Dilma: Obama vai responder sobre espionagem até quarta

Do blog do Planalto

Obama responderá até quarta-feira sobre denúncias de espionagem, afirma Dilma

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (6), em São Petersburgo, na Rússia, em entrevista coletiva após participar de reunião de cúpula do G20, que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se comprometeu a responder ao governo brasileiro até quarta-feira (11) sobre as denúncias de espionagem. Obama e Dilma se reuniram na noite desta quinta-feira (5) antes do jantar de trabalho em homenagem aos chefes de Estado do G20.

Dilma afirmou que a denúncia de espionagem é incompatível com a convivência democrática entre países amigos e que Barack Obama assumiu responsabilidade direta e pessoal pela investigação e esclarecimento dos fatos. A presidenta afirmou que a realização da viagem de Estado para Washington, marcada para outubro, dependerá das condições políticas que serão criadas por Obama. Leia mais »

A declaração dos líderes do G20 em São Petersburgo

Do Ministério das Relações Exteriores

Declaração dos Líderes do G20 - Cúpula de São Petersburgo, 5 e 6 de setembro de 2013

06/09/2013
Preamble

1. We, the Leaders of the G20, met in St Petersburg on 5-6 September 2013, united by our continued commitment to work together to strengthen the global economy.

2. Strengthening growth and creating jobs is our top priority and we are fully committed to taking decisive actions to return to a job-rich, strong, sustainable and balanced growth path.

3. In the five years since we first met, coordinated action by the G20 has been critical to tackling the financial crisis and putting the world economy on a path to recovery. But our work is not yet complete and we agreed that it remains critical for G20 countries to focus all our joint efforts on engineering a durable exit from the longest and most protracted crisis in modern history.

4. Our most urgent need is to increase the momentum of the global recovery, generate higher growth and better jobs, while strengthening the foundations for long-term growth and avoiding policies that could cause the recovery to falter or promote growth at other countries’ expense. Leia mais »

Peña Nieto é criticado por reação tímida à espionagem

Sugerido por Marco St.

Mexicanos criticam duramente a tímida reação de seu presidente com relação à espionagem de Obama. A comparação com a forte reação do governo brasileiro deixa claro a total dependência mexicana ao vizinho rico do norte. 

Do El País

Polémica en México por el espionaje de Estados Unidos

Los medios y los políticos critican la “débil” respuesta del presidente Enrique Peña Nieto al Gobierno de Washington

Tras conocer que los servicios secretos de Estados Unidos espiaron a sus respectivos presidentes, los gobiernos de México y Brasil pidieron explicaciones a Washington. Sin embargo, la diferencia de esas reacciones ha desatado una nueva polémica en México, donde varios medios de comunicación y políticos han criticado que la respuesta del presidente Enrique Peña Nieto ante la noticia fue “ineficaz”, “débil” y hasta “timorata”.

En el caso de Brasil, la respuesta diplomática fue contundente. El ministro de justicia carioca, Eduardo Cardoso, expresó: “Si se confirman los hechos esto sería una violación de nuestra soberanía inaceptable e inadmisible”. El canciller Luis Fuigueiredo dijo que el Gobierno se reunirá con países del BRIC (grupo formado por países de gran población y fuerte crecimiento del PIB: Brasil, Rusia, India y China) para discutir este asunto y tomar medidas. Eduardo Matarazzo, senador del Partido de los Trabajadores (PT) calificó el hecho como preocupante y aseveró que se buscarán responsabilidades: “No es tolerable que los Estados Unidos puedan acceder a nuestras comunicaciones”. Leia mais »

Governo Sírio responde às alegações de uso de armas químicas

Sugerido por Adir Tavares

Do Pravda.ru

Posição do Governo Sírio em resposta às alegações

Posição do governo da República Árabe da Síria sobre as alegações e denúncias ocidentais de uso das armas químicas

Desde o início da crise na Síria, a cerca de dois anos e meio, os Estados Unidos da América e seus aliados ocidentais e regionais, especialmente o Catar, a Turquia e a Arábia Saudita, e seus instrumentos, os grupos terroristas armados e a Organização Al Qaeda, atuam para destruir a Síria e sua infraestrutura e para matar o seu povo. Estes grupos terroristas protagonizaram terríveis massacres contra os cidadãos sírios, tanto civis quanto militares, e os países que os apoiam lhes forneceram o suporte financeiro, militar e logístico, além de fazerem vista grossa aos seus crimes e responsabilizar o governo sírio por tudo o que vem ocorrendo com o seu país e seu povo.

