Mudanças no Blog

A partir da meia noite de hoje haverá mudanças no formato do Blog - que se integrará ao Jornal GGN (www.jornalggn.com.br). Todos os links serão preservados.

Com essa integração, ficaremos hospedados na Amazon e a salvo dos ataques de trolls que tanto atanazaram.

Além disso, o novo modelo permitirá que as contribuições no Fora de Pauta, Clipping, Multimidia e Fotos sejam colocados diretamente em seções próprias, no formato de posts - e não apenas de comentários. Com isso haverá cada vez mais o componente construção do conhecimento.

Ao longo da semana, iremos conduzir um treinamento com os comentaristas, para a adaptação ao novo modelo, mas sem perder a experiência com o atual.

PS. - houve alguns problemas técnicos e a mudança ficou para este domingo  a noite. 

Redes sociais desmontam denúncia da Folha sobre o + Médicos

Do Jornal GGN

Redes sociais desmontam denúncia da Folha sobre o + Médicos

Lourdes Nassif

A análise dos jornais diários é sempre uma caixinha de surpresas quando se tem tanta informação rolando nas redes sociais. A Folha de hoje estampa denúncia de que os prefeitos de 11 cidades demitirão médicos locais para que cheguem os profissionais do Programa Mais Médicos. A denúncia é grave.

Uma leitura apurada da matéria leva por entendimentos diversos. Título de capa aponta para a certeza de que haverá demissões “de médicos locais para receber os de Dilma”, o subtítulo coloca que 11 cidades “decidem trocar profissionais para ficar com os do programa Mais Médicos, pagos pela União”. Pois bem. A denúncia chama a atenção. O texto da chamada afirma que prefeituras do Norte e Nordeste começaram a trocar médicos contratados pelo Mais Médicos. Ponto. E que prefeitos e secretários de saúde “dizem que a mudança é vantajosa”, pois os profissionais são custeados pelo governo federal enquanto os médicos locais são pagos pelas prefeituras, com salários que chegam a R$ 35 mil. Outro atrativo é a certeza de que o novo profissional irá trabalhar por três anos, pelo menos.

A personagem que dá corpo à denúncia, a médica Junice Moreira, diz que foi comunicada da demissão, afirmando que “disseram que eu tinha que dar lugar a um cubano”. O prefeito em questão, da cidade de Sapeaçu (BA), Jonival Lucas (PTB), afirmou que ela está saindo por não cumprir a carga horária e não por conta da adesão ao programa.

Na reportagem que abre o caderno Cotidiano, a Folha afirma que identificou 11 cidades de quatro estados diferentes que pretendem fazer demissões para receber os profissionais do Mais Médicos. Prefeitos reclamam da alta rotatividade e de altos salários que precisam pagar para conseguir segurar profissionais. Além disso, aponta para a falta de infraestrutura como um fator que desanima os médicos locais. O impacto dos salários em pequenas prefeituras fica evidenciado na matéria.

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O 2º ato contra o monopólio da mídia, na sede da Globo

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Viomundo

Movimentos sociais fazem novo ato na Globo sexta-feira

da Plenária de Movimentos Sociais, via e-mail

2º ato contra o monopólio na mídia na sede da Globo em SP é sexta-feira

Do evento no Facebook

Nos protestos que ocupam as ruas do país desde junho uma frase sempre está presente: “O povo não é bobo, fora Rede Globo “. A poderosa emissora é o maior símbolo da concentração midiática no país. Em São Paulo, no dia 11 de julho, mais de 2 mil pessoas realizaram uma marcha diante da sede da TV Globo. Com muito criatividade e energia, a marcha pacífica criticou o monopólio e exigiu a democratização dos meios de comunicação.

Agora, em 30 de agosto, uma nova manifestação será realizada novamente em frente ao prédio da emissora. A concentração está marcada para as 17h, na Praça. General Gentil Falcão, de onde sairá a marcha até a sede.

