"PED" OU PROCURA-SE ELEITORES DETONADOS

O PED - 2013 se transformou na maior maracutaia desde que o próprio Lula a descobriu e denunciou quando foi deputado constituinte. Leia mais »

Erundina critica aproximação de Campos com os Bornhausen

Sugerido por ArthutTaguti

Do Jornal do Commercio

Erundina quer o PSB longe da direita

Indagada sobre o flerte com legendas da oposição, deputada espera que Eduardo Campos não coloque a postulação à Presidência acima da identidade política

Uma das principais vozes do PSB de São Paulo em favor de uma candidatura presidencial do governador Eduardo Campos, a deputada federal Luiza Erundina disse ontem, durante seminário no Recife, que espera que o líder socialista não coloque sua postulação acima da sua identidade política. “Sou uma entusiasta da candidatura de Eduardo. Gostaria muito que ele viabilizasse a sua candidatura, mas não a qualquer preço, não por meio de coligações que estão muito à direita”, cravou a socialista.

Erundina fez críticas à aproximação de Eduardo com a família Bornhausen, de Santa Catarina. “Eles representam um grupo político que tem uma raiz ideológica muito distante da nossa”, colocou. Na última sexta (30), Eduardo Campos esteve em Florianópolis para prestigiar a posse de Paulo Bornhausen no comando do diretório catarinense do PSB. Bornhausen trocou o PSD pelo PSB após o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD), declarar apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). Leia mais »

FHC: candidatura de Serra é difícil dentro ou fora do PSDB

Da Folha

Candidatura de Serra é difícil dentro ou fora do PSDB, afirma FHC

Ex-presidente diz que não há respaldo político para projeto presidencial do aliado paulista e defende lealdade a Aécio

Em entrevista a rádio de Pernambuco, tucano diz ser 'claramente' favorável a aliança com Eduardo Campos

DE SÃO PAULO

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou ontem que José Serra "não tem dentro do PSDB apoio para uma candidatura presidencial" e defendeu que ele fique no partido e dê suporte à candidatura do senador mineiro Aécio Neves ao Planalto.

"O Serra tinha que ficar dentro PSDB, leal, tratando de ver qual é a chance que o partido tem. Se [o candidato] for o senador Aécio, apoiando o senador Aécio. Se fizer uma aliança com Eduardo [Campos], apoiando a dupla", afirmou em entrevista à rádio JC News, de Pernambuco, Estado governado por Campos.

O ex-presidente afirmou também que não vê "espaço político" em outra sigla para que Serra se candidate. Leia mais »

Kátia Abreu recusa convite de ser vice de Serra

Época

Serra convidou Kátia Abreu para sua vice

Felipe Patury

A senadora Kátia Abreu (PSD-TO) sonhou, em 2010, ser vice na chapa presidencial do tucano José Serra. Recebeu o convite três anos depois. Por telefone, Serra convidou-a para o posto. Contou-lhe que tenta arregimentar tempo de TV e gostaria que o PSD endossasse seu nome ao Planalto. Kátia desconversou. Disse que está em campanha para renovar o mandato no Senado e à frente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA). Foi só parte da história. Kátia e seu PSD abraçarão a presidente Dilma Rousseff. Leia mais »

FHC fala do pacto entre Eduardo Campos e Aécio

Sugestão de Wanderley Kuruzu Rossi Jr.

O Globo

FH aprova pacto entre Eduardo Campos e Aécio e diz que gostaria de conversar com Marina Silva

Ex-presidente culpou ‘força petista’ pela falta de diálogo entre os partidos

SÃO PAULO - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) considerou positivo a formação de pacto político entre os pré-candidatos à Presidência da República, o senador tucano Aécio Neves, e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), visando as eleições de 2014. FH — que participou ontem, em São Paulo, de seminário temático pelos 10 anos do Tucanafro, secretariado da militância negra do PSDB — aproveitou para chamar a também candidata Marina Silva (Rede) para uma conversa. Ele ainda culpou a “força do petismo” pela falta de diálogo entre os partidos.

