DITADURA E TORTURA NUNCA MAIS

Li em algum lugar alguns militares de pijama dizendo que o exército é de Caxias. A começar, a bem da verdade e da razão, o Exército Brasileiro, e todas as demais Forças Armadas, a briosa e mais antiga Marinha Brasileira e a honrosa, "senta a pua", Força Aérea Brasileira são do Povo Brasileiro, da nossa Nação. Manifestar-se é um direito democrático de todos os cidadãos brasileiros, civis e militares, mas não se deve utilizar a democracia para distorcer palavras, atos, ações, atitudes e fatos. Leia mais »

Eleição: servidores defendem políticas sociais

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Servidores federais protocolaram carta pedindo aos candidatos à Presidência da República para assumirem compromissos relacionados às políticas sociais e defendem que avanços nos atuais programas continuem sendo prioridade. 

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Excelentíssima Candidata Dilma Rousseff, Excelentíssimo Candidato Aécio Neves, Leia mais »

Principais elementos divergentes entre Dilma e Aécio.

Aprendi que uma boa educação é absolutamente indispensável para que possamos a pensar, questionar, respeitar o outro, se situar no tempo e no espaço, de sermos capazes de ver o todo; as diversas partes que estão em jogo e a se exprimir com clareza e fazer análises lúcidas. Posso não ser tudo isso, pelo menos, eu tento. Talvez, exatamente por isso, abomino postagens políticas irrefletidas, em nível de senso comum, com baixarias e palavras de ataques ao outro, como se fossem donos da verdade absoluta. Leia mais »

PRÉ-SAL OU ETANOL !?

O senhor de engenho nos quer cortando cana. Muito me surpreende Marina defendendo etanol em detrimento do pré-sal. Ambas as políticas energéticas são complementares, nossos veículos são flex, as nossas termo-elétricas são movidas a gás natural e bagaço de cana, mas só o petróleo destinará dividendos à educação e saúde. Usineiro, uma hora está com o etanol em outra vai para o açúcar, não quer se comprometer com uma política energética de Estado. Uma política efetiva para o setor deveria criar uma estatal, "ETANOLBRAS", ou uma subsidiária da nossa petroleira, PETROBRAS, o que não pode é continuar na mão de usineiros que só querem créditos e mais créditos e pouco investem em pesquisas para o etanol de 4ª geração, além de quererem se expandir para a Amazônia e Pantanal. Querem sempre mais terras. São latifundiários incorrigíveis. Isso Marina Silva não fala e nem combate.

1964, O Ano que Terroristas Assumiram o Controle no Brasil

 

1964: O ano em que os terroristas assumiram o controle No Brasil

Por: Márcio Antônio Estrela, abril de 2014.

O Golpe Militar de 1964 foi um ato Terrorista, com o qual se derrubou um Governo Constitucional e se instalou uma Ditadura no Brasil. Foi “Um Golpe na Democracia”.

O golpe significou a vitória dos Terroristas no Brasil. Terroristas que permaneceram 20 anos no poder. Leia mais »

A BURGUESIA BRASILEIRA NÃO É IGNORANTE E MUITO MENOS IDIOTA!

Não é uma questão de ignorância, não nos iludamos, não sejamos ingênuos, mas do projeto conservador da burguesia mais reacionária, da direita deste país, que tem como pilares: A Exploração, A Exclusão, A Opressão, A Dominação. Sobre esses quatro pilares a direita golpista quer derrotar o projeto popular de país, estancar o seu possível avanço até o socialismo, e retomar o controle sobre o povo para levá-lo de volta ao estado de iniquidades em que vivia até pouco mais de uma década atrás. Leia mais »

A misaristeria

Fonte original: Agência Adital - Notícias da América Latina e Caribe

http://site.adital.com.br/site/noticia.php?lang=PT&cod=80559&grv=N

Um sentimento estranho tem crescido ultimamente entre pessoas dos setores médios da população. Trata-se do ódio a tudo que se relaciona às reivindicações de direitos (materiais e subjetivos), às propostas alternativas de organização socioeconômica, às lutas contra preconceitos de diversas ordens e às análises críticas que se contrapõem às opiniões hegemônicas (principalmente as veiculadas pela mídia coorporativa). Tal sentimento tem alcançado também uma parte das pessoas das camadas populares, por reflexo da formação de opinião difusa – que opera por meios que vão desde as conversas de botequim às postagens em redes sociais – e por ressonância nos meios de comunicação de massa. Leia mais »

PARADOXOS "MADE IN PARÁ"

  

Andiroba, murumuru, buriti, cupuaçu, babaçu, ucuuba, pracaxi, patauá, castanha, açaí, cacau são alguns dos chamados produtos da sociobiodiversidade*. Formam junto com outras espécies os pés que mantém a floresta em pé.

Tem alta demanda de mercado, principalmente pelas industrias cosméticas para produção de sabonetes, cremes, shampoos e perfumes. E não são exclusividade dos grandes, já que fazem parte dos itens produzidos também pelos povos tradicionais e agricultores familiares da Amazônia, muitos deles organizados em cooperativas comunitárias.

Diante de todo esse potencial da economia da floresta, temos apoiado as comunidades da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns (oeste do Pará) através do Programa FLORESTA ATIVA, que prevê diversas ações (Saf’s, reposição florestal, etc), entre elas a montagem de unidades de beneficiamento para agregar valor a produção (óleos vegetais e essenciais, polpas e derivados), sempre melhor do que a venda “in natura”. O desafio é promover a inclusão social a partir da produção sustentável, um passo seguinte e que vai além de programas como o Bolsa-Família.

