Caixa lucra R$ 3,1 bilhões no primeiro semestre

Sugestão de Assis Ribeiro

Brasil Econômico

Aumento do crédito e de clientes turbina lucro da Caixa

Por Léa de Luca

Com o aumento de 42,5% na carteira de crédito e de 12% na base de clientes, a Caixa lucrou no primeiro semestre R$ 3,1 bilhões.

O aumento de 42,5% na carteira de crédito e de 12% na base de clientes levou a Caixa a lucrar R$ 3,1 bilhões no primeiro semestre deste ano. A cifra é 10,3% maior do que o obtido no mesmo período do ano passado, e, segundo a instituição, é recorde. Considerando apenas o segundo trimestre, o lucro cresceu 8,8%, para R$ 1,8 bilhão.

O saldo da carteira de crédito terminou junho em R$ 431,3 bilhões, e a base de clientes aumentou 7,5 milhões nos últimos 12 meses - a instituição terminou junho com 69 milhões. Leia mais »

Companhias aéreas deverão ser condenadas por cartel

Sugestão de anarquista sério

Folha de S.Paulo

Cade deve condenar 5 aéreas por cartel

Segundo denúncia, companhias de transporte de carga combinavam a cobrança de maior valor permitido de taxa

Lufthansa, que delatou esquema, deve ficar sem punição; Air France e KLM, já acertaram pagar reparação de R$ 14 mi

RENATA AGOSTINIMARIANA SCHREIBERDE BRASÍLIA

A participação de nove companhias aéreas na formação de um suposto cartel no transporte de cargas está na pauta de julgamento da próxima sessão do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), no dia 28. Segundo apurou a Folha, a tendência é de condenação de cinco delas. Leia mais »

O fator câmbio.

Creio que estamos no caminho correto diante dos novos desdobramentos da atual crise econômica mundial.
De qualquer maneira é necessário controlar os impactos da correção da taxa de câmbio na inflação, o que torna necessário a venda de parte das reservas cambiais no Mercado à vista.
Lembrando que em 2008/2009 o Banco Central precisou vender cerca de US$ 11 bilhões no mercado à vista, e que a Reservas cambias estão em cerca de US$ 374, contra os US$ 200 bilhões de 2008.

Creio que com a correção da taxa de câmbio, a redução da do custo da tarifa de energia elétrica, a desoneração da folha de pagamento, e a redução do spread bancário, pode ocorrer uma substituição de parte da importações pela produção nacional, e mesmo com a queda no ritmo de crescimento das vendas do comércio, pode haver um aumento no ritmo de crescimento do do PIB, e do emprego.
Considerando a taxa de câmbio de R$ 1,60,  e a redução da tarifa de  energia elétrica de 30% em reais, com a atual correção da taxa de câmbio, a queda da tarifa de energia elétrica em dólar já chega a  mais de 50%. Leia mais »

Dólar fecha no maior nível em mais de quatro anos

Da Agência Brasil

Dólar encosta em R$ 2,40 e fecha na maior cotação em quatro anos

16/08/2013 - 17h27

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Apesar das intervenções do Banco Central (BC), a moeda norte-americana encostou em R$ 2,40 e voltou a fechar no maior nível em mais de quatro anos. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (16) vendido a R$ 2,3960, com alta de 2,46%. A cotação é a maior desde 3 de março de 2009, quando a moeda tinha sido vendida a R$ 2,441.

No ano, o câmbio subiu 16,99%, a maior alta acumulada desde o início das turbulências no sistema financeiro internacional. Apenas em agosto, o dólar registrou aumento de 4,97%.

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Débitos não autorizados são a principal queixa contra bancos

Sugerido por antonio francisco

Da Agência Brasil

Débitos não autorizados são a principal reclamação de clientes de bancos, diz BC

Kelly Oliveira

Brasília – O número de reclamações de clientes contra bancos chegou a 2,335 mil em julho, informou hoje (15) o Banco Central (BC). Em junho, chegaram ao BC 2,406 mil queixas sobre serviços bancários. A maioria das reclamações (397) registradas no mês passado foi por causa de débitos não autorizados em conta. Em junho, o débito não autorizado já tinha sido a principal queixa dos clientes, com 413 registros.

Em segundo lugar, ficaram as reclamações sobre a prestação irregular do serviço de conta salário (390), seguidas pelas contestações de cobrança de tarifas de serviços não contratados (222).

No mês passado, no ranking de reclamações com resultado ponderado pelo número de clientes por instituição, o banco que mais recebeu reclamações foi o Santander, com 611 casos considerados procedentes pelo BC. Em junho, o Santander já tinha liderado a lista, com 557 reclamações procedentes.

