As chuvas que alagam Vitória

Por Nonato Amorim

Nassif & Amigos, a capital capixaba teve um dia de cão, ontem. Chuvas torrenciais e ventos de até 118 km/h fizeram muitos estragos. O texto é da Foha de Vitória. Abs.

http://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/2010/11/forte-chuva-deixa-bairros-alagados-e-causa-transtornos-na-grande-vitoria.html

E mais uma vez a Grande Vitória voltou a ser castigada por um forte temporal na noite desta quinta-feira(18). Diversos bairros ficaram debaixo d'água, acidentes foram registrados nas principais avenidas de Vitória e Vila Velha e até chuva de granizo chegou a ser registrada no bairro Vale Encantado.

As cenas eram impressionantes, ruas alagadas, veículos parados, árvores caídas e casas destelhadas. A forte chuva que atingiu a Grande Vitória na noite desta quinta causou prejuízo para muitas pessoas. Leia mais »

O Conselhão de Alckmin

Do Estadão

Alckmin se inspira em Lula para criar conselho

Modelo de conselho de desenvolvimento econômico e social é semelhante ao da Presidência e visa a aproximar governo estadual da sociedade civil

18 de novembro de 2010 | 0h 00

Julia Duailibi - O Estado de S.Paulo

A exemplo do que fez o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), estuda um modelo de conselho de desenvolvimento econômico e social para implantar no Estado.

Técnicos da equipe de transição levantaram os tipos de conselho em funcionamento, como o CDES, ligado à Presidência da República, para que sirvam de ponto de partida para uma modelagem a ser instituída no governo estadual.

Com a iniciativa, os tucanos pretendem aumentar a interlocução com setores da sociedade civil, como empresários e, principalmente, com sindicatos de trabalhadores. Avaliam que essa é uma das áreas em que o PSDB não conseguiu avançar nos últimos anos e na qual tem perdido cada vez mais espaço para os adversários, como o PT.

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O fator Hélio Costa nos Correios

Por Foo

Nassif, Passadas as eleições, que tal voltarmos a apontar também os problemas do Governo Lula? Como este tipo de problema poderá ser evitado daqui pra frente? Hélio Costa "sucateou" Correios, diz ex-diretor Folha - Como foi a administração dos Correios na gestão do ministro Hélio Costa? Pedro Magalhães Bifano - Ele é o responsável pelo sucateamento dos Correios. Ele ficou tentando fazer Lula assinar à força aquela medida provisória dos Correios S.A.. Qual era o objetivo de transformar a estatal numa sociedade anônima? Para sair da 8.666 [Lei de Licitações]. Eles queriam que os Correios fossem sócios de empresas privadas. Era para criar uma empresa de aviação e uma de logística em conjunto com o setor privado. Isso era para facilitar negociatas nos Correios? Isso eu não posso falar, mas que havia interesses terceiros, havia. http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=1&idnot=35465 

Por uma reforma administrativa

Coluna Econômica

Nos próximos dias, o noticiário ainda estará coalhado de balões de ensaio sobre ministeriáveis. Mas começará, também, um debate mais profícuo sobre as primeiras medidas a serem tomadas pelo governo Dilma Rousseff.

Será a primeira vez, pós redemocratização, que um governante assumirá uma economia razoavelmente estabilizada – ainda que exista uma crise externa pairando no ar -, politicamente pacificada, apesar do tiroteio das eleições.

Fernando Henrique Cardoso assumiu em 1995 com o país entusiasmado pelo Real, mas no bojo de uma crise cambial que explodiu logo depois de assumir, obrigando a uma elevação estratosférica dos juros.

Entrou segundo mandato à dentro e no primeiro mês explodiu a crise cambial – empurrada com a barriga pelo acordo com o FMI. Matou o segundo governo no primeiro mês.

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Seis propostas para o próximo governo

Por tonico

Nassif,

parafraseando Italo Calvino com o seu estupendo"Seis propostas para o próximo milênio",que tal um forum de debates assim como"Seis propostas para o próximo governo"?.

A saber:

Educação

Saude

Tributo e Fisco

Segurança publica

Previdencia

Meio ambiente. 

As políticas de Alckmin para a região metropolitana

Do Estadão

Alckmin reforçará gestão em regiões de voto petista

'Supersecretaria' cuidará das 3 regiões metropolitanas, que detêm cerca de 60% da população paulista e cuja periferia concentra eleitores do PT 

12 de novembro de 2010 | 0h 00 

Roberto Almeida - O Estado de S.Paulo

Vitrine da oposição à presidente eleita Dilma Rousseff (PT), o governo de São Paulo sob Geraldo Alckmin (PSDB) terá um órgão administrativo para as três regiões metropolitanas do Estado - Baixada Santista, Grande São Paulo e Grande Campinas. Elas concentram cerca de 60% da população paulista e têm em seus pontos periféricos alta densidade de voto petista.

