A divisão no tema das drogas na Unifesp

Por Lucas Gomes

Comentário ao post "Resposta da Unifesp à Folha de S. Paulo"

O tema das drogas na Unifesp é dividido em dois grupos:

O Uniad, antro do proibicionismo mais retrógrado e tosco, casa do Doutor Laranjeira (que dedica manuais de Toxicomania "à família brasileira")

e
O Proad, um dos centros mais inovadores no que diz respeito ao tratamento de drogas por meios de redução de danos e outras medidas menos puritanas (como por exemplo reduzir o uso de crack com ajuda do uso substitutivo da maconha), casa do excelente professor Dartiu Xavier.

para mais sobre o Dartiu (que é praticamente um anti-Laranjada):

http://www.carosamigos.com.br/index/index.php/politica/2888-entrevista-d...

http://coletivodar.org/2013/01/dartiu-xavier-pensam-que-a-miseria-social... Leia mais »

São Paulo recusa verba federal para alfabetização de adultos

Por sarah_fernandes

Da Rede Brasil Atual

Estado de São Paulo recusa verbas federais para alfabetização de adultos

Secretaria paulista é o única, entre as unidades da Federação, a não aderir a programa do MEC; programa local na mesma linha terceiriza recursos para ONGs
 
por Sarah Fernandes, da RBA publicado 05/06/2013 11:27, última modificação 05/06/2013 12:46

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São Paulo – Depois de dez anos de estudo para realizar o sonho de aprender a ler e a escrever, Terezinha Brandolim, de 82 anos, se viu sem alternativa no começo deste ano: a escola em que estudava, no município paulista de Ribeirão Preto, fechou as duas turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) na qual estudavam pessoas de todos os níveis de escolaridade.

Com a impossibilidade de a mãe continuar os estudos, sua filha, Maria Zulmira de Souza, convidou-a para ficar em São Paulo, onde mora. “Mas todas as escolas aqui perto estavam fechando seus cursos de alfabetização”, conta. Ela, então, contratou uma professora particular, que dá aulas para "dona Tetê" três vezes por semana. “Resolvi fazer esse esforço porque deixei muito tempo na mão do governo, que dizia dar conta, mas não funcionava.”

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Mauro Kern, Vice-Presidente de Engenharia Embraer

Apresentação de Mauro Kern, Vice-Presidente de Engenharia e Tecnologia da Embraer, durante 37º Fórum de Debates Brasilianas.org, sobre formação de engenheiros, em 13 de Março de 2013.

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Alessandro Moreira, da Escola de Engenharia da UFMG

Apresentação de Alessandro Fernandes Moreira, Vice-Diretor da Escola de Engenharia da UFMG, durante o 37º Fórum de Debates Brasilianas.org, sobre a formação de engenheiros, realizado em 13 de Março de 2013.

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Francisco Kurimori, Presidente do CREA de São Paulo

O presidente do CREA-SP destacou que, até meados da década de 1970, ser engenheiro era sinônimo de quem ganhava bem. "Mas daí veio a crise econômica do país, no final da década de 1970 e durante a década de 1980, foi quando ser engenheiro passou a ser sinônimo de desempregado. Isso porque engenheiros são executores de investimentos, ligados às áreas de produção. Quando o país está recebendo muito investimento, a profissão fica em alta".

Ele participou do 37º Fórum de Debates Brasilianas.org - A Formação de Engenheiros no Brasil.


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José Roberto Castilho Piqueira, Poli-USP

O Brasil precisa de mais engenheiros. É o que afirmou José Roberto Castilho Piqueira, Vice-diretor da Escola Politécnica da USP, durante sua apresentação no Fórum de Debates Brasilianas.org, realizado em 13 de Março de 2013, em São Paulo. Segundo ele, o Brasil tem 2,48 engenheiros para cada 100 mil habitantes. No Japão a diferença é de 17 para cada 100 mil, já na China e nos Estados Unidos são 13,8 e 9,5 para cada 100 mil habitantes, respectivamente.

