O conselho de gestão de Dilma

Do Estadão

Dilma cria conselho de gestão para cobrar desempenho de ministérios

Na primeira reunião ministerial, marcada para amanhã, presidente vai exigir de sua equipe o cumprimento de resultados por setores do governo, impondo um estilo mais ''empresarial'' de administração; agências reguladoras terão padrão ''técnico''

13 de janeiro de 2011 | 0h 00

João Bosco Rabello - O Estado de S.Paulo

Na primeira reunião ministerial de seu governo, marcada para amanhã, a presidente Dilma Rousseff comunicará sua decisão de impor um forte ajuste nos gastos públicos, especialmente com custeio, que será monitorado de forma rigorosa pelo governo. 

Ela reforçará a advertência de que as indicações políticas serão respeitadas, mas que os titulares das pastas terão de se comprometer com resultados que serão cobrados, conforme antecipou reportagem do Estado publicada no domingo. Para as agências reguladoras, nenhuma concessão: as indicações têm de ser necessariamente técnicas e passar pelo seu crivo pessoal.

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As razões das tragédias das chuvas

Por Mário Motta

Caro Roberto,

As tragédias causadas pelos deslizamentos de terra na região serrana do Rio e as causadas pelas enchentes de São Paulo são ambas decorrentes de chuvas intensas, porém as características são completamente diferentes. Sou engenheiro sanitarista e civil e atuo, também, na área de consultoria de drenagem urbana, razão pela qual peço sua atenção para alguns esclarecimentos.

As obras de macrodrenagem são projetadas para períodos de recorrência grandes, superiores a 10 ou 20 anos, ou seja, sua capacidade só deve ser superada em 10 ou 20 anos. Os canais dos rios Tietê e Pinheiros, entre outros de São Paulo estão tendo as suas capacidades superadas em chuvas que se repetem várias vezes num mesmo ano, em todos os anos, nos últimos oito a dez anos! Os deslizamentos de terra na região serrana do Rio estão ocorrendo numa frequência muito menor, uma vez a cada cinco ou dez anos, se não me falha a memória! Leia mais »

O jornalismo que a velha mídia não fez

Nas enchentes de 2009, a mais importante matéria do período foi da Conceição Lemes, no blog Vi o Mundo.

Nela, o engenheiro Júlio Cerqueira César Neto mostra que as enchentes foram fruto de duas irresponsabilidades: redução das obras de limpeza do rio Tietê na gestão Serra e não cumprimento das metas de construção de piscinões nos últimos dez anos.

Levei o engenheiro em um Brasilianas sobre defesa civil. Ele foi taxativo: "Qualquer geólogo e qualquer técnico do DAEE sabe disso. Mas os jornais estão escondendo".

A velha mídia escondeu a causa da maior tragédia coletiva da história da cidade.  

Cerqueira César: Enchentes em SP refletem falta de governo | Viomundo - O que você não vê na mídia

Matéria trazida do Viomundo antigo. Publicada originalmente  em 20 de dezembro de 2009 Leia mais »

O Jornal Nacional e a enchente de São Paulo

Os colegas do Jornal Nacional estão impedidos de fazer jornalismo. Durante anos, do final da ditadura até os últimos tempos de Evandro Carlos de Andrade, o JN conseguiu se tornar referência - mesmo para os que detestavam a Globo.

Perdeu tudo nos últimos anos, devido à politização imprudente que acabou por comprometer qualquer sinal de objetividade. Uma pena, para o jornal que pautava todas as redações e as conversas de todo o país.

A matéria sobre as chuvas em São Paulo mostram que, mesmo após as eleições, o jornalismo continuou em terceiro plano na emissora. E é uma bobagem, sem implicações políticas. Um amplo desperdício do capital de credibilidade armazenado nos anos Evandro. Leia mais »

Como a prefeitura de Nova York tratou a neve

Por C. Brayton

Houve um momento lindo em Nova York após a nevasca infernal da semana passada. 

Todos os homens do prefeito chamaram uma coletiva, pediram desculpas pelo estrago e demora, e disseram, "podiamos ter dado conta ao problema, mas pisamos na bola.Tinhamos os recursos, mais foram utilizados mal. A próxima vez, vamos fazer o trabalho direto." Leia mais »

Enchentes: correndo atrás do prejuízo de Serra

Essas medidas foram expostas por especialistas, mas apenas através dos blogs, devido à barreira de silêncio da velha mídia. Sem pressão da opinião pública, o ex-governador José Serra pode manter a irresponsabilidade por todo 2010. O resultado é a enchente atual.

Aliás, louve-se a lealdade de Gilbero Kassab de, em todas essas tragédias, chamar a si a responsabilidade, quando sabia muito bem que a razão central foi a suspensão do dessassoreamento do Tietê na gestão Serra.