— Eu não sei realmente o que significa isso, e se é realmente um pacto. Acho que é positivo para o Brasil que eles (Aécio e Campos) conversem. Acho até que é lamentável que o Brasil tenha ficado, por força do petismo, nessa posição de não aceitar conversar com os outros, como se os outros fossem inimigos. Isso é muito antidemocrático. O certo é conversar. Acho muito bom e gostaria muito que a Marina (Silva) também conversasse — disse Cardoso, salientando que a presidente Dilma Rousseff, em vez de brigar, poderia conversar mais com os brasileiros: Leia mais »

Em SP, Campos fala que tem disposição para ser candidato

Sugerido por Gunter Zibell - SP

Do Terra Magazine

Campos diz faltar “traquejo” a Dilma e mostra “disposição” para ser candidato em 2014

POR MARINA DIAS

Após uma maratona de dois dias de compromissos em São Paulo, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), afirmou nesta terça-feira (27) ter "disposição" para ser candidato à Presidência da República em 2014. "O PSB sabe qual é o tamanho da minha disposição, tanto que me conduziu à presidência [do partido] por unanimidade duas vezes consecutivas. A confiança da base partidária eu sei que tem e ela sabe qual é a nossa disposição. Agora, tenho mais do que disposição, tenho responsabilidade".

Campos participou da gravação do quadro "Dois Dedos de Prosa", do Programa do Ratinho, no SBT, em que fez vários elogios ao ex-presidente Lula, seu padrinho político, e críticas duras à presidente Dilma Rousseff. "Falta traquejo político e diálogo [a Dilma], que é percebido claramente pelos prefeitos e governadores. Governar é gesto de humildade, de construir consenso", declarou. Leia mais »

O planejamento do PT para 2014

Autor: 

Coluna Econômica

Quando ocorreram as manifestações de rua de junho – impulsionadas pelas redes sociais – houve pânico à direita e à esquerda. Inicialmente, o PT foi tomado de sobressalto. Julgou-se que perderia a liderança das manifestações de rua e a ascendência sobre o público mais jovem.

Hoje se entende que o início das manifestações não obedeceu a um comando único, mas foi fruto de uma ansiedade coletiva por maior participação popular. E o partido que não atentar para esse sentimento, dança.

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Dentro do partido, a visão é a de que as manifestações já trouxeram consequências positivas. Do lado do governo federal, aceleraram o Mais Médicos; do lado da prefeitura de São Paulo, a ampliação dos corredores de ônibus. No Congresso, em apenas uma semana o Senado aprovou projetos de lei ampliando a participação popular na feitura de leis. No governo Dilma, devolveu-se protagonismo à Secretaria de Governo, incumbida das relações com movimentos sociais e sindicatos.

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No momento, o PT está envolvido com as próximas eleições partidárias. Até ontem, havia 300 mil filiados habilitados a votar. As condições para tal era ter participado ao menos de  uma atividade partidária e estar em dia com o pagamento.

Passadas as eleições internas, o foco do partido será 2014.

*** Leia mais »

O tratamento especial da mídia a Marina

Sugerido por Assis Ribeiro

Da Istoé

Obsessão anti-Dilma ajuda Marina

A atitude generosa dos meios de comunicação diante das dificuldades de Marina Silva para registrar a Rede de Sustentabilidade no TSE só se explica pela obsessão conservadora de impedir de qualquer maneira a reeleição de Dilma Rousseff.

Basta ler as pesquisas eleitorais recentes para constatar o óbvio. Entre tantos concorrentes oposicionistas, o único nome que aparece como concorrente competitiva é Marina Silva.

Outro candidato, Aécio Neves, pode até ganhar fôlego e demonstrar maior musculatura. No momento, enfrenta, mais uma vez, o apetite de José Serra de roubar-lhe a faixa de concorrente.

A obsessão em impedir a reeleição de Dilma cresceu depois que sua recuperação junto ao eleitorado foi confirmada pelo Ibope e ajuda a entender o caráter desonesto da campanha contra a vinda de médicos cubanos.

Numa atitude que demonstra até onde o interesse eleitoral pode chegar, nosso conservadorismo deixa claro que prefere sacrificar a saúde da população mais pobre, sem assistência médica de nenhum tipo, apenas para tentar impedir que Dilma possa apresentar alguma – modesta mesmo, vamos reconhecer – melhoria numa área tão abandonada do serviço público. Leia mais »

Mesmo sem total de assinaturas, Marina pede registro da Rede

Do Estadão

Marina ignora rito e pede registro da Rede

Mesmo sem o total de 492 mil assinaturas, ex-ministra protocolou solicitação definitiva de formalização do novo partido; faltam ainda 188 mil rubricas

João Domingos

BRASÍLIA - A ex-ministra Marina Silva aumentou a pressão sobre a Justiça eleitoral para viabilizar seu partido, a Rede Sustentabilidade. Marina protocolou nesta segunda-feira, 26, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o pedido definitivo de registro da legenda, lastreado por documentos de cartórios referentes a 304 mil assinaturas já validadas pelos tribunais regionais. Para conseguir o número mínimo de 492 mil assinaturas exigido pela legislação para a criação de um novo partido, faltam, porém, mais 188 mil.

