Falta de recursos pode parar obras da Arena Corinthians

Por Assis Ribeiro

Do Portal 2014

Sem recursos, Arena Corinthians pode parar

Obra chegou ao limite, diz Andrés Sanchez. Prefeitura deve emitir certificados nas próximas semanas

O tempo passa, a Copa do Mundo se aproxima e o dinheiro fica escasso na Arena Corinthians.

Ex-dirigente do clube paulista e da CBF, Andrés Sanchez admitiu, durante participação em programa na “TV Gazeta”, neste domingo (10), que as obras do estádio da abertura da Copa de 2014 podem ser paralisadas nas próximas semanas caso o empréstimo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) ou os incentivos fiscais da prefeitura de São Paulo não sejam liberados.

"Todos sabem que o Corinthians dependia do financiamento do BNDES e de uma garantia sobre investimentos de melhoria para a zona leste. Não saiu nem o financiamento e nem o pacote. Se não sair em um mês, a obra para", disse o ex-dirigente. Leia mais »

Os problemas no projeto de reforma da Marina da Glória

Da Folha

Projeto de marina de Eike Batista nasce obsoleto, diz arquiteto francês

O arquiteto e paisagista francês Pascal Cribier, um dos autores do projeto de restauração do jardim das Tulherias, em Paris, vê com preocupação a proposta de reforma da Marina da Glória, no Aterro do Flamengo, no Rio.

"É um projeto que já nasce desatualizado, referente ao século 20, não ao 21", disse ao caminhar pela marina na semana passada.

A mudança foi proposta pelo grupo EBX, do empresário Eike Batista, e está na sua terceira versão. O anteprojeto foi aprovado em janeiro pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), mas ainda passará por outras fases antes de as obras serem autorizadas.

As alterações precisam ser aprovadas previamente porque o Parque do Aterro do Flamengo, inaugurado em 1964, é tombado. Leia mais »

Estádio Célio de Barros pode escapar da demolição

Por alfeu

Do Webrun

Célio de Barros pode escapar de demolição por ser patrimônio histórico

Complexo Maracanã é patrimônio histórico, segundo Instituto Histórico e Artístico (IPHAN)

Os defensores da permanência do Estádio de Atletismo Célio de Barros, no Rio de Janeiro, podem começar a enxergar uma luz no fim do túnel. Depois da Defensoria Pública da União mover uma ação, o Instituto Histórico e Artístico (IPHAN) informou que tanto o estádio quanto o Parque Aquático Júlio Delamare e a Escola Modelo Arthur Friedenreich são patrimônios e não poderão ser demolidos sem sua autorização.

A intenção do Governo do Estado é demolir a escola e as duas praças, que fazem parte do Complexo Maracanã, para construir um estacionamento que consiga abrigar todos os torcedores do estádio de futebol, que fica ao lado. 

Agora, a Associações de Treinadores e de Árbitros, e os atletas ganhadores de medalhas olímpicas que fazem parte da Assembleia da CBAt (Comitê Brasileiro de Atletismo) poderão se manifestar em defesa do Célio de Barros. Ao todo, serão 27 Federações estaduais, dos cinco clubes com melhor classificação no Troféu Brasil/Caixa de Atletismo do ano de 2012. Leia mais »

Sobre a degradação do centro de São Paulo

Por Andre Araujo

O CENTRO DE SÃO PAULO - Hoje tive que ir a Praça Ramos de Azevedo no Centro de S.Paulo, a praça do Teatro Municipal. A região que ja foi o centro chique nos anos 40, 50 e 60 está hoje em desolada degradação. Muitos predios abandonados, lojas que viraram estacionamentos acanhados, cheiro de urina por todos os cantos, ruas sujas, bares muquifos.. O antigo Mappin, que ja foi uma loja chique com um  elegante salão de chá no 5º andar, onde comemorei meu 5º aniversario hoje é uma horrenda filial das Casas Bahia, com um placa super vagabunda na entrada. Porque não aproveitaram o predio do Mappin para uma loja  modelo, bonita, um showpiece de toda rede? A Macys americana, que é uma rede popular, bem abaixo da Neiman Marcus, Saks, Nordstrom, mesmo da Bloomingdales, tem algumas lojas de padrão mais elevado quando é em um predio simbolo, como as duas da Union Square em San Francisco. A Bahia poderia gastar uns 100 mil reais para pelo menos limpar e pintar a fachada emporcalhada em um predio historico, de época, até bonito mas com aparencia de abandono.

