Sites do projeto Outras Palavras também foram atacados

Por Antonio Martins

Caro Nassif,

A partir do final da noite de ontem, também os sites do projeto Outras Palavras tornaram-se extremamente instáveis, até ficarem completamente fora do ar no meio desta manhã. Poucas horas antes do início dos problemas, na tarde de terça, reproduzimos, na seção "Outras Mídias" o texto do blog de Luís Nassif que falava sobre o início do desbaratamento da rede criminosa TelexFree.

O gráfico abaixo mostra a taxa de utilização de memória em nossos servidores. O horário é o de San Francisco (EUA), quatro horas a menos que Brasília. O comportamento é totalmente compatível com um ataque de saturação (DDoS). Já esta manhã, os agressores parecem ter derrubado o DNS do site.

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A crise e o apocalipse Made in America

Por Alvez80

Do Global Research

A Profecia Maia para 2012: O Orwélico ”Fim do Mundo” É um Apocalipse “Made in America”

As Guerras Globais e as Crises Econômicas São Feitas pelo Homem

Prof Michel Chossudovsky
Global Research, February 23, 2013

Num vivo contraste com as profecias Maia de “renovação” – o mundo real em que vivemos está caracterizado pela imensa crise econômica que está empobrecendo milhões de pessoas.

Estamos no centro de um apocalípse a se desenrolar, mas é um apocalipse num cenário de uma natureza complexa. Essa complexidade apresenta aspectos políticos assim também como sócio-econômicos.

O nosso apocalipse não é o da profecia Maia, o nosso é um apocalipse “Made in USA”.

A profecia Maia para 2012 foi distorcida e erroneamente interpretada. O fim do calendário Maya em 21 de dezembro de 2012 não tinha nada a ver com um “Fim de Mundo”, propriamente dito. Leia mais »

Na Alemanha, novo partido quer fim da zona do euro

Por Paulo F.

Da Deutsche Welle

Novo partido alemão quer fim da zona do euro

Grupo de jornalistas e economistas funda o Alternativa para a Alemanha, alegando que moeda única vai destruir a economia europeia. Partido quer entrar no Parlamento, mas participação nas eleições ainda é incerta.

"Se o euro fracassar, fracassará também a Europa". Durante um bom tempo, a frase foi durante repetida como um mantra pela chanceler federal alemã, Angela Merkel, pressionada a justificar os bilhões usados no resgate dos parceiros da moeda única. A união monetária, dizia, é o destino comum dos europeus.

Cada vez mais alemães, no entanto, veem a situação de forma diferente. Numa pesquisa de julho de 2012 da revista Der Spiegel, 54% dos entrevistados eram contra investir mais para tentar manter o euro. Essa postura crítica à moeda única não se reflete, no entanto, no Parlamento alemão, diz Konrad Adam, ex-repórter do jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung. Leia mais »

Menos CO2 e menos trabalho na Espanha

Por Jorge Nogueira Rebolla

Do Vermelhos Não

A Espanha vai bem: menos CO2 e menos trabalho

Evolução do desemprego e das emissões de CO

Menos cimento, menos carros, menos luz ... menos indústria ... menos trabalho ... pregação franciscana, por isso temos também menos emissões de CO2. Leia mais »

Martin Schulz: Europa não pensa em medidas para crescimento

Por Paulo F.

Do Público.pt

Europa salvou os bancos mas arrisca-se a perder uma geração, diz Martin Schulz

Os países da UE são “campeões do mundo” a fazer cortes, mas não a pensar medidas para o crescimento, diz o presidente do Parlamento Europeu.

A Europa gastou milhões de euros para resgatar os bancos, mas, com a crise e os actuais níveis de desemprego, em particular entre os jovens, arrisca-se a perder uma geração, considera o presidente do Parlamento Europeu.

