Enchentes não se resolvem só com uma lista, há muito mais


Li a pequena lista de "providências", e sinto muito em dizer que se posta 100% em prática, muito pouco irá resolver. O problema do lixo e limpeza de rede de drenagem só resolveria o problema da microdrenagem, ou seja, da drenagem da chuva quando esta toca o solo até seu encaminhamento ao curso d'água mais próximo.

Grande parte das enchentes tem como causa a baixíssima capacidade de escoamento dos cursos d'água originais e a grande taxa de impermeabilização do solo. Uma vez que os rios e corrégos não dão conta do escoamento das águas, estas se acumular e retornam na rede.

Em quase a totalidade dos cursos d'água originais em São Paulo, tanto no centro histórico (até 1890) e na periferia mais "recente" (até 1980) foram canalizados e entubados. Os fundos de vales por onde escoam as águas foram ocupados até o último metro quadrado e ainda de construiu uma avenida em cima.

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Haddad e as enchentes de verão, por Ubiratan de Paula Santos

Por Marco Antonio L.

Do Blog do Miro

Haddad e as enchentes de verão

Por Ubiratan de Paula Santos, no sítio do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo:

Simultaneamente à formação do novo governo, à transição entre as gestões e às ações para os primeiros meses, algumas providências podem ser tomadas de imediato pelo novo prefeito de São Paulo, antecipando-se a armadilhas futuras. Entre elas, até porque terá que responder pelo problema tão logo tome posse, está a proteção da população paulistana contra um problema recorrente, as enchentes do verão.

Numa cidade marcada por elevada impermeabilização do solo, núcleos habitacionais precários e pela falta, sobretudo nos últimos anos, de investimentos e de manutenção adequadas na rede de drenagem, as repercussões das chuvas têm sido impiedosas com a população pobre (lembremo-nos do Jardim Pantanal), mas não só (Pompéia e até minhocão alagados).

Apesar da transição, que sempre impõe alguma descontinuidade de ações, ainda que transitória, é desejável que providências sejam tomadas para evitar ou reduzir transtornos, especialmente àqueles que moram nas áreas periféricas, nas quais se concentram falhas da estrutura pública – limpeza da rede de drenagem e coleta de lixo deficientes; arruamento e habitações precárias. Assim, a equipe de transição do prefeito eleito Fernando Haddad, até mesmo aproveitando a divulgada demonstração de boa vontade do atual chefe do Executivo, Gilberto Kassab, e do governador Geraldo Alckmin, deve trabalhar com olho no tema.

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O novo papel dos subprefeitos em São Paulo

Por IgorEliezer

O novo papel dos subprefeitos em São Paulo

Do Blog do Profº José Carlos Vaz

O prefeito Fernando Haddad terá a responsabilidade de lideraŕ o processo de reconstrução das subprefeituras em São Paulo. Nos últimos oito anos, o governo municipal andou para trás, destruindo o esforço inicial de implantação de subprefeituras operado na gestão de Marta Suplicy. A divisão do município em unidades de governo local com capacidade de atuar sobre o desenvolvimento de seus territórios é um imperativo do porte e da complexidade de São Paulo. Nesse sentido, as gestões de Serra e Kassab realizaram um erro político e administrativo de dimensões históricas, um retrocesso de efeitos dolorosos para a cidade.

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Imagens de mais um incêndio em favela de SP

Por Sanzio

Mais um incêndio em favela de São Paulo

Mais um incêndio em favela em São Paulo, na noite desta quarta-feira, 14/11/2012. Desta vez próximo ao viaduto Aricanduva, na Penha, zona leste da cidade. Mais de 100 barracos foram totalmente queimados. Chama a atenção o fato de o tempo na cidade estar frio (15ºC) e úmido, com chuvas o dia todo.Este já é o 65º incêndio em São Paulo neste ano, recorde histórico. As fotos podem ser vistas no álbum UOl. Clique aqui.

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Rede de metrô do país pode ser duplicada até 2018

Por Assis Ribeiro

Rede de metrô pode ser duplicada até 2018

Rodrigo Burgarelli e Ocimara Balmant, No Estado de S. Paulo

Engarrafados: Piora da mobilidade urbana, em especial pelo aumento do número de carros, desperta autoridades, que prometem mais 253 km de linhas

Em 1863, no auge da Revolução Industrial, Londres ganhou sua primeira linha de metrô. Nossa vizinha Buenos Aires inaugurou a sua em 1913, ainda antes da I Guerra Mundial. Já São Paulo, a primeira cidade do Brasil a ter metrô, passou a oferecer essa opção aos seus habitantes apenas em 1974 - mais de um século depois da capital inglesa. A demora foi grande, mas as capitais brasileiras agora querem tirar um atraso de décadas em poucos anos. Caso todos os projetos prometidos saiam do papel, o total da rede de metrô do país deverá dobrar até 2018.