Ele participou do 37º Fórum de Debates Brasilianas.org - A Formação de Engenheiros no Brasil.

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Macapá faz parceria com governo de Cuba

Por ramalhino

Do Vermelho

Macapá faz parceria com Cuba para erradicar analfabetismo

O prefeito de Macapá, Clécio Luís Vilhena, recebeu na terça-feira (28), no Palácio Laurindo Banha, a visita do conselheiro de assuntos econômicos cubanos no Brasil, Raciel Rodriguez. Durante a reunião foi acertada uma cooperação técnica entre a prefeitura e Cuba nas áreas da Saúde, Educação e Esporte. O intercâmbio cultural entre a capital amapaense e a ilha caribenha também esteve na pauta.

Edivaldo Ribeiro (Didi)

Macapá

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A educação não é um sistema mecânico, é um sistema humano

Por Assis Ribeiro

Do Brasil 247

Os três pilares da educação: Como escapar do "vale da morte" educacional

O educador Ken Robinson sublinha três princípios cruciais para que a mente humana floresça – diversidade, curiosidade, criatividade - e como a atual cultura da educação trabalha contra isso. Em uma conversa engraçada e incitante, ele nos conta como sair do "vale da morte educacional" que enfrentamos agora, e como nutrir nossas gerações mais jovens com um clima de possibilidades mais amplas

Tradução para o português: Andrea Rojas. Revisão: Wanderley de Jesus

Especialista em educação e criatividade, Sir Ken Robinson desafia a forma como estamos educando nossas crianças. Ele propõe um repensar radical nos nossos sistemas escolares, de modo a cultivar a criatividade e possibilitar o pleno desenvolvimento de múltiplos tipos de inteligência.

A primeira pergunta que ele faz é: Por que não obtemos o máximo daquilo que as pessoas podem produzir? A resposta, para ele, reside no fato de que estamos educando nossos filhos sobretudo para que se tornem bons trabalhadores, e não para que desabrochem como bons pensadores criativos. Estudantes dotados de corpos e mentes que não param, estando sempre em atividade, com frequência são ignorados e até mesmo estigmatizados, em vez de serem cultivados por sua energia e curiosidade. "Estamos educando as pessoas para que não manifestem sua criatividade", diz Ken Robinson. Sua mensagem acarreta muitas ressonâncias, discutidas nesta sua conferência e em outras também proferidas para as plateias do TED.

Tradução integral da palestra de Ken Robinson:

"Eu me mudei para a América há 12 anos com minha esposa Terry e nossos dois filhos. Na verdade, nós de fato nos mudamos para Los Angeles pensando que estávamos nos mudando para a América, mas de qualquer forma, é uma viagem curta de Los Angeles para a América.

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Os cursos em inglês nas universidades brasileiras

Por Marcia

Da BBC Brasil

Universidades brasileiras buscam romper isolamento com cursos em inglês

Mariana Della Barba

Diversas iniciativas recentes vêm fazendo com que o Brasil se aproxime de um cenário acadêmico global. Bolsas de estudo no exterior do programa Ciência sem Fronteira e maior publicação de pesquisas em meios estrangeiros são algumas delas.

Mas para que o país realmente consiga romper o isolamento internacional na área de educação, o caminho, segundo especialistas, não pode ser de mão única e é preciso também atrair estudantes para as instituições brasileiras.

Com isso em mente, uma das principais estratégias de universidades, tanto públicas como particulares, vem sendo o oferecimento de cursos e disciplinas em inglês.

