Eleição: servidores defendem políticas sociais

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Servidores federais protocolaram carta pedindo aos candidatos à Presidência da República para assumirem compromissos relacionados às políticas sociais e defendem que avanços nos atuais programas continuem sendo prioridade. 

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Excelentíssima Candidata Dilma Rousseff, Excelentíssimo Candidato Aécio Neves, Leia mais »

PARADOXOS "MADE IN PARÁ"

  

Andiroba, murumuru, buriti, cupuaçu, babaçu, ucuuba, pracaxi, patauá, castanha, açaí, cacau são alguns dos chamados produtos da sociobiodiversidade*. Formam junto com outras espécies os pés que mantém a floresta em pé.

Tem alta demanda de mercado, principalmente pelas industrias cosméticas para produção de sabonetes, cremes, shampoos e perfumes. E não são exclusividade dos grandes, já que fazem parte dos itens produzidos também pelos povos tradicionais e agricultores familiares da Amazônia, muitos deles organizados em cooperativas comunitárias.

Diante de todo esse potencial da economia da floresta, temos apoiado as comunidades da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns (oeste do Pará) através do Programa FLORESTA ATIVA, que prevê diversas ações (Saf’s, reposição florestal, etc), entre elas a montagem de unidades de beneficiamento para agregar valor a produção (óleos vegetais e essenciais, polpas e derivados), sempre melhor do que a venda “in natura”. O desafio é promover a inclusão social a partir da produção sustentável, um passo seguinte e que vai além de programas como o Bolsa-Família.

Para isso, começamos a fazer alguns levantamentos preliminares, e nos deparamos com a seguinte situação no Pará: em função  das diferentes alíquotas do ICMS (imposto de competência estadual sobre a circulação de mercadorias), em alguns casos  SAI MAIS EM CONTA ENCAMINHAR PRODUTOS DA NOSSA SOCIOBIODIVERSIDADE PARA PROCESSAMENTO EM SÃO PAULO DO QUE ENVIÁ-LOS PARA AS INDÚSTRIAS PARAENSES. Leia mais »

Metade da comida produzida no mundo é desperdiçada

Por Marco Antonio L.

Da BBC Brasil

Metade da comida do mundo vai parar no lixo, diz relatório

Promoções nos supermercados e preferências dos consumidores agravaram o problema

Um relatório de uma organização britânica indica que até metade de toda a comida produzida a cada ano no mundo, ou cerca de dois bilhões de toneladas, vai parar no lixo.

O documento, intitulado Global Food; Waste not, Want not ("Alimentos Globais; Não Desperdice, Não Sinta Falta", em tradução livre), diz que o desperdício está ocorrendo devido a uma série de motivos, entre eles as condições inadequadas de armazenamento e a adoção de prazos de validade demasiadamente rigorosos.

Outro problema é a preferência dos consumidores por alimentos com um formato ou cor específicos. O estudo diz que até 30% das frutas, verduras e legumes plantados na Grã-Bretanha sequer são colhidos por causa de sua aparência.

O desperdício de alimentos também implica em desperdício de recursos usados para a produção deles, como água, áreas para agricultura e energia, alertou o relatório publicado pela Institution of Mechanical Engineers, uma organização que representa engenheiros mecânicos e reúne cem mil membros no Reino Unido. Leia mais »

Lula defende combate à fome com investimento nos pobres

Por Nilva de Souza

Do site do Instituto Lula

“É preciso investir nos pobres para acabar com a fome”, disse Lula a uma plateia de 15 chefes de estado africanos

Em seu segundo discurso em Adis Abeba, o ex-presidente reforçou que é imperativo incluir os pobres no orçamento para eliminar a miséria

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou hoje (1) pela segunda vez durante o encontro de alto nível sobre segurança alimentar que está sendo promovido em Adis Abeba pelo Instituto Lula, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e pela União Africana.

Lula enfatizou novamente a necessidade de incluir os pobres no orçamento públicos dos países. “As pessoas que estão com fome muitas vezes não estão organizadas, não fazem parte de sindicatos, não possuem força para fazer uma passeata e não tem sequer como dizer que estão com fome. Se o Estado não cuidar dessas pessoas, o orçamento será todo direcionado a setores da sociedade que estão organizados. Por isso, o governo precisa colocar no orçamento a parte destinada aos pobres.  Se isso não for feito, o problema da fome não será resolvido nem hoje, nem em 2025 e nem nunca”. Leia mais »

A Carta do Colégio de Procuradores sobre a PEC 37

Carta de Brasília - Por que somos contra a PEC/37:

O Colégio de Procuradores da República, órgão do Ministério Público Federal, autoconvocado, reuniu-se em 18 de junho de 2013, no exercício de seu dever constitucional de zelar pelo estado democrático de direito e pelo respeito aos direitos constitucionais, para garantir a manutenção da capacidade de investigação para fins penais do Ministério Público e outras instituições atualmente investidas de poder de polícia, e impedir retrocesso em favor da impunidade e contra a segurança cidadã. Para isso, é necessário dizer não à PEC 37.