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O Estatuto da Cidade e a indução ao desenvolvimento

Por Marco Antonio L.

Da Revista Princípios

Estatuto democratiza a cidade e induz o desenvolvimento

O crescimento econômico que o Brasil tem vivido nos últimos anos exige que os governos, em todas as esferas, repensem políticas de desenvolvimento. Questões como melhoria nas condições de moradia, mobilidade urbana, saneamento, entre outras, tornam-se centrais. O debate sobre o Plano Diretor, peça-chave do Estatuto da Cidade, deixa claro os parâmetros que devem ser seguidos para se atingir um desenvolvimento urbano inclusivo. 

Por Carlos Pompe*

Estatuto da Cidade, Lei n. 10.257/01, surgiu a partir de demandas do movimento de moradores, de profissionais de engenharia e arquitetura, de empresários do setor da construção civil, de juristas e de acadêmicos, além de urbanistas e, é claro, de políticos envolvidos com os setores populares ou empresariais, dentre outros.

Foi o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) que, em 1999, como deputado federal, apresentou o substitutivo que se transformou no Estatuto, a partir de uma proposta do senador Pompeu de Souza. Ele destaca que a lei propicia que os municípios sejam indutores do desenvolvimento. “O município não pode ser um mero arrecadador de impostos, prestador de serviços e administrador público. Seu papel também é político e desenvolvimentista, e o Estatuto estabelece formas e meios para que as prefeituras cumpram esse papel”, afirma. Leia mais »

Uma outra forma de ocupação de favelas

Por Marco Antonio L.

Nas favelas, das TVs ao cartão de crédito

De O Globo

Grandes redes de varejo e bancos crescem nas comunidades pacificadas do Rio, de olho no mercado de R$ 13 bilhões

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Rocinha recebe grandes marcas, como Bradesco e Drogaria Pacheco na Via Ápia<br />
Foto: Marcelo Carnaval / Agência O Globo

Rocinha recebe grandes marcas, como Bradesco e Drogaria Pacheco na Via Ápia Marcelo Carnaval / Agência O Globo

RIO — Wakayama Surf, Karisma, Because e Mercadinho Zé do Bode agora dividem as ruas da Rocinha com Casas Bahia, Ricardo Eletro, Bradesco, Banco do Brasil, Itaú, Caixa Econômica Federal, Pacheco e Bob’s. O aumento da população da classe C e a chegada das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) deram fôlego para a expansão de marcas nas comunidades do Rio. A favela da Rocinha e o Complexo do Alemão são algumas das comunidades que agora têm acesso às mesmas redes de varejo e bancos já conhecidos no asfalto, que incluem ainda Casa&Video, Santander e TIM.

Foi em clima de euforia que os moradores receberam a Casas Bahia na Rocinha na última semana, quando foi inaugurada a loja com 1.427 metros quadrados. No dia seguinte à abertura, na quarta-feira, muitos já carregavam suas últimas compras, como aparelhos de som, televisões de mais de 40 polegadas e computadores, além de eletroportáteis e carnês de geladeiras e camas.

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As atribuições da Polícia Civil e da Rota

Por waldecy carlos dionisio

Comentário ao post "PCC assume status de Máfia brasileira, por Maierovitch"

Nassif, se me permite apenas dois retoques no texto de Maierovitch:

"Com a volta de Alckmin, colocou-se de lado a Polícia Civil, apesar das suas tradições e do respeito conquistado junto à população.”

A Polícia Civil pode ter conquistado o respeito da população nos bairros nobres da Capital, onde a incidência de crimes é muito baixa, mas nas regiões afastadas e periferia as pessoas não estão seguras, nem  confiam  nos agentes público, que por desvios de conduta ou não aceitarem as condições de trabalho são remanejados com muita frequência, não criando vínculo com a população local.

“A versão que corre nos bastidores das delegacias é outra. Dá conta de uma quebra do modus vivendi acertado em maio de 2006, com a Rota (polícia especial) a ingressar em territórios da periferia dominados pelo PCC e perseguir vendedores de drogas ilícitas.”

