Sinal da TIM - Um Grito Parado No Ar.

Tenho me deparado nos ultimos meses com dificuldade para falar ao celular com pessoas que também possuem o plano liberty da operadora TIM. Afora as sátiras de facebook, importantes sim, mas sózinhas não reproduzem nenhum efeito prático, principalmente quando se trata de direitos do consumidor. A desfaçatez com que a ANATEL leva os casos de reclamações é de uma brutal inoperância, que só faz contribuir ainda mais para que as operadoras, continuem tratando todos nós usuários como consumidores de terceira classe, e me pego pensando se de fato não somos mesmo, consumidores de terceira classe. Nos demais países, principalmente na Europa onde esta sediada a TIM, o sinal é bom, a velocidade de trafego é adequada, e o preço é justo. Porque aqui os valores são invertidos? O sinal é ruim, a velocidade é lenta, e o preço é exorbitante. A tal modernidade - equando o ar foi vendido - pelo Sérgio Mota, lugar tenente do FHC, os compradores ofereceram mundos e fundos. Leia mais »

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Sinal da TIM -  Um Grito Parado No Ar.

A crise de 2008 e o paradigma do modelo econômico e político

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Instituto Lula

Artigo: A hora da ação política

Por Luiz Inácio Lula da Silva

A lenta retomada da economia global e os seus enormes custos sociais, especialmente nos países desenvolvidos exigem uma corajosa mudança de atitude. É preciso identificar com clareza a raiz da crise de 2008, que em muitos aspectos se prolonga até hoje, para que os líderes políticos e os órgãos multilaterais façam o que deve ser feito para superá-la.

A verdade é que, no dia 15 de setembro de 2008, quando o banco Lehman Brothers pediu concordata, o mundo não se viu apenas mergulhado na maior crise financeira desde a quebra da Bolsa de Nova York em 1929. Viu-se também diante da crise de um paradigma.

Outros grandes bancos especuladores nos Estados Unidos e na Europa só não tiveram o mesmo destino porque foram socorridos com gigantescas injeções de dinheiro público.  Ficou evidente que a crise não era localizada, mas sistêmica. O fracasso não era somente desta ou daquela instituição financeira, mas do próprio modelo econômico (e político) predominante nas décadas recentes. Um modelo baseado na ideia insensata de que o mercado não precisa estar subordinado a regras, de que qualquer fiscalização o prejudica e de que os governos não tem nenhum papel na economia, a não ser quando o mercado entra em crise. Leia mais »

O aumento da desigualdade na França

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Brasil de Fato

Na França, os ricos são cada vez mais ricos e os pobres… cada vez mais pobres

Enquanto crise golpeia camadas populares e classe média, grandes fortunas aumentaram riqueza em 25% em um ano

Com uma produção anual superior a 1,9 bilhões de euros, a França, quinta potência mundial, jamais foi tão rica em sua história. Ainda assim, desde 1945, o país nunca teve tantos deserdados, com mais de 8,6 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza, ou seja, mais de 14% da população. Um relatório do governo discorre sobre esta alarmante constatação e reconhece “a massificação da uma precariedade que alcança lares antes protegidos”.

As crianças e jovens em geral são as primeiras vítimas da pobreza. “Cada vez mais jovens adultos e crianças só conhecem a pobreza como condição de futuro”, admite o governo francês de François Hollande. De fato, dois de cada três novos pobres, ou seja, 65% deles, têm menos de 18 anos. A pobreza entre os menores de idade chega a 19,6%.

No total, 2,7 milhões de crianças vivem abaixo da linha de pobreza. Além disso, 21,9% dos que têm entre 18-24 anos, ou seja, mais de um milhão de jovens, vivem na indigência. A situação é ainda mais dramática nas ZUS (zonas urbanas sensíveis), onde 49% das crianças e 42,5% dos que têm entre 18-24 anos vivem em um lar pobre. Leia mais »

Dados oficias indicam fim da recessão na Zona do Euro

Do O Globo

Termina a recessão econômica na Zona do Euro

Países da UE que usam a moeda registraram crescimento de 0,3% no segundo trimestre

BRUXELAS - A recessão na Zona do Euro terminou no segundo trimestre do ano, de acordo com dados oficiais divulgados nesta quarta-feira.