Em entrevista à Reuters, o alemão Martin Schulz identifica a perda de confiança dos cidadãos na capacidade de a União Europeia resolver os seus problemas como “uma das principais ameaças” da própria UE. “E se a nova geração perde confiança, penso que é a UE que está verdadeiramente em perigo”, diz. Leia mais »

PIB de Portugal cai 3,2%

Por sirleym

Da Agência Brasil

PIB de Portugal cai 3,2%, o segundo pior resultado desde a Revolução dos Cravos

Gilberto Costa
Correspondente da Agência Brasil/EBC

Lisboa – De acordo com o Instituo Nacional de Estatística (INE), Portugal teve no ano passado um dos piores desempenhos da sua economia. O INE, que corresponde ao IBGE no Brasil, confirmou que o Produto Interno Bruto (PIB) do país caiu 3,2% em 2012. No último trimestre, a queda se acentuou e chegou a 3,8%.

Conforme a série estatística sobre o PIB, os indicadores anual e trimestral de Portugal desde a Revolução dos Cravos, em 1974, só estiveram pior em 1975, quando o PIB caiu 5,1%, e no 1º trimestre de 2009, que registrou queda de 4,1%, no esteio da crise financeira internacional que teve o auge em setembro de 2008. Leia mais »

O enfraquecimento do mercado europeu de carros

Por Adir Tavares

Da Reuters

Montadoras temem que recuperação europeia demore anos

GENEBRA, 5 Mar (Reuters) - O mercado europeu de carros enfraqueceu-se ainda mais nos últimos meses e, sem sinais de recuperação, alguns líderes da indústria esperam que governos reduzam a oposição ao fechamento de fábricas e cortes de empregos necessários para restaurar os lucros.

No evento automotivo de Genebra nesta terça-feira, executivos das principais montadoras, incluindo Ford, Fiat, Daimler e Renault, advertiram que a demanda na Europa ficaria fraca durante anos à medida que governos aplicam medidas de austeridade.

"O mercado europeu não está em uma condição que esperávamos há três meses", disse Dieter Zetsche, presidente-executivo da montadora alemã de luxo Daimler, refletindo o desânimo do setor em uma queda contínua das vendas na região. Leia mais »

Causas e consequências da crise na Grécia

Por Adir Tavares

Do resistir.info

A catástrofe grega: "Progresso económico" construído sobre bases políticas podres 

por James Petras

Quando a Grécia entra no sexto ano da pior depressão económica da Europa, com 30% da sua força de trabalho desempregada em mais de 52% da sua juventude sem emprego, todo o tecido social está a dilacerar-se; a taxa de suicídios está a disparar e cerca de 80% da população move-se para o declínio. As relações de família e inter-geracionais sofrem impacto profundo; certezas anteriores evaporaram-se. Incertezas, medo e cólera inspiram protestos em massa diários. Mais de uma dúzia de greves gerais levaram os gregos, desde alunos da escola secundária até octogenários, a uma luta desesperada para conservar os últimos resquícios de dignidade e sobrevivência material. 

A União Europeia e os colaboradores gregos pilharam o tesouro, cortaram empregos, salários e pensões, executaram hipotecas de habitações e elevaram impostos. Os orçamentos familiares contraíram para a metade ou um terço dos seus níveis anteriores.  Leia mais »

Entendendo o escândalo da taxa Libor

Por Assis Ribeiro

Comentário ao post "A complexidade do escândalo da taxa Libor

Da Carta Maior

Escândalo da taxa libor pode ser um "golpe devastador"

O escândalo envolve cerca de 20 grandes bancos internacionais e um mercado de cerca de 50 trilhões de dólares, quatro vezes o PIB dos Estados Unidos. Em entrevista à Carta Maior, o professor de Economia do Centro de Investigação de Mudança Sócio-Cultural (CRESC), da Universidade de Manchester, Michael Moran, assinalou que este escândalo pode ser um golpe devastador na frágil credibilidade do sistema financeiro internacional. A reportagem é de Marcelo Justo, direto de Londres.

