O lançamento da Coalizão Democrática pela Reforma Política

Sugerido por Alexandre Costa

Da CNBB

CNBB e mais de 100 entidades lançam Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas

Uma campanha cívica, unificada e solidária. Assim se define a Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas, lançada na tarde desta terça-feira, 03 de setembro, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em Brasília (DF). Na presença de representantes de mais de 100 entidades da sociedade civil, foi apresentada a proposta de projeto de lei de iniciativa popular em prol do fortalecimento dos mecanismos de democracia direta.

“A CNBB acolhe com satisfação os parceiros de sempre”, disse, na abertura do evento, o presidente da entidade, cardeal Raymundo Damasceno Assis. Ele destacou a presença dos participantes do seminário nacional da 5ª Semana Social Brasileira. “A união de todos os membros é essencial para enfrentar a luta e vencê-la. Estamos aqui para continuar fortalecendo esta nossa missão comum que, com as bênçãos de Deus, haverá de produzir bons frutos”.

No ato público, foram apresentados os principais pontos da proposta: 1) afastar a influência do poder econômico das eleições, proibindo a doação de empresas; (2) necessidade de reformular o sistema político, incluindo a questão de gênero e estimular a participação dos grupos sub-representados; (3) regulamentação do artigo 14 da Constituição, em favor da democracia direta; (4) melhorar o sistema político partidário, aumentando a participação de militantes e filiados em torno de um programa político; (5) fidelidade partidária programática. Leia mais »

Jornalista na Síria diz que ataque foi erro de manipulação

Sugerido por Lidia Zorrilla

Do LaRed 21

La masacre con armas químicas fue un “error de manipulación” del bando rebelde

La corresponsal de la más importante agencia de noticias de Estados Unidos –Associated Press- que se encuentra reportando desde el barrio de Ghouta, aledaño de Damasco, donde murieron centenares de personas por un ataque con armas químicas, asegura tener declaraciones de primera mano que afirman que hubo un “error de manipulación” de los rebeldes –que ocultaban armas químicas- lo que causó la catástrofe.

La periodista Dave Gavlak- trabajando como free-lance de AP en el frente sirio- afirmó tener múltiples entrevistas con residentes y rebeldes en el barrio Ghouta, donde los involucrados reconocen que hubo “un accidente”, cuando los tubos que tenían los potentes químicos detonaron y se expandieron antes de tener tiempo para hacer nada.

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Globo admite que errou, mas não explica o erro

Do Instituto João Goulart

Globo não explica o erro.

(sequer 50 anos depois)

oão Vicente Goulart
Trajano Ribeiro
Daniel Cunha

Existe uma contenção natural no ato de criticar alguém que mesmo hipoteticamente está reconhecendo um erro. O jornal O GLOBO no editorial do dia 01 de setembro de 2013 abre a semana que antecede a comemoração do dia da independência admitindo que cometeu um erro ao apoiar o golpe militar de 1964 sem, contudo proceder com isenção e explicar ao país de que modo errou e atentou contra a soberania nacional.

Se for um pedido de desculpas à nação, carece de sinceridade e humildade inerentes àqueles que de fato reconhecem que erraram. O reconhecimento de um erro por qualquer pessoa é um fato louvável quando possui conteúdo. Dá para recriar alguns chavões típicos das manifestações: “O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo” e por aí vai. Grande parte ou a maioria de nós recusaria tal ato de penitência pobre em substância. Leia mais »

Desde o telégrafo, monopólios de mídia elegiam presidentes

Autor: 

O embricamento entre mídia e política é histórico. Quando maior o poder da mídia, maior sua influência sobre o jogo político. E não se trata de fenômeno recente.

O primeiro monopólio da era da comunicação que se conhece – a Western Union e sua rede de telégrafos -, quando se viu dona da informação, conseguiu eleger o presidente dos Estados Unidos.

É um ponto em comum em todos os impérios de comunicação, conforme magistralmente narrado por Tim Wu no livro “Impérios da comunicação” (Zahar). Valeria a pena a leitura do livro por  magistrados, autoridades em geral, procuradores e Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), que acreditam na isenção dos grupos jornalísticos, para que entendam melhor o que é o mercado da notícia e como a política acaba sendo uma linha auxiliar dos negócios empresariais.