"O inglês é a língua franca também na educação, especialmente em áreas como administração, ciência e tecnologia, e também na comunicação entre colegas. É importante não só para atrair alunos estrangeiros, mas também para que o brasileiro aprimore o idioma e para integrar os estudantes daqui e os de fora", afirma Álvaro Bruno Cyrino, vice-diretor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresa (Ebape) da Fundação Getúlio Vargas, no Rio. Leia mais »

Sobre educação e comportamento das crianças

Por Maria Lúcia Cunha Carneiro

Comentário ao post "Plateia infantil hostiliza músico André Mehmari"

Crianças são, com frequência, más, com muito mais facilidade do que os adultos. Faz parte daquele conceito: "crianças são sinceras, sempre dizem a verdade". Mesmo que não seja uma questão patológica,  (http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI130697-15228,00-SIM+ELAS+PODEM+SER+CRUEIS.htm) principalmente em grupo, crianças podem ser muito cruéis.

A escola, especialmente a sala de aulas, é um ótimo local para esse tipo de manifestação. Tem tudo a favor: o grupo, a situação de repressão (hoje as crianças não toleram quase nada em matéria de disciplina, devido à crescente falta de limites imposta pela permissividade, tanto no lar, quanto na sociedade). A mídia vem, há tempos, formando um público habituado a um nível artístico de gosto extremamente duvidoso. As letras das músicas são um amontoado de palavras desconexas, de uma linguagem chula, sentido dúbio, rimas pobres. A dança e as vestimentas (melhor seria "despimentas") remetem sempre à luxuria.

Assim sendo, como querer que apreciem qualquer expressão artística mais fina e elaborada? Acredito sim que o filho do autor do texto seja bem educado em casa, mas, como professora experiente, posso afirmar que essa não é mais a característica da maioria dos alunos de qualquer escola, seja ela pública, privada, das melhores ou não. E, com a longa vivência profissional, sei que há um fator preponderante dentro de qualquer grupo social e na escola isso se manifesta de forma mais exacerbada pela falta de maturidade do grupo: é a questão da liderança. Basta um bom líder negativo para incendiar uma sala de aula. Em um auditório, teremos um, dois, três ou mais de cada sala, sendo que, nesse ambiente, a já pouca autoridade dos professores encontra-se diluída (terra de ninguém). Leia mais »

Barco-hospital Abaré: interiorização da Medicina na Amazonia

Abaré: uma oportunidade de política pública para a interiorização da medicina. Por que perdê-la?

(Para entender mais sobre o caso: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-novela-do-navio-hospital-abare)

O debate sobre o Abaré I, que se tornou referência nacional de saúde nas regiões de rios da Amazônia, deve ser entendido não como um problema, mas como uma forma de mobilizar oportunidades  para a interiorização da medicina na nossa região, como uma política pública integradora de atendimento e de ensino na área de saúde. A discussão já vai longe e me manifesto trazendo a tona alguns elementos que considero importantes, como médico que vivenciou essa experiência por 4 anos, e atualmente como coordenador adjunto do curso de medicina UEPA – Universidade Estadual do Pará. Leia mais »

O trâmite do Plano Nacional de Educação no Senado

Por Assis Ribeiro

Do Correio Braziliense

A urgência da educação

Prioridade em qualquer discurso de quase todos os políticos brasileiros, a educação ainda não é tratada com a urgência que deveria conduzir a votação de leis que pautem a ação do poder público no sentido de promover avanços consistentes, principalmente na qualidade do ensino. Por isso mesmo, vale comemorar o passo dado ontem na difícil tramitação do projeto do Plano Nacional de Educação (PNE), com sua passagem pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

O projeto de lei, que estabelece metas a serem cumpridas nos próximos 10 anos e define diretrizes para alcançá-las, foi enviado ao Congresso em 2010 e deveria vigorar entre 2011 e 2020. Mas até agora tem andado em ritmo que não guarda a menor relação com a importância de seu conteúdo.

