As bases da cidadania, por Patrus Ananias

A cidadania requer bases amplas

Por Patrus Ananias

Reflexões sobre os (novos) direitos sociais – alimentação, assistência social, transferência de renda – no campo dos direitos fundamentais Leia mais »

A Urbanidade Contemporânea

Autor: 

Milton Nogueira, engenheiro, especialista em biodiversidade e mudanças climáticas, consultor internacional de diversas organizações ambientais, fala com a equipe do Le Monde Diplomatique Brasil, na sede do jornal em São Paulo, sobre importantes questões da urbanidade contemporanêa, onde ponta como a principal força motriz de nossa sociadade - o excesso de consumo.

Vídeos: 
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Minha Casa Minha Vida no campo

Por Homero Pavan Filho

Minha Casa Minha Vida chega ao campo com R$ 2 bi

22/08/2011 11:23

Recursos serão usados para atingir meta inicial de construir 60 mil casas em quatro anos

A Caixa Econômica Federal mudou a sua estrutura para atender as necessidades do brasileiro que vive no campo e nunca teve acesso a crédito facilitado para a casa própria, como acontece nas cidades. “Historicamente, há programas apenas para trator e chiqueiro, que acabavam sendo muito melhores do que a casa do agricultor”, avalia a superintendente Nacional de Habitação Rural da Caixa, Noemi da Aparecida Lemes. De acordo com Noemi, os R$ 2 bilhões do Orçamento da União e do Fundo de Garantia (FGTS) devem ajudar a mudar esse cenário nos próximos quatro anos.

A meta é construir 60 mil casas, a maioria para indígenas, extrativistas, quilombolas, pescadores artesanais e agricultores familiares, que ganham até R$ 10 mil por ano. Leia mais »

A habitação popular na China

Por Marcos Costa

A Habitação Popular na China

MovingCities

tradução: Marcos O. Costa

A Nova Agenda Habitacional da China

Introdução

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Burocracia atrasa Minha Casa em SP

Do Valor

Parceria entre Caixa e CDHU fracassa em SP

Samantha Maia | De São Paulo
21/07/2011

A burocracia pública atrasou investimentos do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida no Estado de São Paulo. A parceria da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) com a Caixa Econômica Federal (CEF), fechada em setembro de 2009 e que previa a contratação de 13 mil unidades habitacionais até o fim do ano passado, anda a passos lentos. Até agora, apenas 270 casas foram contratadas e estão em obras, 195 em Mogi Guaçu e 75 em Pirassununga.

A parceria, que serviria para resolver o problema das construtoras em encontrar terrenos para investir em habitação de interesse social, acabou por esbarrar em dificuldades do setor público, como a condução do processo de licitação, de licenciamento ambiental e a obtenção de aprovação urbanística nas prefeituras. Leia mais »

A segunda fase do Minha Casa, Minha Vida

Do Jornal do Brasil

Dilma quer construir mais 600 mil casas 

Ao lançar a segunda fase do Programa Minha Casa Minha Vida, hoje, no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff propôs fazer uma revisão da meta daqui a um ano. O programa tem por objetivo financiar, até o fim do governo, 2 milhões de moradias para famílias de baixa e média renda. Dilma acredita que no próximo ano, o governo possa "ousar" e propor a construção de mais 600 mil unidades.

"Uma meta que se atinge deixa de ter validade porque se provou que se conseguiu a meta. Agora temos que buscar uma meta ainda maior. Eu quero aqui lançar um desafio. É fato que vamos fazer esses dois milhões [de moradias]. Se daqui a um ano estivermos em um ritmo adequado, mostrando nossa capacidade de fazer mais, vamos ampliar os recursos e nós vamos fazer mais 600 casas", disse a presidenta durante a cerimônia. Leia mais »

A força da especulação imobiliária em SP

Por jura

Nassif,

Não bastasse o Estado entregar o Parque da Água Branca às imobiliárias, Kassab enviou a Câmara o projeto de lei para vender a elas o quadrilátero da cultura no Itaim. Até a Subprefeitura de Pinheiros, entre outras áreas cobiçadas pelo "mercado", está na lista da "Imobiliária Prefeitura de São Paulo".

Isso tudo enquanto a justiça não decide se ele e mais 13 vereadores foram ou não foram favorecidos pela indústria imobiliária. Alô, alô, MP, esse processo é pra quando? Depois das eleições do ano que vem?

Perto do Kassab, Palocci não passa de um amador !!!!!!!!!!!!! Não é só ele quem deve explicações à Justiça.

