Empresários do Japão apresentam propostas ao BNDES

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Correio Braziliense

Sábios do Oriente

Brasil S.A - Antônio Machado

Notáveis do Japão propõem no BNDES inovações para o pré-sal e muito mais, alheios ao curto prazo

Parece inimaginável, com o dólar chegando à cercania de R$ 2,45 e a variação mensal da inflação voltando a alçar voo, saindo de quase zero em julho para 0,16% no meio de agosto, além de a abertura de postos de trabalho despencar de 142,5 mil para 41,5 mil, de um mês para outro, que haja clima para falar de oportunidades de negócios.

Mas foi o que aconteceu na terça-feira na sede do BNDES, no Rio. E oportunidades não faltaram, apesar da bruma que embaça o horizonte da economia, já que assim foi por oito horas seguidas — da manhã ao fim da tarde. E não se tratava de executivos do BNDES esforçando-se em atrair investidores para as concessões de infraestrutura.

Foi o contrário: um grupo dos mais poderosos empresários do Japão, conhecido por Grupo de Sábios, veio de Tóquio apresentar propostas inovadoras, visionárias até, para atuação conjunta com a Petrobras na exploração do pré-sal, entre outras. Uma nova concepção para o desenvolvimento da malha ferroviária nacional, por exemplo, também entrou nas conversas, conduzidas pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho, hoje, principal referência japonesa na relação bilateral. Leia mais »

Fim da validade dos créditos pode aumentar preço do pré-pago

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Valor

Teles podem elevar preço do pré-pago

Por Daniele Madureira | De São Paulo

O eventual fim da validade dos créditos no celular, decidido na semana passada pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, pode levar ao aumento do preço dos serviços, segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil). Em comunicado divulgado ontem, a organização afirma que a decisão "cria um ambiente de insegurança jurídica e pode exigir uma nova reestruturação do modelo de sustentabilidade do sistema pré-pago da telefonia móvel".

Na semana passada, a 5ª Turma do TRF da 1ª Região proibiu as operadoras de estabelecer um prazo de validade para os créditos dos telefones pré-pagos. Para o Ministério Público Federal (MPF), que deu origem ao processo, a perda de créditos adquiridos depois de determinado tempo, ou a exigência da aquisição de novos créditos para a continuidade do serviço caracteriza "enriquecimento ilícito por parte dos operadoras". As empresas podem recorrer da decisão. Leia mais »

Deputados podem criar CPI para investigar pirâmides

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Correio Braziliense

CPI para pirâmides

ANA CAROLINA DINARDO

A possibilidade de criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar esquemas de pirâmide financeira foi discutida ontem durante audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados. A questão, entretanto, dividiu os integrantes do colegiado, que ouviu representantes do Ministério Público e de empresas suspeitas de adotarem essa prática, considerada ilegal.

Na mira da Justiça, os empresários buscam no Congresso Nacional apoio para escaparem das acusações. O presidente da Telexfree, Carlos Costa, disse não ter o que temer caso a CPI seja instalada. “Não somos pirâmide, e vamos provar isso, pois pagamos impostos ao governo”, declarou. A empresa é acusada pelo Ministério Público do Acre de fazer recrutamento de investidores sob disfarce de marketing multinível.

 O procurador da República Bruno Ferreira da Silva destacou que o pagamento de impostos não livra a Telexfree das acusações. “Há empresas lícitas e ilícitas que pagam impostos. As ilegais, no entanto, não pagam todos, o que não as impede de ser pirâmides”, explicou. 

A Bbom teve os rendimentos bloqueados pela Justiça Federal há dois meses. O presidente da empresa, João Francisco de Paulo, disse que comercializa produtos e serviços por meio de marketing multinível — um modelo que premia os vendedores que atraem outros vendedores para a rede. O principal serviço, segundo ele, é o de rastreamento de veículos. “Vendemos nossos produtos como qualquer estabelecimento comercial. Somos uma empresa legal”, disse. Leia mais »

O fim da era Balmer na Microsoft

Do Business Insider

Microsoft shares surge over 8% on news that Steve Ballmer will retire within a year

Steven Perlberg

Microsoft just announced CEO Steve Ballmer will retire.

And the stock is surging, up over 8% pre-market.

Ballmer, who has been CEO since 2000, will retire within the next 12 months, according to Microsoft. The board has begun the process of looking for a new CEO.

