Chefe do FMI adota receituário keynesiano

Do Valor Econômico

Postura de Lagarde no FMI agrada ao Brasil

Por Alex Ribeiro | De Washington

A nova chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, surpreendeu positivamente o Brasil ao assumir posições mais keynesianas em seus primeiros meses no cargo, como a defesa de mais estímulos fiscais pelas economias avançadas. Também mostra uma inesperada independência dos governos europeus, ao cobrar a capitalização dos bancos da região.

"Pode ser apenas bandeira política", afirma uma fonte brasileira de um organismo multilateral. "Mas a defesa do estímulo fiscal vai na linha do que o Brasil sempre defendeu." Leia mais »

Para levantar € 7 bi, Portugal planeja privatizações

Por foo

Do Brasil 247

Brasil tem a chance de comprar Portugal

Para sair da crise e levantar 7 bilhões de euros, portugueses vão vender tudo: da empresa áerea TAP à petroleira Galp, passando por portos e correios. É a oportunidade de ouro para internacionalizar empresas brasileiras

Por Agência Estado Leia mais »

Fusões e aquisições na indústria farmacêutica

De O Estado de S.Paulo

Investimentos da indústria farmacêutica

Bruno Tanus Job e Meira

O foco em inovação e a concorrência global levaram os grandes players do setor de life sciences (composto basicamente pela indústria farmacêutica e biotecnológica) a realizarem, em 2010, investimentos relevantes por meio de fusões e aquisições de empresas do mesmo ramo. E esse movimento tende a continuar.

A indústria farmacêutica vem determinando novas estratégias de investimento em virtude, sobretudo, da busca pelo desenvolvimento de novas substâncias e também da manutenção de participação no mercado com a expiração das patentes dos blockbusters (medicamentos líderes em vendas). Para viabilizar a produção de novas drogas e manter a liderança na venda de certos produtos, os grandes laboratórios vêm dando atenção aos investimentos nos setores de e-health (saúde eletrônica), biotecnologia e aos medicamentos similares e genéricos. Leia mais »

Petróleo penaliza ação no curto prazo, diz Gabrielli

Da Folha de S.Paulo

ENTREVISTA DA 2ª / JOSÉ SERGIO GABRIELLI

Petrobras não dará retorno no curto prazo, afirma Gabrielli

PRESIDENTE DA MAIOR EMPRESA DO PAÍS DIZ QUE AÇÃO ESTÁ SENDO PENALIZADA NO MERCADO FINANCEIRO E QUE GOVERNO NÃO REGULA O PREÇO DA GASOLINA

 

Sergio Lima/Folhapress

ELEONORA DE LUCENA 
ENVIADA ESPECIAL A BRASÍLIA 
VALDO CRUZ 
DE BRASÍLIA

É preciso olhar o longo prazo. A indústria do petróleo não trabalha no curto prazo. 

Com esse raciocínio, José Sergio Gabrielli, presidente da Petrobras, avalia o impacto da crise internacional na dinâmica da empresa.  Leia mais »

O poder simbólico do Bric na crise mundial

Da BBC Brasil

Ajuda de Brics a ricos tem 'lado mitológico', diz jornal

Bloco sulamericano é potência, diz Mejía

Por Assis Ribeiro

Do Página/12

“Juntos somos uma potência”, diz secretária-geral da Unasul

Em entrevista ao jornal Página/12, a secretaria geral da União Sulamericana de Nações, Maria Emma Mejía, destaca a posição de força do bloco frente à crise econômica mundial. "Somos países importantes, mas juntos somos uma potência. E hoje, especialmente, frente à conjuntura mundial, frente uma nova crise, as atitudes de cooperação não só não se enfraquecem, como se fortalecem", afirma Mejía.

Obama busca reduzir déficit em US$ 2 tri

Por raquel_

Do Valor Econômico

Obama monta plano para reduzir déficit em US$ 2 tri

Por Alex Ribeiro | De Washington

O presidente americano, Barack Obama, apresenta hoje ao Congresso um plano para reduzir o déficit público em cerca de US$ 2 trilhões nos próximos dez anos. Se forem confirmadas as medidas cogitadas nos últimos dias, que incluem aumento de impostos para os mais ricos e corte de benefícios sociais, haverá resistência da oposição republicana e dos democratas mais à esquerda.