Queremos o fim do monopólio de mídia, respeito a cultura regional com garantias para a regionalização da produção, respeito aos direitos humanos, mais espaço e melhores condições para a comunicação pública e comunitária e a garantia de uma internet livre e de acesso universal. Leia mais »

A polêmica da fala de Jorge Pontual na Globonews

Sugerido por IV Avatar da Meia Noite

Do Tijolaço

Globonews “apaga” Pontual e deixa só Cantanhêde falar de Cuba

O internauta que visitar a página do programa Em Pauta, da Globonews, só vai ouvir falando sobre a questão dos médicos de Cuba a comentarista Eliane Cantanhêde que, claro, desce a lenha no governo cubano, que vai se loucupletar com o trabalho daqueles pobres escravos.

Claro, a colunista da massa cheirosa, não podendo fazer outra coisa, entra na linha dos “pobres cubanos”, caçados a laço para estudar medicina e mandados sob chicote, em aviões negreiros, para trabalhos forçados no Brasil.

Não puseram um segundinho do jornalista Jorge Pontual que, em lugar de ficar de chororô, prefere falar de como renasceu e com que características se desenvolveu a liderança de Cuba em atenção médica, que faz com que uma pequena ilha possa estar mandando médicos para um país enorme como o Brasil.

Pontual não vai ao ar na página da GloboNews, mas vai aqui, porque o internauta Felix Rigoli gravou e colocou no YouTube, de onde fomos pegar para colocar no Tijolaço. Vale a pena porque são três minutos de boa informação, com dados e explicações sobre o tema, em lugar de politicagem hipócrita sobre os médicos.

PS. Diante da repercussao negativa, o canal da GloboNews, publicou no inicio da noite o video do jornalista Jorge Pontual. Menos mal, que continue assim.

A gente posta aí embaixo o que a GloboNews sonegou na internet. Leia mais »

Vídeos: 
Veja o vídeo

O debate sobre mídia e corrupção

Sugerido por Mário Mendonça

Do Observatório da Imprensa

Sim. Existe ‘controle’ da mídia no Brasil

Por Venício Lima

Em debate sobre “A mídia e a corrupção”, realizado durante o seminário “Corrupção: diálogos interdisciplinares”, promovido pelo tradicional Centro Acadêmico Afonso Pena (CAAP), da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais, na quarta-feira, respondi a uma pergunta de futura advogada preocupada em saber se as normas e princípios da Constituição de 1988 permitiam o “controle” sobre a mídia no Brasil.

Respondi de imediato: não; claro que não. As normas e princípios da Constituição de 1988 impedem claramente que haja “controle” do Estado sobre a mídia. Não há possibilidade de volta à censura estatal nem de qualquer ameaça do Estado à liberdade de expressão ou à liberdade da imprensa.

Embutido na pergunta, tudo indica, estava o conhecido mantra da grande mídia brasileira e de seus eloquentes porta-vozes que identificam qualquer manifestação sobre regulação, independentemente de sua origem, como tentativa autoritária de “controlar” a mídia por intermédio do Estado ou, em outras palavras, volta à censura estatal, atentado à liberdade de expressão e à liberdade da imprensa (tratadas, aliás, como se fossem a mesma coisa). Leia mais »

A Revolta da Vacina e os Médicos Cubanos, Ignorância e Preco

Autor: 

Preconceito é uma merda!

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O questionamento da ética do The Guardian no caso Greenwald

Sugerido por P Pereira

Do Observatório da Imprensa

Por que 'The Guardian' capitulou ao terror do Estado?

Por Luiz Cláudio Cunha

O planeta agitou-se, no início de junho, com a revelação de um jornalista americano que vive no Rio de Janeiro. Blogueiro do respeitado jornal inglês The Guardian, o advogado Glenn Greenwald, 46 anos, divulgou o maior vazamento da história envolvendo a vasta comunidade de inteligência, ao revelar documentos top secret da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos. O material foi fornecido a ele pelo especialista em informática Edward Snowden, 29 anos, um ex-analista da CIA e ex-consultor da própria NSA, a maior agência de espionagem eletrônica do mundo.

