Haddad: tributo na gasolina diminuiria tarifa do ônibus

Sugerido por Assis Ribeiro

Do G1

Tributo de R$ 0,50 permitiria abater R$ 1,20 na tarifa de ônibus, diz Haddad

Prefeito citou pesquisa da FGV encomendada pela administração municipal. Haddad participou de seminário sobre financiamento do transporte.

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), disse nesta terça-feira (13) que a cobrança de R$ 0,50 de tributo no litro da gasolina permitiria abater R$ 1,20 no preço da tarifa, segundo pesquisa encomendada pela Prefeitura. O estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), cujos resultados foram citados por Haddad, aponta que o subsídio seria posssível a partir de nova aplicação da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre combustíveis.

O petista, que é vice-presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), defendeu que seja adotado o "subsídio cruzado" como alternativa para baratear o transporte em grandes cidades. A medida consiste em encontrar fontes de recursos a partir de outros setores. Ele cobrou ainda a municipalização da Cide.

"Hoje a FGV anunciou dados preliminares de uma pesquisa que vem sendo feita, a pedido da Prefeitura, desde março deste ano, dando conta que uma Cide de R$ 0,50 sobre o litro da gasolina poderia proporcionar um desconto de R$ 1,20 no preço da tarifa", afirmou. Leia mais »

O intrincado universo da nova mídia

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Coluna Econômica

Ontem participei de uma sessão da Comissão de Cultura da Câmara Federal, organizado pela deputado Jandira Fegalli - presentes, entre outros, Helena Chagas, da Secretaria de Comunicação do governo federal - para discutir os novos tempos da mídia.

Há um quadro desafiador pela frente, exigindo novos critérios de análise da publicidade pública e privada.

Antes, o jogo da mídia era basicamente provinciano. Havia quatro grandes grupos nacionais que controlavam o mercado de opinião - Globo, Abril, Folha e Estado -, redes menores de rádio e televisão, um conjunto de grupos regionais - em geral, associados à Globo -, uma imprensa regional, e rádios independentes.

Os critérios de alocação de publicidade era bastante restritos. Toda publicidade nacional e a maior parte da publicidade pública era alocada para os grandes grupos nacionais. E ações menores destinadas aos grupos regionais (não ligados às redes).

O critério "técnico" básico de alocação de verbas consistia em colocar mais em veículos que proporcionassem maior audiência. Obviamente as TVs abertas sempre foram mais beneficiadas, por chegar em quase 100% dos lares brasileiros.

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Esse modelo fundava-se em algumas âncoras. A primeira, nas formas de aferição de audiência - IVC (Instituto Verificador de Circulação) para a mídia impressa; e IBOPE para a mídia televisiva e radiofônica. Eram excluídos os pequenos veículos sem condições de bancar a filiação a um dos dois serviços.

A segunda âncora foram práticas de cartelização junto às agências de publicidade, os chamados BVs (Bônus de Veiculação) pelo qual os grandes grupos instituíam tabelas progressivas de remuneração das agências de publicidade de acordo com o volume de publicidade que trouxessem.

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Os valores dos gastos com propaganda estatal

Por MarFig

Comentário ao post "As críticas da TV Record aos gastos com a Copa do Mundo"

Coitadinhos dos que esperam meses para uma consulta, se o dinheiro da Propaganda estatal fosse para saúde. 

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Marcas pegam carona na onda de manifestações

Do AdNews

Marcas pegam carona nos protestos pelo país

Geralmente a imensa maioria das marcas procura fugir de temas polêmicos, com exceção de uma ou outra, que se alimenta de assuntos controversos e é esse o combustível de seu “diferencial competitivo”.

Entretanto, curiosamente, dezenas de empresas resolveram sair de cima do muro da acomodação e se arriscar nas redes sociais para se manifestar sobre os protestos que tomaram as ruas do país.

Alguns podem classificar as ações como oportunistas, outros vão dizer que essas marcas se conectaram com o público de uma maneira corajosa.

A cafeteria paulistana Coffee Lab, em Pinheiros, anunciou no Facebook que o preço do seu café expresso passaria a valer R$ 0,20 na segunda-feira (17), justamente a diferença relacionada ao aumento das tarifas de ônibus.

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Agência brasileira vence prêmio máximo de internet em Cannes

Da Folha

Websérie de agência brasileira ganha o prêmio máximo de internet em Cannes

MARIANA BARBOSA

Não entra na conta oficial dos troféus obtidos pelo Brasil no festival de Cannes, mas foi uma agência brasileira, com sede em San Francisco, a vencedora do Gran Prix -o prêmio máximo-- da categoria Cyber (internet) no festival de publicidade Cannes Lions, na França.

A Pereira O'Dell, agência do Grupo ABC comandada por Paulo Jorge Pereira, o PJ, assina acampanha "A beleza interior", criada para a Intel e para a Toshiba.

