA BERGAMO

A Justiça decretou hoje a prisão de ex-integrantes da cúpula do Banco Nacional, que sofreu intervenção do Banco Central na década de 1990, no governo de Fernando Henrique Cardoso.

Foram recolhidos às celas, no Rio, o ex-presidente do banco Marcos Magalhães Pinto, o executivo Arnoldo Oliveira, e o ex-contador Clarimundo Santana. Eles estão na sede da Polícia Federal, no Rio.

Os três foram condenados por gestão fraudulenta.

Eles já tinham sido presos em 2002, por causa do mesmo processo, mas seus advogados conseguiram reverter a decisão no STF (Supremo Tribunal Federal). Leia mais »

Projeto prevê mudanças na lei contra pirâmides financeiras

Do iG

Proposta prevê prisão para organizadores de pirâmides financeiras

Projeto que será concluído nesta semana prevê mudança da lei para endurecer penas

Vitor Sorano

Promotores de Justiça e procuradores da República querem mudar a lei para pemitir a prisão de envolvidos com pirâmides financeiras. Nos últimos três meses, três empresas tiveram as atividades bloqueadas no País por suspeita de praticarem esse crime. Juntas, ela captaram dinheiro de cerca de 1,5 milhão de pessoas.

A ideia é elevar a pena mínima para dois anos de detenção. Como a atual é de seis meses, o réu pode escapar da prisão se optar pelo instrumento jurídico conhecido como suspensão condicional do processo. 

“A punição é praticamente nula [ nesse caso ]. Ele [ réu ] vai ter de ir diariamente até Vara Criminal [ onde o processo foi apresentado ] assinar uma folha de papel e comunicar o juiz se for se ausentar por mais de 30 dias da cidade”, diz José Agusto Peres, promotor de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MP-RN) e um dos idealizadores do anteprojeto de lei. “Uma besteira para quem ganhou milhões [ com a fraude ].” Leia mais »

O serviço clandestino da Telexfree e a velocidade dos blogs

Por Michel

Mídia está noticiando hoje (23/08/2013) que Anatel informou que o VoIP da TelexFree é clandestino (cliqueAQUI). Mas, pessoalmente falando, este não é o escopo da notícia. Para mim, a notícia é esta: como um blog interativo, ou, colaborativo como este do Nassif caminha anos luz na frente da grande mídia e portais a despeito de toda a estrutura (física, financeira e humana) que possuem. O fato é que, para os leitores deste espaço, a notícia já é velha; foi revelada há cinco meses num post do daSilvaEdison.

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-numero-0800-da-telexfree

Do iG

Serviço de telefonia VoIP da Telexfree é clandestino, informa Anatel

Empresa foi autuada por fornecer a tecnologia sem aval e pode ser indiciada pela PF

Vitor Sorano 

O sistema de telefonia por internet (VoIP, na sigla em inglês) da Telexfree é clandestino, informou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Por essa razão, a empresa foi autuada pelo órgão e poderá ser investigada pela Polícia Federal. Leia mais »

Deputados podem criar CPI para investigar pirâmides

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Correio Braziliense

CPI para pirâmides

ANA CAROLINA DINARDO

A possibilidade de criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar esquemas de pirâmide financeira foi discutida ontem durante audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados. A questão, entretanto, dividiu os integrantes do colegiado, que ouviu representantes do Ministério Público e de empresas suspeitas de adotarem essa prática, considerada ilegal.

Na mira da Justiça, os empresários buscam no Congresso Nacional apoio para escaparem das acusações. O presidente da Telexfree, Carlos Costa, disse não ter o que temer caso a CPI seja instalada. “Não somos pirâmide, e vamos provar isso, pois pagamos impostos ao governo”, declarou. A empresa é acusada pelo Ministério Público do Acre de fazer recrutamento de investidores sob disfarce de marketing multinível.

 O procurador da República Bruno Ferreira da Silva destacou que o pagamento de impostos não livra a Telexfree das acusações. “Há empresas lícitas e ilícitas que pagam impostos. As ilegais, no entanto, não pagam todos, o que não as impede de ser pirâmides”, explicou. 