A Eurostat, o escritório de estatísticas da União Europeia, disse que os 17 países da União Europeia (UE) que usam o euro registraram um crescimento econômico conjunto de 0,3% no período de abril a junho em relação ao trimestre anterior.

O índice é ligeiramente mais alto do que o 0,2% previsto pelos mercados, em parte graças ao sólido crescimento de 0,7% na Alemanha e à surpreendente expansão de 0,5% da França.

Fora das principais economias da Europa, há sinais de estabilização em outras partes, notavelmente em Portugal, que cresceu 1,1%. Leia mais »

França revê para baixo sua previsão de crescimento

Sugerido por alfeu

Da RFI

França revê para baixo sua previsão de crescimento em 2013

O ministro francês das Finanças Pierre Moscovici anunciou um crescimento abaixo do previsto.

O ministro francês das Finanças, Pierre Moscovici, anunciou nesse sábado, 10 de agosto, que a França terá um crescimento abaixo do previsto este ano. Mas o representante do governo considera que apesar de uma estimativa de evolução entre -0,1% e +0,1%, o país saiu da recessão. Os analistas já avisaram que a performance esperada é insuficiente.

Se até a semana passada o governo francês apostava em um modesto índice de crescimento (+0,1%), as declarações do ministro das Finanças Pierre Moscovici mostraram que o país ainda terá dias difíceis pela frente. Segundo as últimas previsões, o Produto Interno Bruto (PIB) da França deve evoluir entre -0,1% e +0,1% este ano.

Apesar dessa estatística, Moscovici continua positivo. “A economia francesa saiu da recessão e começa uma retomada que deve ser sustentável, cada vez mais forte, e geradora de empregos”, disse o ministro em entrevista ao jornal Nice Matin. Para ele, após dois trimestres de crescimento negativo, “o mais importante é que a tendência foi invertida”. O representante do governo também acredita que 2014 será “a primeira vez em três anos que haverá um verdadeiro crescimento”. Leia mais »

Sinais de reação na economia da Europa

Do Estadão

Economia europeia dá sinais de reação

Da queda do desemprego na Espanha ao aumento na produção de veículos no Reino Unido, continente dá alguns motivos para otimismo

FERNANDO NAKAGAWA, CORRESPONDENTE / LONDRES

Mónica Cervigón está desempregada. Deixou o trabalho de vendedora há cinco meses ao perceber que, com vendas em queda, as comissões já não eram suficientes nem para pagar despesas do trabalho. A espanhola de 39 anos, porém, está animada. Juntou economias e comprou equipamentos para abrir um salão de beleza em Quijorna, pequena cidade de 3 mil moradores perto de Madri. Não é só Mónica que está otimista. Agosto começou com uma série de dados positivos e a esperança crescente de que o pior da crise da Europa pode finalmente estar ficando para trás.

Depois de vários trimestres com piora do quadro, números divulgados nos últimos dias apontam para a reação da economia europeia. Da queda do desemprego na Espanha ao aumento na produção de veículos no Reino Unido, o continente tem recebido alguns motivos para respirar mais aliviado.

Entre os economistas, o alívio vem especialmente da possibilidade de que as medidas adotadas nos últimos anos estão começando a fazer efeito. O dado mais comemorado foi o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês), indicador que mede o movimento nas empresas em aspectos como produção, pedidos e compra de fornecedores. Em julho, o índice da zona do euro subiu para 50,5, acima dos 48,7 de junho. Essa foi a primeira vez desde janeiro de 2012 que o número superou 50 - nível que sinaliza o crescimento da economia. Leia mais »

Obama diz que austeridade não é única saída pra crise grega

Sugerido por alfeu

Do Jornal de Notícias

Obama diz que austeridade não é estratégia de crescimento para a Grécia

O presidente dos EUA, Barack Obama, defendeu, esta quinta-feira, uma política de crescimento económico na Grécia, afirmando ao primeiro-ministro grego, Antonis Samaras, que a austeridade não podia ser a única estratégia para sair da crise.

Obama e Samaras, que se reuniram no Gabinete Oval da Casa Branca, reconheceram a importância das reformas de fundo na Grécia, submetida a um plano de saneamento drástico para procurar reduzir a dívida pública, que atingiu este ano o equivalente a 176% do produto interno bruto (PIB).