Não foi fácil superar essa etapa, já que havia resistência do governo quanto à obrigatoriedade de investimentos públicos anuais equivalentes a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente, mesmo depois de seguidos aumentos no orçamento da União para a educação, a destinação de verbas públicas fica em torno de apenas 5% do PIB. Depois de muita negociação, a CAE retomou uma proposta intermediária que havia sido votada na Câmara dos Deputados: até o sétimo ano de vigência do PNE, seriam aplicados 7% do PIB. Os 10% serão alcançados apenas a partir do 10º ano. Leia mais »

O SISU e a migração dos estudantes de SP para outros estados

Por J.Roberto Militão

NASSIF,

Esse artigo do Simom Schwartzman chama a atenção para algo interessante e, distributivamente, preocupante.

Através do SISU/ENEM estudantes paulistas estão ocupando mais vagas em outros estados do que o inverso que seria o mais justo. 

Vale a pena pensar a respeito, pois o estado mais rico está se apropriando de vagas dos estados mais pobres.

Do blog de Simon Schwartzman

Universidades: nacionais, regionais?

Dados publicados recentemente pelo Ministério da Educação, e analisados em matéria do jornal O Globo, mostraram que São Paulo é o Estado que mais envia candidatos selecionados pelo sistema unificado de seleção (SISU, baseado no ENEM) para outras regiões do país.  Os dados mostram também que a área de medicina é a aquela em que mais estudantes migram de estado, 46%, o triplo da média geral (O Globo  17 e  25/5/2013).

Interpretei isto como podendo significar que, ao invés de facilitar a mobilidade de estudantes de regiões mais pobres para outras mais desenvolvidas, tornando o ensino superior mais equânime deste ponto de vista, o SISU poderia estar tendo o efeito oposto, ao permitir que estudantes do Estado mais rico ocupassem as vagas nas universidades regionais, reduzindo assim as oportunidades de estudo da população local. Leia mais »

As metas para a superação do atraso na educação

Por Assis Ribeiro

Do Brasil 247

Superação do atraso

Cristovam Buarque

Em 1961, os EUA definiram a meta de enviar um homem à lua no prazo de 10 anos. Passados 52 anos, o governo brasileiro definiu a meta de alfabetizar suas crianças de 8 anos até 2022. Talvez nada demonstre mais o nosso atraso do que a diferença entre essas duas metas. E o governo comemora com fanfarras, ao invés de pedir desculpas pelo atraso do Brasil.

Nessa segunda década do século 21, os países que desejam estar sintonizados com o futuro têm como metas, entre outras, a conquista do espaço, o entendimento das ciências biológicas, o desenvolvimento de técnicas nas telecomunicações, a implantação de sistemas industriais sintonizados com os avanços técnicos.

Fica impossível imaginar uma sociedade do conhecimento sem centros de pesquisa e um amplo sistema universitário com qualidade. Isso só é possível se a educação de base for de alta qualidade para todos. E isso é impossível sem a alfabetização universal e completa em idades precoces, que garantam não apenas o controle dos códigos alfabéticos, mas também leitura e domínio das bases da matemática. Na economia do conhecimento, nenhuma sociedade pode deixar de desenvolver o potencial do cérebro de cada um de seus habitantes desde os primeiros anos, desde a alfabetização. Leia mais »

Educadores criticam avaliações padronizadas

Por Marco Antonio L.

Da Rede Brasil Atual

Avaliação padronizada prejudica escolas, alunos e professores, dizem educadores

Para professores da Faculdade de Educação da USP, modelos adotados em medições como Prova Brasil, Ideb e Idesp funcionam mais como auditoria de sistemas do que como avaliações pedagógicas 

por Redação RBA

Segundo especialistas, as politicas públicas de deveriam ter um sistema de avaliação amostral

São Paulo – O modelo de avaliações do sistema educacional e de escolas brasileira foi alvo de críticas de especialistas num seminário organizado com apoio da Faculdade de Educação da USP na semana passada. Ao adotar medidas padronizadas de avaliação, os modelos aplicados atualmente em medições como a Prova Brasil, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e o Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp), prejudicam o aprendizado dos alunos e os próprios professores. Leia mais »