Nessa lista, o Itaú ficou em segundo lugar no mês de julho, com 335 reclamações, e o Banco do Brasil, em terceiro, com 422 casos julgados procedentes. Leia mais »

Crédito de celular pré-pago não pode expirar, decide TRF

Sugerido por Lucas Costa

Do G1

Créditos de celulares pré-pagos não podem expirar, decide Justiça

As operadoras de telefonia móvel estão proibidas de estabelecer prazo de validade para créditos pré-pagos, em todo o país, por uma decisão da 5ª Turma do TRF da 1ª Região, segundo nota publicada nesta quinta-feira (15).

A decisão foi unânime, mas ainda cabe recurso. Se descumprida, há multa diária de R$ 50 mil.

As operadoras Vivo, Oi, Amazônia Celular e TIM têm 30 dias para reativar o serviço de todos os usuários que tiverem sido interrompidos, e devem devolver a exata quantidade de créditos em saldo que o cliente tinha à época da suspensão.

Procurado pelo G1, o Sinditelebrasil, que representante empresas de telefonia, não se pronunciou sobre o assunto até a última atualização desta reportagem.

A proibição foi dada em relação a um recurso do Ministério Público Federal (MPF) contra sentença da 5ª Vara Federal do Pará. O MPF entrou com uma ação civil pública contra a Anatel e as operadoras Vivo, Oi, Amazônia Celular e TIM, mas a primeira decisão foi a favor das operadoras, ao afirmar que "a restrição temporal de validade dos créditos de celulares pré-pagos não apresenta qualquer irregularidade". Leia mais »

A lenta adaptação do país aos novos marcos

Autor: 

Coluna Econômica

Ex-presidente da Petrobras, Secretário do Planejamento do governo da Bahia, José Sérgio Gabrielli tem uma explicação razoável para os problemas enfrentados pelo país na área de infraestrutura e na implantação de novos modelos de concessão. A explanação foi feita durante o seminário “Investimentos em Infraestrutura” do projeto Brasilianas.

De um lado, o fato das regiões mais distantes (com menos infraestrutura) crescerem mais do que o centro (com mais infra). Esse fenômeno explicitou de forma mais contundente as vulnerabilidades da infraestrutura brasileira.

***

No caso dos municípios, especialmente os menores, o principal problema não é a gestão, falta de projetos, mas a relação custeio x investimento – que tem feito muitos deles recusar investimentos federais relevantes.

Esse paradoxo decorre do melhoria da renda das famílias, com as diversas redes de proteção social, e do gradativo enfraquecimento financeiro dos municípios.

As redes de proteção social tornaram-se parte integrante da política nacional e fundamentais para o dinamismo da economia. Dos 417 municípios da Bahia, 262 recebem mais , da soma da Bolsa Família mais Previdência Social, do que as prefeituras recebem do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Com a melhoria de renda, os miseráveis tornam-se consumidores e incluídos no mercado de cidadania. O governo federal criou uma série enorme de programas públicos para levar investimentos aos municípios. Só que as prefeituras (especialmente dos municípios menores) não têm recursos sequer para bancar despesas operacionais. Às vezes o município tem recursos mas sofre as restrições da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Daí a razão para em alguns casos, como no + Médicos, a União se responsabilizar também pela contratação dos médicos. Leia mais »

Dívida das empresas de Eike chega a R$ 25 bilhões

Do Estadão

Crise já consumiu R$ 7,6 bi do caixa das empresas X e dívida chega a R$ 25 bi

Balanço das seis companhias de capital aberto do grupo EBX, de Eike Batista, mostra que o caixa das companhias saiu de R$ 10,22 bi para R$ 2,6 bi

Irany Tereza, Mariana Durão e Sabrina Valle

Em um ano, a crise que se abateu sobre o grupo X consumiu R$ 7,63 bilhões do caixa das seis companhias de capital aberto de Eike Batista. Em junho do ano passado, quando a petroleira OGX divulgou uma produção abaixo da esperada no campo de Tubarão Azul - dando início à derrocada do império X-, as empresas tinham R$ 10,22 bilhões em caixa. Agora, essa cifra está em R$ 2,6 bilhões, segundo levantamento da consultoria Economática.

