A entrevista de Danny Glover no Jô Soares

Por Ronaldo Souza

Vejam a entrevista de Danny Glover a Jô Soares, que podia ter aproveitado a oportunidade para convidar as meninas do Jô (Lúcia Hipólito, Mônica Bergamo, Eliane Cantanhede e Lillian Witte Fibe, é isso mesmo?) para terem participado do programa (claro que só assistindo). Será que o público dele gostou?

Fiquei realmente curioso; quantos dos nossos artistas possuem essa lucidez? Não estou falando de Cauã Reimond, Grazi Mazafera, Luana Piovani, Isis valverde e Cia. Estou falando daqueles que são mais considerados como artistas, o mais próximo  possível da acepção da palavra.

Aos 2,48’’, quando ele diz “o PT realizou muita coisa nos últimos dez anos e agora, juntamente com outros setores recebeu um aviso. O aviso de que muita coisa mudou no Brasil, mas ainda há muita coisa a fazer”. Ao ouvir que “o PT realizou muita coisa nos últimos dez anos...” Jô traz a conversa de volta para os manifestantes, mas, de forma superficial, tenta conduzir a conversa pelo caminho da “inflação” que eles, os jovens, não conheciam e aí... Leia mais »

Processo contra a Globo na Receita teria desaparecido

Por Wanderley Kuruzu Rossi Jr.

Do Escrevinhador

O processo contra a Globo sumiu? E os bastidores da negociação que poderia ter levado à “estatização” da emissora

por Rodrigo Vianna

Conversei com duas fontes importantes, que trouxeram esclarecimentos sobre o episódio da sonegação de impostos da Globo, denunciada pelo blog “O Cafezinho” de Miguel do Rosário.

Uma das fontes é um ex-funcionário público (que conhece bem instituições como a Receita Federal e o Ministério Público no estado do Rio). Esse homem é o mesmo que Miguel do Rosário tem chamado de “garganta profunda”. Por isso, também o chamaremos assim nesse texto. A segunda fonte (será chamada aqui de “fonte 2″) é uma pessoa que esteve no governo federal (funcionário de carreira), nunca exerceu cargos eletivos, mas sabe muito sobre os bastidores do poder – e suas intercessões com o mundo das finanças e da mídia. Seguem abaixo as informações que recebi dos dois. O texto é longo, mas peço atenção porque trata de assunto gravíssimo. 

1 - O blog “O Cafezinho” publicou apenas 12 páginas de uma imensa investigação contra a Globo. Onde está o processo original? Onde estão as centenas de páginas até agora não reveladas? Um mistério. O “garganta profunda” garante que funcionários da Receita Federal no Rio estariam “em pânico” (são palavras dele) porque o processo contra a Globo simplesmente sumiu! Sim. O processo não foi digitalizado, só existe em papel. O deputado Protógenes Queiroz  (que pretende abrir uma CPI para investigar a Globo) também considera “estranho” que não haja “back-up” da investigação. Leia mais »

Jornal da Record faz matéria sobre sonegação da Globo

Por Marco Antonio L.

Do O Cafezinho

Mensalão da Globo chega à TV aberta

Por Miguel do Rosário

O jornal da Record apresentou na edição desta sexta-feira reportagem sobre o “mensalão” da Globo. Este é o nome fantasia que este blog criou para se referir ao caso da sonegação milionária do poderoso grupo de mídia, num furo que poderíamos chamar de Globogate e pelo qual  O Cafezinho teve a honra de ser o responsável. Diferentemente da Folha, que deu a matéria sem dar o devido crédito, a Record informou que o furo foi publicado no blog O Cafezinho, e exibiu a imagem do post.

Na introdução da matéria, Vianna lembra que as manifestações populares vistas no país também questionaram a Globo. E traz cenas dos manifestantes diante da sede da emissora, no protesto que realizamos na última quarta-feira (3 de julho).

