Uma análise sobre a Mídia Ninja

Sugerido por ArthurTaguti

Do blog Juventude nas Ruas

O que há por trás da Mídia NINJA?

por Alberto Suzano

Nas manifestações que ocorreram por todo o Brasil em junho deste ano, um grupo de jovens, portando celulares equipados com internet 3G e carregados via notebooks levados em mochilas, fez a cobertura mais próxima e contundente dos acontecimentos. Com transmissões ao vivo, filmaram diversas formas de violência policial, prisões (muitas vezes as próprias), entrevistaram os participantes das marchas e, como assumiram posição favorável aos protestos, cobrindo-os, mas também levantando bandeiras democráticas, não foram rechaçados por manifestantes, como ocorreu com diversos veículos da mídia tradicional (que chegou a ter carros queimados e repórteres expulsos dos atos). Isso fez com que eles tivessem informações e imagens que o jornalismo tradicional não teve acesso, dando “furos” e contradizendo, com provas cabais, os jornalões e os grandes canais de TV, ainda mais com o compartilhamento massivo de seus conteúdos por todo o Brasil, via internet.

Intitulando-se como mídia NINJA (abreviação para Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação), o grupo tomou corpo pouco antes dos protestos, por iniciativa do jornalista Bruno Torturra. Em uma espécie de manifesto, Bruno elenca diversos problemas que existem na categoria dos jornalistas, como salários achatados, falta de autonomia, demissões em massa, falta de unidade entre os profissionais, para chegar à conclusão de que os inconformados com a situação deveriam tentar algo diferente. Assim, o grupo é fundado como parte integrante do coletivo cultural Fora do Eixo (FdE). Leia mais »

Os Civita escolheram ser detestados pelos brasileiros

Por Rafael Wuthrich

Segue comentário feito no blog do Paulo Nogueira a respeito do post dele, que copio em seguida.

"Olá, Paulo. Conheci seu blog graças a jornalistas como o Azenha e o Luis Nassif. Excelente leitura diária, parabéns.

Feito o elogio, lhe digo que me entristece muito esse tipo de postura jornalística (?) do Sr. Reinaldo. Desde os eventos narrados pelo Luis Nassif quando de sua série "O Caso de Veja", que frequentei - por curiosidade - os comentários e posts do referido blogueiro. E me espantei enormemente com a postura agressiva e a ditadura em seu espaço.

No primeiro caso, tão bem exemplificado por você, fica claro que não há uma postura sequer digna do referido. Ora, se achincalha a quem quer atacar por conta do português, da formação ou mesmo das idéias. E veja: em alguns momentos trata-se de falta de educação mesmo, como se discordar dele fosse algo criminoso, quase uma heresia. Junte-se a isso os comentários aprovados, cheios do que de pior o brasileiro pode apresentar (visão egoísta e extremamente limitada do que se trata o Brasil hoje, ataques e ironias sem fundamento, opiniões preconceituosas em excesso e defesas injustificadas de personagens no mínimo duvidosos na política nacional), e temos um verdadeiro "blog de esgoto", nas palavras do Luis Nassif. Leia mais »

A multiplicação do midiativismo

Do Observatório da Imprensa

O midiativismo se multiplica

Por Luciano Martins Costa

Nas edições de quarta-feira (21/8), a Folha de S. Paulo e o Globo informam que um policial militar do Rio foi afastado do serviço após ter sido identificado lançando gás de pimenta contra jornalistas e advogados que acompanhavam um protesto no bairro do Catete.

Os dois textos oferecem informações detalhadas sobre a ação do agente público, depoimentos e declarações de autoridades, com as costumeiras promessas de “apuração rigorosa”. Mas há uma diferença fundamental entre as duas reportagens: para o Globo, o vídeo que denuncia a atitude do policial apenas “circula nas redes sociais”. Já a Folha esclarece que as imagens foram produzidas e divulgadas “por um grupo identificado como Coletivo Mariachi” (ver aqui).

Só os editores do jornal carioca podem explicar porque omitem de seus leitores a autoria do material jornalístico que permitiu identificar o perpetrador desse ato abusivo. Mas não é difícil relacionar esse “esquecimento” com o esforço que faz a mídia tradicional para relativizar a importância dos midiativistas, que se notabilizaram recentemente a partir do coletivo chamado Mídia Ninja. Leia mais »

O Jornal Nacional e o filho do príncipe William

Sugerido por Támara Baranov

Do Jornalismo Wando

Os Williams e a fralda real

Por Jornalismo Wando

Além de católica apostólica romana, a Rede Globo também é monarquista.

Depois de cobrir o nascimento de George como se fosse uma sucursal tropical da BBC, William Bonner anunciou ontem, com muita satisfação, os primeiros momentos de intimidade do príncipe britânico com seu filhote.