A Western era ligada ao Partido Republicano e boa parte de suas linhas foram levantadas pelo Exército da União durante a Guerra Civil. Leia mais »

Mídia se colocou em uma enrascada com sua radicalização

Por Márcio de POA

Comentário ao post "O dia em que a Globo piscou"

Pois é Nassif, pode até ser que a Globo mude um pouco seu enfoque. O problema é que a velha mídia se meteu em uma baita enrascada ao investir nessa radicalização e no caráter enviesado de suas abordagens. E isso teve efeitos funestos nos seus expextadores médios, que passaram a ver o mundo em preto e branco, bem contra o mal, etc. Agora, qualquer postura mais equilibrada será vista/interpretada como uma rendição ao "governismo", "petismo", "lulismo" ou coisa que o valha...  

E aí me parece que eles se colocam num beco sem saída: ou continuam com a postura neocom de sempre, ou mudam e perdem audiência... Leia mais »

Maierovitch: Barroso fez o artigo 55 desaparecer

Da Carta Capital

Barroso com capa de Mandrake

Ao julgar a questão envolvendo o deputado Natan Donadon, o ministro do STF fez desaparecer o artigo 55 da Constituição

por Wálter Maierovitch

O supremo ministro Luís Roberto Barroso parece ter trocado a toga pela capa de Mandrake. E como num passe de mágica fez, liminarmente, desaparecer o artigo 55 da Constituição. A propósito, inventou, em sede liminar e por mandado de segurança sem direito líquido e certo, uma exceção à regra que consagrando a separação de poderes e estabelece que parlamentares só podem perder o mandato eletivo por deliberação dos seus pares.

O artigo 15 estabelece a possibilidade de cassação aos parlamentares definitivamente condenados criminalmente. E a maneira como isso ocorre está no artigo 55: no caso de deputado federal, por voto secreto na Câmara e maioria absoluta. Barroso quis resolver com apenas com o artigo 15 e frisou competir à Mesa Diretora da Câmara a declaração da perda do mandato e até porque o deputado, em regime fechado, não poderá comparecer às sessões até o fim do mandato. A decisão deve ter espantado até Lotar, o musculoso auxiliar de Mandrake. Leia mais »

Ex-integrantes da cúpula do Banco Nacional são presos no RJ

Sugerido por anarquista sério

Da Folha

Polícia prende cúpula do Banco Nacional, que sofreu intervenção nos anos 90

MÔNICA BERGAMO

A Justiça decretou hoje a prisão de ex-integrantes da cúpula do Banco Nacional, que sofreu intervenção do Banco Central na década de 1990, no governo de Fernando Henrique Cardoso.

Foram recolhidos às celas, no Rio, o ex-presidente do banco Marcos Magalhães Pinto, o executivo Arnoldo Oliveira, e o ex-contador Clarimundo Santana. Eles estão na sede da Polícia Federal, no Rio.

Os três foram condenados por gestão fraudulenta.

Eles já tinham sido presos em 2002, por causa do mesmo processo, mas seus advogados conseguiram reverter a decisão no STF (Supremo Tribunal Federal). Leia mais »

Ministro pede explicações para embaixador dos EUA

Sugerido por Gilberto

Do Valor

Figueiredo pede explicações sobre espionagem americana à presidente

Por Maíra Magro 

Em conversa na manhã desta segunda-feira, 2, com o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, pediu informações por escrito sobre os documentos que revelaram que os EUA espionaram a presidente Dilma Rousseff e seus assessores.

Figueiredo disse que expressou a “indignação” do governo brasileiro com os fatos revelados e que espera receber uma resposta ainda nesta semana.

Segundo o chanceler, Shannon respondeu que se comunicaria hoje com a Casa Branca, apesar do feriado americano do Dia do Trabalho.