Marcelo Justo - Londres

Londres - A atual crise econômica mundial é filha do estouro financeiro de 2008. O resgate das principais instituições financeiras, os pacotes de estímulo fiscal e a recessão mundial conduziram à crise da dívida soberana com epicentro na eurozona. Os resgates de Grécia, Portugal e Irlanda serviram para evitar uma crise dos bancos e entidades credoras desses países. Na Irlanda, o Estado assumiu toda a dívida construída por seus principais bancos: o balanço fiscal passou do superávit de 2007 para um prejuízo equivalente a 32% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010. Leia mais »

Políticas sociais brasileiras não sofreram impacto da crise

Por alfeu

Da Agência Brasil

Para diretora do Banco Mundial , Brasil é exportador de políticas sociais

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Enquanto a crise econômica internacional fez a política social em diversos países regredir, o Brasil soube manter as melhorias para as camadas mais pobres da população e, ao mesmo tempo, preservar a estabilidade macroeconômica. A avaliação é da diretora do Banco Mundial (Bird) para o Brasil, Deborah Wetzel. Ela reconhece que o país ainda tem muitos desafios a superar, mas está mais avançado do que a maioria das nações emergentes e da América Latina no combate à pobreza e na redistribuição de renda.

No cargo desde abril do ano passado, Deborah Wetzel administra um orçamento de US$ 3 bilhões por ano para o país, dos quais metade está aplicada na Região Nordeste. Em entrevista à Agência Brasil, ela diz que considera o Brasil um grande exportador de políticas de proteção social, de segurança pública e de desenvolvimento sustentável. Em relação à sua gestão, a diretora destaca que pretende dar continuidade à ampliação do foco de atuação do Banco Mundial. Leia mais »

As manifestações de 2 de março em Portugal

Por Fred.KG

Do Esquerda.Net

Manifestações de 2 de março merecem destaque na imprensa internacional

As manifestações do “Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas” merecem destaque na imprensa internacional. Neste artigo citamos algumas dessas publicações e agências noticiosas.

El País - “Centenas de milhares de portugueses saem à rua contra os cortes. Uma massa humana percorre Lisboa, convocada pelo movimento ‘Que se lixe a Troika’”.

The Wall Street Journal - “Milhares de pessoas saíram hoje às ruas de cidades portuguesas, para pressionar o Governo a parar as medidas de austeridade que ajudaram a prolongar uma recessão que está já no seu terceiro ano, e a empurrar o desemprego para níveis quase recorde”.

Associated Press - “uma canção revolucionária portuguesa de há 40 anos está a perseguir o Governo do país resgatado”.

Washington Post - “cantando alto em eventos públicos para calar governantes, e usando o número de contribuinte do primeiro-ministro em faturas, para aumentar a sua declaração de impostos”. Leia mais »

Eleições na Itália mostram rejeição às políticas da UE

Por Rodolfo Machado

Do Resistir.info

Sobre as eleições italianas – Uma rejeição generalizada das políticas da União Europeia

por Jacques Sapir 

Mal foram conhecidos os resultados das eleições italianas abundaram os comentários. O governo francês apressou-se também a fazer uma declaração para minimizar a importância desses resultados. Teria sido melhor se enfrentasse directamente a realidade, mesmo se apenas para tirar alguns ensinamentos. Mas preferiram fechar-se numa atitude de negação, desta vez com o apoio de uma parte da imprensa francesa. Que não houvessem cantado louvores ao líder do Partido Democrata, Luigi Bersani ou ao tecnocrata tornado político Mario Monti. Bastava sair da concha parisiense, olhar a imprensa italiana, britânica ou americana para ter uma pequena ideia do que iria acontecer. Mas costuma-se dizer que não existe realidade para além daquela que proclamam certos círculos... Então, observemos um pouco estas eleições e seus resultados, e procuremos extrair os pontos importantes.  Leia mais »

