A Carta do Colégio de Procuradores sobre a PEC 37

Carta de Brasília - Por que somos contra a PEC/37:

O Colégio de Procuradores da República, órgão do Ministério Público Federal, autoconvocado, reuniu-se em 18 de junho de 2013, no exercício de seu dever constitucional de zelar pelo estado democrático de direito e pelo respeito aos direitos constitucionais, para garantir a manutenção da capacidade de investigação para fins penais do Ministério Público e outras instituições atualmente investidas de poder de polícia, e impedir retrocesso em favor da impunidade e contra a segurança cidadã. Para isso, é necessário dizer não à PEC 37.

A PEC 37 pretende estabelecer o monopólio da investigação pela Polícia. O Estado abriga vários órgãos com poder de polícia, como a maioria dos países do mundo. A limitação a um só canal reduz em muito a capacidade de investigação dos órgãos do Estado.

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Mais de 50 mil fotos de Daniel Mordzinski são destruídas

José Manuel Fajardo

Lunes, 18 de Marzo de 2013 14:54 | 22 comentarios

Es una conmoción. Algo tan increíble, tan vejatorio que no puede quedar en silencio. El pasado 7 de marzo, el fotógrafo Daniel Mordzinski, cuya obra como retratista de escritores se expone en museos de todo el mundo, descubrió que su archivo con más de 50.000 fotografías tomadas entre 1978 y 2006, guardado con llave en el despacho que usaba en el diario Le Monde en París, había sido enviado a un sótano y quemado.
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A morte de Wilson Fittipaldi, o Barão

Do blog do Flavio Gomes

BARÃO

SÃO PAULO – O Barão morreu.

Tinha 92 anos o pai do Emerson, do Wilsinho e do automobilismo brasileiro.

Não sejamos menos do que sinceros nessa hora. Não fosse Wilson Fittipaldi, o Barão, o Brasil não seria coisa alguma no automobilismo.

Fundador da CBA, foi Fittipaldi quem criou as Mil Milhas Brasileiras, inspirado na Mille Miglia italiana, e foi ele quem popularizou as corridas pelas ondas da rádio Panamericana, depois Jovem Pan.

Foi ele quem transmitiu as aventuras de Chico Landi no GP de Bari no fim dos anos 40, sem nem saber se o som estava chegando ao Brasil.

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As mudanças na Fórmula 1

Por Cosme

Comentário ao post "Vettel é Tricampeão Mundial de Formula 1"

Fórmula 1 foi um esporte caríssimo existente em meados do século XX, que teve suave declínio até desaparecer durante os anos oitenta do mesmo século. Depois, de modo desapercebido, outro esporte muito semelhante mas diverso lhe tomou o nome até a extinção. Fórmula 1 não existe mais há uns quase trinta anos.

Ainda houveram campeões, Grand Prix, escuderias, mas foram como Césares e Augustos. Apenas títulos nobiliárquicos vazios sem um Império. E existem muitos sinais que comprovam isso, a começar pela preeminência do próprio sistema sobre o homem. Desde o fim da verdadeira Fórmula 1, as corridas se tornaram desfiles de protótipos e laboratório da Corporações Transnacionais.

Que se observe o contraste entre as máquinas dos anos cinquenta e sessenta e as de a partir dos oitenta. Contraste factual. Não houve apenas transformação tecnológica simples, mas mudança de paradigmas. O carro era pessoal, depois tornou-se corporativo. O piloto fazia sua máquina, depois a máquina dominou o piloto. Depois dispensou o piloto. As corridas eram eventos aristocráticos, depois shows de televisão. As pistas eram europeias, depois "globalizadas" (onde já se viu corrida de Fórmula 1 em Cingapura e no Qatar!). Leia mais »

O conflito de horário entre o futebol e a Fórmula 1

Por Arthur Schieck

No próximo domingo a Formula 1 vai estrear um novo circuito em Austin, Texas. Mesmo faltando uma semana, há fortes indícios de que a rede Globo, detentora dos direito de transmissão no Brasil, não transmita a corrida ao vivo como está previsto em contrato com a FOM (Formula One Management Limited). O motivo é a coincidência com a 36ª rodada do campeonato brasileiro, também sempre presente em sua grade de programação. Essa não é uma novidade na Globo. Costuma acontecer com frequência sempre que a corrida ocorre na América do Norte, devido a diferença de fuso, em média de 3 horas.

