Segurança energética e mudança climática: o caso russo

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Do Blog Infopetro

Por Felipe Imperiano

Além de ocupar uma posição relevante no que tange o fornecimento energético, a Rússia é um dos maiores consumidores mundiais de energia de origem fóssil, portanto as suas decisões de política energética têm implicações para a segurança energética e a sustentabilidade do meio ambiente, em uma dimensão global (IEA, 2011, p. 245). O que faz com que o seu posicionamento, dada a perspectiva de elevação de temperatura mundial, em função da liberação de carbono na atmosfera pelo consumo de energia, seja de amplo interesse.

A Rússia foi o terceiro maior produtor de energia do mundo, em 2011. A sua produção total foi de 1.314,88 milhões de toneladas equivalentes de petróleo (Mtep), isto é, aproximadamente 10% da produção mundial (IEA, 2013a, p. 54). A demanda interna bruta[i] total, nesse mesmo ano, foi de 730,97 Mtep (IEA, 2013, p. 240). Isso representou um crescimento de 4,1%, em relação ao ano anterior (IEA, 2012, p. 13). Ainda assim, o seu percentual no total do consumo mundial diminuiu ligeiramente de 6% para 5,6% e ela passou a ser o quarto maior demandante de energia, sendo ultrapassada pela Índia (IEA, 2013, p. 13; IEA, 2012, p. 13). Leia mais »

PARADOXOS "MADE IN PARÁ"

  

Andiroba, murumuru, buriti, cupuaçu, babaçu, ucuuba, pracaxi, patauá, castanha, açaí, cacau são alguns dos chamados produtos da sociobiodiversidade*. Formam junto com outras espécies os pés que mantém a floresta em pé.

Tem alta demanda de mercado, principalmente pelas industrias cosméticas para produção de sabonetes, cremes, shampoos e perfumes. E não são exclusividade dos grandes, já que fazem parte dos itens produzidos também pelos povos tradicionais e agricultores familiares da Amazônia, muitos deles organizados em cooperativas comunitárias.

Diante de todo esse potencial da economia da floresta, temos apoiado as comunidades da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns (oeste do Pará) através do Programa FLORESTA ATIVA, que prevê diversas ações (Saf’s, reposição florestal, etc), entre elas a montagem de unidades de beneficiamento para agregar valor a produção (óleos vegetais e essenciais, polpas e derivados), sempre melhor do que a venda “in natura”. O desafio é promover a inclusão social a partir da produção sustentável, um passo seguinte e que vai além de programas como o Bolsa-Família.

Para isso, começamos a fazer alguns levantamentos preliminares, e nos deparamos com a seguinte situação no Pará: em função  das diferentes alíquotas do ICMS (imposto de competência estadual sobre a circulação de mercadorias), em alguns casos  SAI MAIS EM CONTA ENCAMINHAR PRODUTOS DA NOSSA SOCIOBIODIVERSIDADE PARA PROCESSAMENTO EM SÃO PAULO DO QUE ENVIÁ-LOS PARA AS INDÚSTRIAS PARAENSES. Leia mais »

Primeiro leilão de ferrovias deve acontecer em novembro

Do Estadão

Governo admite 1º leilão de ferrovias só em novembro

Plano anterior previa que licitação ocorreria em 18 de outubro; publicação do edital ainda depende de aprovação do TCU

Luciana Collet, da Agência Estado

SÃO PAULO - O governo federal não trabalha mais com a perspectiva de fazer o primeiro leilão de ferrovias, do trecho entre Açailândia (MA) e Barcarena/Vila do Conde (PA), em 18 de outubro, como divulgado no mês passado. A estimativa agora é que a licitação ocorra em novembro.

Em apresentação no Fórum de Líderes Empresariais (Lide), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, apresentou um quadro com o cronograma de concessões que indica a realização dos leilões de ferrovias entre novembro de 2013 e março de 2014, com a publicação dos editais entre setembro e janeiro. Quando o Programa de Investimentos em Logísticas (PIL) foi lançado, a sinalização era de que os certames aconteceriam entre maio e junho deste ano.

Em entrevista na semana passada ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, o ministro dos Transportes, César Borges, disse que a publicação do edital, que era prevista para 19 de agosto, pelo cronograma mais recente, ainda dependia de aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU). O ministro explicou que, entre os motivos para a demora do TCU em aprovar o edital, estava o fato de que o modelo de concessão previsto para as ferrovias dentro do PIL é novo, diferente das concessões ferroviárias existentes. Leia mais »

Dilma: para crescer, país precisa investir em logística

Sugerido por IV Avatar da Meia Noite

Da Agência Brasil

Dilma diz que governo aposta em logística para o país crescer

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (12) que seu governo aposta em uma nova logística para que o país cresça. Durante inauguração de primeiro trecho do Sistema Logístico de Etanol Ribeirão Preto-Paulínia, em Ribeirão Preto, Dilma afirmou que o país não tem uma infraestrutura logística compatível com sua dimensão e necessita de investimentos no setor para garantir a competitividade.

