IPEA: Brasil patina no campo tecnológico e na produtividade

Após uma década de contratações, que deixam o país beirando o ‘pleno emprego’, o Brasil precisa encontrar o rumo da produtividade para viabilizar o crescimento econômico. É o que indica um conjunto de estudos divulgado nesta quinta-feira, 5/9, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Entre 2000 e 2009, as taxas de crescimento da produtividade ficaram em média em 1%, ao passo que as taxas de crescimento do PIB per capita alcançaram 2%, 2,5%. A diferença sinaliza ampliação do mercado de trabalho – mas, na prática, é uma forma de indicar que há mais gente produzindo quase a mesma coisa.

“O que motivou grande parte do crescimento foram maiores taxas de ocupação, ou seja, da inclusão de mais gente no mercado de trabalho. Só que tem uma limitação estrutural para isso. Estamos muito próximos do pleno emprego. Se a gente quiser continuar crescendo, precisamos nos esforçar para ter ganhos de produtividade na economia brasileira”, avalia Luiz Ricardo Cavalcante, do Ipea.
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A discussão sobre os correspondentes bancários no BC

Sugerido por antonio francisco

Do Contraf-CUT

Contraf requer audiência ao presidente do BC para discutir correspondentes

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviou nesta terça-feira 3 carta ao presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, solicitando audiência para discutir "vários assuntos de enorme relevância para o interesse público envolvendo a atuação dos correspondentes bancários, que estão precarizando o atendimento aos clientes e à população, bem como trazem graves repercussões para as relações de trabalho".

Leia aqui a íntegra da carta. 

A Confederação reafirma na carta que o BC, ao regulamentar os correspondentes, está "legislando em substituição ao Congresso Nacional, impactando as relações de trabalho, afetando bancários, comerciários e trabalhadores em telecomunicações, e desconfigurando a organização do trabalho e a atual estrutura sindical".

No documento, assinado pelo presidente Carlos Cordeiro, a Contraf-CUT adverte que duas proposições recentes, uma delas do BC, tramitam no Congresso Nacional, configurando-se uma "tentativa disfarçada e fatiada de regulamentação do SFN":

Uma das proposições é a Medida Provisória (MP) 615, emitida pelo BC em maio de 2013, que inclui os meios de pagamentos via celular ("mobílie payment") no meio de uma série de temas totalmente díspares, como por exemplo a autorização do pagamento de subvenção econômica aos produtores da safra 2011/2012 de cana-de-açúcar e de etanol da região Nordeste e o financiamento da renovação e implantação de canaviais com equalização da taxa de juros.  Leia mais »

Guia prático de destruição do capitalismo

Vamos dar uma pequena contribuição à escalada de manifestações no Brasil no mundo com um pequeno “Guia Prático de Destruição do Capitalismo” mostrando que o verdadeiro inimigo não está nas vidraças de agências bancárias ou nas lanchonetes símbolos da globalização, sempre alvos de depredações. Está na financeirização e liquidez do capital, símbolos da força e, paradoxalmente, também da fraqueza de um sistema baseado apenas na credibilidade através da nossa participação a cada compra a prazo ou quando pagamos através da socialização dos prejuízos das explosões das bolhas financeiras. E a única forma de libertação existente é através daquilo que o filósofo francês Jean Baudrillard chamava de "aprofundamento irônico e proposital das condições negativas". Leia mais »

Cartelização é um dos entraves para a inovação

Comentários ao post "A inovação nas mãos dos grandes grupos nacionais"

Por Lionel Rupaud

Para quem conhece a história recente da Klabin, e ouvir o Horacio Lafer Piva falar de inovação não deixa de ser bastante irónico. Obviamente ele (Lafer Piva) estava se referindo a ele mesmo quando foi reclamar da formação académica no Brasil...

Mas falando sério, acho que LN comete (provavelmente para não ferir egos inflados de "autoridades" que ele cruza nestes congressos) dois equívocos:

1 - a crítica aos CEO's: minha experiência de mais de 30 anos em grandes grupos nacionais me convenceu que os grandes erros estratégicos que vi acontecerem, não tiveram sua orígem nas salas dos CEO's profissionais, mas nas reuniões dos conselhos de administração recheados de filhos e netos dos fundadores.

2 - Focar a inovação nas grandes empresas: acho que o maior problema do capitalismo brasileiro vem da cartelização sistemática de qualquer mercado, com a ajuda primorosa do BNDES. Essas empresas sócias de carteis não tem a menor necessidade de se esforçar. A "salvação" só poderá vir de "new comers".