A ideia dos articuladores da Rede é entregar ao TSE a papelada paulatinamente assim que for liberada dos cartórios.

O advogado da Rede, Gaudêncio Torquato, disse que até o dia 1º de outubro o TSE deverá dizer se o novo partido estará ou não aprovado. Para que Marina possa disputar a Presidência da República pela Rede em 2014, o registro da sigla deve ser concedido até o dia 5 daquele mês. Leia mais »

A dificuldade em captar a voz das ruas

Autor: 

Coluna Econômica

É curiosa e assustadora a incapacidade dos partidos políticos brasileiros de intuírem os novos tempos. Nem mesmo quando os novos tempos aparecem de frente, mortais e fulgurantes como um iceberg gigante.

A Constituição de 1988 consagrou – no papel – formas expressivas de participação popular através das Conferências Nacionais, do modelo SUS (Sistema Único de Saúde) e outros estatutos de cidadania.

Os primeiros anos da Nova República foram tomados pelo fantasma da hiperinflação. Mesmo assim, houve respiros de organização na sociedade civil, gradativamente bebendo os ares democratizantes e se organizando.

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Fernando Collor foi o primeiro a intuir os novos tempos, de descentralização, abertura para o exterior, manifestação dos “descamisados”. Mas, com seu voluntarismo, foi um desastre político.

Já Fernando Henrique Cardoso pegou a bandeira da estabilidade econômica. O Plano Real empalmou de tal maneira as aspirações nacionais do momento, que a oposição não conseguiu encontrar um discurso minimamente eficiente.

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A insensibilidade social de FHC – mais os erros de gestão na questão energética – abriram espaço para o novo discurso, calcado no social e na inclusão. Lula foi eleito sob essa bandeira e consolidou-a com a universalização dos programas sociais.

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O encontro de Eduardo Campos com empresários de SP

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Terra Magazine

Eduardo Campos fala a empresários de SP e ouve pedido de chapa com Aécio

Marina Dias

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), esteve nesta quinta-feira (22) em São Paulo onde ministrou uma palestra para cerca de 150 empresários, principalmente donos de empreiteiras. Durante o encontro, realizado na sede do Secovi-SP, região sul da capital, Campos falou sobre três momentos que considera fundamentais para o Brasil: a redemocratização, na década de 80; o controle da inflação, na década de 90; e a redistribuição de renda, nos últimos dez anos.  

No entanto, o governador pernambucano não citou nominalmente o ex-presidente Lula, seu padrinho político e de quem foi ministro da Ciência e Tecnologia (2004-2005), nem a presidente Dilma Rousseff, que deve ser sua adversária caso seja candidato ao Planalto pelo PSB nas eleições do próximo ano. "Campos falou como um estadista", disse um dos dirigentes do Secovi-SP. "E não criou polêmicas", completou o empresário. 

O discurso do governador agradou à plateia. Focado em mostrar a eficiência de seu governo, o presidente nacional do PSB apresentou índices favoráveis de educação e segurança em Pernambuco e ouviu de alguns dos empresários que uma "chapa dos sonhos" seria a encabeçada por ele com o tucano Aécio Neves (MG) de vice. O senador mineiro deve ser o candidato do PSDB à Presidência da República em 2014 e o partido tem a simpatia da maior parte da diretoria do Secovi.  Leia mais »

As exigências de Serra para as prévias tucanas

Sugerido por Alan Souza

Do Uol

Serra pede regras sobre prévias e admite ser candidato à Presidência

BRASÍLIA, 21 de Ago (Reuters) - O ex-governador de São Paulo, José Serra, disse nesta quarta-feira que pode ser candidato à Presidência pelo PSDB e pediu que fossem definidos critérios para regulamentar o processo de prévias para escolha do candidato tucano em 2014.