A reportagem mostra os documentos da Receita Federal que comprovam a tentativa da Globo de lesar o fisco. As frases são pinçadas e ampliadas, para explicar visualmente às pessoas o que aconteceu. Leia mais »

A suposta influência dos protestos na queda da inflação

Do Terra Magazine

A influência dos protestos na queda da inflação

Rui Daher

Rola nas editorias que selecionam o que iremos ler e ouvir em folhas e telas cotidianas a necessidade de sempre colocar-se um tom adversativo nas matérias.

Prática simples, pouco trabalho. Se muito, não o fariam, tão enxutas estão as Redações. Todo o fato, porém, permite várias interpretações, e para a mídia duas bastam.

Meu dicionário dá um exemplo: “a rosa é linda, mas tem espinhos”.

Os prezados leitores já sacaram: a chave está no tal “mas”, embora ele nunca tenha nos impedido de admirar essas flores, cultivá-las, comprá-las, ou com elas fazer maravilhosas poesias.

Cartola, Nelson Cavaquinho, Dorival Caymmi, foram mestres em assim usá-las.

Problema é que, frequentemente, a mídia, em seu afã adversativo, erra e se mostra óbvia ou burra.

Hoje, percebo isso em matéria de Mariana Sallowicz, no caderno Mercado, daFolha de São Paulo.

De prima, sejamos condescendentes com a provavelmente jovem repórter. Assim devem tê-la pautado: “A inflação medida pelo IPCA, em junho, mostrou queda em relação ao mês anterior. Os alimentos ajudaram. É um dado positivo para o governo. Procure colocar algo na matéria que ‘adversative’ o fato”. Leia mais »

Barbosa e o pai de Luciano Huck: conflito de interesses?

Por Stanley Burburinho

No dia 02/06/2013, Ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF, e seu filho assistiram ao jogo Brasil X Inglaterra, no Maracanã, no camarote de Luciano Huck. Não sei se foi antes ou depois do jogo que o filho de Joaquim Barbosa, Felipe Barbosa, foi contratado pela TV Globo para atuar no programa Caldeirão do Huck, do apresentador Luciano Huck:

“Felipe Barbosa, filho do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, foi contratado pela TV Globo; ele atua no programa Caldeirão do Huck, do apresentador Luciano Huck; no fim de semana, Barbosa viajou, com recursos do Supremo Tribunal Federal, para assistir a um jogo da seleção brasileira no camarote de Huck e de sua esposa Angélica; cogitado como presidenciável, Barbosa não tem demonstrado o mesmo rigor que cobra dos outros na sua vida pessoal.”

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/107582/Barbosa-filho-na-Globo-e-viagens-pagas-pelo-STF.htm

Segundo o Wikipedia, o pai de Luciano Huck, Hermes Marcelo Huck, é advogado:

“Hermes Marcelo Huck é advogado (OAB/SP NÚMERO: 17894) e professor titular de Direito Econômico da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. É Mestre, pela Universidade da Califórnia; Bacharel, Doutor e Livre-docente pela Universidade de São Paulo. (...) e pai do apresentador Luciano Huck.” Leia mais »

A cobertura sem filtro dos protestos pelas redes sociais

Por Marco Antonio L.

Do Observatório da Imprensa

A mídia sem filtro

Por Luciano Martins Costa

Os jornais de quinta-feira [4/7] seguem produzindo a crônica da súbita vontade política que se apossou de Brasília depois das grandes manifestações do mês passado. Essa avassaladora vontade política está fazendo andar, por exemplo, a Proposta de Emenda à Constituição que elimina quase todas as hipóteses de voto secreto no Congresso.