Premiê português é vaiado ao defender medidas de austeridade

Por alfeu

Do Opera Mundi

Manifestantes vaiam premiê português e entoam hino da Revolução dos Cravos

Ao defender as medidas de austeridade fiscal, premiê Passos Coelho enfrenta crescente rejeição popular

O hino da Revolução dos Cravos de 1974, "Grândola, Vila Morena", volta à cena quase 40 anos mais tarde como canção de protesto dos indignados portugueses, que a entoam para criticar o atual governo e denunciar a aplicação das políticas de austeridade fiscal que tem aprofundado a crise econômioca do país. Os protestos com a canção começaram no último dia 15, quando dezenas de pessoas forçaram a interrupção do discurso pronunciado no Parlamento pelo primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho. Desde então, se espalharam de forma viral.

Na noite desta quinta-feira (28/02), O premiê foi vaiado mais uma vez durante mais um discurso em que defendeu as aplicação das medidas de rigor fiscal. Passos Coelho, por sua vez, permaneceu irredutível: "a indignação por si só não é suficiente", disse Passos Coelho, disse, em resposta aos protestos. Leia mais »

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O desemprego entre os jovens na Grécia e na Espanha

Por Demarchi

Do Opera Mundi

Desemprego entre jovens passa de 55% na Grécia e na Espanha

De acordo com a UE, taxa geral subiu para 10,8% no bloco; países mais endividados apresentam piores índices.

O Eurostat, órgão estatístico da UE (União Europeia), divulgou nesta sexta-feira (01/03) novos e alarmantes dados sobre a taxa de desemprego entre os países que compõem o bloco. Destaque negativo para Grécia e Espanha, que apresentaram números acima de 50% entre os jovens (pessoas com menos de 25 anos) e em tendência crescente.

Segundo o Eurostat, a o nível de desocupação dos jovens espanhóis atingiu a marca de 55,5% para o mês de janeiro, um décimo a mais do que o registrado em dezembro. Já os dados da Grécia estão atrasados em dois meses, mas muito mais preocupantes: 59,4%. O percentual também é ruim na Itália (38,7%) e Portugal (38,6%). O país em melhor situação nesse critério é a Alemanha: 7,9%. No total, o número de jovens desempregados na UE é de 5,732 milhões, 264 mil a mais do que há um ano, subindo de 22,4% para 23,6%. Leia mais »

O "não" à austeridade nas eleições italianas

Por Webster Franklin

Da Carta Maior

Eleição na Itália expõe fracasso da troika e da Alemanha

No ano passado, o presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, acalmou as águas da zona do euro dizendo que faria “tudo o que fosse necessário” para salvar o euro. O resgate da Itália – terceira economia da eurozona – colocaria a prova esta vontade. Mas a crise italiana aprofundará também os problemas que estão experimentando os programas de ajuste dos outros países. O claro “não” à austeridade que saiu das urnas na Itália corre paralelo ao “não” das contas de Portugal, Espanha, Grécia e Irlanda. O artigo é de Marcelo Justo, direto de Londres.

Marcelo Justo

Londres - O claro “não” à austeridade que saiu das urnas na Itália corre paralelo ao “não” das contas de Portugal, Espanha, Grécia e República da Irlanda, obrigados a estender ou reestruturar os prazos pactuados com a Troika (Comissão Europeia, Banco central Europeu e Fundo Monetário Internacional) ante o fracasso dos programas de ajuste. A própria França, segunda economia da eurozona, solicitou na semana passada à Comissão Europeia uma extensão do prazo para diminuir seu déficit fiscal. Para o grego Costas Lapavitsas, autor de “Crise na Eurozona”, e professor de Economia de SOAS, Universidade de Londres, a eleição italiana é uma excelente notícia. “Dá uma esperança para um caminho alternativo e expõe o fracasso político da Troika e da Alemanha”, disse à Carta Maior. Leia mais »