Incineração Do Lixo Municipal - Uma Solução Pobre Para o Século 21

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Sobre o autor
O Dr. Paul Connett é professor titular de Química na "Saint Lawrence University", em Cantão (Estado de Nova Iorque), onde ele ensina há 15 anos. Obteve o grau universitário em Ciências Naturais, na Universidade de Cambridge (Inglaterra) e o Ph.D. em Química na Faculdade de Dartmouth, nos EUA. Durante os últimos 14 anos ele pesquisou sobre assuntos de gerenciamento de lixo, com uma ênfase especial nos perigos gerados pela incineração e as alternativas mais seguras e mais sustentáveis da não-incineração.

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A lógica do Portal do Planejamento

NOTA DA SPI - PORTAL DO PLANEJAMENTO NÃO É BALANÇO CRÍTICO DO GOVERNO

Brasília, 18/6/2010 - O Portal do Planejamento tem como objetivo instrumentalizar o debate sobre as políticas públicas. Para isso, traz a definição de cada tema, a evolução dos principais indicadores, toda a legislação a ele relativa, as interfaces com outros temas e a forma como o tema se coloca no território. Faz, ainda, reflexão aprofundada do momento exuberante por que passa o País, identifica claramente os muitos avanços e aponta a necessidade de ações para o aprofundamento das conquistas já alcançadas. Tais iniciativas são fundamentais para um planejamento governamental transparente e participativo. A avaliação das políticas públicas contida nos diversos documentos não se refere a um período de governo, muito menos a apenas a atuação da esfera federal, e é vista em seu contexto histórico de médio e longo prazos. Visa a identificar e avaliar os pontos de acerto (que devem, assim, ser reforçados) e os gargalos (que devem ser desafios a serem enfrentados – pela Sociedade e pelos governos). O Portal não destaca nenhum tema; ao contrário, trata-os todos, sem exceção, segundo o mesmo método e estrutura. Não se trata, portanto, de "balanço crítico" de um ou outro governo, mas de uma reflexão sobre os desafios que se colocam para o País.

Somente uma leitura apressada de um documento com mais de 3.000 páginas, com o conteúdo acima, pode ter levado o jornal Valor Econômico a reduzir o Portal do Planejamento a um conjunto de críticas ao Governo.

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A dengue em Minas Gerais

Do Portal de Luís Nassif

Do Blog de Lúcio Alves de Barros

A DENGUE AVANÇA COM FORÇA EM MINAS GERAIS (Absurdo, mas...)

DENGUE – 16/06/2010

Até o momento foram notificados 195.640* casos de dengue em Minas Gerais. Deste total, 110 são casos confirmados de dengue hemorrágica, destes, 17 foram óbitos, sendo: 3 óbitos em Belo Horizonte, 2 em Juiz de Fora, 2 em Carangola, 1 em Santa Luzia, 1 em Arcos, 1 em Frei Inocêncio, 1 em Paraopeba, 1 em Vespasiano, 1 em Dores do Indaiá, 1 em Pirapetinga, 1 em Ponte Nova, 1 em Cana Verde e 1 em Nova Lima.

*(Os dados parciais sujeitos a alteração).

Existem outros 61 óbitos em investigação para dengue hemorrágica.

Também foram confirmados 464 casos de dengue por complicações* (DCC), destes, 29 resultaram em óbito: 5 óbitos em Belo Horizonte, 3 em Juiz de Fora, 2 em Betim, 2 em Bom Despacho, 2 em Cataguases, 2 em Martinho Campos, 2 em Lavras, 1 em Arcos, 1 em São Joaquim de Bicas, 1 em Moema, 1 em Salinas, 1 em Coroaci, 1 em Muriaé, 1 em João Monlevade, 1 em Divinópolis, 1 em Itaú de Minas, 1 em Pitangui e 1 em Três Corações.