Ao contrário do que estão dizendo, na periferia a Rota não aparece, sendo que o policiamento local, quando acontece são guarnições da região em patrulhamento de rotina. E não existe combate às drogas de forma ostensiva, até porque também lucram com a venda dos entorpecentes.  Quanto ao levante da facção criminosa é mais provável que emboscadas e bsimulações de flagrante para executar de forma sumária pessoas detidas,  invasões de domicílios com armas na cabeça de mulheres e crianças, extorsões e outras praticadas abusivas de PMs,  foi o que acendeu o estopim do barril de pólvora da segurança pública em SP.

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A reforma no secretariado de Alckmin

Alckmin inicia reforma em secretariado

Da Folha de S.Paulo

A dois anos do fim de seu mandato, tucano estuda mudanças na articulação política, na Justiça e na Agricultura. Saída de Sidney Beraldo da Casa Civil para assumir vaga no Tribunal de Contas deve deflagrar processo.

A dois anos do fim de seu mandato e ainda em busca de uma marca para sua gestão, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), planeja uma reforma ampla e gradual no primeiro escalão de sua equipe.

O processo será deflagrado com a saída de Sidney Beraldo, hoje chefe da Casa Civil e espécie de número 2 do governo, para o Tribunal de Contas do Estado.

A nomeação de Beraldo para a corte será decidida em votação na Assembleia Legislativa nesta terça-feira. Encaminhada na Casa a toque de caixa e com amplo suporte do governador, não deve enfrentar resistências.

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Retirada de famílias de favela será desafio a Haddad

Por Marco Antonio L.

Após acordo, retirada de famílias de favela fica para gestão Haddad resolver

Da Rede Brasil Atual

São Paulo – A reintegração de posse de um dos núcleos da favela da Vila Prudente, marcada para esta semana, foi prorrogada ontem (8) por 90 dias, após acordo entre o Ministério Público, os moradores e a subprefeitura da região. A prorrogação foi pedida pela 28 famílias afetadas. A desapropriação ocorreria na área entre a estação de trem Ipiranga e o Mooca Plaza Shopping, que pegou fogo em agosto.

A decisão vai ao encontro da expectativa das famílias, que pediam para permanecer no local até o início a gestão de Fernando Haddad (PT) por acreditarem que ele possa facilitar o andamento de políticas habitacionais. “Conseguimos um prazo maior e queremos negociar com a nova prefeitura para reivindicar uma coisa nossa, porque é isso que nós queremos: uma habitação regularizada”, conta a moradora Elza Miranda.

Em reunião realizada entre os moradores e a Subprefeitura da Vila Prudente, em 31 de outubro, o chefe de gabinete Marcio Bueno afirmou que o Ministério Público estava pressionando o órgão para concluir a ação. Isso porque os afetados já haviam recebido a indenização, de R$ 2.100, referente aos sete meses adiantados de bolsa aluguel. Na reunião, os moradores reclamaram que não havia sido explicado que aceitar o benefício os impediria de permanecerem em suas casas.

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A polêmica sobre a desocupação de casas no Jardim Botânico

Por Assis Ribeiro

Do O Globo

Edson Santos: 'Não precisamos mais de parques'

Selma Schmidt

Discurso de deputado sobre desocupação de área federal nos limites do Jardim Botânico provoca críticas

Um discurso sobre a desocupação de 621 casas dentro dos limites do Jardim Botânico, feito no último dia 16 pelo deputado federal Edson Santos (PT), está provocando polêmica. Edson disse que o Rio "não precisa mais de parques" e criticou o presidente do Jardim Botânico, Liszt Vieira, que quer liberar a área federal para permitir a expansão das pesquisas do instituto. O deputado classificou a ação de Listz como insana e afirmou que ele "está levando em conta apenas o seu desejo de ver o Jardim Botânico se transformar num Hyde Park ou num Central Park". Leia mais »

Remoções de comunidade para Copa serão investigadas

Por Marco Antonio L.

Indústria das remoções para Copa de 2014 será investigada em todo o país

Do Correio do Brasil

Acolhendo as denúncias dos movimentos populares sobre as remoções forçadas de comunidades para obras da Copa, o Conselho de Defesa do Direito da Pessoa Humana (CDDPH) da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos criou o Grupo de Trabalho Moradia Adequada em uma inciativa inédita. O GT, criado em agosto, vai recolher informações sobre os problemas de moradia enfrentados pela população, com foco nos impactos de megaprojetos e megaeventos, e encaminhar recomendações aos Municípios e Estados.

Professor e conselheiro do CDDPH, Eugênio Aragão confirmou, em entrevista à agência de notícias Copa Pública que a criação do GT é fruto da mobilização da sociedade e da cobrança dos movimentos populares, o que também facilitou o diagnóstico do problema: depois de algumas visitas às cidades sede, o grupo identificou um padrão de violação de direitos:

– Com a desculpa de que os moradores são invasores, as prefeituras ignoram por completo seus direitos. Muitas vezes a comunidade está ali há 10, 20 anos e é sistematicamente assediada pela prefeitura – afirmou.