A PEC 37 pretende estabelecer o monopólio da investigação pela Polícia. O Estado abriga vários órgãos com poder de polícia, como a maioria dos países do mundo. A limitação a um só canal reduz em muito a capacidade de investigação dos órgãos do Estado.

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Diretor-geral da FAO pede esforços para erradicação da fome

Por wanderley liberato

FAO pede que líderes intensifiquem esforços para erradicação da desnutrição e da fome no mundo

04/06/2013 - 11h52

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, apelou hoje (4) aos líderes mundiais para que intensifiquem os esforços para erradicação da desnutrição e da fome. Graziano lembrou que houve avanços, mas que ainda há um “longo caminho pela frente". O apelo foi feito devido à divulgação do relatório O Estado da Alimentação e da Agricultura 2013(Sofa). Os especialistas advertem que é fundamental associar políticas públicas com incentivos à produção e alimentação adequadas.

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Sociólogo suíço Jean Ziegler fala sobre o combate à fome

Por Marco Antonio L.

Do MST

Especuladores devem ser julgados por fome de 1 bilhão de pessoas, diz Ziegler

O sociólogo suíço Jean Ziegler, ex-relator especial para o Direito à Alimentação da Nações Unidas (ONU), denunciou que a fome é um dos principais problemas da humanidade, em um debate nesta segunda-feira (13/5) em São Paulo.

“O direito à alimentação é o direito fundamental mais brutalmente violado. A fome é o que mais mata no planeta. A cada ano, 70 milhões de pessoas morrem. Destas, 18 milhões morrem de fome. A cada 5 segundos, uma criança no mundo morre de fome”, disse Ziegler.

Na década de 1950, 60 milhões de pessoas passavam fome. Atualmente, mais de um bilhão. “O planeta nas condições atuais poderia alimentar 12 bilhões de pessoas, de acordo com estudo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Não há escassez de alimentos. O problema da fome é o acesso à alimentação. Portanto, quando uma criança morre de fome ela é assassinada”. Leia mais »

Le Monde chama Lula de "Ícone da luta contra a pobreza"

Por Walter Decker

Aqui, matéria do Le Monde, onde Lula é chamado de " Ícone da luta contra a pobreza"

Au Mexique, croisade présidentielle contre la faim

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Lula é convidado no lançamento do Fome Zero do México

Por Walter Decker

Enquanto aqui o PF investiga Lula, mais uma vez por pressão da mídia, no exterior Lula é exaltado como grande transformador social.

Brasil 247

INSPIRADO EM LULA MÉXICO LANÇA SEU FOME ZERO

19 DE ABRIL DE 2013 ÀS 17:43

Brasil 247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta sexta-feira do lançamento do programa "Cruzada nacional contra a fome", do governo mexicano. Lula discursou no evento de lançamento ao lado do presidente Enrique Peña Nieto, com quem também visitou moradias e equipamentos agrícolas em Chiapas, onde conheceu artesãs locais.

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Nota de esclarecimento: cisternas de polietilieno na Paraíba

Nota em resposta ao post "Cisternas de polietileno preocupam famílias na Paraíba"

Resposta da Acqualimp, fabricante de cisternas de polietileno distribuídas pelo Programa Água para Todos, do Governo Federal

03 de abril de 2013

A Acqualimp, empresa responsável pela produção de cisternas de polietileno distribuídas pelo Programa Água para Todos, tomou conhecimento sobre a postagem publicada em 27 de março no blog de Luis Nassif - “Cisternas de Plástico chegam à Paraíba e preocupam famílias e organizações de agricultores do Polo da Borborema”, - na qual detectou informações equivocadas, e, por isso gostaria de ter a oportunidade de esclarecer os mitos e as verdades em relação a este tipo de reservatório.

Qualidade, durabilidade, custo e meio ambiente
É preciso esclarecer que as cisternas de polietileno são adequadas para a região do semiárido e não deformam em função de altas temperaturas, conforme informado pela postagem. A resina de polietileno somente pode fundir a uma temperatura de 147o C, sendo que na região do semiárido a temperatura máxima pode oscilar em torno de 50o C em períodos de clima mais severo. Além disso, os reservatórios são utilizados em países com temperaturas semelhantes ou até mais críticas que as encontradas no Nordeste brasileiro.

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Falando também do que não está sendo pensado

Por Gunter Zibell - SP

Comentário ao post "Quem está pensando o novo?"

É importante falar também do que não está mudando, do que não está acontecendo.

Saúde é um tanto assim. O raciocínio mais corrente é apenas aumentar a oferta de atendimento, hospitais, médicos, etc. Mas pouco se fala de medicina preventiva, de ensinar às pessoas a não ficarem doentes. Caminhamos para uma epidemia de obesidade. E nada se fala sobre estresse ou assédio moral no trabalho, fatores que levam a doenças psicossomáticas.