Alckmin anuncia plano de R$ 800 milhões contra enchentes em SP « SP das enchentes

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o prefeito da capital, Gilberto Kassab (DEM), anunciaram nesta tarde um plano de R$ 800 milhões para combate às enchentes na cidade. Leia mais »

Dilma: a construção do mito

http://seressemmedo.blogspot.com/2011/01/nasce-uma-mita-global-rousseff-from.html
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Brazilian President Dilma Rousseff: 

From Imprisoned Guerrilla Fighter 

to"The Most Powerful Woman in the World" Leia mais »

Vídeos: 
Veja o vídeo
Dilma Roussef - 'from' guerrilheira aprisionada 'to' A Mulher Mais Poderosa do Mundo

Nasce Uma "Mita" Global | Rousseff - from Guerrilheira Aprisionada to A Mulher Mais Poderosa do Mundo

http://seressemmedo.blogspot.com/2011/01/nasce-uma-mita-global-rousseff-from.html
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Brazilian President Dilma Rousseff: 

From Imprisoned Guerrilla Fighter

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Dilma Roussef - 'from' guerrilheira aprisionada 'to' A Mulher Mais Poderosa do Mundo

A tragédia do assoreamento do Tietê

Por João Bosco Rocha

Mais um ponto para a administração tucana em São Paulo, que os paulista tanto adoram. Uma administração que se diz competente, mas que "nesse ano" a chuva os pegou de "surpresa". Eles não tinham como prever essa inundação, não é mesmo?

Aí vem o Alckmin e retira a rubrica de verba milionária, destinada à propaganda (posta lá pelo mais competente dos brasileiros, o Serra) e encaminha para a retirada do assoreamento do rio Tietê. Leia mais »

POLUIÇÃO DE NOSSAS ÁGUAS

Autor: 

Ontem, o Jornal Nacional mostrou resultados de um estudo elaborado pela SOS Mata Atlântica a respeito da poluição de nossos rios:  

O controle permanente das obras públicas

Do Estadão

TCU quer controle permanente de obras

Presidente do tribunal, Benjamim Zymler, propõe ao Congresso criação de lei com parâmetros duradouros para fiscalizar projetos públicos

06 de janeiro de 2011 | 0h 00

Eduardo Kattah - O Estado de S.Paulo

O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Benjamim Zymler, disse ontem que pretende se empenhar para que o Congresso aprecie a criação de uma lei que regulamente o controle das obras públicas de forma permanente no Brasil. Dizendo-se convicto de que o relacionamento com o governo da presidente Dilma Rousseff se dará em "alto nível", Zymler avalia que um marco legal para as fiscalizações do tribunal é também de interesse do Executivo. 

"Em vez de se ter a cada LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) regras para aquele ano, que nós possamos ter regras permanentes, duradouras, que estabeleçam esse sistema, que me parece muito bem-sucedido, de controle de obras públicas. Vamos levar esse pleito ao Parlamento", afirmou.

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Sobre a responsabilidade dos procuradores

Por Roberto Kodama

Gostaria de comentar que em nível federal, no anteprojeto de Lei Orgânica da Administração Pública, (http://www.gespublica.gov.br/anteprojeto-de-lei-organica) procura-se isentar a área jurídica da responsabilidade pelo seu trabalho (?!): Leia mais »

Alckmin tenta corrigir maior erro de Serra

Lendo a matéria do Estadão, o leitor não irá entender a abrangência do decreto de Geraldo Alckmin, destinando mais recursos para o desassoreamento do rio Tietê - o jornal fala em R$ 24 milhões; o Diário do Grande ABC sustenta que são R$ 64 milhões.

Na nota pequena do Diário, é possível entender as motivações. O governo José Serra cortou as verbas para o desassoreamento do rio. Com isso, perdeu-se todo o dinheiro investido no rebaixamento da calha do Tietê. Mais que isso: provocou a maior enchente da história de São Paulo.

Essa informação foi sonegada dos leitores da velha mídia. Deixaram a bom com o prefeito Gilberto Kassab - que assumiu a linhda de frente da batalha da informação -, enquanto Serra se escondia e sua enorme responsabilidade era varrida para baixo do tapete.

Mesmo depois das enchentes, não houve um só movimento dele para voltar com os investimentos no desassoreamento do rio.

Alckmin libera R$ 24 milhões para desassorear calha do Rio Tietê - saopaulo - Estadao.com.br


Alckmin libera R$ 24 milhões para desassorear calha do Rio Tietê Leia mais »

O salário dos professores mineiros

Por Lindomar Gomes

Você é de Minas Gerais? Pergunto porque se for de minas, acredito que não vive no Estado. Pois tudo que falei não é alucinação. No site do sindute de minas pode ter mais informações, como a greve que os professores fizeram em 2010.

Uma das bandeiras pode ser encontrada na seguinte matéria: “Nesta quinta feira 08/04/2010, os professores da rede pública do estado, depois de 12 anos sem aumento resolvem parar as atividades reivindicando equiparação salarial. De acordo com o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais Sind-Ute/MG, a principal reivindicação é a equiparação ao piso salarial de R$ 950 para os profissionais com jornada de trabalho de 24 horas semanais. Eles também pedem a proporcionalidade do piso relativa ao tempo de carreira e à qualificação”. Leia mais »

A reforma administrativa de Minas, por Anastasia

Por Eduardo de Paula

Sobre esse assunto assistam uma extraordinária Palestra do Governador Antonio Agusto Junho Anastasia. Não sei como postar aqui Nassif mas seria legal se vc o fizesse.

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