PARADOXOS "MADE IN PARÁ"

  

Andiroba, murumuru, buriti, cupuaçu, babaçu, ucuuba, pracaxi, patauá, castanha, açaí, cacau são alguns dos chamados produtos da sociobiodiversidade*. Formam junto com outras espécies os pés que mantém a floresta em pé.

Tem alta demanda de mercado, principalmente pelas industrias cosméticas para produção de sabonetes, cremes, shampoos e perfumes. E não são exclusividade dos grandes, já que fazem parte dos itens produzidos também pelos povos tradicionais e agricultores familiares da Amazônia, muitos deles organizados em cooperativas comunitárias.

Diante de todo esse potencial da economia da floresta, temos apoiado as comunidades da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns (oeste do Pará) através do Programa FLORESTA ATIVA, que prevê diversas ações (Saf’s, reposição florestal, etc), entre elas a montagem de unidades de beneficiamento para agregar valor a produção (óleos vegetais e essenciais, polpas e derivados), sempre melhor do que a venda “in natura”. O desafio é promover a inclusão social a partir da produção sustentável, um passo seguinte e que vai além de programas como o Bolsa-Família.

Para isso, começamos a fazer alguns levantamentos preliminares, e nos deparamos com a seguinte situação no Pará: em função  das diferentes alíquotas do ICMS (imposto de competência estadual sobre a circulação de mercadorias), em alguns casos  SAI MAIS EM CONTA ENCAMINHAR PRODUTOS DA NOSSA SOCIOBIODIVERSIDADE PARA PROCESSAMENTO EM SÃO PAULO DO QUE ENVIÁ-LOS PARA AS INDÚSTRIAS PARAENSES. Leia mais »

A Carta do Colégio de Procuradores sobre a PEC 37

Carta de Brasília - Por que somos contra a PEC/37:

O Colégio de Procuradores da República, órgão do Ministério Público Federal, autoconvocado, reuniu-se em 18 de junho de 2013, no exercício de seu dever constitucional de zelar pelo estado democrático de direito e pelo respeito aos direitos constitucionais, para garantir a manutenção da capacidade de investigação para fins penais do Ministério Público e outras instituições atualmente investidas de poder de polícia, e impedir retrocesso em favor da impunidade e contra a segurança cidadã. Para isso, é necessário dizer não à PEC 37.

A PEC 37 pretende estabelecer o monopólio da investigação pela Polícia. O Estado abriga vários órgãos com poder de polícia, como a maioria dos países do mundo. A limitação a um só canal reduz em muito a capacidade de investigação dos órgãos do Estado.

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Barco-hospital Abaré: interiorização da Medicina na Amazonia

Abaré: uma oportunidade de política pública para a interiorização da medicina. Por que perdê-la?

(Para entender mais sobre o caso: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-novela-do-navio-hospital-abare)

O debate sobre o Abaré I, que se tornou referência nacional de saúde nas regiões de rios da Amazônia, deve ser entendido não como um problema, mas como uma forma de mobilizar oportunidades  para a interiorização da medicina na nossa região, como uma política pública integradora de atendimento e de ensino na área de saúde. A discussão já vai longe e me manifesto trazendo a tona alguns elementos que considero importantes, como médico que vivenciou essa experiência por 4 anos, e atualmente como coordenador adjunto do curso de medicina UEPA – Universidade Estadual do Pará. Leia mais »

NAVIO-HOSPITAL ABARE: UMA NOVELA AINDA SEM FIM NA AMAZÔNIA

Descontinuidades na sucessão municipal põe na UTI iniciativa premiada que inspirou politica nacional para saúde dos ribeirinhos na Amazonia

O Projeto Saúde e Alegria (PSA), ONG sediada em Santarém (PA), sempre procurou somar esforços as políticas públicas para assegurar o direito à saúde e reduzir os níveis de exclusão das populações ribeirinhas de áreas remotas da Amazônia.

Na busca pela construção de um modelo de atenção básica resoluto e adaptado, um passo foi dado, em 2006, com a implantação do navio-hospital Abaré, que viabilizou o acesso regular a serviços assistenciais para 15 mil ribeirinhos de mais de 70 comunidades das duas margens do Tapajós, nas zonas rurais dos municípios de Santarém, Belterra e Aveiro. Leia mais »

Organização estatal para inovação industrial foi formalizada

Por maurobrasil

Da Agência Brasil

Ministros formalizam implantação da Embrapii em evento com a CNI

Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil

São Paulo - Os ministros da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, e da Educação, Aloizio Mercadante, e o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, reuniram-se hoje (10) para formalizar a implantação da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). A nova entidade foi anunciada em março pela presidenta Dilma Rousseff.