O plano fiscal de Obama será encaminhado ao chamado supercomitê formado por parlamentares dos dois partidos que, durante as negociações em agosto para aumentar o teto da dívida pública americana, ficou encarregado de encontrar formas de cortar o déficit público em US$ 1,2 trilhão nos próximos dez anos. Leia mais »

Pequenas hidrelétricas vivem crise

Por raquel_

Do Valor Econômico

Sem estímulo, pequenas usinas vivem crise

Por André Borges | De Brasília

A julgar pelos investimentos bilionários despejados na construção de grandes hidrelétricas, tudo levaria a crer que a geração de energia captada nas águas dos rios vive hoje a sua melhor fase. Não é bem assim. O vigor de empreendimentos como Belo Monte, Jirau e Santo Antônio tem ajudado a ofuscar uma crise que se instalou entre os projetos de pequenas centrais hidrelétricas espalhados pelo país. As chamadas PCHs, termo usado para definir usinas que geram até 30 megawatts (MW), atravessam um momento difícil, uma situação sem data para acabar e que, segundo especialistas e empreendedores, é resultado da falta de estímulos fiscais e de uma burocracia capaz de manter um projeto por anos na gaveta. Leia mais »

Independência do BC é operacional, diz Belluzzo

Por Roberto São Paulo

Da Rede Brasil Atual

Belluzzo: política econômica é do governo, e não do mercado

Economista critica ideia de que independência do Banco Central é absoluta e afirma que governo Dilma quer mostrar que tem “bala na agulha para peitar o mercado” 

João Peres

São Paulo – O economista Luiz Gonzaga Belluzzo avalia que os últimos movimentos do Banco Central (BC), em especial o corte de meio ponto da taxa básica de juros, são uma correção de rumos, e não o disparate que querem fazer parecer alguns dos analistas escalados pela velha mídia.

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Grécia é incapaz de pagar dívida, diz Kahn

Por Marco Antonio L.

Da Agência Estado

Grécia não consegue pagar dívida, diz Strauss-Kahn

Ex-diretor do FMI também falou sobre acusação de assédio sexual: 'foi um deslize moral' Leia mais »

O ônus demográfico do Japão

Por wilson yoshio.blogspot

Publicado em  18/09/2011 16:32 Quase 25% dos japoneses tem 65 anos ou mais O número de homens é de 12,73 milhões (20,5% da população masculina), enquanto o de mulheres chega a 17,07 milhões (26% da população feminina) - ipcdigital.com

Na população japonesa, 23,3% ou 29,8 milhões de pessoas possui 65 anos ou mais de acordo com números publicados pelo governo do país. Isto representa um aumento de 240.000 pessoas (0,2%) a mais que no ano passado.

O número de homens é de 12,73 milhões (20,5% da população masculina), enquanto que de mulheres chega a 17,07 milhões (26% da população feminina). Estima-se que 8,66 milhões de japoneses tem 80 anos ou mais.

Já o número de pessoas com idade de 65 anos ou mais que continuam trabalhando subiu para 5,7 milhões. Entre os japoneses com idade entre 65 e 69 anos, 46,8% dos homens e 26,9% das mulheres trabalham. Leia mais »

Oportunidades do Brasil com a economia verde

Por Marco Antonio L

(faltou link)

N° Edição:  2183 |  09.Set.11 - 21:00 |  Atualizado em 18.Set.11 - 05:00

Riqueza ocultaAumento do rigor das leis ambientais chinesas e da produção de máquinas "verdes" coloca o Brasil no mapa da extração de minérios essenciais à vida modernaAndré Julião

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DE OLHO
Óculos de visão noturna dependem de substâncias como o lantânio e o
gadolínio, encontráveis no País, que não deve se limitar a apenas extraí-los

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Por que o aumento de tarifas de importação dos automóveis foi uma medida correta?

Autor: 
Por que o aumento de tarifas de importação dos automóveis foi uma medida correta? - por  Marcos Doniseti! 

O governo brasileiro está absolutamente correto em sua decisão de elevar as tarifas de importação sobre automóveis e caminhões. 

Saúde nos EUA e a falta de compaixão

Do Portal Luís Nassif

Do Blog de Joel Bento Carvalho Leia mais »

Diplomacia comercial: Brasil reconstruindo Cuba

Por wilson yoshio.blogspot

Da Folha.com

18/09/2011 - 00h52

Raúl Castro supervisiona obras de porto com investimento brasileiro

DA EFE

O presidente cubano, Raúl Castro, supervisionou neste sábado pessoalmente os trabalhos de construção e investimentos no porto de Mariel, que deve se transformar no principal de Cuba e cujas obras contam com financiamento brasileiro.

Um noticiário da televisão cubana informou que Raúl constatou "avanços" nos trabalhos de construção no porto e participou de uma reunião para checar o investimento junto com seu primeiro vice-presidente, José Ramón Machado Ventura.

"Esta obra tem uma importância econômica extraordinária, não só para o desenvolvimento atual do país, mas também para o futuro", afirmou Raúl segundo o noticiário, que transmitiu as imagens da reunião sem áudio.

O presidente também ressaltou que o investimento dotará o país de uma "infraestrutura aproveitável durante dezenas de anos nos mais de 400 quilômetros quadrados que formam a zona especial de desenvolvimento".

Raúl insistiu na importância de trabalhar com "qualidade, organização e sem demoras".

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