Last month, the company announced a major reorganization. Leia mais »

Banco Central vai fazer programa de leilões de câmbio

Do Banco Central

BC anuncia programa de leilões de câmbio

Com o objetivo de prover “hedge” (proteção) cambial aos agentes econômicos e liquidez ao mercado de câmbio, o Banco Central do Brasil comunica que iniciará, a partir desta sexta-feira, 23/8, programa de leilões de swap cambial e de venda de dólares com compromisso de recompra. Esse programa se estenderá, pelo menos, até 31 de dezembro de 2013.

Os leilões de swap ocorrerão todas as segundas, terças, quartas e quintas-feiras, quando serão ofertados US$ 500 milhões por dia. Às sextas-feiras, será oferecida ao mercado, por meio de leilão de venda com compromisso de recompra, linha de crédito no valor de US$ 1 bilhão.

Se julgar apropriado, o Banco Central do Brasil realizará operações adicionais. Leia mais »

Mantega diz que câmbio está em 'perfeita normalidade'

Do O Globo

‘Quem está apostando só na alta vai perder’, diz Mantega sobre câmbio

Declaração foi feita ao Jornal Nacional nesta quinta-feira

Em entrevista, ministro da Fazenda afirmou que governo reduzirá projeção de avanço da economia de 3% para 2,5%

RIO - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse, nesta quinta-feira, que o câmbio está em "perfeita normalidade" e que o governo tem feito intervenções para "evitar que flutuações sejam elevadas, porque o mercado sempre exagera quando vê oportunidade de ganhar dinheiro". Em entrevistas ao Jornal Nacional e ao site G1 (clique para assistir à matéria), Mantega reforçou que o país não sofre com fuga de dólares.

— Não há, digamos, uma fuga de capitais, nada disso. A situação esta na perfeita normalidade. É claro que essa flutuação do dólar atrapalha atividades econômicas, mas estamos em situação favorável. O governo tem feito intervenções para evitar que flutuações sejam elevadas, porque o mercado sempre exagera. Quando vê oportunidade de ganhar dinheiro nessas valorizações, ele vai e aposta, principalmente quando tem situação segura como no Brasil — disse Mantega. Leia mais »

Para entender melhor os movimentos do câmbio

Autor: 

Coluna Econômica

O que está ocorrendo agora nada tem a ver com eventual inadimplência de países emergentes. Trata-se de um ensaio, tendo em vista a expectativa do FED (o Banco Central dos EUA) retirar os chamados estímulos monetários.

Esses estímulos consistem no resgate periódico de títulos da dívida dos EUA. Em vez de rolar a dívida, paga-se em dólares, inundando o sistema financeiro internacional com a moeda  e mantendo as taxas de juros (em dólares) em níveis historicamente baixos.

Deflagra-se então um movimento de saída de recursos dos EUA, especialmente dos grandes fundos de investimento e, principalmente, de pensão, cujos cálculos atuariais embutem taxas mínimas de remuneração, para dar conta dos compromissos futuros, não atendidas pelos juros em dólares.

Ao mesmo tempo, essa revoada de dólares provoca a valorização de todos os ativos expressos em outras moedas, dentre os quais o real foi dos mais expressivos.

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O fim dos estímulos monetários reverte o processo. Haverá um aumento das taxas de juros nos EUA, um refluxo dos investimentos norte-americanos, de volta para o país. Essa reacomodação da poupança global provocará uma desvalorização nas moedas e nos ativos dos emergentes.

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É o chamado jogo do mico-preto. Quando se inicia o processo de desvalorização do real, que sai por último paga a conta.

O cálculo é simples:

O investidor tem, suponhamos, R$ 100 milhões aplicados aqui.

Com o dólar a R$ 2,20, fará a conversão e ficará com US$ 45,5 milhões.

Com o dólar a R$ 2,40, seus R$ 100 milhões valerão apenas US$ 41,7 milhões.

*** Leia mais »

O jogo político nas pirâmides financeiras

Do Jornal do Commercio

Telexfree e BBom: o jogo político nas supostas pirâmides

Lado eleitoral do tema é discutido abertamente em audiência pública na Câmara dos Deputados

Giovanni Sandes

Quantas pirâmides financeiras são necessárias para eleger um deputado? E quantas podem acabar com as chances de um parlamentar se reeleger? Contra as empresas ou a favor delas, o jogo político e eleitoral envolvendo a Telexfree e a BBom foi discutido às claras nesta quarta (21), em audiência pública na Câmara dos Deputados. Os números mostram o peso do tema. Só as duas empresas alcançaram mais de 1,2 milhão de pessoas, um público que tomou empréstimos e até abandonou o emprego para investir no lucro alto e rápido pago pelos negócios, suspensos pela Justiça por suspeitas de serem pirâmides financeiras, um crime contra a economia popular.