A dívida tomou caminho inverso: aumentou de R$ 21 bilhões para mais de R$ 25 bilhões. A situação mais crítica é a da petroleira, empresa âncora de Eike e que assumiu o papel de estopim da crise. A OGX acumulava em junho de 2012 um caixa de R$ 5,9 bilhões. Agora são parcos R$ 722 milhões. Ou seja, Eike "queimou" quase 90% do caixa da companhia e a produção frustrada não acrescentou quase nada à receita. Agora, a reestruturação da dívida da OGX será coordenada pela Blackstone, consultoria financeira norte-americana que participa da reestruturação da dívida da Grécia. Segundo fontes, a consultoria estaria negociando também ativos da petroleira de Eike Batista. Leia mais »

Atividade econômica desacelera no 2° tri, mas cresce 0,89%

Da Agência Brasil

Atividade econômica perde ritmo, mas cresce 0,89% no segundo trimestre

15/08/2013 - 9h35

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Brasília - A atividade econômica apresentou crescimento de 0,89% no segundo trimestre, em relação ao três primeiros meses deste ano. É o que mostra o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período), divulgado hoje (15). A atividade econômica perdeu ritmo de crescimento – uma vez que, no primeiro trimestre deste ano comparado com o quarto de 2012 – a expansão ficou em 1,10% de acordo com os dados revisados.

Na comparação entre o segundo trimestre deste ano com igual período de 2012, a expansão ficou em 3,97%, segundos os dados revisados e sem ajustes sazonais. No ano, a expansão do IBC-Br ficou em 2,90% e em 12 meses encerrados em junho, em 1,94%.

Em junho, comparado com o mês anterior, a expansão ficou em 1,13% (dado ajustado para o período). Na comparação entre junho e o mesmo mês de 2012, houve expansão de 2,35% (sem ajustes).

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Banco do Brasil tem lucro recorde no 1º semestre

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Correio Braziliense

BB tem lucro recorde com crédito barato  

Se a economia ainda não deu sinais claros de recuperação, o mesmo não se pode dizer dos bancos públicos, que, apesar de terem reduzido os juros às mínimas históricas, têm reportado ganhos crescentes em 2013. O Banco do Brasil anunciou ontem o melhor desempenho para um primeiro semestre, com lucro líquido de R$ 10 bilhões. A Caixa, que divulga o balanço amanhã, também vai apresentar crescimento expressivo. Conforme o Correio apurou junto a fontes do mercado, a instituição deve apontar lucro de R$ 1,5 bilhão apenas no segundo trimestre. Nos seis primeiros meses, o resultado deve ficar ao redor dos R$ 2,8 bilhões, um recorde para a instituição.

Os números são resultado de uma política agressiva, que permitiu às instituições públicas ganharem participação no mercado. Em dezembro de 2011, dos R$ 2,034 trilhões em crédito bancário concedido no país, o equivalente a R$ 887 bilhões, ou 43,6%, tinham origem em empresas financeiras controladas pelo Estado. Em junho passado, a fatia passou para R$ 1,272 trilhão — 50,2% do total. Leia mais »

Eike vende controle da LLX por R$ 1,3 bilhão

Sugerido por Gão

Do Terra

Eike vende o controle da LLX por R$ 1,3 bilhão

A LLX anunciou nesta quarta-feira operação que, se concluída, culminará na transferência do controle da companhia de logística do grupo EBX, do empresário Eike Batista, para a empresa americana EIG Management Company.

A LLX firmou um termo de compromisso para receber da empresa do setor de energia EIG Management Company R$ 1,3 bilhão, que permitirão à empresa de logística executar o Porto do Açu, um arrojado projeto localizado no Norte fluminense previsto para operações de minério de ferro, petróleo, entre outros produtos.

"Quando a operação for concluída o Grupo EIG se tornará o novo acionista controlador da LLX", informou a LLX em comunicado nesta quarta-feira.

"O atual acionista controlador deixará de integrar a administração da Companhia, mas continuará a ser um acionista relevante, e preservará o direito de indicar um membro do conselho de administração da LLX", acrescentou a empresa de logística em comunicado divulgado após o fechamento do mercado.

Esta é a segunda vez que Eike Batista aceita deixar o controle de uma das empresas do grupo EBX. Eike deixou a presidência do Conselho de Administração da empresa energia MPX e vendeu a maior parte da sua participação para a companhia alemã E.ON em julho. Leia mais »

As lições do caso Siemens

Autor: 

Coluna Econômica

É esdrúxula a iniciativa do governador de São Paulo Geraldo Alckmin de processar a Siemens pela formação de cartel nas licitações de trem do estado. A empresa é ré confessa. Como tal, assumiu as responsabilidades e será penalizada por isso, independentemente da  atitude de Alckmin.

O que falta apurar é o circuito das propinas junto ao setor público, a identificação dos operadores e a abertura de inquéritos para puni-los.

É tarefa politicamente impossível para o próprio governo ir atrás dos subornados, pois significaria escancarar o sistema de contribuições do seu partido e da sua gestão.

Por outro lado, seria injusto pagar sozinho uma conta da qual é devedor o sistema político brasileiro e todos seus partidos. E aí se entra no campo da hipocrisia ampla e irrestrita que assola a política nacional.