Medidas concretas

Figueiredo se recusou a comentar se a viagem de Dilma a Washington, marcada para o mês que vem, está ou não confirmada, gerando a suspeita de que a presidente poderia cancelar a visita. Ele também disse que o Brasil só decidirá sobre eventuais medidas concretas sobre o assunto depois de receber a resposta dos EUA. Leia mais »

As consequências caso o PL das terceirizações seja aprovado

Sugerido por implacavel

Do Brasil de Fato

Especialistas avaliam consequências da aprovação do PL das terceirizações  

Segundo eles, caso o PL 4330 seja aprovado pelo Congresso, poderá resultar no fim de concursos públicos e dos direitos trabalhistas

Gibran Mendes, da CUT/PR para o Brasil de Fato

Concursos públicos escassos, reajustes salariais quase inexistentes, organização de trabalho enfraquecida e o fim das garantias dadas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) aos trabalhadores. Estas são algumas das consequências apontadas por especialistas caso o Projeto de Lei 4.330, que escancara as terceirizações no Brasil, seja aprovado pelo Congresso Nacional.

Como pano de fundo, o projeto pretende aumentar a competitividade brasileira após a reestruturação da cadeia de produção que teve início nos anos 1980, quando ocorreu a transferência da produção do centro do capitalismo para a sua periferia. Os produtos deixaram de ser produzidos em países como Estados Unidos, Japão e na Europa com rumo à América Latina e Ásia, dando preferência para locais onde não há retaguarda jurídica e de sustentação para direitos da classe trabalhadora. Leia mais »

Troca na compra de aviões seria resposta para espionagem

Por rdmaestri

Todos estão abismados com a cara de pau dos norte-americanos em apresentarem um powe-point relatando o vitorioso "CASE" de espionagem da Presidente Dilma.

Praticamente toda a população brasileira está atônita pensando nas mais diversas reações que o Brasil pode tomar, porém só me parece que há haver uma única retaliação possível que magoará bem mais do que qualquer desafouro que se faça. 

É extremamente simples, o que os grandes irmãos do norte mais gostam? Dinheiro! Logo a retaliação possível não é diplomática nem militar, mas sim tocar fundo no bolso dos Yankes? Como? Sequestrando bens? Não, simplesmente trocando a compra dos aviões que seriam comprados pelo Brasil nos Estados Unidos por bons caças Russos!

O que significa isto? Muito, pois se a FAB adquirir aviões Russos toda a aviônica começará a ser Russa e daí por diante o efeito em termos de perda de negócios a longo prazo será imenso, principalmente se o Brasil começar a influenciar seus parceiros do sul a irem na mesma direção. Isto para a indústria de armamentos dos Estados Unidos será um choque, e muitas cabeças irão rolar, simplesmente porque "money is money".

Depois de anunciar isto qualquer pedido de desculpas de um terceiro escalão do departamento de estado norte americano, serve, e o Brasil que se prepare para não ser mais espionado. Leia mais »

Al Jazeera e mais três emissoras são fechadas no Egito

Sugerido por alfeu

Da Agência Brasil

Justiça do Egito determina fechamento de quatro emissoras de televisão

Renata Giraldi*

Brasília – A Justiça do Egito determinou hoje (3) que sejam fechados os canais de transmissão da emissora de televisão Al Jazeera no país e de mais três redes - Al Yarmuk, Al Quds e Ahrar 25, ligadas à Irmandade Muçulmana, que apoia o presidente deposto Mohamed Mursi. Todas as emissoras são apontadas como religiosas, mas com ligações políticas.

De acordo com as autoridades egípcias, as emissoras não dispunham das autorizações necessárias e divulgavam informações incorretas que prejudicam o país e a população. As emissoras Ahrar 25, Al Yarmuk e Al Quds sofreram interrupções, anteriormente, várias vezes. A emissora Al Jazeera denunciou ser alvo de uma campanha do governo de críticas. Leia mais »

Governo quer lei contra empresas que ajudem com espionagem

Do Estadão

Planalto quer fechar empresa que ajuda espião

‘Pode ser banco, empresa de telefonia’, diz ministro das Comunicações sobre alcance da futura medida

Lu Aiko Otta

BRASÍLIA - Dilma Rousseff quer incluir na legislação brasileira um dispositivo que permita suspender a operação de empresas que cooperarem com esquemas de espionagem internacionais. A presidente também encomendou o fortalecimento da rede interna de comunicação do governo, pois ainda hoje muitos de seus auxiliares usam serviços vulneráveis como o Gmail.

As duas medidas foram discutidas ontem na reunião de Dilma com os ministros diretamente envolvidos no caso das suspeitas de espionagem dos EUA. "Pode ser banco, empresa de telefonia", disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, sobre a suspensão de operações de empresas. "Se cooperarem com esses esquemas, terão a licença de operação aqui no Brasil cancelada", disse ao Estado.