Snowden provou enfim o que todos imaginam, sentem e desconfiam: sob o governo do democrata Barack Obama, os Estados Unidos exercem, com furor e amplitude cada vez maior, o seu papel de Big Brother de dimensões planetárias. Bilhões de ligações telefônicas, e-mails, fotos, mensagens e videoconferências são vigiados diariamente pelo aparato de inteligência norte-americano, com base nos gigantes da telefonia e a cumplicidade de legendas da internet como Google, Facebook, Microsoft e Skype.

O repórter José Casado, de O Globo, atuando em conjunto com Greenwald, colocou o Brasil na roda, com documentos de Snowden provando que milhões de e-mails e ligações de brasileiros e estrangeiros em trânsito pelo país foram monitorados pela teia da NSA, que tinha até 2002 sua mais importante estação de espionagem na América Latina montada em Brasília. Leia mais »

Crítico da Folha diz que Roda Viva virou extensão da Veja

Autor: 

O crítico da Folha, jornalista Nelson Sá, considerou o programa Roda Viva, sob comando de Augusto Nunes, uma extensão do site da revista Veja. "Com exceção do jornalista Reinaldo Azevedo, que não participou desta vez, foi como acompanhar os debates apresentados pela revista Veja sobre o julgamento do mensalão". Segundo o crítico, o programa estreiou desfalcado de entrevistadores já anunciados e de entrevistados.

Nelson Sá lembrou, também, que essa mesma partidarização já ocorria quando sob comando de Mário Sérgio Conti.

Os dois últimos programas de Conti foram com os representantes da Casa Fora do Eixo e Midia Ninja e com o presidente do PT Rui Falcão. Na saída, Conti sustentou que tinha total liberdade para convidar entrevistados e entrevistadores.

Rui só foi convidado após protestos da Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa de São Paulo - que tem assento no conselho da Fundação Padre Anchieta. Houve protesto devido ao fato de, na gestão Conti, o presidente do PSDB Sérgio Guerra e do PPS Roberto Freire, terem sido convidados duas vezes como entrevistadores, enquanto nenhum convite havia sido feito ao presidente do PT.

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Comunicação livre e plural é pressuposto da democracia

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Correio Braziliense

Atraso na comunicação impede avanço da democracia

Helenice Brant

Jornalista, foi diretora de jornalismo da Radiobrás e gerente-executiva da Empresa Brasil de Comunicação (EBC)

Democracia só é plena quando a sociedade é capaz de produzir e acessar informações e conteúdos culturais em volume e qualidade suficientes para acompanhar, debater e deliberar sobre o próprio destino. Democracia, portanto, pressupõe comunicação livre, plural e diversificada. Mas, no Brasil, as estruturas de comunicação ainda são as mesmas dos anos de chumbo e reservam a um pequeno grupo o controle dos meios de produção e de transmissão de conteúdos. Não é à toa que as manifestações iniciadas em junho reclamam amplos espaços de diálogo e revelam que novos canais de comunicação estão sendo abertos com ou sem as instituições formais.

O movimento de democratização da comunicação, iniciado em 2006 pelo presidente Lula (as marcas mais nítidas são a Empresa Brasil de Comunicação, EBC, e a Conferência Nacional de Comunicação, Confecom), perdeu força no governo Dilma. A discussão de nova Lei dos Meios, que enfrenta questões como o monopólio da mídia e a concessão de rádio e de televisão a políticos, saiu da agenda do Ministério das Comunicações.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, engavetou a proposta de novo marco regulatório das telecomunicações, o que prolonga o entulho autoritário e coloca o Brasil em posição de atraso em relação a vizinhos como Argentina, Uruguai, Venezuela e Bolívia, que já fizeram suas leis dos meios e regulamentaram a comunicação em bases democráticas. Bernardo é também responsável pelo freio na política autônoma de banda larga, área estratégica para o desenvolvimento e para a soberania do país. Leia mais »

Francisco de Paula Brito, editor, tipógrafo, jornalista

Sugerido por alfeu

Brasiliana USP

O editor Francisco de Paula Brito (1809-1861)

Cristina Antunes 

 

"De estatura mediana, de musculatura sem relevo, de cor tisnada como um califa dos contos árabes, o caráter dominante de sua fisionomia e do seu talento era uma mistura de bondade e delicadeza fundidas em modéstia que se poderia confundir com a humildade."