Serra foi candidato derrotado à Presidência pelo PSDB em 2002 e 2010 e, no ano passado, perdeu a disputa pela prefeitura de São Paulo para Fernando Haddad, do PT.

"É possível que eu seja candidato a presidente. O senador Álvaro Dias (PR) pode também... de acordo com as regras que sejam propostas (para prévias). Então, é preciso conhecer essas regras", afirmou Serra a jornalistas no Senado, em Brasília.

Apesar do interesse de Serra, a maioria do partido tem apoiado os movimentos do senador Aécio Neves (MG), que preside a legenda, para a disputa presidencial do próximo ano. O mineiro disse na terça que sempre apoiou as prévias e que se algum tucano quisesse fazer uma disputa interna apoiaria. Leia mais »

As prévias no PSDB e a reação de Aécio a Serra

Sugerido por MiriamL

Do Blog do Kennedy

Aécio reage a Serra

Em 2010, um dos motivos que levaram Aécio Neves a recusar a vice-candidatura na chapa presidencial de José Serra foi o enterro de prévias no PSDB. Saindo do governo de Minas com alta popularidade, Aécio queria uma justificativa para explicar aos eleitores do seu Estado por que ele não disputaria o Palácio do Planalto. Acreditava que as prévias lhe dariam essa oportunidade.

Também de saída de outro governo, o de São Paulo, Serra tinha maioria no PSDB para ser candidato a presidente. Aécio sabia disso. O mineiro não queria ser vice de Serra. Mas o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ofereceu a Serra dois conselhos que não foram exatamente valorizados.

Deixar claro para Aécio que, se vencedor, tentaria acabar com a reeleição e se empenharia pela volta do mandato presidencial de 5 anos. Era uma forma de organizar a fila no PSDB. O segundo conselho: tratar Aécio com deferência, aceitando, por exemplo, as prévias. Leia mais »

Aécio quer prévias para encurralar Serra

Do Estadão

Aécio pede prévias para encurralar Serra

Provável candidato à Presidência propõe consulta após 5 de outubro, limite para ex-governador decidir se disputa eleição por outra sigla

João Domingos e Erich Decat

BRASÍLIA - Presidente do PSDB e provável candidato à sucessão presidencial no ano que vem, o senador Aécio Neves (MG) disse que aceita as prévias para a escolha do candidato tucano, mas só depois do fim do prazo de filiação partidária, em 5 de outubro. Com a decisão, Aécio deixa José Serra numa situação difícil, pois o ex-governador estuda a possibilidade de mudar de partido e até já conversou com o PPS. E é Serra que mais tem insistido na realização de prévias.

Aécio disse, em coletiva que deu em Brasília, que sempre defendeu essa fórmula. "Em 2009 eu propus ao partido as prévias. Continuo achando que são instrumentos importantes. Basta que dentro do prazo de filiação, depois de outubro, haja mais de um postulante e essa postulação seja submetida à Executiva do partido, como prevê o estatuto", afirmou.

Aproveitou o momento para dar uma estocada em Serra, que no passado não apoiava as prévias: "Eu não mudei de opinião e até saúdo aqueles que evoluíram de posição". Leia mais »

PSB estipula meta de eleger 50 deputados federais

Do Estadão

Campos discute candidatura nos maiores colégios eleitorais do País

Para fortalecer projeto presidencial, legenda pretende aumentar dos 35 para 50 deputados federais

Angela Lacerda

RECIFE - O PSB estipulou como meta eleger 50 deputados federais nas próximas eleições para fortalecer o projeto presidencial do governador de Pernambuco e presidente nacional do partido, Eduardo Campos. Representantes dos diretórios regionais de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro reuniram-se na noite desta segunda-feira, 19, no Recife, com o governador, para discutir estratégias eleitorais. Juntos, esses Estados representam 60% do eleitorado.

Campos considerou o encontro como "uma reunião ordinária" para ouvir sobre a evolução da construção partidária tendo em vista os prazos legais. " Vamos ouvir os seis maiores Estados, ver como está a chapa para deputado federal, estadual, se o partido já tem candidatura própria majoritária".

"O primordial para o PSB é criar todas as condições para que Eduardo Campos tome a decisão de ser candidato", resumiu o líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque. Uma bancada federal mais forte é crucial para o partido receber mais verbas do fundo partidário e aumentar o cacife nas negociações em coligações. Atualmente, o PSB tem uma bancada de 35 deputados federais. Leia mais »