Sobre educação e trabalho, nada muito estruturado se pensa para oferecer alternativa a já aposentados voltarem a trabalhar. A visão do governo sobre abertura à imigração é boa, mas não encontra respaldo nem entre seus simpatizantes.

Mas onde este país mais assusta é no conservadorismo na área de segurança. Leia mais »

Brasilianas.org sobre a Erradicação da Miséria

Programa Brasilianas.org abordará políticas para erradicação da miséria 

Nesta segunda-feira (25), às 11h da manhã, vamos gravar nos estúdios da TV Brasil a próxima edição do Brasilianas.org que esta semana discute Os desafios para a erradicação da miséria absoluta.

Para debater as ações do governo federal que visam reduzir o chamado “núcleo duro da miséria” e as articulações político-gerenciais que necessitam ser feitas para melhorar a eficiência dos programas sociais de combate à fome, convidamos a Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Tereza Campello; a jornalista e cientista política Maria Inês Nassif; e o diretor de Políticas e Estudos Sociais do Ipea, Rafael Osorio.

Em onze anos 19,5 milhões de brasileiros saíram da extrema pobreza, faixa de renda que recebe menos de R$ 70,00 mensais. O anúncio foi feito nesta semana pela presidente Dilma Rousseff em evento sobre os resultados do Programa Brasil sem Miséria. Atualmente existem 2,5 milhões de pessoas no país que necessitam de auxílio para superarem a linha da extrema pobreza.

PARTICIPE ENCAMINHANDO SUAS PERGUNTAS, que poderão ser lidas durante a gravação.


Tereza Campello, Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome   Foto: Wilson Dias/Br

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A nova geopolítica dos alimentos provocada pela escassez

Por Noir

Do Envolverde

Escassez pauta nova geopolítica dos alimentos

Por Lester Brown

O mundo transita de uma era de abundância de alimentos para uma de escassez. Na última década, as reservas mundiais de grãos diminuíram um terço. Os preços internacionais dos alimentos cresceram mais que o dobro, disparando uma febre pela terra e dando lugar a uma nova geopolítica alimentar. Os alimentos são o novo petróleo. A terra é o novo ouro.

Esta nova era se caracteriza pela carestia dos alimentos e pela propagação da fome. Do lado da demanda, o aumento demográfico, uma crescente prosperidade e a conversão de alimentos em combustível para automóveis se combinam para elevar o consumo a um grau sem precedentes. Leia mais »

O fantasma da fome na Veja em maio de 98

Por Alberto Porem Jr.

Recupero aqui uma reportagem de Veja do ano de 1998.  Um Brasil que não existe mais. Um detalhe, é visível rede de proteção ao "iluminado de Higienópolis" e como diríamos..." a se fosse o Lula" e aliás já batiam nele naquele ano.

Revista Veja

06 de maio de 1998

O fantasma da fome

Desamparados pelos governos e à mercê da chuva que não vem, centenas de milhares de brasileiros vivem sob a ameaça de não ter o que comer no dia seguinte

O nome é Vicente. Tem 14 anos e vive com a família em Acari, cidade do Rio Grande do Norte. A grande seca deixou os pais e os irmãos de Vicente com um problema: comer. Vicente é um menino esperto, de olhos vivos. Tem inteligência incomum e visão das coisas surpreendentemente madura para um rapaz da sua idade. Sua experiência de vida, em Acari, é muito diferente da que tiveram os adolescentes que vivem no sul do país. Já saqueou lojas, no meio da multidão. Seu pai estava junto dele nesses ataques. Vicente defende o saque dizendo que a pessoa com fome tem o direito de se apropriar da comida, seja ela de quem for, esteja onde estiver.  Leia mais »

As doações do Brasil ao Programa Mundial Alimentar

Do Terra

Brasil exporta Fome Zero e se torna 10º maior doador mundial

Rafael Belincanta, Direto de Mkuranga (Tanzânia)

A crise na Europa fez com que doadores tradicionais como França, Espanha e Itália tivessem uma retração nas verbas. O Brasil, porém, fez a maior doação repassada ao World Food Programme (WFP) de sua história em 2012, terminando o ano como o 10º maior doador, com mais de US$ 82 milhões. Isso representa duas posições à frente comparado a 2011,quando ficou em 12º lugar com US$ 70,5 milhões doados; e 34 posições à frente que em 2007, primeiro ano em que o Brasil apareceu no ranking dos 100 maiores doadores, em 44º lugar e US$ 1,1 milhão doado.

Dentro de um armazém no distrito de Mkuranga, Tanzânia, um saco de açúcar com a escrita Product of Brazil não deixa dúvidas: as doações de alimentos do Brasil ao Programa Mundial Alimentar (PMA) chegam à África. Não bastassem os financiamentos em espécie, em 2012 o Brasil também fez grandes doações de commodities.

Já em outubro do ano passado, durante o primeiro encontro da nova secretária executiva do PMA, Etharin Cousin, com a imprensa estrangeira em Roma, ela anunciara que o Brasil estaria entre os maiores doadores do ano. Leia mais »