O próximo passo, depois da constituição da Embrapii, que terá forma de organização social, é a sua qualificação, para que comece a funcionar em um mês. No evento, os ministros assinaram a constituição da associação necessária para a formação da Embrapii.

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Assista notícias pelo Youtube | TV Nunca Mais! (Dica)

Autor: 

Neste texto procuro expor algumas práticas já adotadas por mim. Apresentarei um novo modelo, visando acelerar esta fase de transição relacionada a "mídia televisiva" x internet, que estamos vivenciando. Percorrerei brevemente pela motivação, depois vamos à dicas práticas, além da recomendação de canais na web. Ao final você já estará imerso à Nova Mídia, o Video-Noticiário eletrônico.

Atualmente, eu substituo 100% os Telejoranais, em prol das Video-Notícias. Você acaba recebendo muito mais informação, considerando um mesmo prazo de tempo que os Telejornais convencionais, fora a qualidade frequentemente melhor.

Motivação:

1 - Sabemos que a alternativa ao jornal impresso, são os jornais eletrônicos e blogs. Agora, e quanto ao "Jornal Falado", devemos deixá-lo no passado? Creio que Não!

  • A mídia "falada" possui suas vantagens sobre a mídia escrita: Concisão, informação rápida e generalizada.

2 - Mas existem algumas desvantagens do Telejornal tradicional (seja, Globo, Record, Band, etc.): Leia mais »

Fórum Brasilianas.org discute Energia Elétrica no Brasil

Na próxima segunda-feira (10), o Brasilianas.org realiza o 35º Fórum de Debates Brasilianas.org - A Energia Elétrica no Brasil. O evento debate alternativas e investimentos necessários para o setor o pacote da Energia Elétrica (MP 579) e tecnologias de transmissão e distribuição (Redes Inteligentes). O fórum recebe Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (GESEL/UFRJ); Cristopher Vlavianos, economista e presidente da Comerc Energia; Daniel Senna Guimarães, Gestor do Projeto Cidades do Futuro da Cemig; Gilberto Amorim Moura, Diretor Comercial da Treetech;  Luiz José Hernandes Jr., coordenador do Grupo de Smart Grid do CPqD; Guilherme Dantas, também pesquisador do GESEL/UFRJ e Rosana Rodrigues dos Santos, da Vice-Presidência do Conselho Administrativo da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). Para visualizar a programação completa, clique aqui.

10/12/2012 - a partir das 09h
Hotel Blue Tree
Rua Peixoto Gomide, nº 707 - São Paulo

Participe! Faça já sua inscrição:0800 16 99 66 (ramal.23 e 24) /eventos@advivo.com.br

O abismo entre Dilma e o setor privado, por Claudia Safatle

Por Assis Ribeiro

Entre Dilma e o setor privado há um abismo

Por Claudia Safatle, do Valor Econômico

O Palácio do Planalto está ciente de que se estabeleceu um diálogo de "surdos e mudos" entre o governo da presidente Dilma Rousseff e parte do setor privado. Acredita que as maiores críticas e desconfianças são fomentadas pelo mercado financeiro e atribui isso aos interesses contrariados dos banqueiros, que teriam perdido o ganho fácil da alta taxa de juros que sustentava os elevados lucros do sistema. "Há, de fato, uma enorme má vontade do mercado financeiro com o governo", admite uma fonte próxima à presidente. Mas há, também, uma grande "incompreensão" quanto à gênese da administração Dilma, aponta.

"A presidente não é estatizante. Ela é pragmática e esse é um governo "pró-mercado". Embora queiram carimbar que esse é um governo Cristina Kirchner (da Argentina), ele não é", assegurou a fonte.

Há um ano, Dilma foi aconselhada pelo ex-ministro Delfim Netto a se aproximar dos empresários, principalmente os da indústria, que desde 2010 têm tido um desempenho sofrível, ouvir suas dificuldades e queixas e remover os entraves ao investimento.