“O príncipe William disse que seu filho é muito.....( pausa dramática de Bonner)....malandrinho. E que quer ter as fraldas trocadas a todo momento”

Foi assim que William, o súdito, chamou a reportagem. Já com a exibição das imagens da entrevista de William, o príncipe, o apresentador continuou:

“À rede de TV americana CNN, o príncipe contou, orgulhoso, que trocou a primeira fralda, que o filho se sacode muito e tem dificuldades para dormir”

Corta para o estúdio e nosso súdito global encerra esse excelente case de jornalismo Wando com laço de fita:

“William disse ainda que não vê a hora de voltar a trabalhar - e dormir um pouquinho mais”

Só senti falta dos comentários de Arnaldo Jabor sobre o conteúdo bolchevique da fralda real. Leia mais »

Sobre a relevância dos blogs na internet

Sugerido por alfeu

Do Observatório da Imprensa

Os blogs resistem

Por Carlos Emerson Junior 

Os blogs ainda são relevantes? A pergunta é pertinente já que com a explosão das redes sociais muita gente boa, entusiasmada com o retorno imediato das tuitadas da vida, fechou ou abandonou seus bloguinhos.

Blogs são que nem impressões digitais. Não existe um igual ao outro e o que postamos por lá está sempre ao alcance de qualquer um, a qualquer hora. Aliás, e não por acaso, o veterano blogueiro Alexandre Inagaki deixou uma ótima definição:

“Blog é liberdade. Nada me soa mais antinatural do que a cagação de regras para uma entidade tão anárquica e descentralizada como a blogosfera. Que, diga-se de passagem, é uma e são muitas, como bem exemplificam os blogs de moda, de policiais militares, de eco ativistas, publicitários, miguxos, prostitutas, professores, escritores, yada yada yada. Blogs são meios de publicação como outro qualquer, que podem e devem ser utilizados das maneiras mais amplas e diversas possíveis.” Leia mais »

A história do isolamento compulsório dos hansenianos em SP

Sugerido por Douglas Portari

De novo, porque é resgate histórico e porque é atual, diz muito sobre a situação da nossa mídia.

Como funciona a construção dos discursos hegemônicos, o conluio entre poder e mídia, o bumbo monocórdio. Neste caso, o exemplo é o do degredo de hansenianos no Estado de SP entre 1933-1967, em uma dissertação produzida pelo jornalista Guilherme Gorgulho, da Unicamp.

Do Jornal da Unicamp

Memórias do degredo

Dissertação mostra como jornais de SP endossaram isolamento compulsório de hansenianos

Texto: LUIZ SUGIMOTO 

Marcos Rey era o pseudônimo de Edmundo Donato (1925-1999). Escritor já considerado de respeito nos anos 1960 (ganhou o Jabuti em 1968), ele passou a vender muitos livros para o público juvenil nos 80, tendo adaptado clássicos como A Moreninha e o Sítio do Pica-Pau Amarelo para a televisão – além de Memórias de um Gigolô, grande sucesso de Ibope em 1985. Morreu aos 74 anos, devido a complicações de uma cirurgia. Um mês depois de cremado, a viúva Palma Bevilacqua Donato sobrevoou de helicóptero o centro de São Paulo para espalhar as cinzas sobre a metrópole que foi palco da sua obra. E só então se tornou público que o pseudônimo escondia uma doença que Marcos Rey revelou para pouquíssimos, por conta do estigma e da ameaça de ser internado à força: a hanseníase.

“Isolamento compulsório de hansenianos: o papel dos jornais paulistas na manutenção do degredo (1933-1967)” é o título da dissertação de mestrado de Guilherme Gorgulho Braz, apresentada no Instituto de Estudos da Linguagem, no âmbito do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), sob a orientação da professora Germana Barata. “Eu me envolvi com o tema ao fazer um trabalho voluntário na catalogação do acervo do Arquivo Histórico de Mogi das Cruzes, cidade onde nasci e onde foi construído o Asilo Santo Ângelo, o primeiro dos cinco leprosários que constituíram a rede asilar do Estado de São Paulo.” Leia mais »

Sobre o ranking dos maiores grupos de comunicação do país

Do Blog do Gindre

Analisando o ranking dos maiores grupos de comunicação do Brasil

1) A OI, “super tele” que o governo Lula ajudou a criar quando alterou a regulamentação e permitiu que a Telemar comprasse a Brasil Telecom, tem um endividamento oneroso cerca de 50% maior do que a soma dos endividamentos de todas as suas principais concorrentes (Telefonica, Embratel, TIM, Claro, NET, GVT e Algar). É difícil imaginar como essa empresa conseguirá lidar com uma dívida tão grande, com as enormes demandas de investimentos do mercado de telecomunicações e com a sanha por dividendos demonstrada por seus controladores (e que levou à demissão de seu ex-presidente, Francisco Valim).