Notem que todos os lides (introdução) das matérias abaixo começam justificando as nobres intenções da Prefeitura para vender o projeto. Até parece release da assessoria de imprensa do Kassab:

Da Gazeta de Pinheiros com o Estadão e o SOS QUARTEIRÃO DO ITAIM BIBI

quinta-feira, 24 de março de 2011

Subprefeitura pode dar lugar a empreendimento Leia mais »

Impacto do Minha Casa, Minha Vida na economia

Por Flavia Tunes

Da UFMG

Estudo avalia repercussões de Minha Casa, Minha Vida na economia nacional

Um dos dilemas das economias entre esperar o bolo crescer ou reparti-lo parece ter encontrado nova via de solução. É o que se deduz de dissertação de mestrado desenvolvida na UFMG que avaliou impactos na economia do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Utilizando modelo computacional para simular e comparar propostas alternativas na distribuição do investimento de R$ 34 bilhões definido pelo governo federal, seu autor, o pesquisador Júlio Yukio Shimizu, concluiu que a alocação planejada deverá conciliar crescimento do PIB nacional com redução da desigualdade regional, até a finalização da primeira fase do programa, em 2013.

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As mobilizações pelo direito à moradia

Por raquel_

Do Outras Palavras

“Dá licença de contar”

Ignoradas pela mídia, ocupações de imóveis ressurgem, apontando força do movimento pela moradia e necessidade da reforma urbana

Por Renata Bessi, colaboradora de Outras Palavras

Mesmo para os mais iniciados, os momentos anteriores a uma ocupação de imóvel urbano são tensos. Era o que se via, em 19 de maio, nos rostos de cerca de 400 pessoas, participantes do Movimento de Moradia do Centro (MMC), horas antes da madrugada em que entraram num imóvel à rua São Joaquim, 329, região da Liberdade, São Paulo. O que sustenta a resistência a tamanha pressão, define Suely Lima, uma das coordenadoras do movimento, é a necessidade básica da moradia, consolidada como direito de qualquer ser humano. “Quando os canais de diálogo com os governos não estão funcionando, esta é a nossa única opção”, diz. Leia mais »

Condomínios e loteamentos "fechados"

Este comentário foi postado em resposta ao post da Nilva de Souza e tem o objetivo de esclarecer aos colegas das diferenças entre loteamento, loteamento fechado e condomínio horizontal. A colocação sob aspas, da expressão "fechado", decorre da inexistência jurídica desta categoria de loteamento, que assim é chamada para diferenciar o loteamento e indicar que ele é cercado e oferece outros benefícios aos compradores, além da segurança e restrições ao uso do espaço.

Como comparar um morro carioca com loteamentos "fechados"? O morro é fruto de invasões e ocupações ilegais. O loteamento fechado é completamente legalizado e segue todos as disposições legais para a matéria, mas se trata de um loteamento comum, que se convencionou chamar de fechado em razão de ser murado e dispor de equipamentos comuns, inclusive segurança e cuja administração é exercida por uma associação de moradores, que por sua vez segue as normas legais. Não há nada de  errado.

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O desaparecimento das favelas

Da Al Jazeera e do Viomundo

Brazil’s disappearing favelas

Infraestrutura exigida pelos interesses corporativos mais poderosos do mundo deixam famílias sem teto no Brasil

Dave Zirin*, em 10 May 2011 13:34, na Al Jazeera, por sugestão da Heloisa Villela

No Chile, foi chamado “O Tijolo”. Era um manifesto econômico de milhares de páginas do ditador Augusto Pinochet, escrito pelos “Chicago Boys” — estudantes chilenos da Universidade de Chicago. Discípulos do professor de economia conservador e neoliberal Milton Friedman, eles imprimiram “O Tijolo” no “outro 11 de setembro”, 11 de setembro de 1973. Enquanto o palácio presidencial era bombarderado, o “companheiro presidente” Salvador Allende era assassinado e o general Pinochet assumia o poder, “O Tijolo” se tornou o compasso econômico de Pinochet. Guiou o país durante as duas décadas do corta e queima das privatizações, despejos e desigualdade — tudo em nome do “desenvolvimento”. Leia mais »