Diante da resistência do nosso povo, do nosso exército e da decisão da liderança síria de proteger os seus cidadãos e diante das vitórias alcançadas, alguns países ocidentais e seus aliados regionais, especialmente a Arábia Saudita, a Turquia e o Catar, passaram a divulgar suposições sobre o uso de armas químicas por parte do governo sírio contra o seu povo desde 2012. Isso nos fez desconfiar de que existia a intenção, por parte dos grupos terroristas, de usar as armas químicas para então acusar o Estado sírio. O Governo da Síria enviou cartas ao Secretário Geral das Nações Unidas e ao Conselho de Segurança para alerta-los de que os países apoiadores dos terroristas estariam fornecendo-lhes armas químicas para atacar a Síria e acusar o governo sírio de ter cometido tais crimes. Leia mais »

Papa afirma que solução militar na Síria seria inútil

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Brasil 247

Solução militar na Síria seria inútil, diz papa a Putin

Em carta ao presidente russo, Vladimir Putin, por ocasião da cúpula do G20, pontífice diz que os líderes mundiais deveriam "deixar de lado a busca inútil por uma solução militar" no país árabe; "Ao invés disso (ataque), que haja um compromisso renovado de buscar, com coragem e determinação, uma solução pacífica por meio do diálogo", escreveu Francisco

CIDADE DO VATICANO, 5 Set (Reuters) - O papa Francisco disse em carta ao presidente russo, Vladimir Putin, por ocasião da cúpula do G20, que os líderes mundiais deveriam "deixar de lado a busca inútil por uma solução militar" na Síria.

Os EUA e a França cogitam atacar a Síria para punir o presidente Bashar al-Assad pelo suposto uso de armas químicas contra civis, em 21 de agosto. A Rússia lidera a oposição a essa ação.

"Ao invés disso (ataque), que haja um compromisso renovado de buscar, com coragem e determinação, uma solução pacífica por meio do diálogo e da negociação das partes, unanimemente apoiado pela comunidade internacional", disse o pontífice argentino. Leia mais »

EUA e Reino Unido quebraram criptografia da internet

Sugerido por Gão

Do Terra

Para acessar dados, EUA e Reino Unido quebraram criptografia da internet

As agências de inteligência americana e britânica contam com ajuda de empresas de tecnologia para inserir fraquezas de segurança em produtos

As agências de inteligência britânica e norte-americana desbloquearam com sucesso grande parte da criptografia online usada por centenas de milhões de pessoas para proteger a privacidade dos seus dados pessoais, transações e e-mails, segundo reportagem publicada pelo jornal britânico The Guardian nesta quinta-feira. O método foi revelado por documentos secretos revelados por Edward Snowden e, segundo especialistas, pode minar toda a estrutura da internet. 

Os arquivos mostram que a Agência de Segurança Nacional (NSA, pela sigla em inglês) e a sua equivalente britânica comprometeram as garantias que as empresas de internet costumam dar aos usuários para tranquiliza-los sobre a segurança de suas comunicações. 

As agências adotaram uma bateria de métodos em ataques contínuos contra o que eles acreditam que seja uma das maiores ameaças à sua capacidade de acessar dados na internet - "o uso de criptografia onipresente em toda a internet". Leia mais »

Obama não terá controle sobre a Síria

Sugerido por ANTONIO ATEU

Do Esquerda.net

A Síria e a obscenidade moral

As potências ocidentais apostaram até agora numa guerra de desgaste na Síria. Em alguns círculos diplomáticos considera-se que se algum dos lados ganhar, os Estados Unidos perdem. Há 2 anos que existe intervenção na Síria por parte de atores regionais e internacionais. Por Olga Rodríguez.

Fala-se de uma iminente intervenção militar na Síria. Há quem lamente que não tenha acontecido antes, que os Estados Unidos e os seus aliados não tenham “reagido” até agora. Não tem sido desinteresse, mas sim uma aposta estratégica calculada.

Desde há mais de dois anos que Rússia e Irão apoiam militarmente o regime sírio. Por sua vez, diversas potências ocidentais, assim como os seus aliados no Médio Oriente, intervêm na Síria de forma mais ou menos subterrânea, proporcionando armas e informação de segurança aos rebeldes. França e Estados Unidos, entre outros, têm fornecido ajuda militar aos grupos armados da oposição. A CIA e os serviços secretos britânicos trabalham no terreno apoiando os rebeldes sírios e aconselhando os países do Golfo sobre os grupos que devem armar. Leia mais »

Vídeos: 
Veja o vídeo

Não estamos preparados para a guerra cibernética

Sugerido por foo

Do Escrevinhador

Estamos em guerra cibernética; e o Ministro da Defesa usa Microsoft 

por Roberto Amaral, vice-presidente do PSB

Por que estamos em guerra? Porque esta é a principal característica da pax americana: Kosovo, Irã-Iraque, Iraque, Afeganistão, Líbano, Palestina, Líbia, Síria, Israel. Por enquanto, enquanto durarem os escudos chinês e russo, descansam os eurasianos. Mesmo assim, Rússia e China não estão livres da espionagem eletrônica. Neste ponto, fazem companhia a Brasil, México, Venezuela, Irã e Paquistão.