2) A receita líquida da Globo (mesmo sem incluir os jornais e as rádios do grupo) é mais de seis vezes superior à receita líquida da Abril S.A., o segundo maior grupo de mídia do Brasil. Se forem acrescentadas a receita líquida do SBT, do grupo OESP e da RBS, mesmo assim a soma não alcança um terço da receita líquida da Globo.

3) O mesmo fenômeno se repete no lucro líquido da Globo. Se somarmos Abril, SBT, OESP e RBS, o lucro líquido da Globo é cerca de 11 vezes maior. Leia mais »

O linchamento da Mídia Ninja, por Luciano Martins Costa

Do Observatório da Imprensa

O linchamento da Midia Ninja

Por Luciano Martins Costa

Algumas das mais prestigiadas cabeças da imprensa têm se empenhado, nos últimos dias, a uma articulada operação com o objetivo de desmoralizar o coletivo de produções culturais chamado Fora do Eixo e, como resultado indireto, demonizar o fenômeno de midiativismo conhecido como Mídia Ninja.

Não se pode dizer que esse movimento seja organizado, da mesma forma como se planeja uma pauta de jornal, mas são fortes as evidências de uma estratégia comum em suas iniciativas. Há uma urgência na ação de desconstrução da mídia alternativa que nasce em projetos culturais à margem da indústria de comunicação e entretenimento – e os agentes dessa estratégia têm motivos fortes para isso.

Interessante observar que essa operação-desmanche reúne desde os mais ferozes e ruidosos porta-vozes do reacionarismo político até pensadores identificados com correntes vanguardistas, o que compõe um mosaico de discursos que vão dos costumeiros rosnados de blogueiros raivosos até lucubrações mais ou menos sofisticadas de intelectuais sobre o ambiente comunicacional contemporâneo. Leia mais »

Um discurso fictício para discutir o jornalismo real

Enviado por Waldyr Kopezky

Um discurso

Nassif, esse discurso é uma porrada! Ele conta a verdadeira história das origens do telejornalismo vespertino nos EUA, sendo ainda uma vigorosa declaração de princípios (ponto de partida para qualquer discussão de ética no jornalismo). Como jornalista, gostaria de tê-lo criado e proposto sua transmissão, pois ele encaixa-se perfeitamente em nossa realidade – nesse nosso momento aqui, no Brasil. Ironicamente, ele vem de uma obra de ficção dos EUA (o segundo episódio da primeira temporada da série The Newsroom), o que me fez repensar as fronteiras entre real e irreal. Mesmo sendo um pouco longo, vale a pena...

(Contextualizando: é um discurso - fictício - feito como editorial num noticiário em dia posterior à reexibição do testemunho - real - de Richard Clarke, ex-chefe do depto. de contraterrorismo no governo de George W. Bush à comissão parlamentar de inquérito que investigou os atentados de 11/9 nos EUA. Nele, Clarke admitiu sua culpa e pediu perdão pelas suas falhas, video transmitido originalmente em 24 de março de 2004).

 “Americanos (sic) gostaram daquele momento - eu gostei daquele momento, também. Adultos devem assumir responsabilidades pelas falhas que cometem. Então, estou começando este noticiário juntando-me ao sr. Clark num pedido de desculpas ao povo americano (sic) pelo nosso erro: o de não ter informado e educado adequadamente o eleitorado americano (sic), erro desse programa no tempo em que fui seu responsável. Quero deixar bem claro que não me desculpo em nome de todos os jornalistas desta emissora ou da televisão, como um todo. Tampouco eles devem pedir desculpas; falo somente por mim mesmo.

Fui cúmplice de uma lenta, sistemática e extensa, não-assumida e não-reparada sucessão de erros que nos trouxeram até aqui, esta noite. Sou líder em uma indústria que errou resultados de eleições, exagerou (e estimulou) o medo ao terror(ismo), criou controvérsias e deixou de noticiar mudanças tectônicas em nosso país.  Do colapso do sistema financeiro, passando sobre a nossa verdadeira força (para enfrentar crises e conflitos) e até sobre os verdadeiros perigos que enfrentamos.

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Sobre Ninjas e Fora do Eixo

Re: A desconstrução das Casas Fora do Eixo

Há muito ainda que ser analisado nesta questão. Como alguém já citou aqui, toda a inovação criada pelo Fora do Eixo ainda sequer foi citada nos debates. Esta semana a presidente Dilma sancionou lei que vai garantir aprofundamento da  gestão dos direitos autorais no país. Eu soube que tal debate estava ocorrendo em Brasília e que estava ocorrendo no Congresso porque o Pablo agitou, foi lá várias vezes e comunicou sobre todos os artistas, entidades etc. que estavam juntas nesta luta. Estes esforços vingaram frutos.