"Manifesto a minha confiança no primeiro-ministro Samaras para continuar as reformas estruturais", disse Obama aos jornalistas.

"Estamos também de acordo quanto ao facto de não podermos considerar que a austeridade é uma estratégia, face às dificuldades por que a Grécia passa", acrescentou, depois de o PIB grego ter caído 25% em cinco anos sob o efeito da crise. Leia mais »

FMI propõe corte de 10% na massa salarial nominal da Espanha

Sugerido por Henrique, o Outro

Do Expresso.pt

Olli Rehn quer "amplo consenso" em Espanha para "moderação salarial"

O vice-presidente da Comissão Europeia repete hoje, num artigo publicado no seu blogue, a sugestão do FMI, dizendo que Espanha pode copiar a Irlanda e a Letónia.

Jorge Nascimento Rodrigues

"Vamos imaginar: e se a Espanha puder alcançar aquilo que a Irlanda e a Letónia conseguiram? Não o exclua da sua imaginação, Senhor Jones", conclui o vice-presidente da Comissão Europeia Olli Rehn, adaptando uma canção de Bob Dylan. A sugestão imaginativa do comissário económico surgiu hoje num artigo publicado no seu blogue, intitulado "Sketches espanhóis 2013 dC: poderá a Espanha alcançar o que Irlanda e Letónia conseguiram? ".

Música à parte, o político finlandês retoma a proposta do Fundo Monetário Internacional (FMI) na sua análise sobre Espanha publicada na semana passada ao abrigo do artigo IV. "Os parceiros sociais têm tradicionalmente um papel central na Europa. Superar a dualidade entre contratos permanentes e temporários e dar mais oportunidades aos jovens são tarefas e responsabilidade para todos as partes envolvidas. Os técnicos do FMI apresentaram recentemente uma simulação de um 'acordo social' muito amplo entre sindicatos e empregadores em torno de uma desvalorização interna: aumento de emprego (e corte nos preços) em troca dos sindicatos acordarem numa moderação salarial ainda mais significativa", escreve Rehn. Leia mais »

Em Portugal, crise aumenta risco de pobreza na 3ª idade

Sugerido por Tamára Baranov

Do Yahoo

Crise em Portugal aumenta risco de pobreza na terceira idade

Susana Irles

Lisboa, 3 ago (EFE) - A crise econômica e os consequentes cortes às ajudas sociais, reduções de pensões e alta de aluguéis pode colocar em risco de pobreza a enorme população portuguesa que já atingiu a terceira idade, e a maioria vive com menos de 500 euros.

Em um país de 10,5 milhões de habitantes, 20% está em idade de aposentadoria (a partir de 65 anos) e, para a maioria, chegar ao fim do mês é uma questão de contar o dinheiro euro a euro.

Em 2011, 85% dos aposentados da Seguridade Social receberam menos de 500 euros mensais. Este grupo cresceu até 1,4 milhão de pessoas, quase 4% a mais que em 2010, e uma parte deles deve recorrer a uma ajuda extraordinária de 100 euros para chegar a um mínimo de 400 euros.

O número de pessoas elegíveis aumentou de maneira consistente desde o início a crise em 2010 e alcançou 230.000 em 2011. Leia mais »

O pedido de falência da cidade de Detroit

Do Estadão

Detroit pede falência, a maior da história em uma cidade nos EUA

Berço da indústria automobilística americana, o município teria uma dívida em torno de US$ 18 bi

Altamiro Silva Júnior, correspondente

NOVA YORK - A cidade de Detroit, que já foi conhecida como um dos maiores polos da indústria automobilística do mundo, no estado norte-americano de Michigan, entrou na tarde desta quinta-feira com pedido de falência. É o maior pedido de falência de uma cidade na história dos Estados Unidos. A dívida do município seria algo perto de US$ 18 bilhões.

O governador de Michigan, Rick Snyder, destacou em um comunicado à imprensa que o pedido de falência era a única opção possível para restaurar a cidade e conseguir oferecer aos residentes os serviços públicos necessários. Na nota, ele diz que de cada dólar que a cidade arrecada, 38 centavos vão para o pagamento de dívidas, custos legais e outras obrigações. A projeção era que em 2017, esse nível subiria para 65 centavos.