A Av.São João e o Largo Paysandu viraram pocilgas, cinemas famosos fechados com tapumes sujos, como o Cine Paysandu, o Art Palacio, o outrora chique Marrocos, onde só se permitia a entrada de terno e gravta, tudo parecendo uma cidade bombardeada, em ruinas.

Não culpo a Prefeitura, que tem multiplas prioridades. A unica forma de recuperação de um centro é a união entre  a sociedade civil e o Governo, como ocorreu em Nova York. Não acredito que fosse necessario muito dinheiro para recuperar o centro e o resultado de uma cidade revitalizada pagaria o investimento por meio do aumento de valor dos imoveis e da arrecada ção de IPTU. Algumas medidas simples: Leia mais »

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Prorrogada concessão de iluminação pública em São Paulo

Por Assis Ribeiro

Do Valor

Haddad prorroga concessão de iluminação

Por Raphael Di Cunto | De São Paulo

Antes propenso a não renovar a concessão do serviço de iluminação pública da cidade de São Paulo, que termina dia 31 de julho, o prefeito Fernando Haddad (PT) deve prorrogar o contrato por mais três ou quatro meses, conforme antecipou ontem o Valor PRO, serviço informação em tempo real do Valor. Em contrapartida, o petista negocia redução de 20% no valor do contrato - de R$ 216,9 milhões por ano - e o cumprimento de metas até o fim de 2013, como o fim dos 18 mil pontos sem iluminação.

Insatisfeito com a qualidade do serviço prestado pelo consórcio formado pelas empresas Alusa e FM Rodriguez, Haddad pretendia aproveitar o fim do contrato para buscar outra forma de fazer a manutenção do sistema. Os principais problemas apontados na prefeitura são a demora na troca das lâmpadas e a taxa de falha do sistema com o dobro da frequência que seria normal. Leia mais »

Ciclofaixas e democracia, por Renato Janine Ribeiro

Por Adir Tavares

Do Valor

Ciclistas apoiam a democracia?

Renato Janine Ribeiro

Deve soar estranho sugerir que as ciclofaixas que já somam dezenas de quilômetros para o lazer paulistano indiquem o fracasso de nossa democracia. E é claro que acho ótimo apostar na atividade física, largar o carro e ocupar o asfalto com outra coisa que não motores. Mas há um aspecto delas que nunca vi ser discutido, e me incomoda. Por isso nesta coluna, que trata de política, debato hoje o déficit democrático que as ciclofaixas apontam.

O problema é simples: elas foram instituídas há mais de três anos pela Prefeitura de São Paulo, já somam 150 quilômetros de extensão, mas ainda temos, a cada esquina, um monitor com bandeirinha, avisando aos ciclistas que não passem no sinal proibido. Ora, se precisamos de pessoas para deter os ciclistas no vermelho, é porque se supõe que os usuários não interiorizaram o cumprimento das leis do trânsito e o respeito ao outro. Supõe-se que, se não houver centenas de monitores, um por quarteirão, ciclistas serão mortos – ou, o que parece mais provável, dado que as bandeirinhas estão lá para deter as bicicletas e não os automóveis, que ciclistas atropelarão pedestres ou baterão em carros. A prefeitura é sábia em não correr o risco de uma morte ou mais a cada domingo. Mas me assusta a suposição de que, sem uma presença maciça de fiscais, teríamos acidentes, talvez numerosos. Os ciclistas de domingo são, ao que parece, pessoas de poder aquisitivo e talvez formação escolar maior que a média da população. No entanto, o que a prefeitura diz, pelos seus atos ainda que não em palavras, é: eles não respeitarão as leis de trânsito se não os tutelarmos. Porque é isso o que está em questão: são tratados como crianças, incapazes que seriam de respeitar a legislação ou mesmo a moral, que manda esperar quando é a vez do outro – carro ou pedestre – passar. Leia mais »

Maioria dos municípios está inadimplente com a União

Por Assis Ribeiro

Do Brasil 247

Quase 90% das prefeituras inadimplentes com a União

A presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB) e prefeita de Cardeal da Silva, Maria Quitéria (PSB), pediu pesquisa detalhada sobre as causas e a real situação de cada prefeitura; levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostra que 370 das 417 cidades (88,7%) do estado têm situação irregular

Dados levantados pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) revelam uma realidade preocupante no Brasil e pior na Bahia. Ao todo, 90% das cidades não podem fazer convênio com a União porque estão inadimplentes no Cadastro Único de Convênios (Cauc), da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). O levantamento mostra que 370 das 417 cidades (88,7%) do estado têm situação irregular.