A Formula 1 sempre foi para Globo uma jogada estratégica fantástica. Como a maioria das corridas acontecem na Europa, as transmissões ocorrem quase sempre nas manhãs de domingo, horário praticamente morto do ponto de vista da audiência televisiva. Ultimamente outro horário pouco frequentado, as madrugadas, tem tomado espaço no circulo da F1. Do ponto de vista dos negócios é perfeito. Você leva a audiência de um público fiel para um horário em que poucas pessoas estariam vendo TV, ou seja, a Globo fabricou um horário semi-nobre.

A pergunta que fica é: até onde vai a ganância? A temporada tem 20 corridas. Por que a Globo não pode abrir mão de duas horas numa das mais de 50 tardes de domingo no ano e honrar seu compromisso com seu público, que acorda cedo a cada domingo com mais fidelidade do que aqueles que o fazem para ir a missa? Leia mais »

Os anos trágicos da Fórmula 1

Por hugo

Do Grande Prêmio

O herói de Zandvoort

O GP da Holanda de 1973 serviu de pano de fundo para as imagens que talvez sejam as mais tristes da história da F1, pela dramaticidade, pelo desconsolo e pela impotência de David Purley, que não conseguiu salvar seu colega, Roger Williamson, de um fim trágico

FLAVIO GOMES, de São Paulo

Não se trata de uma efeméride, nem de homenagem póstuma. Com o perdão da pretensão, talvez o personagem destas tortuosas linhas seja apenas o ponto de partida para uma reflexão meio fora de época e descompassada. Afinal, faz muito tempo que não morre ninguém na F-1. Senna foi o último, em 1994 — e é bom que se diga, sempre, que muitos pilotos, de todas categorias, devem àquele fim de semana de Imola sua longevidade nas pistas e na vida.

Mas é de David Purley que quero falar. Acabei de assistir ao documentário “The Killer Years”, feito para a BBC em 2010, que está no ar pela ESPN Brasil. Ele pode ser visto no YouTube, também. A impressionante sequência de tragédias que acompanhou o período de maior desenvolvimento da F-1, nos anos 60 e 70, é o tema central. As imagens finais são de Purley tentando salvar seu colega Roger Williamson, cujo carro capotou e pegou fogo em Zandvoort, no início do GP da Holanda de 1973. Falhas na comunicação entre os fiscais e demora para a chegada do socorro mataram Williamson. Purley estacionou ao lado do amigo, tentou desvirar seu carro, pegou um extintor de incêndio das mãos de um comissário, sinalizou para os outros pilotos que continuavam correndo e, ao fim, capitulou. A corrida foi até o fim. Consta que a direção não interrompeu a prova por achar que Purley é que tinha batido, e já estava fora do carro. Se o tivesse feito, um caminhão de bombeiros a 150 metros dali chegaria rápido ao local do acidente, pela contramão. Mas até que o engano fosse percebido, se passaram seis minutos até que outro percorresse a pista inteira, lentamente, para tentar apagar o fogo. Leia mais »

Vídeos: 
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Falta energia à F1, por Fábio Seixas

Por Marco Bócoli

Falta de energia

Por Fábio Seixas, na Folha de S.Paulo

O diagnóstico é de um profissional de marketing esportivo de uma das maiores empresas internacionais do mercado: falta energia à F-1.

"Energia." Jargão do meio, mas que não é difícil de entender. Para estar em alta, gerar interesse e valer o dinheiro investido, um esporte ou evento precisa de energia.

Precisa de protagonistas fortes, com personalidades marcantes. De rivalidades. De espetáculos nas arenas. De boas histórias, dramas chorosos, alegrias contagiantes, destinos indefinidos. Das polêmicas resultantes deste mix.