A cidade vem perdendo fábricas e habitantes e a imprensa dos EUA sempre se refere ao município como "cidade fantasma". Detroit chegou a ter dois milhões de habitantes nos anos 50 e 60, auge da indústria automobilística norte-americana, mas agora tem cerca de 700 mil. Um em cada cinco imóveis está abandonado. Leia mais »

Portugal terá 18,5% de desemprego em 2014, segundo a OCDE

Sugerido por Marcos Doniseti

Do Publico.pt

OCDE prevê 18,5% de desemprego em Portugal em 2014

ANA RUTE SILVA

Na zona euro, estimativas da organização apontam para uma taxa recorde de 12,3%. Desemprego entre os jovens atinge 40% em Portugal. 

No final de 2014 a taxa de desemprego em Portugal vai subir dos actuais 17,6% (registados em Maio) para 18,5%. As previsões da OCDE para o último trimestre do próximo ano, divulgadas nesta terça-feira, apontam para um agravamento do desemprego na zona euro: 12,3%, com valores ainda mais expressivos entre os jovens.Mais de 60% de desemprego jovem na Grécia, 55% em Espanha e 40% em Itália e Portugal.

A taxa de desemprego deve subir de 26,9% para 27,8% em Espanha, e de 26,8% na Grécia para 28,2%. Em sentido inverso, a Alemanha poderá diminuir de 5,3% para 4,7%. Leia mais »

Democracia e as políticas econômicas implantadas na Europa

Por Assis Ribeiro

Do Le Monde Diplomatique

Idade Média europeia

Os especuladores saíram de cena sem perder um centavo dos empréstimos que tinham concedido a Atenas com taxas e juros astronômicas

por Serge Halimi

As políticas econômicas impostas pela manutenção do euro ainda são compatíveis com as práticas democráticas? A televisão pública grega foi criada no fim de uma ditadura militar. Sem autorização do Parlamento, o governo que executa em Atenas as ordens expressas da União Europeia (UE) escolheu substituir o canal por uma tela preta. Enquanto espera que a Justiça grega suspenda a decisão, a comissão de Bruxelas poderia ter lembrado os textos da União, segundo os quais “o sistema de audiovisual público dos Estados-membros está diretamente ligado às necessidades democráticas, sociais e culturais de qualquer sociedade”. Ela preferiu legitimar o golpe de força alegando, no dia 12 de junho, que esse fechamento se inscrevia “no contexto dos esforços consideráveis e necessários que as autoridades realizavam para modernizar a economia grega”. Leia mais »

Lagarde defende mais regulação das instituições financeiras

Por Marco Antonio L.

Da Rede Brasil Atual

FMI associa crise do euro a déficit de rigor sobre o sistema financeiro

Brasília – A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde afirmou hoje (7) que é preciso estabelecer um marco regulatório mais rigoroso em relação às instituições financeiras. A dirigente deu as declarações durante um encontro de economistas na cidade de Aix-en-Provence, no sudeste da França.

"A vigilância eterna é indispensável", frisou a economista, ao afirmar que a ausência de regulação está na origem da crise atual na zona do euro

Lagarde também admitiu que houve erros na avaliação do organismo que dirige sobre as medidas de enfrentamento à crise econômica a serem aplicadas a alguns países. Segundo ela, não será necessário elevar os ajustes orçamentários dos países em crise "até ao máximo". No entanto, ela insiste na necessidade de que “muitos desses países têm de se comprometer com reformas estruturais para aumentar a produtividade.” Leia mais »

BC alemão: política monetária não vai resolver crise

Da Agência Estado

Política monetária não resolverá crise, diz BC alemão

Danielle Chaves

A política monetária não pode resolver a crise da zona do euro e os governos deveriam se concentrar em romper as garantias implícitas que oferecem aos bancos, afirmou Jens Weidmann, presidente do Bundesbank, o banco central da Alemanha, e membro do conselho diretor do Banco Central Europeu (BCE). 

"A política monetária já fez muito para absorver as consequências econômicas da crise, mas não pode resolvê-la", declarou Weidmann em discurso durante uma conferência econômica na cidade de Aix-En-Provence, no sul da França. A melhor contribuição que a política monetária pode fazer, segundo a autoridade, é garantir a estabilidade dos preços. Leia mais »