Para isso, começamos a fazer alguns levantamentos preliminares, e nos deparamos com a seguinte situação no Pará: em função  das diferentes alíquotas do ICMS (imposto de competência estadual sobre a circulação de mercadorias), em alguns casos  SAI MAIS EM CONTA ENCAMINHAR PRODUTOS DA NOSSA SOCIOBIODIVERSIDADE PARA PROCESSAMENTO EM SÃO PAULO DO QUE ENVIÁ-LOS PARA AS INDÚSTRIAS PARAENSES. Leia mais »

Por que tanto medo dos protestos contra a copa?

Há um processo agressivo de desqualificação dos protestos em curso, e não falo aqui de jornalistas reacionários (ao menos eu não os via assim até pouco tempo atrás). Dois colunistas fizeram com que me acendesse esse sinal de alerta: Marcelo Rubens Paiva, do Estado, e Nirlando Beirão, do R7. O primeiro diz temer "pela integridade física e mental desses moleques mascarados", dispostos, segundo ele, a atacar torcedores adversários em nome de frustrar um ídolo tupiniquim, a tal copa do mundo, "instituição mundial que amamos a cada quatro anos". O segundo anunciou o fracasso do protesto de sábado por ter aparecido somente "os habituais gatos pingados" (entre mil e três mil pessoas), enquanto um bloco de carnaval sozinho atraía vinte mil pessoas, para não falar nos demais quarenta que se espalhavam pela cidade; e conclui, depois de vários qualificativos que rebaixam o debate: "o que aconteceu em junho de 2013 foi importante. Mas não tem nada a ver com os surtos da atual moléstia infantil do protestismo".   Leia mais »

Dois momentos de um mesmo pensamento.

É assunto de que já tratei várias vezes, e se me repito é porque ele também se repete, nestes tempos pseudo-cíclicos da produção capitalista-espetacular. A cena é a de todo início de período letivo das universidades: jovens sujos e cheios de tinta, pedindo dinheiro nos semáforos, supervisionados por veteranos - para não falar das brincadeiras e rituais que ocorrem até se chegar a isso. Este ano, os trotes que fui obrigado a presenciar na avenida Paulista e algumas imagens que vi na internet, me remeteram diretamente à do garoto preso ao poste por justiceiros, no Rio de Janeiro. Os princípios muito se assemelham: desrespeito, humilhação, violência. A principal diferença é que o trote é socialmente aceito por grande parte da população, enquanto a violência contra o menor ainda está em litígio. E o absurdo de haver quem defenda esse tipo de ação, creio, está estreitamente ligado à aceitação do trote acadêmico.

 

 

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Um esquerdista pode tudo

 

Publicado no Jornal O Globo, em 18/02/14 Leia mais »

Tolos enganos

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Quando Lula ganhou a eleição para presidente da república, parecia que as coisas iriam entrar aos poucos nos eixos e tudo poderia mudar em nome da esperança. Coisa de slogan de campanha. Passados pouco mais de uma década desde que assumiu a presidência pela primeira vez, o brasileiro que pensa conclui que tudo não passou de tolos enganos. As ilusões foram jogadas pelo ralo, os sonhos se transformaram em pesadelos. É muita sujeira, muito desvio de dinheiro público, muita incoerência entre o que se falou e o que se fez. O país continua num atoleiro sem fim e as reformas necessárias não aconteceram. No governo federal explodiu o escândalo do Mensalão, nos governos estaduais de São Paulo e de Brasília os escândalos no Metrô e no Trem Metropolitano e no governo municipal de São Paulo a roubalheira imposta pela máfia do INSS que funcionava que era uma maravilha desde 2002. Vivemos na vida real o “Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente. E nesta barca ninguém se salva. Leia mais »

O VOO DA "URUBÓLOGA" NOS DIZ QUE ALGO NÃO ESTÁ CHEIRANDO BEM

Que me desculpe o Saraiva e sua análise blogueira precipitada ou "quase ingênua", mas o que está acontecendo não é nada do que ele analisou e escreveu. O que está ocorrendo é o que sempre acontece com a mídia conservadora e oportunista brasileira (acho que não é diferente em boa parte do mundo capitalista), ou seja, está pulando para outro "poleiro político" já avaliado como mais confortável e viável para seus próprios interesses corporativos e em defesa de seu estado de conforto. O statos quo das elites brasileiras lhes aponta sempre um arranjo de sustentabilidade sobre quaisquer cenários e conjunturas. Leia mais »

A ANOMIA E O APARENTE DESCONTROLE NAS RUAS DO BRASIL

A palavra é de origem grega, 'a' + 'nomos', donde 'a' significa ausência, falta, privação, inexistência; e 'nomos' quer dizer lei, norma; anomia significa, portanto, falta de lei ou ausência de normas de conduta. Quem usou a palavra pela primeira vez foi Durkheim em seu estudo sobre a divisão do trabalho social. E, resumindo, na anomia está presente a idéia da falta ou do abandono das normas sociais de comportamento, indicando desvio de comportamento, que pode ocorrer por ausência de lei, conflito de normas, ou ainda desorganização pessoal. A grande ambiguidade e a imprecisão do conceito de anomia contribuíram para o seu menor uso em estudos, por certo medo por parte dos autores de enfrentar os problemas de sua exata conceituação. Diversos autores escreveram sobre o tema, mesmo com o temor que o termo implica. Leia mais »