Evidentemente há exceções de grandes empresas inovadoras que foram citadas, mas são exceções. Leia mais »

Banqueiro do BTG considera que Eike cometeu erros grosseiros

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Valor 

Para Esteves, do BTG, Eike cometeu "erros grosseiros"

Por Marcos de Moura e Souza

André Esteves, do BTG Pactual, em debate sobre empreendedorismo, do qual participou no início da noite de ontem em Belo Horizonte, foi questionado por uma pergunta enviada pela plateia sobre o grupo EBX.

"Acho que o Eike Batista é um grande empreendedor e todo empreendedor falha", disse ele. Os projetos da empresa eram "muito grandes, muito complexos, demandaram muito capital do mercado financeiro", disse.

"A gente [o BTG] tem uma missão simples que é tentar mitigar os danos dessa derrocada. Não é uma história feliz, é uma história triste", disse ele. "Agora, é uma história na qual não houve má-fé. Houve erros grosseiros de análise, de avaliação", disse ele. Esteves disse que Batista tinha um projeto no qual acreditava. "Ele é o maior perdedor."

Em seguida acrescentou: "Uma lição para todos nós, é importante ser sonhador, ser agressivo". Depois, afirmou: "Não pode perder o pé do chão. E principalmente, para todos vocês aqui, e esse é um exercício que a gente faz no banco diariamente, é manter a humildade." Leia mais »

Mantega estava certo sobre guerra cambial, analisa Delfim

Sugerido por Alexandre Weber - Santos - SP

Do Valor

O ministro tinha razão

Antonio Delfim Netto

Talvez seja o momento de os críticos impenitentes fazerem justiça à retórica do ministro Guido Mantega quando, para chamar a atenção do G-20 para o problema, afirmou que o laxismo monetário americano estava promovendo uma "guerra cambial".

As recentes turbulências do mercado nos países emergentes parecem lhe dar razão. É insano brigar com os fatos. A não ser que se aceite uma lógica em que cessando a causa não cessa o efeito (o que torna muito mais difícil a compreensão do mundo), fica complicado explicar, porque se o laxismo monetário não era uma das causas da desvalorização do dólar - que valorizava a moeda dos emergentes - a simples expectativa de sua suspensão está valorizando o dólar e, simetricamente, desvalorizando a moeda dos emergentes?

No acordo de Bretton Woods, em 1944, concluiu-se que para ter uma política econômica que cuide de manter plenamente ocupado o seu fator de produção não comercializável mais escasso, é preciso que cada país tenha: 1) uma política fiscal que controle o nível discricionário da demanda pública; 2) uma política monetária que fixe a taxa de juro real, que controla a demanda privada, de forma a produzir uma inflação estável e parecida com as dos competidores internacionais; 3) uma política cambial que ajuste, eventualmente, a taxa de câmbio real para manter a balança em conta corrente em equilíbrio ao longo do ciclo econômico (com uso e recuperação de reservas); e, finalmente, mas não menos importante, 4) um controle do movimento de capitais. Leia mais »

Guia prático de destruição do capitalismo

Vamos dar uma pequena contribuição à escalada de manifestações no Brasil no mundo com um pequeno “Guia Prático de Destruição do Capitalismo” mostrando que o verdadeiro inimigo não está nas vidraças de agências bancárias ou nas lanchonetes símbolos da globalização, sempre alvos de depredações. Está na financeirização e liquidez do capital, símbolos da força e, paradoxalmente, também da fraqueza de um sistema baseado apenas na credibilidade através da nossa participação a cada compra a prazo ou quando pagamos através da socialização dos prejuízos das explosões das bolhas financeiras. E a única forma de libertação existente é através daquilo que o filósofo francês Jean Baudrillard chamava de "aprofundamento irônico e proposital das condições negativas". Leia mais »

A inovação nas mãos dos grandes grupos nacionais

Autor: 

Coluna Econômica

O 5o  Congresso da Inovação da Indústria, que transcorreu ontem em São Paulo, revelou alguns aspectos relevantes da luta pela inovação.

Primeiro, o diálogo entre empresas e autoridades, permitindo identificar pontos de estrangulamento no processo de inovação. Depois, a constatação de que o país avançou bastante no tema, a ponto de juntar quase mil pessoas discutindo o assunto e buscando formas de levar o conceito para pequenas e médias empresas. A Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) é um movimento com esse perfil.

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Mas serviu, também, para mostrar a diferença de tratamento que os grandes grupos nacionais dão ao tema.

Numa ponta, o ex-presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) Horácio Lafer, das Indústrias Klabin.