DCC - Significa uma forma grave de dengue. Os casos de dengue com complicação são tão graves quanto os casos de febre hemorrágica da dengue. A febre hemorrágica da dengue é uma classificação epidemiológica com critérios específicos. Os Pacientes podem apresentar sangramentos e chegarem muito graves, mas podem também não possuir todos os critérios para Febre Hemorrágica da Dengue. Muitos destes casos serão classificados como Dengue com Complicações.

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CharlesDRLima e o Cotidiano

Gostei do texto publicado do Sr Nassif, PARABÉNS !

Acho um descaso para com os trabalhadores e futuros aposentados quanto a por fim ao Fator Previdenciário, concordo que deve haver um estudo sim quanto a atual espectativa de vida dos idosos para ver qual será o tempo correto de contribuição e não somente a idade para se aposentar. Mas que é um crime ver pessoas que começaram a trabalhar desde cedo, contribuir com a previdência e não poder usufruir do direito da aposentadiria quando já atingiu ao tempo de serviço, e daí caí na história que não atingiu a idade.

Meu pai, Sr João Resende Lima, Ex-Presidente da COBAP-Confederação Brasileira de Aposentados, Pensionistas e Idosos em encontro com o então atual Presidente Lula e candidato a Presidente em 2003, pediu pessoalmente o comprometimento do candidato para acabar com toda essa injustiça com Trabalhadores e Aposentados, e o então candidato e hoje Presidente sinalizou empenho para com a temática, mas está aí para nossa vergonha o descaso do mesmo.

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A movimento da praia, em BH

Não sei se já saiu na mídia, mas esse movimento da praia, em Belo Horizonte, só é possível em Minas. O Márcio Lacerda, prefeito de BH, reformou uma praia para shows e decidiu proibir encontros. A cidade reagiu e criou o movimento da praia. Cada dia tem uma manifestação. Uma das últimas foi de pais de santo.

Por Aline de Almeida Carvalho 

Praia da Estação - Movimento social único em Belo Horizonte

 

Aqui fiz um pequeno levantamento sobre o movimento contra a atitude abusiva do prefeito Márcio Lacerda ao decretar a proibição de eventos na Praça da Estação.
 
 Em 9 de dezembro de 2009, o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, assinou o decreto nº 13.798 que proibiu, a partir de 1º de janeiro de 2010, a realização deeventos de qualquer natureza na Praça da Estação. Dois motivos foram apresentados por ele: 

1)      dificuldade em limitar o número de pessoas e garantir a segurança pública decorrente da concentração;

2)      depredação do patrimônio público verificada em decorrência dos últimos eventos realizados na Praça da Estação.

Na primeira reunião do movimento, que aconteceu na Praça da Estação, em 26 dejaneiro, ficou definido que o único objetivo era a derrubada do decreto. "Acreditamos que o cerceamento da utilização desse espaço causa prejuízo a todo(a)s população belo-horizontino(a)s, que se veem tolhido(a)s em seu direito de usufruir e de ocupar a cidade e que a atitude do prefeito Márcio Lacerda torna-se abusiva, a partir do momento em que impede que a população se aproprie da Praça da Estação em sua totalidade."

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Vídeos: 
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O portal do planejamento

Do Valor

Portal na internet terá informações sobre políticas do governo federal 

De Brasília
16/06/2010 

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, lança hoje o "Portal do Planejamento", um novo espaço na internet que vai reunir informações e análises sobre todas as políticas públicas que estão sendo executadas pelo governo federal.

O objetivo do portal é contribuir para harmonizar as ações desenvolvidas pelo próprio governo federal, pelos Estados e pelos municípios, segundo explicou o secretário de Planejamento e Investimentos Estratégicos, Afonso Oliveira de Almeida. Nesse sentido, o portal será mais um instrumento que vai ajudar na elaboração dos futuros Planos Plurianuais de Investimentos (PPAs).

O secretário disse que a ideia do governo é oferecer para o debate, por meio do portal, um conhecimento de referência sobre as políticas públicas, para que os planejamentos das esferas estaduais e municipais dialoguem com o federal e, com isso, as ações sejam coordenadas, visando a superação dos desafios estratégicos do país.