Os tucanos pretendem, com a melhora na gestão metropolitana, atacar problemas estruturais das regiões e, em paralelo, reverter um histórico quadro eleitoral negativo. Neste ano a escrita de vitória do PT foi mantida na zonas mais afastadas das metrópoles. Dilma venceu o ex-governador José Serra (PSDB) em ambos os turnos na maioria dos municípios que compõem essas áreas.

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Transparência pública x intimidade do servidor

Por Homero Pavan Filho

Do Portal da Transparência Municipal

Tribunal de Justiça paulista manda prefeitura indenizar servidores

A prefeitura da Capital foi condenada a pagar mais um conjunto de indenização, por danos morais, no valor de R$ 100 mil a 20 servidores que, segundo eles, tiveram sua intimidade violada com divulgação de seus nomes, cargos e salários.

09/11/2010
Consultor Jurídico

A fatura pela chamada "política da transparência" colocada em prática pelo prefeito Gilberto Kassab ao divulgar nomes, cargos e salários dos servidores municipais está pesando nos cofres públicos. Nesta segunda-feira (8/11), o Tribunal de Justiça condenou a prefeitura paulistana a pagar mais um conjunto de indenização, por danos morais, no valor de R$ 100 mil a 20 servidores que, segundo eles, tiveram sua intimidade violada. A decisão, por maioria de votos, é da 6ª Câmara de Direito Público. Cabe recurso.

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Os secretariado do governo Alckmin

Do Estadão

Alckmin vai se cercar de antigos aliados

Base do governador eleito de São Paulo será formada por políticos que ficaram ao seu lado na fracassada campanha à Prefeitura, em 2008 

03 de novembro de 2010 | 20h 23 

Roberto Almeida, de O Estado de S.Paulo 

SÃO PAULO - A próxima gestão no Palácio dos Bandeirantes, liderada pelo governador eleito Geraldo Alckmin (PSDB), já tem cara e marca própria. A base da nova administração deve ser o corpo político que o tucano construiu durante seu isolamento na legenda, com auge nas municipais de 2008, quando saiu candidato à Prefeitura paulistana com partido dividido.

Traço marcante dos principais apoiadores de Alckmin é a lealdade e, pontualmente, a capacidade de interlocução com a ala serrista do PSDB. O foco primordial, que pode vir a ser a marca da gestão, é o afinco com que se pretende criar a Secretaria de Gestão Metropolitana, que almeja atender às demandas de 80% da população paulista que vive entre Grande São Paulo, Campinas e Baixada Santista.

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A gestão pública segundo Carlos Matus

Por Augusto da Fonseca

Na minha modesta opinião, a partir de alguns anos de experiência , na administração pública há que ser eficiente(fazer certo as coisas) mas, principalmente, eficaz (fazer as coisas certas).

O principal teórico de governo, o chileno Carlos Matus, apontava isso com muita clareza e sua teoria "forjou" algumas centenas de dirigentes do PT e do movimento sindical e pouplar. Também gente do PSDB, PSB e PMDB. Um dos principais livros do Matus é Adeus, Senhor Presidente, que recomendo a todos e todas que querem se introduzir nesse mundo da teoria de governo.

Segundo Matus, a gestão pública tem que ser orientada pela política, tornando esta mais importante do que os processos, embora não se possa abandonar a idéia de eficiência, em todas as instituições humanas.

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Os modelos de gestão pública

Coluna Econômica

Na gestão das empresas, um dos grandes avanços gerenciais foi a implantação da chamada gestão por processos.

No modelo tradicional, cada departamento da empresa trabalhava isoladamente, quase que como área estanque. Na gestão por processos, identificam-se os processos principais da empresa e junta-se em torno de cada um todos os departamentos que têm participação nele. A partir daí, acertam-se ações conjuntas.

Por exemplo, um processo consiste na fabricação de determinado produto. Passa pela compra de insumos, pelo recebimento, pelos custos, pela entrada na linha de produção, pela saída do produto pronto e pela venda.

Aí se define um indicador: o tempo médio entre a decisão de produzir, de comprar os insumos até a entrega ao cliente final. Escolhido o processo e o indicador, definem-se as metas de redução do prazo. Cada departamento terá que se submeter ao gestor do processo.

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Pelo fim da DRU

Do Valor

A renovação da DRU não faz mais sentido

O próximo presidente da República terá que decidir se encaminhará ao Congresso, logo no início de seu mandato, uma proposta de emenda constitucional (PEC) prorrogando a vigência do mecanismo que desvincula 20% da arrecadação da União. Ele acaba em 31 de dezembro de 2011. A DRU (Desvinculação das Receitas da União), como é conhecida, não é mais uma unanimidade entre os técnicos do governo e na área acadêmica. Muitos acreditam que ela perdeu o sentido.