Nos seus primórdios, o setor de papel e celulose foi dos mais inovadores do país. Experiências inéditas permitiram aproveitar o sol tropical e desenvolver modalidades de árvores com produtividade até três vezes maior do que os concorrentes europeus e canadenses.

Na sua apresentação, Horácio atribuiu as dificuldades em inovar ao sistema educacional brasileiro, ao fato de se formar engenheiros sem nenhuma experiência prática, à dificuldade de incutir conceitos de inovação na mão de obra.

O educador Cláudio de Moura e Castro mostrou que é um problema histórico e de difícil solução, um padrão cultural brasileiro que privilegia o formalismo, o beletrismo, em detrimento dos resultados. Se uma faculdade abrir mão de uma referência em engenharia – ou em qualquer outra profissão – por um jovem profissional com PhD, o ensino pode perder muito. Mas ela passa a receber melhor pontuação nas avaliações oficiais.

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Brasil cai para a 56ª posição em ranking de competitividade

Da Agência Brasil

Brasil cai oito posições em ranking de competitividade internacional

03/09/2013 - 19h01

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A piora de indicadores macroeconômicos, o aperto no crédito e a falta de reformas estruturais fizeram o Brasil cair oito posições no ranking de competitividade internacional. De acordo com o Relatório de Competitividade Global de 2013–2014, divulgado hoje (3) pelo Fórum Econômico Mundial, o Brasil ficou na 56ª posição entre 148 países analisados.

No relatório anterior, o país tinha subido cinco posições e ficado em 48º lugar. Entre os membros do Brics, grupo que reúne as cinco principais economias emergentes do planeta, o Brasil perdeu a segunda posição para a África do Sul, que ficou em 53º lugar. Em 29º, a China continua o país mais competitivo do bloco.

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Secretário do Tesouro minimiza queda da produção industrial

Da Agência Brasil

Secretário minimiza queda da produção industrial e diz que PIB do trimestre é o que importa

03/09/2013 - 15h21

Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, minimizou o resultado da produção industrial, que teve queda de 2% entre junho e julho deste ano. O número, divulgado hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi interpretado por alguns analistas como indicação de resultado negativo no terceiro trimestre do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país).

Para o secretário, o que importa, agora, é o crescimento do PIB no segundo trimestre, que ficou em 1,5% , em relação ao trimestre anterior. Ele lembrou que o resultado indica uma recuperação importante da economia brasileira, com o crescimento da produção industrial na comparação feita em 12 meses.

“Portanto, do ponto de vista de médio e longo prazos, entendo que as bases para um retomada do crescimento econômico estão lançadas, e ela [retomada] vai ocorrer. Muito gente é mais, ou menos otimista, e isso é normal. Mas o PIB recentemente informado mostra que começa a dar resultado o trabalho de fundamentos que o Brasil vem fazendo para melhorar sua competitividade e ter um conjunto de estímulos à produção”, disse o secretário após audiência na Comissão de Assunto Econômicos do Senado.

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Economistas revisam expectativas de crescimento para 2013

Do iG

Depois de erros na previsão do PIB, economistas revisam números para 2013

Com viés pessimista, mercado esperava crescimento menor para a economia no segundo trimestre; agora, casas de análise se recolhem para revisão de projeções

Bárbara Ladeia - iG São Paulo | 03/09/2013 06:00:00

Este final de semana foi especialmente reflexivo para analistas financeiros. Após quatro sucessivas revisões – para baixo – nas expectativas de crescimento da economia nacional, esta segunda-feira (2) amanheceu sob a luz de um certo otimismo. Há uma semana, as instituições financeiras consultadas pelo Boletim Focus, do Banco Central, apostavam em um crescimento econômico de 2,2% em 2013 – hoje a média esperada é de um crescimento de 2,32%.

A divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, na última sexta-feira (30), serviu para mostrar – mais uma vez – quão frequente é o descompasso entre as previsões de economistas e o ritmo da economia. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o PIB do Pais cresceu 1,5% no segundo trimestre.

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Sobre a infraestrutura nacional e os serviços estrangeiros

Por Fred Montero

Comentário ao post "O dia em que a Globo piscou"

Tecnicamente, ou o Ministro das Comunicações está no cargo errado ou está muito mal assessorado. A sua mentalidade ainda está muito presa às questões de ampliação da infraestrutura de comunicações, mas não sabe como lidar com a questão dos serviços ofertados. Ou seja, no Brasil estamos preparando toda a infraestrutura apenas para o país ser engolido pelos serviços de empresas estrangeiras. Fazendo uma analogia, não adianta termos as melhores estradas do mundo, se nelas só rodam carros de fabricantes estrangeiros, se não há um carro de empresa nacional (hum, peraí, não está longe disso atualmente). Nas comunicações vai acontecer a mesma coisa. Podemos lançar satélite para o espaço, cortar o país com cabos de fibra ótica de cabo à rabo até a última milha, mas se os serviços que dominam esta infraestrutura toda forem predominantemente estrangeiros, do que adianta?