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O modelo brasileiro e sua adoção na África do Sul

ATUALIZADO ÀS 11h36

O "Lula moment" e o futuro da África do Sul

Modelo brasileiro é referência, mas não deve ser centrado apenas na figura de Lula, diz especialista

Por Bruno de Pierro, do Brasilianas.org

Considerado um dos presidentes mais carismáticos e conhecidos no mundo, Lula empresta seu nome a uma expressão cunhada na África do Sul para indicar mudanças radicais na gestão daquele país. Cunhado pelo secretário do Congress of South African Trade Unions (COSATU), Zwelinzima Vavi, o “Lula moment” faz referência às transformações na economia e na gestão que marcaram especialmente o segundo mandato do ex-presidente brasileiro. E, segundo Vavi, tais mudanças devem servir de inspiração para o segundo mandato do presidente sul-africano Jacob Zuma, que também é líder de seu partido, o Congresso Nacional Africano.

Com o foco na figura de Lula, Zuma deverá seguir o exemplo do brasileiro, considerado revolucionário por Vavi. No entanto, embora Lula tenha desempenhado papel fundamental na transição para uma economia moderna no Brasil, a África do Sul deve observar todo o processo e os agentes que contribuiram para as transformações, e não apenas centrar os esforços numa liderança. A avaliação é de Lyal White, diretor do Centro de Mercados Dinâmicos do Gordon Institute of Business Sciencea, em artigo publicado na última sexta-feira (23) no site do jornal sul-africano Mail & Guardian. (Para ler o artigo completo, em inglês, clique aqui). 

Para Vavi, secretário do COSATU, congresso que reúne sindicatos da África do Sul, o país necessita de um “momento Lula”. Basicamente, o modelo foi capaz de transformar progressivamente o Brasil em uma economia integrada e cada vez mais aberta. No entanto, chamar este momento de único é um tanto errado, alerta o artigo de White.

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"O problema não é o SUS, e sim o mercado", diz pesquisador

"O problema não é o SUS, e sim o mercado", diz pesquisador do IPEA 

Economista Carlos Ocké-Reis lança livro sobre desafios do SUS e dilemas do mercado de planos de saúde

Por Bruno de Pierro, do Brasilianas.org

Embora carregue no nome a palavra “único”, o Sistema Único de Saúde (SUS), criado em 1988, com a instituição da Constituição Federal, ainda está longe de ser um sistema universal de saúde e de proteção social. Não que o sistema brasileiro esteja no caminho errado, porém, diante do avanço da privatização e do mercado de planos de saúde, o SUS tem, paradoxalmente, como maior desafio a ser vencido tornar-se finalmente unificado. Em SUS: o desafio de ser único, livro recém-lançado pela Editora Fiocruz, o economista e pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) Carlos Octávio Ocké-Reis discute a complexidade da relação entre o sistema público e o mercado de planos de saúde e mostra que a implementação do SUS necessita de transformações estruturais e novo modelo de desenvolvimento.

Ao refletir sobre dilemas do mercado privado, sua auto-regulação e também os problemas do subfinanciamento do SUS, Carlos, que também tem pós-doutorado na Yale School of Management, propõe a criação de um modelo de propriedade privada de interesse público, “em direção a novos modos de intermediação do financiamento dos serviços privados”, para barrar o movimento de privatização do setor. Conforme afirma no livro, a transição passaria pelo fortalecimento do papel do Estado na atual correlação de forças, usando seu poder oligopsônico de compra como instrumento de relativização do poder do capital.

“Se não bastassem os subsídios do Estado que patrocinam o mercado de planos de saúde desde 1968, o SUS hoje socializa os custos deste mercado”, explicou o economista em entrevista ao Brasilianas.org. Para ele, o problema não é o SUS, mas o mercado que se fortalece paralelamente. “[O mercado] acumula capital, radicaliza a seleção de riscos e retira recursos financeiros crescentes do SUS, em detrimento da qualidade da atenção médica e da saúde pública da população”.

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O Brasilianas.org sobre Energia Elétrica no Brasil

Do Brasilianas.org

No último dia 05/11, o Brasilianas.org exibiu, na TV Brasil, um programa sobre o setor de Energia Elétrica no país. Os convidados foram o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia, Maurício Tolmasquim, o coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Nivalde de Castro, e o presidente da Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica), Nelson Fonseca Leite

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A consolidação do novo modelo de concessão dos portos

Portos terão pacote de R$ 50 bilhões e regras mais simples para obras

Da Folha de S.Paulo

O novo modelo de concessão dos portos brasileiros terá regras para desburocratizar a contratação de novas obras, seguindo um sistema de licitação mais flexível.

Até agora, o volume de investimento público e privado estimado no pacote preparado pelo governo federal para o setor supera R$ 50 bilhões.

Segundo a Folha apurou, o governo pretende criar um mecanismo para acelerar a execução de futuros empreendimentos nos terminais portuários, como arrendamentos públicos.