“Esse trecho que estamos inaugurando hoje faz parte de um grande esforço do país para modernizar sua estrutura logística e assegurar que ela seja, de fato, um elemento de desenvolvimento do país. Nós precisamos disso não só para escoar os produtos, não só porque é a forma mais competitiva, mas porque esse é o elemento fundamental para o país crescer”, disse a presidenta.

O duto escoará o derivado da cana-de-açúcar, tem 206 quilômetros de extensão, do Terminal Terrestre de Ribeirão Preto à Refinaria de Paulínia, e será operado pela Transpetro, subsidiária da Petrobras. É a primeira parte de uma rede de dutos que ligará várias regiões produtoras a refinarias e mercados consumidores. Leia mais »

Companhias aéreas deverão ser condenadas por cartel

Sugestão de anarquista sério

Folha de S.Paulo

Cade deve condenar 5 aéreas por cartel

Segundo denúncia, companhias de transporte de carga combinavam a cobrança de maior valor permitido de taxa

Lufthansa, que delatou esquema, deve ficar sem punição; Air France e KLM, já acertaram pagar reparação de R$ 14 mi

RENATA AGOSTINIMARIANA SCHREIBERDE BRASÍLIA

A participação de nove companhias aéreas na formação de um suposto cartel no transporte de cargas está na pauta de julgamento da próxima sessão do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), no dia 28. Segundo apurou a Folha, a tendência é de condenação de cinco delas. Leia mais »

A EPL e as concessões públicas

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Coluna Econômica

A EPL (Empresa de Planejamento e Logística) do governo federal, foi criada com o objetivo de desenvolver o ambiente de concessões e projetos da área pública. Seu primeiro presidente, Bernardo Figueiredo tornou-se o principal interlocutor do setor privado para a próxima rodada de concessões anunciada pelo governo Dilma Rousseff.

Palestrante do Seminário "Financiamento da Infraestrutura", do Fórum Brasilianas, Figueiredo apresentou um balanço da situação:

1. Programa de rodovias: na parte afeita ao governo, o modelo de concessão está concluído. Passa, agora, por análise do Tribunal de Contas da União. Já foram anunciados dois leilões com os respectivos editais publicados. Até novembro está sendo programada a conclusão de 9  lotes de concessão, de maneira que os leilões ainda possam acontecer este ano. Serão 10 mil km de rodovias e duplicação e concessão de outros 7.500 km.

2. Ferrovias: já está em fase de audiência pública o projeto Açailandia-Vila do Conde. Optou-se por um modelo diferente da primeira fase de privatização das ferrovias - da qual Bernardo foi figura central.

Até dezembro serão publicados todos os editais dos trechos ferroviários, permitindo os leilões até fevereiro.

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A maior dificuldade tem sido a capacidade de preparar as ações. O governo federal ainda não conseguiu recompor as estruturas técnicas para poder trabalhar com planejamento. Como explica Bernardo, só se começa a agir quando situações atingem nível crítico e aumenta a ansiedade em torno das providências a serem tomadas. E, aí, peca-se pela pressa.

Por outro lado, há um enorme passivo a ser recuperado, exigindo agilidade. Leia mais »

Aviões comprados pela Anac se deterioram em Juiz de Fora

Sugerido por antonio francisco

Do O Tempo

Aviões se deterioram em aeroclube

Cada um foi adquirido por R$ 200 mil com recursos públicos da Anac, que notificou entidade

JULIANA GONTIJO

Sete aeronaves modelo Aero Boero 115, de fabricação argentina, compradas com recursos públicos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) por cerca de R$ 200 mil cada, estão se deteriorando no Aeroclube de Juiz de Fora, na Zona da Mata, próximo do Aeroporto Francisco Alvares de Assis (Serrinha).

O problema é que a entidade não estaria realizando a manutenção adequada das aeronaves. A agência notificou o Aeroclube de Juiz de Fora para que fossem prestadas informações sobre a situação das aeronaves. O processo administrativo para apurar as irregularidades e aplicar as penalidades já está em curso.