Já venho batendo nesta tecla com relação ao cinema nacional, mas creio que pode ser ampliado para todo o sistema de comunicação: adquirir equipamentos no Brasil é caro, devido à uma política protecionista e de uma política tarifária que só complicam o surgimento e a manutenção de qualquer empreendimento. Depois de décadas de protecionismo para a indústria de equipamentos de informática, gostaria de conhecer alguma empresa nacional decente que surgiu disso. Cobrar impostos altos sobre equipamentos e serviços estrangeiros somente irá nos deixar de fora da próxima onda econômica no mundo, que é a oferta de serviços pela internet. Já estamos muito, mas muito atrasados. Daqui há pouco, estaremos irremediavelmente de fora. E então não adiantará reclamar se estamos sendo espionados, porque usamos o sistema de buscas da Google, o email da Microsoft, o armazenamento de dados da Apple. Nós deixamos que as coisas acontecessem assim. Leia mais »

Ex-integrantes da cúpula do Banco Nacional são presos no RJ

Sugerido por anarquista sério

Da Folha

Polícia prende cúpula do Banco Nacional, que sofreu intervenção nos anos 90

MÔNICA BERGAMO

A Justiça decretou hoje a prisão de ex-integrantes da cúpula do Banco Nacional, que sofreu intervenção do Banco Central na década de 1990, no governo de Fernando Henrique Cardoso.

Foram recolhidos às celas, no Rio, o ex-presidente do banco Marcos Magalhães Pinto, o executivo Arnoldo Oliveira, e o ex-contador Clarimundo Santana. Eles estão na sede da Polícia Federal, no Rio.

Os três foram condenados por gestão fraudulenta.

Eles já tinham sido presos em 2002, por causa do mesmo processo, mas seus advogados conseguiram reverter a decisão no STF (Supremo Tribunal Federal). Leia mais »

Produção industrial diminui no mês e aumenta no ano

Do IBGE

Produção industrial recua (-2,0%) em julho

Em julho de 2013, já descontadas as influências sazonais, a produção industrial apontou queda de 2,0% frente ao mês imediatamente anterior, praticamente eliminando a expansão de 2,1% assinalada em junho último.

No confronto com igual mês do ano anterior, o setor industrial apontou crescimento de 2,0% na produção, quarta taxa positiva consecutiva nesse tipo de comparação.

Com isso, no índice acumulado para os primeiros sete meses do ano, o setor industrial avançou 2,0% frente a igual período do ano anterior, repetindo, portanto, a marca observada no fechamento do primeiro semestre.
A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, ao mostrar expansão de 0,6% em julho de 2013, manteve a trajetória ascendente iniciada em dezembro do ano passado (-2,6%) e assinalou o resultado positivo mais elevado desde novembro de 2011 (0,7%).

O índice de média móvel trimestral mostrou variação de -0,7%. Leia mais »

Por mais de 5 bilhões de euros, Microsoft compra Nokia

Do Estadão

Microsoft compra Nokia por 5,44 bi de euros

Por Filipe Serrano

Negócio inclui a divisão de produtos e serviços da Nokia e patentes da fabricante de celulares finlandesa

SÃO PAULO – A Microsoft fechou um acordo para comprar a fabricante finlandesa Nokia por um total de 5,44 bilhões de euros (cerca de R$ 17 bilhões). O valor corresponde a 3,49 bilhões de euros pela unidade de aparelhos e serviços da Nokia e 1,65 bilhão de euros pelas patentes em nome da fabricante. De acordo com as empresas, o valor do acordo será pago em dinheiro. A Microsoft afirmou que usará fundos aplicados no exterior para fazer o pagamento. A transação deverá ser concluída no primeiro trimestre de 2014, se aprovada por agências reguladoras e acionistas das empresas.

As operações vendidas à Microsoft geraram 14,9 bilhões de euros em 2012 em receita para a Nokia, metade do faturamento da fabricante de celular.

“Com o compromisso e recursos da Microsoft para levar os aparelhos e serviços da Nokia para frente, agora entendemos o potencial completo do ecossistema do Windows, oferecendo as experiências mais completas para as pessoas em casa, no trabalho e em qualquer lugar”, escreveram em uma carta conjunta o presidente executivo da Microsoft, Steve Ballmer, e o presidente executivo da Nokia, Stephen Elop. Leia mais »