As duas empresas dizem usar o chamado marketing em rede, ou marketing multinível, para divulgar e vender seus produtos: no caso da BBom rastreadores de veículos e na Telexfree, planos de ligações telefônicas pela internet. Os interessados pagavam adesões de R$ 600 a mais de R$ 100 mil para participar das redes, mas não precisavam vender nada para ter um retorno de 30%, 40% ao mês. E ainda ganhavam bônus por levar mais gente para as redes.
Para as autoridades, a principal fonte de lucros não eram os produtos e sim as novas adesões, o que caracteriza uma pirâmide, um negócio que dá prejuízos a muito mais pessoas do que todos que tiveram lucros. Leia mais »

Governo precisa traçar um rumo e seguir o caminho planejado

Por foo

Comentário ao post "Para entender as oscilações do câmbio"

A questão é simples: os EUA jogaram trilhões no sistema financeiro para reativar sua economia.

Somente os fundos de investimento norte-americanos possuem ativos líquidos que excedem US$ 11 trilhões.

Se estes fundos tirarem todos os seus dólares do Brasil, o dólar vai se tornar escasso no mercado interno. Esta escassez é artificial, pois os fundos continuam com seus trilhões de dólares em reservas; mas sob o ponto de vista brasileiro a fonte secou, o dólar sobe, e o real fica artificialmente barato.

O BC começa a comprar reais pelo preço definido pelos fundos; o real valoriza. Até que os fundos novamente enxugam seus investimentos, e o jogo recomeça. Nestas pequenas variações, os fundos de investimento ganham muito dinheiro e nossa economia.

O grau de interesse do investidor é inversamente proporcional ao do especulador. O investidor quer previsibilidade; o especulador quer variações bruscas. Volatilidade para o investidor é risco; para o especulador é lucro. Ao permitir o entra-e-sai de dólares o Brasil atrai o primeiro e afugenta o segundo. Leia mais »

Dólar cai 0,78% e encerra dia vendido a R$ 2,43

Da Agência Brasil

Dólar cai 0,78% um dia depois de atingir maior valor em cinco anos

22/08/2013 - 17h32

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Depois de atingir o maior valor em cinco anos, a moeda norte-americana caiu nesta quinta-feira (22). O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 2,4320, com queda de 0,78%. A queda ocorreu em meio a uma série de intervenções do Banco Central (BC) para conter a alta do câmbio.

A moeda chegou a operar em alta por alguns momentos. Perto das 11h20, a cotação chegou a alcançar R$ 2,4537. No entanto, o câmbio caiu nas horas seguintes. Por volta das 13h45, o dólar chegou a ser vendido a R$ 2,4260, na mínima do dia. No entanto, o ritmo de queda reduziu-se ao longo da tarde, até a divisa fechar acima de R$ 2,43.

Pela manhã, o Banco Central rolou (renovou) US$ 986,4 milhões em contratos de venda de dólares no mercado futuro. A autoridade monetária também promoveu o leilão de até US$ 4 bilhões no mercado futuro com compromisso de recompra, mas o resultado dessa operação só vai ser divulgado nos próximos dias.

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Sindicatos conseguem aumentos reais em 85% das negociações

Da Agência Brasil

Sindicatos conseguem aumentos reais em 85% das negociações salariais no primeiro semestre

22/08/2013 - 15h10

Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – Cerca de 85% das 328 unidades de negociação analisadas no primeiro semestre deste ano pelo Sistema de Acompanhamento de Salários do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) conquistaram aumentos reais para os salários negociados. De acordo com dados divulgados hoje (22) pelo Dieese, o percentual é inferior ao do ano passado (96,3%) e ao de 2010 (87,2%), mas muito semelhante ao de 2011 (84,4%).

Na análise por setores, o comércio foi o que teve maior percentual de sucesso, com 98% das 45 unidades com ganhos reais para os salários. Na indústria, o percentual de reajustes acima da inflação ficou em 85% das 142 negociações feitas. No setor de serviços, houve aumento real em 79% das 141 negociações.

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Cai o desemprego em julho

Do G1

Desemprego tem primeira queda no ano e fica em 5,6% em julho, diz IBGE

Taxa é a menor desde fevereiro deste ano, quando também ficou em 5,6%. Mas rendimento médio real teve quinta queda mensal seguida.