Mas a pergunta é esta: que faz o Brasil nesse rol, se não temos fronteira com os EUA, se não temos arsenal nuclear e não pretendemos fabricar a bomba, não abrigamos terroristas, não estamos em guerra interna e não alimentamos a esperança de superar economicamente o gigante imperial e com eles temos relações mais que amistosas? Contra o Brasil, o capricho da prepotência chegou ao gabinete da presidente Dilma, que teve telefonemas seus, e-mails e outras mensagens de texto rastreados pela Agência Nacional de Segurança, NSA, dos EUA. Contra nós foram assestados pelos menos três programas, capazes de acompanhar o tráfego de telefonia e dados. Para quê? Dizem os documentos até aqui revelados por Edward Snowden, ex-funcionário da NSA, que os objetivos da espionagem eram político-estratégicos e comerciais. De um lado pretendia ‘melhorar a compreensão dos métodos de comunicação e dos interlocutores da presidente e seus principais assessores’ e de outro,  atendendo tanto aos interesses do Departamento de Estado quanto aos do Departamento de Comércio, antecipar para os negociadores dos EUA os estudos do Itamaraty, e fornecer aos seus empresários informações de seus concorrentes brasileiros em eventuais disputas comerciais. Leia mais »

EUA podem compensar crise com vaga no Conselho de Segurança

Sugerido por Maritaca

Do Público.pt

Espionagem americana pode ajudar o Brasil a chegar ao Conselho de Segurança da ONU

A Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, quer uma resposta dos Estados Unidos à notícia de que foi espiada pela Agência Nacional de Segurança. A imprensa brasileira diz que exige uma explicação directa de Barack Obama, e a Folha de São Paulo adianta que pode conseguir bastante mais: Washington pode, como compensação, apoiar a reivindicação de Brasília de obter um lugar permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

O tema - a espionagem e as relações EUA-Brasil na sequência da notícia - deverão ser abordadas num encontro entre os dois presidentes que participam, a partir de quinta-feira, na cimeira do G20 em São Petersburgo, na Rússia.

"Não será uma coincidência cómoda neste momento, mas também não se deve evitar", disse à agência espanhola Efe uma fonte do governo brasileiro sobre o encontro que, tão próximo da revelação (o documento que fala na espionagem foi um dos divulgados por Edward Snowden), vai acontecer inevitavelmente na cimeira. Leia mais »

A marcha por Allende no Chile, há 40 anos

Sugerido por ArthurTaguti

Da Rede Brasil Atual

Há 40 anos, mais de meio milhão de chilenos marcharam por Allende

por Maurício Brum, do Sul 21 

Porto Alegre – A noite de 4 de setembro de 1970 avançou barulhenta nas vizinhanças da Alameda Bernardo O’Higgins, antiga Alameda de las Delicias, a principal artéria de Santiago do Chile. Durante a manhã e a tarde, o país inteiro havia comparecido às urnas para aquelas que prometiam ser as eleições mais equilibradas da história republicana. Três candidatos disputavam voto a voto a preferência do eleitorado e, para os partidários do socialista Salvador Allende, o lugar de concentração para escutar as notícias vindas pelo rádio era em frente à Federação dos Estudantes da Universidade do Chile (FECH), um antigo casarão de frente para a Alameda e não muito distante do palácio de La Moneda.

O triunfo se confirmou poucos minutos depois da meia-noite. Allende havia arregimentado 36,6% dos eleitores, pouco menos de quarenta mil votos acima do conservador Jorge Alessandri (35,3%), com ambos deixando para trás o democrata cristão Radomiro Tomic (28,1%), que pertencia à corrente progressista do partido de situação, que agora seria obrigado a deixar o governo. A vitória, estreitíssima e longe da maioria absoluta, prenunciava as dificuldades que aguardavam o mandato da Unidade Popular – e nem mesmo o resultado era seguro, pois precisou ser confirmado pelo Congresso cinquenta dias depois, em sessão prevista pela Constituição para definir entre os dois mais votados. Leia mais »

Obama vai se reunir com ativistas LGBT na Rússia

Sugerido por Gunter Zibell - SP

Do Sul 21

Cúpula do G20: EUA e Inglaterra pretendem pressionar Putin em relação a direitos LGBT

Da Redação

O presidente norte-americano Barack Obama e o primeiro-ministro britânico David Cameron deixaram claro que irão pedir explicações a Vladimir Putin sobre o tratamento discriminatório de homossexuais na Rússia, durante a cúpula do G20, que será realizada no país nessa semana. Cameron anunciou que pretende conversar com o presidente russo sobre uma lei recente que bane “propagandas” de relações não-heterossexuais. Nesta terça-feira (4), cerca de mil pessoas se reuniram em Londres para o protesto Love Russia, Hate Homophobia (Ame a Rússia, Odeie a Homofobia).