Falta falar de economia solidária, de mobilização da juventude, do Existe Amor em SP, quando ninguém acreditava que o jogo podia virar deste tanto, com tanto debate em praça pública. Não sou nada do Fora do Eixo, mas acompanho muito e tudo que vi até agora foi correto. Tive a chance de, em férias, estar em Fortaleza participando de uma roda com a secretaria Claudia Leitão e várias outras pessoas, como o pessoal do Campo Limpo, de São Paulo, a Agencia Solano Trindade, sobre a diferença entre economia criativa, solidária etc. O maior legado deste debate é discutir tudo isso: aprendizado com a experiência, conteúdo novo e fresco. Alternativas a este jeito rançoso que tanto combatemos.

 

Por Plínio J. V. Lins

Mais uma vez, bingo.

Nassif está cumprindo o papel de provocador intelectual que ajuda o organismo a metabolizar uma substância nova que está sendo provada, e sugere ao paladar sabores que precisam ser experimentados.

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Sete em cada dez brasileiros querem mais regras para a mídia

Sugestão de Adir Tavares

Rede Brasil Atual

Pesquisa aponta que 70% dos brasileiros querem regulação da mídia

Por Tadeu Breda

Levantamento da Fundação Perseu Abramo mostra que, para 35% dos entrevistados, os meios de comunicação defendem os interesses de seus donos; e apenas 8% acham que estão a serviço da populaçãopor Tadeu Breda, da RBA
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São Paulo – Sete em cada dez brasileiros querem mais regras para o conteúdo da programação veiculada na tevê, revela uma pesquisa divulgada hoje (16) em São Paulo pela Fundação Perseu Abramo (FPA), entidade ligada ao Partido dos Trabalhadores. E 46% da população é favorável a que essa regulamentação seja definida e fiscalizada através do chamado “controle social”, por um “órgão ou conselho que represente a sociedade”.

O estudo entrevistou 2.400 pessoas em 120 municípios do país, entre abril e maio, para mapear a percepção dos brasileiros sobre os meios de comunicação, além de formular perguntas relativas ao grau de concentração das emissoras, regime de concessões, penetração da internet, neutralidade da cobertura da imprensa e representação dos setores da sociedade na mídia. A margem de erro oscila entre 2 e 5 pontos percentuais. Leia mais »

A desconstrução das Casas Fora do Eixo

Autor: 

O Brasilianas.org de segunda-feira - na TV Brasil - irá discutir a experiência da Casa Fora do Eixo e da Midia Ninja.

É um feito: ser alvo simultaneamente do macartismo da direita, do acerto de contas da esquerda e da escandalização da velha mídia. É desafio para gente grande, o que está acontecendo agora com ambos.

Ontem palestrei em um evento do Encontro Nacional dos Estudantes do Campo Público,1.500 rapazes e moças de todo o país.

Uma das palestrantes foi uma mocinha de 21 anos, quase uma patricinha, representante da Mídia Ninja. Falou ao lado de representantes da Casa Civil, da prefeitura do Rio, de professores renomados e de um jornalista veterano. E deu o recado.

Explicou como é a estrutura, seu trabalho de receber as imagens em casa e editar. Contou que o grande veículo de disseminação da produção é uma página no Facebook. Mostrou como a Midia Ninja cobriu julgamentos no Acre, as manifestações em São Paulo, Belo Horizonte, Rio e Brasilia.

Aí me volto para os ataques recebidos nos últimos dias. Leia mais »

43% da população não se identifica com os programas da TV

Sugestão de alfeu

Agência Brasil

Segundo pesquisa, 43% dos brasileiros não se identificam com a programação da TV

Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – A televisão é assistida diariamente por 82% dos brasileiros, mas 43% da população não se reconhecem na programação difundida pelo veículo e 25% se veem retratados negativamente. Apenas 32% se sentem representados positivamente. Os dados são da pesquisa de opinião pública Democratização da Mídia, lançada hoje (16) pela Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT. Para o estudo foram feitas 2,4 mil entrevistas domiciliares em zonas rurais e urbanas de 120 municípios, entre 20 de abril e 6 de maio deste ano.

Quase um terço dos entrevistados (29%) disse que nunca vê a defesa de seus interesses na televisão, enquanto que para 55% essa defesa ocorre de vez em quando. Em relação às mulheres, 17% acha que quase sempre são tratadas com desrespeito na programação, problema que ocorre eventualmente para 47% dos entrevistados. O tratamento dos nordestinos também recebeu avaliação semelhante, sendo que foi considerado quase sempre desrespeitoso para 19% e só às vezes para 44%. Sobre a população negra os percentuais foram de 17% e 49%, respectivamente. Leia mais »

Noam Chomsky: 10 Estratégias de Manipulação Midiática

Sugerido por IV Avatar da Meia Noite

Do Instituto João Goulart

Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação Midiática

publicada em 30 de julho de 2010
 
O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')”.
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