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Brasilianas.org discute a energia elétrica no Brasil

Da TV Brasil

A eficiência energética e a MP 579 são assuntos do programa da próxima segunda-feira (05)

O Brasilianas.org discute a atual situação do setor de energia elétrica brasileiro. O programa debate como foi estruturado o novo modelo do setor, a partir de 2003; a terceira revisão tarifária; a questão da eficiência energética e os “apagões” recentes e ainda esclarece os principais pontos da Medida Provisória 579, regulamentada pelo governo federal com a finalidade de reduzir as tarifas de energia e prorrogar as concessões com previsão de vencimento entre 2015 e 2017. O programa recebe o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia, Maurício Tolmasquim, o coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Nivalde de Castro, e o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Fonseca Leite.

Em setembro, o governo federal publicou a MP 579, que que trata das renovações das concessões de geração, transmissão e distribuição do setor elétrico. A medida prevê uma redução de 16,2% no valor da conta de luz do consumidor. Para as indústrias, a conta pode ficar até 28% menor. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a queda na tarifa de energia para o setor produtivo reduzirá em até 4% o custo fixo de produção da indústria brasileira, e dará impulso para que as empresas voltem a investir.

Com as novas regras, porém, a estimativa é que o consumo total do país caia cerca de 23%, com muitos consumidores voltando a ser clientes das distribuidoras de suas áreas de atuação, atraídos por preços mais atrativos. Assim, indústrias e comércio de grande porte, como shoppings centers e hipermercados, podem ficar mais propensos a voltar para o mercado cativo. Atualmente, muitos deles fazem parte do mercado livre de energia elétrica, onde podem escolher seus fornecedores e fecha preços no longo prazo.

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O longo prazo nas gestões municipais

Por Assis Ribeiro

Para especialistas, cidades precisam adotar estratégias de longo prazo

Por O Globo

Pesquisadores avaliam que falta de integração entre esferas de poder agrava crise de segurança

RIO - O modelo adotado no Rio para o combate ao crime organizado com as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) é constantemente lembrado como exemplo desde que o número de assassinatos aumentou em São Paulo. Não há garantia, porém, de que a solução encontrada pelos cariocas funcionaria para os paulistas, avaliam especialistas. Para eles, São Paulo precisa começar a definir uma estratégia adequada às características locais.

Para Diógenes Lucca, comentarista de Segurança Pública da Rede Globo em São Paulo e ex-comandante do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) de SP, as UPPs estão funcionando no Rio porque o estado precisava reconquistar espaços sobre os quais havia perdido o controle. Já em São Paulo, não existiriam territórios aos quais a polícia não tem acesso.

— Aqui não tem nenhuma favela na qual a polícia não consiga entrar — explicou Lucca, ao dizer que o governo paulista precisa primeiro definir uma estratégia, que inclua integração: — Não acho que é o momento de discutir uma medida (específica). Temos um problema sério que é a falta de integração das esferas de poder. Simplesmente instalar uma unidade de polícia em Paraisópolis não vai resolver.

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A perda de receitas dos municípios

Por Assis Ribeiro

Do Valor 

Dilma pede a Mantega que ajude municípios    

Por Claudia Safatle

É grave a situação dos municípios brasileiros, que tiveram que pagar com perda de receitas parte das medidas fiscais de incentivo à indústria este ano. A presidente Dilma Rousseff colocou o problema no topo da sua agenda pós eleições. Ela determinou ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, que faça um levantamento de toda a situação e encontre uma maneira de resolvê-la. Os prefeitos, que encerram seus mandatos este ano, estão na iminência de ter as contas desenquadradas das metas impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e correm o risco de serem responsabilizados por isso, com as penalidades previstas na lei que vão de multa a reclusão.

Em setembro as transferências a Estados e municípios tiveram queda de R$ 3,3 bilhões em relação a agosto, totalizando R$ 10,9 bilhões contra R$ 14,2 bilhões, segundo informações divulgadas ontem pelo Tesouro Nacional. Desses, R$ 2,2 bilhões decorreram de recursos provenientes de participação especial pela exploração de petróleo e gás natural em agosto que não se repetiram em setembro; e R$ 1,0 bilhão foi a redução nas transferências constitucionais, por causa da diminuição da arrecadação dos tributos compartilhados com os demais entes da federação, dentre outros fatores de menor expressão. Leia mais »