Sem dar detalhes, técnicos envolvidos nas discussões afirmam que essa regra é "inspirada" no RDC (Regime Diferenciado de Contratação), forma mais simples de concorrência pública.

A presidente Dilma, que hoje reúne sua equipe para arrematar os pontos finais do plano, determinou na quinta-feira um pente-fino no programa de investimentos para os próximos 25 anos, ordenando recálculo de aportes.

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Metade dos medicamentos na França são inúteis, diz pesquisa

Indústria Farmacêutica contra a Parede - Pesquisa examina 4 mil medicamentos na França e mostra que metade deles são inúteis

Por Bruno de Pierro, do Brasilianas.org / com agências internacionais

Levantamento realizado por pesquisadores franceses mostra que metade de todos os medicamentos prescritos por médicos na França são inúteis, 20% apresentam riscos aos  pacientes e 5% são perigosos. Os autores do Guia dos Medicamentos, os médicos Philippe Even e Bernard Debré, dedicam 900 páginas para mostrar os resultados de uma avaliação que examinou 4 mil medicamentos e os categorizaram em três diferentes grupos: úteis, inúteis e perigosos. Segundo Even e Debré, o governo francês economizaria mais de 10 bilhões de euros ao ano caso retirasse da lista do sistema de saúde os medicamentos considerados tecnicamente supérfluos ou que apresentam riscos. Isso ainda poderia prevenir mais de 20 mil mortes causadas pelo uso de medicamentos e reduzir até 100 mil internações em hospitais.

Em entrevista à revista Le Nouvel Observateur, que dedicou um dossiê de dez páginas sobre o guia em setembro, Even, que também é diretor do Instituto de Pesquisa Necker, disse que a publicação se baseia em informação científica, e que é resultado da análise de milhares de outras publicações. Uma das substâncias questionadas no guia é a estatina, usada no tratamento contra o colesterol alto (o LDL, considerado maléfico em níveis altos no organismo) e aterosclerose. De acordo com os autores, as estatinas são “engolidas” por 3 a 5 milhões de franceses e custam cerca de 2 bilhões de euros por ano ao Estado. Para Even e Debré, esta droga é “completamente desnecessária”. A “lista negra” ainda inclui anti-inflamatórios e medicamentos usados para problemas cardiovasculares, diabetes, osteoporose, contracepção, dores musculares e aqueles que são vendidos para acabar com o vício à nicotina.

Philippe Even and Bernard Debré (AFP Photo/Daniel Janin/Bertrand Guay)

Philippe Even and Bernard Debré (AFP Photo/Daniel Janin/Bertrand Guay)

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Venezuela quer convencer pessoas a consumir menos

Por Assis Ribeiro

Venezuela deve convencer pessoas a consumir menos, diz chavista

Do Valor Econômico

Os avanços sociais alcançados no governo de Hugo Chávez colocaram a "Revolução Bolivariana" numa sinuca. Durante 14 anos de chavismo, o índice de pobreza caiu de cerca de 50% para 30% da população, enquanto a pobreza extrema se reduziu de 20,3% para 8,5%, segundo dados oficiais. Agora, o governo que pretende construir o "socialismo do século XXI" tem o desafio de convencer milhões de venezuelanos que ascenderam à classe média a não consumir - pelo menos não nos padrões de uma sociedade capitalista. Passada a etapa da redução da pobreza, é hora de consolidar o socialismo.

Esse é o diagnóstico de Jesse Chacón, um dos principais personagens do chavismo, figura próxima do presidente que tenta se reeleger no dia 7 de outubro, num embate contra o candidato único da oposição, Henrique Capriles.

Com Chávez, Chacón foi, entre outras funções, ministro da Comunicação, do Interior, Ciência e Tecnologia, e das Telecomunicações. Fora do governo desde 2009, devido a um escândalo financeiro envolvendo seu irmão, ele hoje dirige o GIS XXI, um centro de estudos chavista que também publica pesquisas de opinião e de intenção de voto. Seu nome é dado como certo na composição do ministério para um eventual novo mandato de Chávez, algo que ele nega querer.

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O Brasilianas.org sobre Economia Criativa

O Brasilianas.org sobre Economia Criativa foi exibido no dia 17 de setembro e contou com a participação de: Andrea Campos Gomes Fernandes, chefe da Assessoria Técnica da Secretaria Executiva, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Marcos André de Carvalho, coordenador de Economia Criativa da Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Rio de Janeiro; Joice Joppert Leal, presidente da Associação Objeto Brasil; e Lidia Goldenstein, economista.