A websérie de seis episódios de até 10 minutos, exibidos no YouTube e no Facebook, conta a bizarra história de Alex, um sujeito que sofre de uma síndrome na qual seu corpo acorda diariamente de um jeito diferente.

Mais gordo, mais magro, com outro número de sapato, como chinês. PJ conta que cerca de 100 atores fizeram o papel do ator principal, incluindo alguns internautas que mandaram imagens que foram inseridas nos filmes. Leia mais »

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A Carta do Colégio de Procuradores sobre a PEC 37

Carta de Brasília - Por que somos contra a PEC/37:

O Colégio de Procuradores da República, órgão do Ministério Público Federal, autoconvocado, reuniu-se em 18 de junho de 2013, no exercício de seu dever constitucional de zelar pelo estado democrático de direito e pelo respeito aos direitos constitucionais, para garantir a manutenção da capacidade de investigação para fins penais do Ministério Público e outras instituições atualmente investidas de poder de polícia, e impedir retrocesso em favor da impunidade e contra a segurança cidadã. Para isso, é necessário dizer não à PEC 37.

A PEC 37 pretende estabelecer o monopólio da investigação pela Polícia. O Estado abriga vários órgãos com poder de polícia, como a maioria dos países do mundo. A limitação a um só canal reduz em muito a capacidade de investigação dos órgãos do Estado.

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Compra de mídia digital e a evolução da publicidade online

Do IDGNow

Compra de mídia digital está cada vez mais automatizada e dinâmica

Por Cristina de Luca

Real-time bidding (RTB) e outras formas de compra programática, estão atraindo mais e mais dólares para a publicidade, a medida que anunciantes e editores descobrem os benefícios destes métodos de compra de mídia digital e online. Os principais fatores por trás do crescimento são a eficiência operacional e melhor segmentação.

“É um caminho irreversível e que representa uma mudança na maneira de planejar, executar, medir e otimizar ações de mídia, sejam elas de direct response ou branding”, afirma Fabrizio Bruzetti, Diretor Geral da Digilant Brasil.

A compra programática, não mais programada ou planejada, inclui diversas tecnologias e estratégias diferentes. Basicamente, permite que os anunciantes façam lances por espaços publicitários, na maioria das vezes em tempo real (RTB), com base no valor que atribuíram ao consumidor do outro lado da tela, como em um leilão. Como a compra do anúncio é feita através de uma negociação computacional, o preço do espaço publicitário pode mudar rapidamente. Leia mais »

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Os melhores comerciais gays

Por Gunter Zibell - SP

Do site TrendCoffee

14 melhores comerciais gays

Um registro ao longo dos anos

por Gregory Martins

Não é de hoje que os comerciais ganharam temática gay. Em 1996 a Folha de São Paulo já tinha colocado personagens gays para a campanha de seus classificados. Se no início eram as campanhas alertando sobre o uso da camisinha e depois viraram assunto de piadas no melhor/pior estilo de ‘propaganda de cerveja’, hoje os comerciais com a temática desenvolveram um olhar muito mais sensível e atrativo de seus consumidores. Pensando nisso reunimos 14 dos melhores comerciais com temática gay pelo mundo sob diferentes pontos de vista:

14. Dolce & Gabbana - Jewels

Um comercial da linha de jóias da Dolce & Gabbana bem dinâmico e visualmente bonito como pede a grife.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=FEvjmFalNX4 Leia mais »

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A questão dos critérios adotados pela publicidade oficial

Por Marco Antonio L.

Do Observatório da Imprensa

Quais critérios adotar?

Por Venício A. de Lima

“É necessário explicitar, quantas vezes forem necessárias, os critérios técnicos de mídia da SECOM. Se a publicidade de governo tem como objetivo primordial fazer chegar sua mensagem ao maior número possível de brasileiros e de brasileiras, a audiência de cada veículo tem que ser o balizador de negociação e de distribuição de investimentos. A programação de recursos deve ser proporcional ao tamanho e ao perfil da audiência de cada veículo” [cf. “Transparência e a desconcentração na publicidade do governo federal“].

A epígrafe acima foi escrita pelo servidor público que ocupa o cargo de Secretario Executivo da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM-PR), em artigo publicado recentemente nesteObservatório (16/4/2013), e se refere “às programações publicitárias do governo federal – administrações direta e indireta, incluídas as empresas estatais”. [Neste artigo vamos desconsiderar as empresas estatais que competem no mercado de bens e serviços com as empresas privadas comerciais.] Leia mais »

Google só perde para Globo em publicidade

Folha de S. Paulo

Google paga bônus e enfrenta TV aberta

NELSON DE SÁ e MARCELO SOARES
DE SÃO PAULO

Agora, até o Google paga bônus por volume no Brasil. A informação é confirmada por duas agências de publicidade e pelo presidente do IAB Brasil (Internet Advertising Bureau), Rafael Davini.