No entanto, nem tudo é eficiência no Senado e na Câmara, e o noticiário explora a queda-de-braço entre o Parlamento e o Executivo, que resulta num boicote à proposta de submeter a reforma política à decisão direta da população. Cada vez mais se consolida, na imprensa, a interpretação segundo a qual a presidente da República agiu rápido demais, assumindo algumas das bandeiras das ruas, e, como é de seu temperamento, personalizou determinadas questões que a política de alianças tem transformado em longas negociações, quase sempre resolvidas com a sangria dos cofres públicos. Leia mais »

O caso de conflito de interesses entre a Globo e Barbosa

Por Marco Antonio L.

Do Diário do Centro do Mundo

A Globo e Joaquim Barbosa são um caso indefensável de conflito de interesses

PAULO NOGUEIRA

Com seu filho empregado na Globo, JB fica moralmente impedido de julgar coisas relativas à Globo.

Devem imaginar que nós somos idiotas, a Globo e Joaquim Barbosa.

Não há outra explicação.

Como pode a Globo dar emprego ao filho de JB? E como JB pode deixar que isso ocorra?

Neste exato momento, a Globo enfrenta uma questão multimilionária na Receita Federal. Documentos vazados – demorou para que isso ocorresse – por alguém da Receita contaram uma história escabrosa.

Os documentos revelam, usemos a palavra certa, uma trapaça. Com o uso de um paraíso fiscal, a Globo fingiu que estava fazendo uma coisa quando comprava os direitos de transmissão da Copa de 2002. Leia mais »

A vocação para o lobby de Luciano Huck

Por Marco Antonio L.

Do Brasil 247

Com Barbosa, Huck reforça vocação para o lobby

Com múltiplos interesses, do comercial virtual à hotelaria, passando pelo entretenimento e a mídia, Luciano Huck se aproxima do presidente do STF; contratação do filho de Joaquim Barbosa, Felipe, para Caldeirão do Huck, pode ter ocorrido por méritos, mas traz dividendos evidentes; influente do centro à direita na política brasileira, o bom moço da mídia está cada vez mais poderoso

247 - É possível, e até provável, que o jovem Felipe Barbosa, filho do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, tenha todas as qualificações para trabalhar na Rede Globo – mais precisamente no Caldeirão do Huck, para o qual foi contratado. Mas em se tratando de Luciano Huck, personagem que faz da aproximação com poderosos uma rotina, a coincidência é sintomática.

Amigo do governador Sérgio Cabral ao ex-presidente Fernando Henrique, o apresentador consegue, em seus momentos de empresário, obter prodígios como uma autorização para construir uma pousada de luxo em Fernando de Noronha, a única do tipo na paradisíaca ilha. Ou escapar de multas pesadas por crime ambiental em Angra dos Reis, onde construiu uma mansão em área de reserva natural. Leia mais »

Sobre a condenação de Paulo Henrique Amorim

Por Marco Antonio L.

Do Conversa Afiada

Sobre PHA e a luta contra o PIG

Mariluce Moura: “PHA defende ações afirmativas em favor das minorias, entre elas a definição de cotas para a inclusão de pretos, pardos e indígenas nas universidades públicas”.

Conversa Afiada publica alguns textos que recebem à propósito do post “Queijo absolve PHA de racismo. De novo !”

Mariluce Moura:

Sobre PHA

Ao abrir a página do Uol hoje pela manhã deparei, chocada, com a notícia sobre a condenação à prisão do jornalista Paulo Henrique Amorim por “injúria preconceituosa” contra o jornalista Heraldo Pereira. Conheço Paulo Henrique por seu trabalho profissional desde os anos 1980, quando fui para Brasília coordenar a economia na sucursal do Jornal do Brasil, e ouvia então, de vários colegas, as mais elogiosas referências a atuação que tivera como editor-chefe naquele que era então um dos mais importantes jornais brasileiros.  Leia mais »

A Globo e o Gigante

Paulo Henrique Amorim é condenado a prisão por injúria

Do G1

Paulo Henrique Amorim é condenado por injúria contra Heraldo Pereira

Pena de 1 ano e 8 meses de prisão foi substituída por restrição de direitos.
Em site, Amorim disse que Heraldo Pereira é 'negro de alma branca'.