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Barrichello fala sobre sua carreira

Por Ninguém

Excelente entrevista com o Rubens Barrichello. Durante pouco mais de uma hora, ele fala sobre seus 19 anos de F1, o presente na Indy e o futuro. Conta algumas histórias de bastidores e desfaz alguns mal-entendidos. Disparado, a melhor entrevista que já ouvi com o RB:

Do Auto Racing

Loucos por Automobilismo com Rubens Barrichello

Edgard Mello Filho

No programa de hoje, 21 de agosto de 2012, Adauto bate um papão com o grannnnde Rubens Barrichello. Numa conversa muito descontraída, Rubinho fala tudo desde sua época no kart até os dias de hoje na Indy. Ele também faz algumas revelações inéditas e se mostra como é; um cara simples e consciente de sua condição de ídolo, que sempre batalhou e ainda batalha por seus sonhos! Leia mais »

Programa de voluntariado para Copa FIFA de 2014

Autor: 

Há poucos tive uma discussão sobre a razão de ser do voluntariado em eventos esportivos organizados por entidades multimilionárias como FIFA (Copa do Mundo), COI (Olimpíadas), FIA (Corridas de Fórmula 1).

Sei que minha opinião não é influente e que ela em momento algum vai fazer com que esses órgãos mudem seu "modus operandus" com relação a isso. Mas ainda estamos num país livre e ainda tenho o direito de me expressar, dando a cara a tapa para comentários e/ou ridicularizações. Sendo assim, lá vai!

 Quanto movimenta de dinheiro um evento como este? Não entrando no mérito da exatidão, temos a certeza de que milhões de dólares. Quanto fatura um órgão deste? Da mesma forma, outros milhões. Quanto fatura um dirigente como a CBF num evento como este? Melhor nem comentarmos, certo?
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Os 60 anos de Nelson Piquet

Por alfeu

60 anos de Nelson Piquet

Brinquedos antigos de carros de corrida

Por Vaas

Carros de corrida - brinquedos antigos.

maserati_crop.jpg (499×370)
Maserati GP, Mercury No. 34, Italy, 1951 Leia mais »

Os problemas recorrentes da TAM

Por Maria Lucia Zanetti

Nassif:

Minha filha está neste momento(16:35) dentro de um avião da TAM, no aeroporto deJ. Pessoa Paraíba. Vôo n.o 3483 J. Pessoa Brasília. Desde as !4:00 hs estão sentados no avião( avião lotado) com muitas crianças. Todos estão nervosos, sem terem algum esclarecimento do que está acontecendo. Sei que é proibido manter as pessoas no avião sem explicar o que está acontecendo. São 2 hs dentro do avião! Obrigada por publicar. Minha filha está me ligando(estou em Salvador) o próximo vôo ( segundo a TAM só a madrugada).

Um abraço.

 

A rivalidade entre Senna e Prost

Por MiriamL

Do Uol Esporte

Prost assiste ao filme de Senna e confessa: "Fiquei chateado"

Do Tazio, em São Paulo

Alain Prost até resistiu, mas acabou assistindo ao filme “Senna”, sobre a carreira do piloto brasileiro na F1. No começo do ano, o francês afirmou que não queria ver o documentário, já que não concordava com a linha escolhida pelos produtores para contar a história, em que ele era retratado como um vilão.Senna e Prost protagonizaram uma das maiores rivalidades da F-1 Leia mais »

Insensibilidade reprisada: Fórmula 1 vai correr no Bahrein

 Como em 1985 ao correr na África do Sul racista, pilotos, equipes, dirigentes e patrocinadores da F1 ignoram apelos do mundo. Leia mais »

PILOTOS DE CORRIDA LEVAM SUAS ESPOSAS AO TRABALHO.

Quem não gosta de levar a família ao trabalho, de vez em quando? estes dois pilotos de corrida não são excessão.

Os dois vídeos são engraçados, lógico que é prá quem assiste. no primeiro o piloto portugues, joão Barbosa, leva a esposa para um "passeio" no circuito de Daytona, EUA, em uma "oval" onde pode-se chegar a 300 km e no outro Ricardo Patresse, ex piloto de formula 1, leva a esposa cicuito de Jerez, Espanha, para uma voltinha em seu Honda Civic Type- R