Disputa sobre números gera incerteza no setor publicitário

Pelo BV, introduzido pela Globo nos anos 1960 e adotado hoje por quase todos os veículos, inclusive a Folha, a agência recebe comissão por direcionar anunciantes, e esse pagamento cresce de acordo com o volume anunciado.

Questionado, um porta-voz respondeu que o Google "não comenta detalhes comerciais do relacionamento com nenhum de seus clientes, em nenhum país".

No Google, o BV não estaria sendo usado para os links patrocinados, que fazem parte da categoria de publicidade on-line de maior crescimento no Brasil ("search + classificados"), mas para ferramentas como o YouTube ("display + social media").

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A Traição dos Blogs Progressistas, ou Como a Gente se Transf

Autor: 

 

A pouca repercussão das denúncias de encenamento do atentado de Boston, pela mídia quasi-alternativa nacional, espanta mais que o silêncio da grande mídia. Esse já era esperado, afinal só se publica nos grandes meios o que interessa a eles, seus patrões, além de anunciantes e do establishment. Sua subserviência a tudo que vem da matriz (EUA) também é notória. Mas os blogs ditos 'progressistas', em sua ânsia,  incompreensível, de tentar se colocar com a mesma 'credibilidade' que criticam na mídia internacional tem me incomodado sobremaneira.

 

Em todos os blogs e sites 'alternativos' que frequento, o termo "Teoria da Conspiração" suplantou de longe a expressão "False Flag Atack" (ataque de falsa bandeira, quando um ato é cometido com a intenção, por parte dos autores, de atribuí-lo a terceiros). Estaria o jornalismo alternativo querendo, cada vez mais, se parecer com o que critica?

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A moralização publicitária da velocidade

Por Wilson Ferreira

Do blog Cinegnose

A Celebração da Velocidade e a Politização do Tempo

Ironicamente a nosso indignação moral diante das mortes no trânsito corresponde à moralização que a cultura atual faz da velocidade: ser veloz é moralmente bom, como nos informa diariamente o discurso publicitário de produtos e marcas. Através da moralização da velocidade e da glamorização da lei do menor esforço, a obsessão pelo "maior é melhor" é substituída pela compulsão do "mais rápido é melhor“.

“Quicklube”, “Quick Cash”, “American Express”, “Federal Express”, “Mach 3”, “Slimfast”, “Speedo”, “Speed Dial”, “Instant Credit”. “Entregamos em 20 minutos ou você não precisa pagar por ele”. “Você precisa agir AGORA!”. “Você será aprovado em menos de 2 minutos”. “Corra! Restam alguns dias. Acabarão muito em breve!”

Sob esse regime da velocidade explicitado pelas mensagens publicitárias e da construção da imagem das marcas, ser veloz é moralmente bom. Em postagem anterior quando discutíamos sobre os atropelamentos de ciclistas na cidade de São Paulo (veja links abaixo), afirmávamos que era necessário politizar o tempo através da crítica à moralização da velocidade. De nada adiantam medidas de contenção do fluxo acelerado urbano (multas, câmeras, radares, leis etc) se testemunhamos o crescimento do regime da velocidade por meio da sua celebração e glamorização. Leia mais »

Conar arquiva processo contra campanha da Gillette

Folha de São Paulo

Conar arquiva denúncia de preconceito contra peludos em propaganda da Gillette

THIAGO SANTOS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O Conar (Conselho Nacional de Autoregulamentação Publicitária) arquivou o processo contra campanha da Gillette por suposta discriminação contra homens peludos. A campanha veiculada no Carnaval deste ano usava a expressão "quero ver raspar", incentivando os homens a rasparem os pelos peitorais.

Segundo o órgão, a modalidade de discriminação por características estéticas não está prevista no código de conduta da entidade, que engloba apenas casos de discriminação que envolvam raça, religião, sexualidade, nacionalidade e posicionamento político.

Por esse motivo, o conselho responsável pelo caso decidiu quinta-feira (18) de forma unânime pelo arquivamento do processo. Leia mais »

O crescimento da publicidade móvel

Por foo

Do Quartz

A publicidade móvel é crescente, enquanto os jornais continuam o seu declínio inexorável

Interactive Advertising Bureau, órgão de comércio, divulgou hoje seu relatório para o ano inteiro (pdf) sobre as tendências da indústria da publicidade compilados pela PricewaterhouseCoopers. A manchete é que a publicidade em vários formatos digitais através de pesquisa, em telefones celulares, vídeos e outros, bateu um recorde de US $ 36,6 bilhões em os EUA no ano passado, um aumento de 15% a partir de 2011 de 31700 milhões dólares. Receita cruzou $ 10 bilhões em um único trimestre pela primeira vez nos últimos três meses de 2012. Leia mais »