O mecanismo foi criado em 1994, originalmente com o nome de Fundo Social de Emergência (FSE). Ele nada tinha de social, mas ganhou esse nome, como revelou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em seu livro "A arte da Política", para facilitar sua aprovação no Congresso. O FSE foi, na verdade, uma maneira de permitir ao governo dispor como quisesse de 20% das receitas da União constitucionalmente vinculadas a despesas específicas, como educação e seguridade social. 

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Os tecnólogos fora das estatais

Do Estadão

Empresas estatais vetam profissionais formados em cursos tecnológicos

Educação. Apesar do aumento da oferta desses cursos - o número de vagas no País cresceu 45% em dois anos -, companhias como Petrobrás, Caixa Econômica Federal, EMTU e Metrô de São Paulo excluem os tecnólogos dos editais de seus concursos públicos 

Luciana Alvarez - O Estado de S.Paulo

Profissionais formados em cursos superiores tecnológicos - como os da Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec) - enfrentam dificuldades de acesso ao mercado de trabalho por não terem o título de bacharel. Apesar dos discursos favoráveis de governos e especialistas, empresas estatais, como Petrobrás, Caixa Econômica Federal, EMTU e Metrô de São Paulo, excluem os tecnólogos dos editais de concurso público. 

A oferta de cursos superiores tecnológicos vem crescendo no País, em grande parte incentivada pelos governos federal e estaduais. Em apenas dois anos, de 2006 a 2008, o número de vagas desses cursos cresceu 45%, segundo os dados mais recentes do Censo da Educação Superior do Instituto de Pesquisas Educacionais (Inep). Os alunos da graduação tecnológica representam 10% do total de matriculados no ensino superior.

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Tarso Genro e a previdência pública

Futuro governador esteve reunido com integrantes da Agenda 2020
O governador eleito Tarso Genro esteve hoje no Centro de Eventos do Hotal Plaza São Rafael, reunido com integrantes da Agenda 2020, quando recebeu um caderno de propostas e uma carta de compromisso da Agenda com a futura administração, prometendo apoio em relação a três propósitos: melhorar a qualidade de vida, através de voluntários que se juntarão com o poder público, auxiliar o governo nos momentos decisivos do Estado e promover e priorizar o diálogo entre a sociedade civil organizada e o poder público.
Também tratado o delicado tema da previdência pública, momento em que Tarso afirmou:
Sobre previdência estadual, tenho uma concordância profunda com as propostas da Agenda 2020. Temos de estabelecer um piso decente para os servidores e um teto salarial, a partir do qual cada servidor pode melhorar sua aposentadoria com um sistema de previdência complementar. Espero muitas resistências a essa proposta. E a primeira delas virá do poder judiciário. Leia mais »

Novas prisões ameaçadas

Atropelos na contratação de construtoras provocaram medida cautelar do MP
Devido às demandas abordadas na postagem anterior, o Poder Executivo, pressionado, atropela, em tese, algumas leis, no sentido de conseguir abrir vagas no sistema prisional do Rio Grande do Sul com a maior rapidez possível, dispensando os burocráticos trâmites licitatórios, sob a justificativa - plausível, já que a pressão e a necessidade são enormes - de que a situação é de emergência.
Contudo, ontem o procurador-geral do Ministério Público de Contas, Geraldo da Camino, protocolou junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) medida cautelar pedindo a suspensão dos processos de contratação de empresas, por falta de licitação. Se o TCE acatar o pedido, as obras terão que ser suspensas e só acontecerão no próximo governo.
O referido procurador-geral quer evitar a construção de penitenciárias sem licitação e ainda, em um segundo momento, pedir a inspeção extraordinária de obras já realizadas. O TCE deverá se manifestar hoje sobre a matéria. Leia mais »

Demandas que não acabam nunca

Prisões gaúchas são interditadas pela Justiça
O Ministério Público e o Poder Judiciário se esmeram na tentativa de cumprirem com seus papéis, seguidamente apontando os problemas crônicos do nosso sistema penitenciário.
De outra parte, o Poder Executivo, com suas inúmeras demandas, tentando tapar os buracos advindos de várias gestões que só empurraram o problema com a barriga e, no máximo, implementaram medidas paliativas.
Na verdade, uma interdição só provoca mais demandas ao Executivo, já que o Judiciário interdita, mas não determina para onde o preso deverá ser encaminhado. A administração penitenciária que se vire.
Há muitos anos os servidores penitenciários que estão um pouquinho atentos e preocupados com o sistema penitenciário sabem que urgem medidas no sentido de ampliar o número de vagas no sistema carcerário gaúcho. Leia mais »