O "portal do planejamento" terá mais de 3 mil páginas e levou um ano e meio para ser desenvolvido. Ele será constituído de três áreas temáticas: sociais, de infraestrutura e econômica. O Ministério do Planejamento pretende fazer uma análise sobre cada tema, apresentar as informações básicas sobre ele, o marco legal, os programas que são executados pelo governo federal para enfrentar os problemas identificados e uma reflexão crítica sobre o que está sendo realizado.

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Defesa Nacional: e o HUMANO antes da tecnologia? - um livro indispensável para reflexão

Autor: 

Excelente a iniciativa de abrir debate sobre Defesa Nacional - mas a uma passada de olho no material já existente tenho que me perguntar: estamos pensando no conceito total que essa expressão deve indicar, ou usando-a como rótulo para um campo limitado, o do desenvolvimento da tecnologia e indústria bélicas?

Não se trata de uma questão fútil: tecnologia e indústria bélicas desenvolvidas só significam “defesa nacional” caso subordinadas ao conceito maior do que realmente seja “defesa nacional”.

Equipamentos não fazem nada se não sob uso e comando de seres humanos, e portanto nem os mais fantásticos equipamentos garantem que a nação esteja defendida se não estiverem na mão de forças armadas confiáveis - e isso tanto no sentido da capacitação do seu pessoal, quanto da certeza da sua subordinação ao poder “que emana do povo”, o único constitucionalmente legítimo no país. Leia mais »

Imagens: 
Soldados não choram. Depoimento de Fernando Alcântara de Figueiredo a Roldão Arruda. Editora Globo, 2008. ISBN 9788525046130

O Governo Dilma: A Hora das Propostas.

Cansado de falar  do Serra, acho que chegou a hora de ser mais objetivo e tratar do mais provável: o governo Dilma. O Brasil do novo governo vai ter pela frente problemas que precisam ser discutidos já. Dilma já deu sinais de tratar com especial atenção a educação, saúde e energia. Gostaria de que esse espaço pudesse ser um canal de sugestões, de propostas e de críticas construtivas. 

O texto confuso do exame de ingresso docente

Do Portal de Luís Nassif

Do Blog de luzete

Exame Nacional para Docentes: Um Bom Começo de Conversa...

Lançado ontem, dia 25, o documento para consulta pública sobre o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente, é bem elaborado, se pensarmos nele como uma declaração de princípios.

Contudo, não é este o caso e ele apresenta alguns problemas, sobretudo se considerarmos que ele abandona justamente uma virtude fundamental da avaliação: a objetividade e a precisão técnica.

Um destes problemas se refere à imprecisão dos termos. Diz,que, inicialmente, a prova será destinada somente aos candidatos à docência no ensino infantil e anos iniciais do ensino fundamental (pois, para um segundo momento há a previsão de desenvolvimento das provas para os professores dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio regular). Depois afirma que esta proposta é destinada a quem tenha concluído ou estejam concluindo cursos de formação inicial para a docência.

Minha questão: quem são, realmente, os destinatários deste exame? Para licenciados em geral ou para licenciados em cursos de pedagogia, já que é dirigido apenas à docência no Ensino Infantil e séries iniciais do EF? Estariam as vagas deste nível de ensino abertas a profissionais das áreas de licenciatura em geral? Leia mais »

Seminário de Gestão e Políticas Públicas

Por Flavia Tunes

Acho interessante divulgar:

1º Seminário Internacional de Gestão e Políticas Públicas
Teoria e Prática

7 a 9 de Junho de 2010
Belo Horizonte-MG

Promoção:
Publicus
Núcleo de Estudos em Gestão e Políticas Públicas
DCP/FAFICH/UFMG