O resultado surpreendeu a CNM porque a pesquisa revelou que nesta situação também se encontram 4.458 (80,1% do total) dos municípios brasileiros. E este quadro foi revelado menos de 30 dias após o "Encontro Nacional com Prefeitos e Prefeitas" promovido pelo governo federal, entre os dias 28 e 30 de janeiro deste ano. Leia mais »

Taxa do lixo de Manaus é considerada inconstitucional

Do A Crítica

Taxa do Lixo é considerada inconstitucional pelo TJAM

Na argumentação do relator do processo, desembargador Domingos Chalub, a lei constitucional, entretanto, Adins indicavam apenas que o cálculo da cobrança estava errado

SÍNTIA MACIEL E MARIANA LIMA

A Taxa do Lixo criada pela Câmara Municipal de Manaus (CMM) por meio da lei nº 1411/2010, foi considerada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), durante votação realizada na manhã desta terça-feira (26), pelo Tribunal do Pleno.

O relator do processo, desembargador Domingos Chalub, considerou a lei constitucional, entretanto, ele argumentou que as Ações de Inconstitucionalidade (Adins), indicavam apenas que o cálculo da cobrança estava errado, mas que a cobrança da taxa do lixo em si é constitucional.

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Em 1953, o metrô era "coisa do passado" em SP

Por IgorEliezer

(referente a O METRÔ DE SP NO QUARTO CENTENÁRIO)

Do blog Notícias de São Paulo

"Metrô é coisa do passado"

Muito interessante é a descrição do projeto que se previa para o Metrô, com três estações entre as praças João Mendes e da República, assim como o trajeto, aproveitando passagens existentes nos viadutos Dona Paulina, Jacareí e Major Quedinho.

Mas nada é tão curioso quanto as conclusões apresentadas no texto, a começar por seu título. Exatos sessenta anos depois, a conclusão do professor Anhaia Melo soa, no mínimo, precipitada, para não ter de utilizar adjetivos menos eufemísticos. Cito como exemplo este trecho, de um brilhantismo visionário ímpar (e que não foi proferido por Anhaia Melo): “(…) técnicos (…) afirmaram, expressamente, que São Paulo não é caso de ‘Metrô’, mas, sim, de avenidas expressas.” Sim, avenidas expressas.

Já o trecho seguinte é obra de Anhaia Melo: “Imagine o preço de um túnel com extensão de centenas de quilômetros e, ainda mais, construído em condições precárias, sob edifícios, esbarrando em canalizações de água, de luz e de telefones.” Sim, imagine só. A construção do Metrô sendo feita às cegas! Isso sem falar na previsão dele, de “centenas de quilômetros de túneis”: até hoje não completamos centena de quilômetros de Metrô, e boa parte deles é na superfície, mas atenhamo-nos ao que importa. Leia mais »

GDF assume operação de empresas de transporte público

Por Assis Ribeiro

Da Agência Brasil

Reclamações de usuários levam GDF a fazer intervenção e assumir operação de empresas de transporte público

Carolina Gonçalves*
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O governo do Distrito Federal (GDF) assumiu nesta segunda-feira 25 o controle, a administração e a operação de três empresas de um mesmo grupo (Amaral) que prestavam serviço de transporte público coletivo na região. A intervenção, inédita na capital do país, foi motivada pela série de reclamações registradas pelos passageiros em relação aos serviços prestados pela Viação Valmir Amaral, Rápido Veneza e Rápido Brasília Transportes e Turismo e pelo descumprimento de uma série de obrigações recomendadas pelo governo.

A maior parte dos registros feitos pelos moradores de Brasília e do Entorno do Distrito Federal em relação às linhas de ônibus que ligavam cidades como Planaltina, Sobradinho, São Sebastião, Paranoá e Itapoã ao Plano Piloto se referia a atrasos, superlotação, uso de veículos sem manutenção e a falta de renovação da frota. Leia mais »

Kazuo Nakano e a revisão do Plano Diretor paulistano

Por Gilberto .