(Melo Morais Filho – Artistas do meu tempo)



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Huffington Post vai acabar com comentários anônimos

Sugerido por Marco St.

Vai virar tendência?

Para acabar com os trolls, (cada vez mais violentos, agressivos e até com ameaças de morte), o Huffington Post não vai mais permitir comentários anônimos.

Do The Guardian

Huffington Post ends commenter anonymity

The Huffington Post is to end anonymity for commenters by requiring them to use their real identities. The change was announced by the site’s founder, Arianna Huffington, after speaking at a conference yesterday (21 August) in Boston.

She said: “Trolls are just getting more and more aggressive and uglier and I just came from London where there are rape and death threats.” Leia mais »

O lançamento do projeto da Lei da Mídia Democrática

Sugerido por Adir Tavares

Do FNDC

Lançamento nacional da Lei da Mídia Democrática: transmissão online e tuitaço nesta quinta (22)

O evento já tem grande apoio em divulgação coletiva nas redes e parlamentares confirmam presença. Acontecerá no Auditório Nereu Ramos, Câmara dos Deputados.

Lei da Mídia Democrática, projeto de inciativa popular para a regulamentação dos setores de rádio e televisão, será lançada nacionalmente no dia 22 de agosto, a partir das 9h, em Brasília. O evento, aberto ao público, terá transmissão online pelo FNDC e pela PosTV e tuitaço de 9h às 12h. O ato já tem grande adesão em divulgação coletiva nas redes, blogs, e quase mil pessoas confirmadas em evento em rede social.

Representantes de movimentos sociais, ativistas, personalidades públicas e políticos que apoiam a democratização da comunicação no Brasil já confirmaram presença no evento.  Dentre os parlamentares, enviaram confirmação formal os deputados federais Alessandro Molon (PT), Chico Alencar (PSOL), Jandira Feghali (PCdoB), Luciana Santos (PCdoB), Luiza Erundina (PSB), Nilmário Miranda (PT) e Paulo Rubem Santiago (PDT/PE), e também o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). Leia mais »

O jornalismo sério e o caso Thomas Quick

Por MOEMA RAMALHO

O jornalismo privado pode demonstrar que este é necessário para que o público tenha acesso às noticias como fato real e, portanto, sem adiçoes de interesses particulares. A notícia dada como fato real é ingrediente básico para que o jornalismo continue sendo considerado como o quarto poder uma vez que é verdadeiro e, por isso, os cidadoes a acolhem e confirmam a forca que toda verdade emana.

Justamente agora eu estou lendo o livro "Fallet Thomas Quick" (o caso T.Quick) escrito pelo jornalista sueco Hannes Råstam. Este caso do ex-prisioneiro batisado com o nome Sture Bergwall confirma o chamado quarto poder - o jornalismo à serviço da verdade comprovada.

Este senhor hoje sexagenário tornou-se conhecido no seu país e no país vizinho, a Noruega por ter confessado à policia que era o assassino de ca 30 mortes que estavam sendo investigadas por desaparecimentos das vítimas.

Para fazer a história mais curta, ele foi julgado e depois condenado à prisao por 8 dos desaparecimentos das vítimas que ele confessou ter assassinado.

O problema é que os investigadores nao encontraram os corpos das criancas, adolescentes e jovens desaparecidos. Também nao encontraram as armas nem tao pouco foram confirmados os locais onde ele afirmou que cometeu os crimes.

Mesmo assim, sem vítimas,  sem armas e sem “locais dos crimes” ele foi condenado à prisao pelas 8 mortes que ele afirmou ter assassinado depois de ter violentado, etc. Leia mais »