Só que a situação não é recente: em julho do ano passado, o jornal “Tribuna de Minas” noticiou que os aviões, da década de 90, estavam há um mês no pátio, depois de sete anos ocupando um dos hangares da entidade. Leia mais »

O abandono das ferrovias em Minas Gerais

Sugerido por antonio francisco

Do Hoje Em Dia

Descaso com dinheiro público nas ferrovias que cortam Minas Gerais

Após 17 anos sob sua concessão, a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) devolverá à União 3.800 quilômetros de estradas de ferro por falta de viabilidade econômica. Um dos trechos, entre Sabará e Miguel Burnier, com 84 quilômetros de extensão, está aos pedaços. Nestas duas últimas décadas, foi saqueado e sofreu com a falta de cuidados, segurança e manutenção, que estavam à cargo da FCA.

É justamente este trecho que o Governo de Minas planeja utilizar para transporte de passageiros, com o Lote 3 do projeto TREM – Transporte sobre Trilhos Metropolitano. Neste lote será implantada a linha Belo Horizonte – Nova Lima – Conselheiro Lafaiete – Ouro Preto. Entretanto, será preciso investir muito mais dos cofres públicos do que o previsto para que a operação seja possível.

“Infelizmente, a condição atual dos trilhos inviabiliza o seu uso integral para o fluxo de trem de passageiros e demandará a troca da superestrutura (trilhos, dormentes, lastro e equipamentos de fixação)”, apontou o chefe de gabinete da Secretaria de Estado Extraordinária de Gestão Metropolitana, Gustavo Horta Palhares. O valor das obras no trecho será definido até outubro deste ano, mas já é certo que o investimento será feito por meio de Parceria-Público Privada (PPP). Leia mais »

As mudanças na indústria naval - 2

Autor: 

Coluna Econômica

A indústria naval brasileira é uma realidade. Na opinião de Sérgio Leal, Secretário Executivo do SINAVAL (Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore), “nunca houve tamanha concentração de esforços, poderes de Estado e vontade política: políticas públicas adequadas, vontade política de governos estaduais, parceria e colaboração do setor privado e das universidades, foco na parceria tecnológica com multinacionais”.

 “Acabou o velho modelo de importar simplesmente, sem absorção de tecnologia”, explica ele. “Hoje em dia, há de 15 a 20 delegações internacionais todo ano visitando o sindicato e buscando parcerias brasileiras para desenvolver os produtos encomendados pela Petrobras”.

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Dos grandes grupos multinacionais, há 19 grandes empresas participando diretamente no capital dos estaleiros e 12 grandes empresas como fornecedoras. Há um adensamento amplo da cadeia produtiva de fornecedores, passando pelas áreas de projetos, sistemas de navegação, integração de módulos, motores, fornecimento de combustíveis e navios, tintas, guindastes.

“Existe um trabalho de bastidores que a opinião pública mal conhece”, insiste Leal.

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O modelo brasileiro começou no final dos anos 90, com os primeiros programas de aquisição de navios pela Petrobras. Acelerou-se nos últimos três governos, com o lançamento de novos programas, como o  Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef).

À medida em que os navios iam sendo entregues, aprimorava-se a curva de aprendizado, diz Leal.

Quando a Petrobras fez a encomenda de 49 navios – com conteúdo mínimo nacional – imaginou um pacote que, ao longo do tempo, permitiria ganhos sucessivos e, no final, atingisse a margem média de 10% acima dos preços internacionais. Conseguiu. Leia mais »

O catálogo voador da Embraer

Por André Paulistano

Do Designer GH

O catálogo da Embraer que também voa 

Para lançar o seu mais exclusico modelo, o Linage 1000, a Embraer inovou, criou o primeiro catálogo voador do mundo, o  “Embraer flying book”.

Um ímã colocado no seu interior o faz levitar em cima de uma base, surpreendendo a todos que receberam este catálogo em sua mala direta.

A Embraer é o terceiro maior construtor mundial de aviões e lidera no segmento de aviões privados.  Leia mais »

Vídeos: 
Veja o vídeo
imagem de Lilian Milena

Vídeos do 40º Fórum Brasilianas.org - Indústria Naval

Conjunto de vídeos do 40º Fórum de Debates Brasilianas.org, sobre a Indústria naval no país, realizado no dia 11 de junho (2013), em Porto Alegre.

– Apresentação Luís Nassif, Diretor Presidente da Agência Dinheiro Vivo

- Abertura - Os impactos da indústria naval sobre o Estado do Rio Grande do Sul

Marco Aurélio Franceschi, Diretor de Infraestrutura e Energia da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento

- 1º Painel - A revitalização da indústria naval brasileira

Pedro Obelar, Superintendente de Portos e Hidrovias do Rio Grande do Sul

Augusto Mendonça, Presidente da ABENAV-Associação Brasileira das Empresas do Setor Naval e Offshore

– 2º Painel - Visão estratégica do setor naval

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Indústria naval supera preocupação com índices de conteúdo

Setor brasileiro tem encomendas até 2020 que somam 100 bilhões de dólares

Por Lilian Milena, do Brasilianas.org

A indústria naval brasileira encontra-se em expansão com 353 obras encomendadas para serem entregues até 2020, ao custo total estimado de 100 bilhões de dólares, sendo 80 bilhões para a construção de plataformas, 14 bilhões para embarcações de apoio e 7 bilhões na fabricação de navios.