VEJA PROGRAMAÇÃO COMPLETA – CLIQUE AQUI

http://www.seminariopublicus.com.br/

1º DIA – SEGUNDA-FEIRA, 07 DE JUNHO
Mesa de abertura

19:00 às 19:30
Clélio Campolina Diniz – Reitor da UFMG
Jorge Alexandre Barbosa Neves – Diretor da FAFICH/UFMG
Marlise Miriam de Mattos Almeida – Chefe do Departamento de Ciência Política/UFMG
Telma Maria Gonçalves Menicucci – Coordenadora do Publicus – DCP/UFMG

Seção de abertura
19:30 às 21:30
Gestão e Políticas Públicas no Brasil

* Planejamento e gestão de políticas sociais no governo federal
Rômulo Paes – Secretário Executivo do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome
* Políticas públicas no Brasil: velhos e novos temas
Paulo Paiva – Presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais
* As inovações da gestão municipal em Belo Horizonte
Helvécio Miranda Magalhães Júnior – Secretário Municipal de Planejamento, Orçamento e Informação de Belo Horizonte
* Parlamentos como instrumentos de governabilidade e representação
Marcelo Lacombe – Consultor da Câmara dos Deputados
* Coordenador
José Ângelo Machado – DCP/UFMG Leia mais »

A Embrapa industrial

Coluna Econômica - 20/05/2010

Na entrevista que me concedeu esta semana, a ex-Ministra Dilma Rousseff apresentou duas propostas. A primeira, a criação de um Ministério do Empreendedorismo ou para Pequena e Micro Empresa. A segunda, a criação de uma espécie de Embrapa industrial, incumbida de gerar tecnologia para as pequenas empresas.

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Dos prefeitos aos presidenciáveis

Por Homero Pavan Filho

Questões aos pré-candidatos à Presidência da República

http://portal.cnm.org.br/sites/5700/5770/18052010_perguntas_corretas.pdf

1. A autonomia dos Municípios é frequentemente violada pelos governos e pelo Congresso. Para citar apenas um exemplo, a maior parte das desonerações tributárias dos últimos anos foi feita à custa de receitas partilhadas com Municípios. Os prefeitos perguntam: seu governo continuará fazendo bondade com chapéu alheio?

2. Atualmente existem 390 programas federais, instituídos quase todos por atos administrativos e não por leis e cuja execução tem sido transferida aos Municípios. Esses programas criam cada vez mais responsabilidades para os Entes locais sem que as fontes de financiamento acompanhem seus custos. Tomemos como exemplo o Programa Saúde da Família (PSF), em que o custo de cada equipe gira em torno de R$ 24 mil, e o repasse do governo federal varia entre R$ 6 mil e R$ 9 mil. Como o(a) senhor(a) pretende resolver o problema do subfinanciamento dos programas sociais? Leia mais »

O modelo de gestão do PAC

Coluna Econômica - 18/05/2010

Ontem entrevistei a candidata Dilma Rousseff para meu blog (www.luisnassif.com.br). Não foi uma entrevista sobre questões pontuais, pesquisas eleitorais, alianças, eleições, mas sobre o modelo de gestão implantado no âmbito do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Não se pode considerar o PAC apenas uma relação de obras ou uma maneira de coordenar os gastos orçamentários, diz Dilma. É um método de gestão que visa, muito mais que o setor público, a articulação do setor privado, a criação de um clima adequado para os investimentos.

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A entrevista de Dilma Rousseff - 5

Na quinta parte da entrevista se discutem as apostas feitas pelo governo em diversas áreas - no preço dos pedágios, no programa habitacional, no custo de energia nas hidrelétricas. Dilma conta que na licitação de Jirau recebeu uma carta de uma empreiteira dizendo que não haveria candidatos se o custo fosse inferior a R$ 120,00 o mw/h. Quem escreveu "bidou" em R$ 78,00 o mw/h. Leia mais »

A entrevista de Dilma Rousseff - 4

Aqui se discute a institucionalização do modo de gestão do PAC. E Dilma explica o modelo, o que pode ter de institucionalizado e o que depende apenas de metodologia de atuação. Leia mais »