Comentário ao post "O processo de revisão do Plano Diretor de São Paulo"

Abaixo um bom artigo de Kazuo Nakano sobre o Plano Diretor. Notem que o artigo é de 2011 e  o Plano deveria ter sido revisado em 2012.

Nakano faz uma série de perguntas, que continuam sem resposta. Seria necessário mais que Audiências Públicas, com resultados questionáveis pois a divulgação delas atinge somente um público segmentado. É o problema da maior parte da Oscips:  Representar apenas os interesses de segmentos, como atingir a maior parte da população?

Para a democratização das decisões são necessários acompanhamento, estudos e levantamentos constantes de dados sobre a efetividade das ações propostas pelo  Plano de 2002. Responder às perguntas feitas por Nakano e algumas outras. Perceber quais metas foram atingidas e se produziram os efeitos desejados. Questionar a população à respeito do efetivo benefício das mudanças e aperfeiçoa-las. Houve um clara acomodação da gestão anterior para protelar a revisão prevista e nada foi feito à respeito durante o restante do mandato.  Leia mais »

O processo de revisão do Plano Diretor de São Paulo

Por Marco Antonio L.

Da Rede Brasil Atual

Presidente da Câmara de São Paulo quer Plano Diretor 'preservacionista' e regulação imobiliária

José Américo espera embate duro com mercado imobiliário em São Paulo na revisão das diretizes de crescimento para a cidade

Por: Rodrigo Gomes, da Rede Brasil Atual

São Paulo – O presidente da Câmara Municipal de São Paulo, vereador José Américo (PT), defendeu ontem (23) que o novo Plano Diretor Estratégico da cidade, atualmente em processo de revisão, seja pautado pela preservação das áreas verdes e por maior regulação do mercado imobiliário, como aumento de impostos sobre potencial construtivo e proibição da expansão de áreas com grande densidade habitacional. As declarações foram feitas na abertura do 6º curso Descobrir São Paulo, Descobrir-se Repórter, organizado pela Escola do Parlamento e pela Oboré Comunicação. Leia mais »

Governo federal fará investimentos na infraestrutura de SP

Por Marco Antonio L.

Da Rede Brasil Atual

Haddad diz governo federal vai investir mais na cidade

Prefeito de SP disse que investimentos serão em áreas como transporte, drenagem e habitação e que renegociação da dívida também vai beneficiar projetos de expansão

Por: Raimundo Oliveira, da Rede Brasil Atual

São Paulo – O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse hoje (21) que o governo federal vai investir em projetos de infraestrutura do município. Haddad esteve ontem em Brasília, onde se reuniu com o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, e a ministra do Planejamento, Miriam Belchior para pedir mais recursos a capital.

Segundo o prefeito, foram acertados investimentos por parte do governo federal nas áreas de transportes, drenagem e habitação e que as obras contempladas nestes acordos serão anunciadas pelo governo federal. O prefeito indicou aos representantes do governo federal que o índice de investimento atual na cidade, cerca de R$ 3 bilhões ao ano, é baixo e que o número de obras de programas como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no município é pequeno. Leia mais »

Haddad: Controlar quer manter caça-níquel com inspeção

Do G1

Haddad afirma que Controlar quer manter 'caça-níquel' com inspeção

Em entrevista à CBN, prefeito disse que reajuste do ônibus será em junho. Rede Hora Certa deverá começar a funcionar em março.

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse nesta quinta-feira (21), em entrevista à rádio CBN, que pretende abrir três processos administrativos contra a Controlar, que realiza a inspeção veicular ambiental na cidade. Ele classificou a Controlar de “empresa ficha suja”.

"São pessoas sem o menor espírito público, não estão minimamente interessadas na cidade de São Paulo, estão interessadas obstinadamente neste contrato, em manter este caça-níquel", disse.

Nesta quinta-feira (21), a Controlar publicou nos jornais uma nota de esclarecimento à população em que informa que, com relação às ações judiciais em curso, a Controlar já prestou todas as informações que respaldam a legalidade e a plena vigência ao Poder Judiciário, a quem caberá a decisão judicial.  A empresa foi procurada pelo G1 para comentar as declarações do prefeito, mas até as 10h30 não havia se pronunciado. Leia mais »