O dispositivo deverá ser incluído no marco civil da internet, em discussão no Congresso, ou no projeto de lei de segurança de dados pessoais, que está em elaboração pelo governo. Dilma pediu a Bernardo e ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para rever os textos e incluir modificações. Leia mais »

Sobre a espionagem dos EUA contra a presidente

Por Diogo Costa

UM AUTÊNTICO E LAMENTÁVEL ATO CRIMINOSO - A descoberta dos atos de espionagem norte-americana, em vários países do mundo, está longe de ser uma novidade ou algo inusitado. Esta prática é exercida com todo apreço possível pelos EUA desde sempre. Mas não só por eles. 

A espionagem acompanha a história da humanidade e outras grandes potências fazem uso dela nos dias de hoje, sem a menor cerimônia. O mais grave dos acontecimentos atuais é o grau dos atos criminosos oriundos de Washington.

Sabe-se agora que a Presidenta Dilma Rousseff, chefe de estado e de governo da República Federativa do Brasil, foi alvo de intensa espionagem (telefônica e telemática). Altos funcionários da república também foram alvo dessa máquina criminosa construída a partir dos eventos de onze de setembro de dois mil e um. Um (ou vários) ato criminoso desta natureza, de tamanha magnitude, poderia ser perfeitamente encarado como um ato de guerra, sem nenhum medo de cometer um exagero retórico. 

A delinquência estatal norte-americana é deveras conhecida e reconhecida, mas de fato extrapolou todos os limites possíveis e imagináveis.

O Congresso Nacional instalará a CPI da Espionagem, e seria muito importante esmiuçar todos os pontos que superficialmente estão elencados. Não seria a primeira vez que uma CPI constataria de forma cabal e indesmentível a perniciosa presença norte-americana no país, com fins escusos de desestabilização política de um governo independente em sua política externa.  Leia mais »

FHC: candidatura de Serra é difícil dentro ou fora do PSDB

Da Folha

Candidatura de Serra é difícil dentro ou fora do PSDB, afirma FHC

Ex-presidente diz que não há respaldo político para projeto presidencial do aliado paulista e defende lealdade a Aécio

Em entrevista a rádio de Pernambuco, tucano diz ser 'claramente' favorável a aliança com Eduardo Campos

DE SÃO PAULO

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou ontem que José Serra "não tem dentro do PSDB apoio para uma candidatura presidencial" e defendeu que ele fique no partido e dê suporte à candidatura do senador mineiro Aécio Neves ao Planalto.

"O Serra tinha que ficar dentro PSDB, leal, tratando de ver qual é a chance que o partido tem. Se [o candidato] for o senador Aécio, apoiando o senador Aécio. Se fizer uma aliança com Eduardo [Campos], apoiando a dupla", afirmou em entrevista à rádio JC News, de Pernambuco, Estado governado por Campos.

O ex-presidente afirmou também que não vê "espaço político" em outra sigla para que Serra se candidate. Leia mais »

O dia em que a Globo piscou

Autor: 

Coluna Econômica

Na sexta-feira passada, as Organizações Globo surpreenderam o país com uma autocrítica de seu apoio à ditadura militar.

Soou artificial.

Um dia antes, manifestantes jogaram merda em sua sede, em São Paulo. Nas redes sociais, com exceção da revista Veja, não existe organização capaz de despertar tanto amor e ódio.

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Para entender essa demonstração de fraqueza da Globo, é preciso analisar o atual estágio da mídia brasileira.

O mercado da Internet está sendo disputado por três grupos: a mídia convencional, as empresas de telefonia e as grandes redes sociais, como Google e Facebook.

Antes, mídia vendia publicidade; telefonia vendia pulsos; redes sociais vendiam sonhos. Agora, as redes sociais vendem publicidade, ligações telefônicas e filmes sob demanda. Nos EUA, já dominam completamente a publicidade nacional (dos grandes produtos) e os classificados.

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No ano passado, o Google tornou-se o segundo faturamento em publicidade do país, atrás apenas da Globo, e à frente da Abril e demais grupos de mídia, com R$ 2,5 bilhões. Este ano, deverá crescer R$ 1 bi.

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