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A primeira hipocrisia é supor que os sucessivos governos de São Paulo não estavam informados sobre os esquemas de cartel. Não se está falando de licitação para merenda escolar, mas nas maiores licitações realizadas no Estado.

Em todos esses casos, é evidente que a prática foi conquistada com pagamento de propinas que chegaram aos partidos políticos. No caso de São Paulo, calhou da bomba estourar no colo de Alckmin.

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Se deixar de lado a segunda hipocrisia - a de supor que a prática está estrita a São Paulo -, o episódio poderá se constituir em um divisor de águas para algum avanço na moralização das licitações públicas.

Mas, para tanto, haveria a necessidade de um amplo pacto federativo juntando Executivo, Tribunais de Contas, Ministério Público, partidos políticos, em torno do CADE - o órgão mais apto a identificar práticas de cartel. Leia mais »

As vendas no comércio e a manipulação do G1

Sugerido por Jicxjo

Manchete safada no G1, levando em conta os percentuais de alta mas insinuando números absolutos. Como pode um aumento de 3% nas vendas se transformar no "1o semestre mais fraco desde 2003"? Sobretudo quando se afirma na própria notícia que a base de comparação é elevada!

Viva a manipulação de percepção ad nauseam; essa é a principal manchete em destaque no portal...

Do G1

Comércio tem 1º semestre mais fraco de vendas desde 2003

Volume de vendas no acumulado de janeiro a junho subiu 3%, aponta IBGE. No primeiro semestre do ano passado, alta foi de 9,06%. 

Do G1, em São Paulo

O primeiro semestre de 2013 foi o mais fraco de vendas do comércio varejista do país desde 2003, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quarta-feira (14).

O volume de vendas no acumulado de janeiro a junho subiu 3%, na comparação com o 1º semestre de 2012 - pior resultado desde o 1º semestre de 2003, quando as vendas do comércio recuaram 5,59%, também na comparação com os primeiros seis meses do ano anterior.

Nos primeiros seis meses do ano passado, as vendas do comércio registraram alta de 9,06%. No mesmo período de 2011, a alta foi de 7,32%. Leia mais »

Michael Moore e a falência da cidade de Detroit

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Terra Magazine

O documentário “Roger and Me” e as falências das cidades de Flint e Detroit

André Setaro

O Professor Jorge Vital de Brito Moreira, de Wisconsin, apesar de lecionar por muitos anos nos Estados Unidos, é baiano da Ilha de Maré. Enviou-me o texto que vai abaixo, e que resolvi publicá-lo aqui mesmo no meu blog do Terra Magazine, pela atualidade de seu relato e, também e principalmente, por se referir ao filme Roger and Me, do polêmico documentarista Michael Moore. Moreira se graduou em Ciências Sociais na Universidade Federal da Bahia e depois em Literatura nos EUA onde recebeu o título de Doutor (Ph.d) com uma tese elogiada sobre o grande escritor Antonio Callado.

Roger and Me (1989), o primeiro filme documentário de longa metragem do diretor Michael Moore,  mostra o próprio diretor Moore lutando para entrevistar a Roger Smith, o presidente da General Motors: o homem responsável pelo fechamento de onze fabricas de carros na cidade de Flint, Michigan, que deixou 30.000 pessoas sem trabalho e grandes partes da cidade em ruinas.

Roger and Me exibe uma história que se organiza  na forma de uma viagem (ou viagens) de “um cavaleiro andante” (o diretor, Michael Moore) em busca de conquistar uma meta ou um objetivo: convencer a Roger Smith a visitar a cidade de Flint para ver o resultado da sua decisão de fechar as fabricas de carros. Durante o percurso, o diretor encontra uma série de obstáculos que tratará de vencer para conseguir seu objetivo. Leia mais »

Dados oficias indicam fim da recessão na Zona do Euro

Do O Globo

Termina a recessão econômica na Zona do Euro

Países da UE que usam a moeda registraram crescimento de 0,3% no segundo trimestre

BRUXELAS - A recessão na Zona do Euro terminou no segundo trimestre do ano, de acordo com dados oficiais divulgados nesta quarta-feira.

A Eurostat, o escritório de estatísticas da União Europeia, disse que os 17 países da União Europeia (UE) que usam o euro registraram um crescimento econômico conjunto de 0,3% no período de abril a junho em relação ao trimestre anterior.

O índice é ligeiramente mais alto do que o 0,2% previsto pelos mercados, em parte graças ao sólido crescimento de 0,7% na Alemanha e à surpreendente expansão de 0,5% da França.

Fora das principais economias da Europa, há sinais de estabilização em outras partes, notavelmente em Portugal, que cresceu 1,1%. Leia mais »