Obama convidou militantes de direitos humanos russos, incluindo ativistas LGBTs, para se reunirem com ele durante a cúpula. O convite veio após o presidente norte-americano ter cancelado uma reunião com Putin em Moscou devido ao asilo temporário que a Rússia concedeu a Edward Snowden, em agosto. Os dois líderes não marcaram uma reunião particular durante a cúpula do G20, que acontecerá em São Petersburgo. Leia mais »

Crise na Síria: Obama à procura de um cúmplice

Sugerido por Antonio Ateu

Do resistir.info

Ataque unilateral à Síria: Obama decidiu ser mais seguro comprar o Congresso do que avançar só

por Paul Craig Roberts

Enquanto continua a reclamar poderes ditatoriais para iniciar uma guerra por conta própria, Obama adiou seu ataque unilateral à Síria ao receber uma carta de mais de 160 membros da Câmara dos Deputados recordando-o que levar o país à guerra sem aprovação do Congresso é ofensa punível com o impedimento (impeachment). Além disso, teve de adiar quando viu que nenhum país poderia servir como cobertura para um crime de guerra, pois nem mesmo o governo fantoche britânico e os estados fantoches da NATO apoiariam a anunciada agressão militar da América contra a Síria. 

No ataque à Líbia Obama conseguiu escapar sem um OK do Congresso porque utilizou fantoches da NATO e não forças militares dos EUA. Aquele estratagema permitiu a Obama afirmar que os EUA não estavam directamente envolvidos. 

Agora que a falta de cobertura e o desafio do Congresso levou o aspirante a tirano Obama a adiar seu ataque à Síria, o que se pode esperar? 

Se Obama fosse inteligente – e evidentemente alguém que indica Susan Rice como sua conselheira de segurança nacional não é inteligente – ele simplesmente deixaria o ataque à Síria desvanecer-se e morrer até o Congresso retornar do recesso em 9 de Setembro para enfrentar os problemas insolúveis do défice orçamental e do tecto da dívida.  Leia mais »

A espionagem e a política externa dos EUA

Sugerido por implacavel

Da Istoé

Império sem máscaras

Paulo Moreira Leite 

Atuação dos EUA é baseada na diplomacia, quando ela funciona, e na coerção, quando não há outro jeito.

A descoberta de que o governo americano construiu um gigantesco sistema de espionagem do governo Dilma Rousseff é mais relevante do que se poderia imaginar.

Não se trata, obviamente, de só mais uma intervenção indevida do serviço secreto dos EUA no País. Nas relações reais entre os povos e governos, tolera-se a presença de espiões e agentes secretos – desde que seu comportamento possa ser conhecido e até certo ponto monitorado por seus alvos.

Todas as embaixadas possuem seus adidos, que realizam funções de espionagem e contatos militares. Nada impede que um governo estrangeiro monte uma empresa de fachada num país onde tem interesses específicos, que irá permitir que faça um trabalho mais discreto de investigação e apuração de informações. Leia mais »

Os objetivos de uma intervenção militar na Síria

Sugerido por Assis Ribeiro

Da Carta Maior

Sobre a intervenção na Síria

O regime sírio estava restabelecendo lentamente seu controle sobre o país, contra a oposição armada pelo ocidente e seus Estados subordinados na região (Arábia Saudita e Qatar) - uma situação exigia um corretivo urgente. Essa é a explicação para o eminente ataque ocidental sobre a Síria.

Jornalista na Síria diz que ataque foi erro de manipulação

Sugerido por Lidia Zorrilla

Do LaRed 21

La masacre con armas químicas fue un “error de manipulación” del bando rebelde

La corresponsal de la más importante agencia de noticias de Estados Unidos –Associated Press- que se encuentra reportando desde el barrio de Ghouta, aledaño de Damasco, donde murieron centenares de personas por un ataque con armas químicas, asegura tener declaraciones de primera mano que afirman que hubo un “error de manipulación” de los rebeldes –que ocultaban armas químicas- lo que causó la catástrofe.

La periodista Dave Gavlak- trabajando como free-lance de AP en el frente sirio- afirmó tener múltiples entrevistas con residentes y rebeldes en el barrio Ghouta, donde los involucrados reconocen que hubo “un accidente”, cuando los tubos que tenían los potentes químicos detonaron y se expandieron antes de tener tiempo para hacer nada.

Leia mais »