Os protestos contra remoções em Madureira

Por alfeu

A prefeitura do Rio instalou a política da desapropriação. O motivo, seja por conta da Copa do Mundo, seja pelas Olimpíadas, seja pelas catástrofes do ano passado até hoje e mesmo a serviço de grupos privados, existe uma massa de pessoas que estão por aí, totalmente desamparadas. A promessa do aluguel social, se restringe a algumas pessoas (para efeitos de propaganda), que mesmo assim habitam "casas" precárias e de difícil acesso. São despejadas com ordem judicial, para dar legalidade, mas não moralidade a essas pessoas. Não houve e não há quaisquer discussão prévia sobre como deslocar essa massa de pessoas (não me refiro a discussão de gabinete, e sim com esses moradores). Muitas delas tem seus negócios nessas comunidades, que acabam de perder a própria fonte de renda. Conheço pessoas que moram na região do Largo do Tanque, por onde vai passar a Transcarioca, que não sofreram com esse rolo compressor, e que abrigam pessoas da região que não tem para aonde ir. Sem exagero, o impacto na vida dessas pessoas não difere muito dos sobreviventes do Morro do Bumba. É esse o ganho SOCIAL na vida do carioca?

Do Fazendo Media

Moradores de Madureira fazem protesto contra remoções por causa da Transcarioca

Por Eduardo Sá, 07.02.2011

Mais um dos grandes projetos urbanos previsto para a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas no Rio de Janeiro vai remover moradores de comunidades de baixa renda de suas moradias. Esse é o caso da favela Largo do Campinho, em Madureira, zona norte do Rio, que está no traçado da Transcarioca, via que vai ligar a Barra da Tijuca ao aeroporto internacional Tom Jobim. As obras, que estão avaliadas R$ 1,3 bilhão custeado pelo Governo Federal, começam neste mês e devem ser entregues pela prefeitura antes da Copa de 2014. Leia mais »

Ambev na remoção de famílias no Rio

Por Stanley Burburinho

Denúncia:

"A Prefeitura do Rio de Janeiro está prestes a finalizar o processo de remoção de aproximadamente 60 famílias que vivem na comunidade vizinha do Sambódromo."

"Os moradores acusam a Ambev – maior cervejaria do país – de ser dona do projeto, conforme relata o integrante da Rede Contra a Violência, Maurício Campos."

“Embora seja apresentada como obra pública, ela será bancada na maior parte pela AMBEV, que é uma das empresas que mais lucram com o Carnaval oficial no Rio de Janeiro. Na prática, é uma obra privada que utiliza o poder público para pressionar as famílias e retirá-las ao menor custo possível."

"Para viabilizar a obra, a Ambev abriu mão de um prédio da cervejaria Brahma, tombado pelo patrimônio Histórico em 2002. Uma lei aprovada pela Assembléia Legislativa desfez o tombamento. No primeiro trimestre do ano, a AmBev apresentou um lucro líquido de mais de R$ 2 bi."

Da Rádioagência NP

Cervejaria Ambev tenta expulsar comunidade vizinha do Sambódromo

Sudeste | moradia

09/05/11

A Prefeitura do Rio de Janeiro está prestes a finalizar o processo de remoção de aproximadamente 60 famílias que vivem na comunidade vizinha do Sambódromo. A área será usada para a ampliação do espaço onde é realizado o desfile das escolas de samba. Os moradores acusam a Ambev – maior cervejaria do país – de ser dona do projeto, conforme relata o integrante da Rede Contra a Violência, Maurício Campos. Leia mais »

As falhas do PAC em Governador Valadares

Por evandro condé de lima

A notícia não é de hoje, mas fica o registro para mostrar que não basta boas intenções , além do que a imprensas vai deitar e rolar.

E antes que digam que a prefeitura deveria ter feito issso e aquilo, não deixa de ser reflexo de mal planejamento e gerenciamento.

Do Estado de Minas

Casas do PAC desmoronam em Governador Valadares 

Um ano depois de inauguradas por Lula e sua então ministra Dilma Rousseff, casas feitas com verbas do PAC caem aos pedaços em Valadares. Moradores são obrigados a abandonar o local 

Leonardo Augusto, Maria Clara Prates
Publicação: 13/04/2011 06:00 Atualização: 13/04/2011 08:44  Leia mais »

A valorização imobiliária com as UPPs

Por Alberto Porem Junior

UPP de Lula e Cabral atirou no que viu e acertou no que não viu!

Da Folha.com

UPP faz preço de imóveis disparar no Rio

CIRILO JUNIOR
DO RIO

Imóveis situados em bairros que receberam UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) chegaram a dobrar de valor, segundo levantamento do Secovi Rio (Sindicato da Habitação). 

Em Copacabana, na zona sul, um imóvel de dois quartos custava, em média, R$ 603,4 mil no final de 2010. Esse valor supera em 101,40% a cotação média de R$ 299,6 mil observada para um imóvel de característica semelhante em junho de 2009, quando a primeira da cinco UPPs do bairro foi implementada.

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