A proporção de ‘conteúdo local’ – conceito que define a participação da indústria nacional nos projetos – chama atenção e aponta para a consolidação da competitividade das empresas brasileiras desde a retomada da indústria naval, no final da década de 1990.

Dentre as encomendas mais recentes entregues estão às plataformas de produção marítima de petróleo P-54 e P-56, com 68% e 73% de conteúdo local, respectivamente, além do navio Celso Furtado, com 74% de investimentos nacionais, listado entre as embarcações mais significativas do mundo, entregues em 2011, pela Royal Institution of Naval Architects (Rina), de Londres. Os três empreendimentos foram encomendados pela Petrobras.

Segundo o presidente da Associação Brasileira das Empresas do Setor Naval e Offshore (Abenav), Augusto Mendonça, a estatal brasileira tem sido, desde 2004, a principal indutora da indústria naval no país, sobretudo graças à descoberta do pré-sal.

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A estratégia gaúcha de atração de indústrias do setor naval

Empresas do Rio Grande do Sul tem R$ 9,7 bilhões em encomendas da Petrobras, nas áreas de sonda e perfuração

Por Lilian Milena, Do Brasilianas.org

A indústria naval no estado do Rio Grande do Sul renasceu com o aumento de encomendas da Petrobras para atender as demandas de exploração de gás e petróleo nos campos do pré-sal. Em 2005, as atividades recomeçaram do zero na região que já chegou a liderar esse setor industrial no país, durante os anos 1970.

O renascimento se deu por conta das encomendas das novas demandas na área de gás e petróleo, decorrentes da descoberta do pré-sal. Segundo Marco Aurélio Franceschi, Diretor de Infraestrutura e Energia da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDPI), as empresas do Rio Grande do Sul tem hoje um total de encomendas que somam R$ 9,7 bilhões, ou 35,8% dos pedidos da Petrobras no Brasil, nas áreas de sondas e perfuração. O setor emprega atualmente no estado cerca de 18.500 pessoas, destacou Franceschi, que participou da abertura do 40º Fórum de Debates Brasilianas.org, realizado em Porto Alegre.

Para que o estado retomasse as atividades da indústria naval e offshore o governo do RS criou o Programa de Estruturação, Investimento e Pesquisa em Gás Natural, Petróleo e Indústria Naval do Rio Grande do Sul, coordenado pela Secretaria do Desenvolvimento e Promoção de Investimentos (SDPI).

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Estaleiro de Eike nega calote

Do O Globo

OSX nega calote e diz que está negociando com fornecedora

Empresa afirma que contratou consultores de primeira linha para assegurar continuidade dos projetos

RIO — O estaleiro OSX, do empresário Eike Batista, nega que tenha dado calote de R$ 500 milhões no seu fornecedor Acciona, conforme informou neste domingo o jornal “Folha de S. Paulo”. Segundo a empresa, a notícia é falsa: “As duas empresas vêm, a exemplo dos demais casos, negociando a apuração de obrigações de parte a parte, não existindo qualquer título, decisão ou medida que fundamente a notícia veiculada. Tais negociações são sujeitas a severas obrigações de confidencial idade, de modo que a Companhia não pode oferecer mais detalhes sobre o assunto”, diz a nota divulgada pelo estaleiro neste domingo.

Segundo a OSX, seu endividamento é de longo prazo "a exemplo dos projetos das plataformas OSX-1, 2 e 3, cujo prazo médio de amortização encontra-se acima de cinco anos". Leia mais »

A Carta do Colégio de Procuradores sobre a PEC 37

Carta de Brasília - Por que somos contra a PEC/37:

O Colégio de Procuradores da República, órgão do Ministério Público Federal, autoconvocado, reuniu-se em 18 de junho de 2013, no exercício de seu dever constitucional de zelar pelo estado democrático de direito e pelo respeito aos direitos constitucionais, para garantir a manutenção da capacidade de investigação para fins penais do Ministério Público e outras instituições atualmente investidas de poder de polícia, e impedir retrocesso em favor da impunidade e contra a segurança cidadã. Para isso, é necessário dizer não à PEC 37.

A PEC 37 pretende estabelecer o monopólio da investigação pela Polícia. O Estado abriga vários órgãos com poder de polícia, como a maioria dos países do mundo. A limitação a um só canal reduz em muito a capacidade de investigação dos órgãos do Estado.

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