Do G1 DF

05/07/2013 11h59 - Atualizado em 05/07/2013 12h24

O jornalista Paulo Henrique Amorim foi condenado por crime de injúria racial pela Terceira Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. A pena ficou em 1 ano e 8 meses de prisão, mas foi substituída por restrição de direitos.

A decisão foi tomada no dia 20 de junho e publicada na quarta-feira (3). A defesa de Paulo Henrique informou ao jornal "Folha de S.Paulo" que recorrerá da condenação.

Em 2009, Paulo Henrique publicou no site "Conversa Afiada" que o jornalista da TV Globo Heraldo Pereira era "negro de alma branca" e que não conseguiu revelar nada além de ser "negro e de origem humilde". A primeira instância da Justiça do DF tinha negado a ação, mas o Ministério Público recorreu.

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Secom não revela gastos de publicidade com a Globo

Por Vânia

Do Viomundo

Helena Chagas diz que governo desconcentra verbas publicitárias; Secom não revela gasto total com Globo

por Conceição Lemes

O governo federal é o maior anunciante do Brasil. Em 2012, os recursos destinados à publicidade de ministérios, órgãos e empresas estatais somaram R$ 1.797.848.405,13.

           Valor programado por meio — Governo Federal

Desse montante, 62,63% foram investidos em televisão. A Globo, sem contar seus canais pagos, obteve 43,98% das verbas para esse meio: R$ 495.270.915,28. Leia mais »

Jornalistas não viviam momentos tão tensos desde a ditadura

Por jns

Do site Jornalistas & Cia

Imprensa não vivia momentos tão tensos desde a ditadura militar

Após mais uma semana de ebulição em todo o País, com multidões seguindo em protestos por ruas e estradas, arrastando atrás de si minorias de vândalos e saqueadores, a imprensa, de um lado, abriu cada vez mais espaços para a cobertura e, de outro procurou entender e explicar as manifestações. Na nossa área de especialização, o jornalismo, muitos profissionais têm-se dedicado nos últimos dias a essa tarefa de tentar desvendar os mistérios das ruas, ocupando espaços como o Observatório da Imprensa, o Diário do Centro do Mundo e o Blog do Nassif, apenas para citar alguns. Leia mais »

O embate entre Carlos Dornelles e a Globo

Por implacavel

Do Diário do Centro do Mundo

Por que o embate entre Carlos Dornelles e a Globo é de grande interesse público

Paulo Nogueira

A sociedade tem que saber mais sobre as práticas fiscais de corporações como a Globo.

Carlos Dornelles é um verbete grande no espaço de memórias do site da Globo. Ali ficamos sabendo que Dornelles, gaúcho de Cachoeira do Sul nascido em 1954, fez muitas coisas na Globo.

Vou transcrever um trecho para conhecermos melhor Dornelles na Globo segundo a própria Globo:

Esteve à frente de importantes coberturas, tais como a do comício no Vale do Anhangabaú pela campanha das Diretas Já, em 1984. (…) Também integrou a equipe mobilizada para a cobertura da doença e, em seguida, do falecimento do então presidente eleito Tancredo Neves.

Em abril de 1989, Dornelles foi transferido para o escritório da TV Globo em Londres, onde começou a trabalhar como correspondente. Durante os anos em que esteve na Inglaterra, realizou importantes coberturas jornalísticas sobre a crise do leste europeu. Na então Tchecoslováquia, cobriu a chamada Revolução de Veludo, em novembro de 1989. No mesmo período, esteve no Irã, onde foi responsável pela cobertura da morte do aiatolá Khomeini, cujo enterro reuniu cerca de dez milhões de iranianos; e na Alemanha, onde acompanhou o primeiro ano-novo após a queda do Muro de Berlim. Leia mais »