A Bbom teve os rendimentos bloqueados pela Justiça Federal há dois meses. O presidente da empresa, João Francisco de Paulo, disse que comercializa produtos e serviços por meio de marketing multinível — um modelo que premia os vendedores que atraem outros vendedores para a rede. O principal serviço, segundo ele, é o de rastreamento de veículos. “Vendemos nossos produtos como qualquer estabelecimento comercial. Somos uma empresa legal”, disse. Leia mais »

O jogo político nas pirâmides financeiras

Do Jornal do Commercio

Telexfree e BBom: o jogo político nas supostas pirâmides

Lado eleitoral do tema é discutido abertamente em audiência pública na Câmara dos Deputados

Giovanni Sandes

Quantas pirâmides financeiras são necessárias para eleger um deputado? E quantas podem acabar com as chances de um parlamentar se reeleger? Contra as empresas ou a favor delas, o jogo político e eleitoral envolvendo a Telexfree e a BBom foi discutido às claras nesta quarta (21), em audiência pública na Câmara dos Deputados. Os números mostram o peso do tema. Só as duas empresas alcançaram mais de 1,2 milhão de pessoas, um público que tomou empréstimos e até abandonou o emprego para investir no lucro alto e rápido pago pelos negócios, suspensos pela Justiça por suspeitas de serem pirâmides financeiras, um crime contra a economia popular.

As duas empresas dizem usar o chamado marketing em rede, ou marketing multinível, para divulgar e vender seus produtos: no caso da BBom rastreadores de veículos e na Telexfree, planos de ligações telefônicas pela internet. Os interessados pagavam adesões de R$ 600 a mais de R$ 100 mil para participar das redes, mas não precisavam vender nada para ter um retorno de 30%, 40% ao mês. E ainda ganhavam bônus por levar mais gente para as redes.
Para as autoridades, a principal fonte de lucros não eram os produtos e sim as novas adesões, o que caracteriza uma pirâmide, um negócio que dá prejuízos a muito mais pessoas do que todos que tiveram lucros. Leia mais »

Câmara fará audiência pública sobre pirâmides financeiras

Do Jornal do Commercio

Câmara Federal faz audiência pública sobre supostas pirâmides no próximo dia 21

Debate será em Brasília e foi convocado por três deputados, entre eles o pernambucano Sílvio Costa

Giovanni Sandes

A Câmara Federal vai realizar em Brasília no próximo dia 21, a partir das 10h, uma audiência pública para debater o caso das empresas de marketing multinível acusadas de serem pirâmides financeiras. O deputado pernambucano Sílvio Costa, um dos três parlamentares que apresentaram requerimentos solicitando o debate, diz que o objetivo é dar respostas a “centenas de milhares de brasileiros” atingidos na iminência de tomar um grande prejuízo, por terem investidos em empresas suspensas pela Justiça.

A ideia original dos deputados era discutir apenas os casos das empresas Telexfree, suspensa pela Justiça do Acre, e a BBom, paralisada pela Justiça de Goiás, ambas no epicentro das investigações de uma força-tarefa do Ministério Público Federal e dos Estados. Mas a lista de empresas convidadas cresceu e envolve a Multiclick, investigada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte, e a famosa Herbalife, tradicional empresa de marketing multinível que não é alvo de qualquer investigação, porém mesmo assim foi convidada. Leia mais »

Cidades perdem R$ 10 mi com bloqueio da Telexfree no MT

Do 24 Horas News

Cidades de MT ‘perdem’ mais de R$ 10 milhões com bloqueio da TelexFree e muita gente amarga o 'sonho'

Luiz Bacanello | de Nova Bandeirantes

A Telexfree causou verdadeiros estragos em Mato Grosso. As cidades de Paranaíta, Apiacás, Nova Monte Verde e Carlinda que junto com Alta Floresta e Nova Bandeirantes, que compõem o chamado Vale do Tapajos, também sofrem com a falta do dinheiro bloqueado pela Justiça do Acre.. Fontes revelam que em cada uma das cidades, provavelmente mais de R$ 1 milhão deixaram de circular com o bloqueio e refletem na queda das economias local. Calcula-se que R$ 10 milhões deixaram de circular.

“Se essa TelexFree não voltar estou lascado. Primeiro eu investi R$ 600,00 e por ultimo investi R$ 3.000,00. Ainda bem que está chegando a safra da manga se não estaria lascado mais ainda. Ficam com Deus meus amigos, e vamos esquecer de uma vez por todas essa TelexFree. Nunca mais” – desabafou Ilson Souza, morador da cidade de Nova Bandeirantes, no Norte de Mato Grosso, em mensagem também à empresa.

As palavras de quem confiou que sua vida sofreria uma mudança radical refletem a realidade de bilhões de reais bloqueados pela Justiça, que acusa a empresa de constituir-se em pirâmide financeira. O sócio e diretor de marketing da TelexFree, Carlos Costa nega. Leia mais »