A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 5,6% em julho, após registrar 6% no mês anterior, segundo indica a Pesquisa Mensal de Emprego divulgada nesta quinta-feira (22). Foi o primeiro recuo do indicador desde dezembro de 2012.

Em comparação a julho de 2012, quando estava em 5,4%, a taxa teve leve alta de 0,2 ponto (considerada estabilidade pelo IBGE).

A taxa mensal é a menor desde fevereiro deste ano, quando também ficou em 5,6%.

O rendimento médio real habitual dos ocupados registrou a quinta queda mensal consecutiva, de 0,9%, ante junho, e ficou em R$ 1.848,40 no mês passado. Apesar das perdas, o valor está 1,5% acima do verificado em julho de 2012 (R$ 1.821,04). Leia mais »

Os estudos sobre a exploração de terras-raras no Brasil

Sugerido por Tamára Baranov

Da Folha

Brasil dá a largada na corrida por metais de tablets e de mísseis

DIANA BRITO,  DENISE LUNA
DO RIO

O governo federal iniciou a corrida em busca dos recursos naturais mais cobiçados do século 21: os metais conhecidos como terras-raras.

Eles são ingredientes essenciais na produção de derivados da alta tecnologia, como tablets, mísseis teleguiados, carros elétricos e geradores eólicos.

Em entrevista à Folha, o ministro de Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp, informou que contratou a consultoria da Fundação Certi (Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras) para desenvolver estudos sobre a exploração de terras-raras no Brasil.

Um pré-estudo, feito pelo Centro de Gestão de Estudos Estratégicos do ministério, ficou pronto neste mês e servirá de base para o trabalho da Certi.

Ainda sem noção exata sobre o volume existente em território nacional, Raupp afirmou que o trabalho vai traçar toda a trajetória tecnológica de exploração dessa riqueza no país, até o final da cadeia. Leia mais »

A nova frente de produção da Vale em Carajás

Sugerido por MiriamL

Do Brasil de fato

Carajás é da China  

Ficou evidente o interesse da Vale em agradar aos seus grandes clientes chineses, japoneses e de outros países, sem os quais sua grandiosidade estaria comprometida

Lúcio Flávio Pinto,

Cartas da Amazônia

A nova frente de produção que a Vale está abrindo em Carajás, no Estado do Pará, é superlativa. Trata-se do maior investimento as mineradora em toda a sua história, de 70 anos. Quando os 19,7 bilhões de dólares (em torno de 40 bilhões de reais) tiverem sido inteiramente aplicados, a mina de Serra Sul estará em condições de acrescentar 90 milhões de toneladas anuais à produção da ex-estatal. Com duas outras expansões na área, a província mineral de Carajás passará de 120 milhões para 250 milhões de toneladas por ano de minério de ferro.

Isso acontecerá em 2017, quando o Pará passará à frente de Minas Gerais como a maior fonte de minério de ferro da antiga Companhia Vale do Rio Doce. Será mais do que a relação de 250 milhões para 200 milhões de toneladas de produção entre os dois principais Estados mineradores do Brasil. Leia mais »

Empresas querem universalizar acesso à Internet

Sugerido por MiriamL

Do Público.pt

Zuckerberg reúne gigantes da tecnologia para elevar acesso à Internet a direito humano

Facebook, Ericsson, MediaTek, Nokia, Opera, Qualcom e Samsung querem alargar acesso à rede a toda a população mundial. Para isso, querem tornar troca de dados mais eficiente e ajudar países em desenvolvimento a melhorar infra-estruturas.

O Facebook tem 1150 milhões de utilizadores. Grosso modo, uma em cada sete pessoas no mundo tem uma conta naquela rede social, que começa a não ter muito por onde crescer. As últimas estimativas indicam que 2700 milhões de pessoas tenham acesso à Internet, o que deixa de fora a maior parte da população mundial. A solução é óbvia: aumentar o acesso.

A primeira pergunta que se coloca a uma empreitada dessa envergadura também é evidente: como? O Facebook tem várias respostas. Primeiro, quer tornar a troca de dados mais eficiente, para baixar os custos associados ao acesso à Internet através dos telemóveis. Segundo, reduzir a quantidade de dados usadas pelas aplicações móveis. Terceiro, ajudar as empresas dos países em desenvolvimento a criar modelos de negócio que facilitem o acesso à rede. Leia mais »