Estados começam a questionar telefonia

Por Ricardo Souza

Caro Nassif,veja essa:a justiça federal do RN suspendeu a venda de telefones da operadora Tim em todo estado .Os motivos são principalmente são a péssima qualidade dos serviços prestados, mesmo após várias notificações e pleitos de vários orgãos ligados a defesa do consumidor e do ministério público  .A operadora sentiu o golpe principalmente após perder no TRF em Recife ,pois teme que esse tipo de medida se espalhe por todo Brasil.Iformações de que diretores da empresa já se encontra em Natal ,tentando buscar uma forma de resolver o problema.

Roberto Freire não tem olhos para a incúria da dinastia tucana em São Paulo

Autor: 

Da editoria-geral do Terra Brasilis

Instalado, certamente, na sua luxuosa residência no bairro nobre de Alto Pinheiros [SP], Serra “twittava”. Lá pelas tantas, resolveu sugerir – para o final de semana [espera-se que não chova forte em São Paulo, para o bem dos que sofrem com o desgoverno tucano] – a leitura do que ele considera três grandes artigos. A trilogia é assinada por Roberto Freire [o ex-comunista que, a título de reciclagem intelectual, bandeou-se para o lado da "elite cheirosa"]; Fernando Gabeira [o ex-guerrilheiro e intelectual que vê, em seu umbigo, sua própria imagem. Faz-me lembrar o sr. Caetano Emanuel Viana Teles Veloso, não o  compositor e cantor [1]]; e, finalmente, por Guilherme Fiuza [a quem - por sua cantilena desprezível contra o governo Lula e, agora, contra o governo Dilma - cognominamos de "Guilherme Fiuza: meu nome é leviano" [2]]. Leia mais »

São Paulo está salva

 

TERÇA-FEIRA, 11 DE JANEIRO DE 2011O planeta está salvo

 

> Pode ser construída em terra ou no mar e, além de resistir a fenómenos naturais, também é autossustentável. O arquitecto russo Alexandre Remizov elaborou um projecto de um prédio que, segundo defende, é autossustentável e à prova de catástrofes. O projecto, baptizado de Arca, foi concebido em parceria com a empresa alemã Remistudio.

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Minha Casa, Minha Vida alcança 90% da meta

Do Valor

Governo alcança 90% da meta do Minha Casa

Samantha Maia | De São Paulo
28/12/2010 

O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida não deve cumprir a meta de contratar 1 milhão de moradias no país até o fim deste ano. As contratações atingiram 875 mil moradias populares desde abril do ano passado até a primeira quinzena de dezembro, considerando as realizadas pela Caixa Econômica Federal, pelo Banco do Brasile as contratações nos municípios com menos de 50 mil habitantes, contabilizadas diretamente pelo Ministério das Cidades. Foram entregues 207 mil casas até 1º de dezembro, de um total de 761 mil contratadas apenas pela Caixa.

Em números de moradias, os Estados que mais contrataram foram São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, mas proporcionalmente eles ficaram abaixo da média nacional,segundo dados do Ministério das Cidades. Nos três, a faixa destinada às famílias com renda entre três a seis salários mínimos teve um desempenho melhor. Cinco Estados superaram as metas: Alagoas, Goiás, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Os dois primeiros, que ultrapassaram o objetivo em mais de 30%, foram fortes na contratação para o grupo com renda de até três salários mínimos.

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As contratações do Minha Casa, Minha Vida

Por Roberto São Paulo-SP 2013

....Pelo programa Minha Casa Minha Vida até o dia 25 de outubro foram contratadas em todo país, 741.364 moradias. Desse total, 43.214 são contratações de municípios com menos de 50 mil habitantes, 4.110 do Banco do Brasil e 694.040 são de contratações feitas pela Caixa Econômica Federal.

As contratações feitas pela Caixa por pessoas com renda mensal de até três salários mínimos, já alcançam 97% da meta e somam o valor de R$ 17,7 bilhões.......

Famílias de Contagem (MG) recebem 288 moradias do Minha Casa Minha Vida
27/10/2010, Ministério das Cidades, Assessoria de Comunicação
http://www.cidades.gov.br/noticias/familias-de-contagem-mg-recebem-288-m... Leia mais »

O saneamento integrado

Do Brasilianas.org

Saneamento deve ser integrado à habitação e transporte

Por Lilian Milena

O Saneamento não pode ser administrado de modo não integrado às áreas de habitação e transporte. É o que defende Vladimir Maciel, professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie e consultor em Economia Regional Urbana.

O pesquisador explica que as três áreas são faces do crescimento das cidades: "Todas se relacionam à decisão de famílias ao ocuparem um lugar no espaço urbano", completa. Logo, a diminuição de déficits nessas nessas áreas poderia ser potencializada com propostas capazes de unificar recursos humanos e financeiros.

Em resumo, Maciel aponta a necessidade de: compatibilizar e integrar os programas e ações dos três setores; simplificar e focar os programas existentes; articular os programas e ações entre municípios, estados e União; priorizar o uso de recursos para subsidiar programas destinados à baixa renda; modernizar os mecanismos de gestão e atração de recursos privados; e, por último, prestar contas dos recursos públicos utilizados, o que pode ser feito a partir de avaliações dos resultados atingidos e das políticas implantadas.

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O funcionamento do Minha Casa, Minha Vida

Por Paulo Siqueira

Nassif,

Eu trabalho com isso, licenciamento e viabilidade de moradias do programa Minha Casa Minha Vida.

Apenas nos últimos 3 meses, estamos licenciando a construção de 400 casa no interior de São Paulo e Sul de Minas.

O prazo para entrega é de 18 meses.

O que foi contratado demora para construir. As obras de terraplenagem, construção de infra-estrutura de distribuição de água e coleta de esgoto, ligações elétricas, contrução das guias e sarjetas, sistema de coleta de águas pluviais não são imediatas.

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O adensamento de áreas vazias em São Paulo

Do Estadão

Prefeitura lança plano para adensar regiões de São Paulo ainda vazias

Meta é estimular o mercado imobiliário, sobretudo em áreas ao longo da orla ferroviária da capital paulista

Rodrigo Brancatelli - O Estado de S.Paulo

Hoje uma espécie de cicatriz urbana, a linha de trem que corta São Paulo desde os tempos do café será o novo fio condutor do desenvolvimento da capital. A Prefeitura tirou do papel ontem três operações urbanas, instrumento para adensar áreas e incentivar o mercado imobiliário. Ao longo da orla ferroviária, a ideia é que bairros tomados por galpões e cortiços ganhem investimentos públicos e, claro, novos espigões residenciais.

O plano contempla três grandes áreas - Lapa/Brás, em trechos das zona oeste e centro; Mooca/Vila Carioca, na zona leste; e Jacu, que segue o traçado da Avenida Jacu-Pêssego, também na zona leste. Tais operações urbanas já estavam contempladas no Plano Diretor de 2002 com outros nomes e perímetros, mas nunca foram regulamentadas.

As duas primeiras margeiam justamente a linha do trem, criada para transportar café do interior ao Porto de Santos e considerada um dos marcos iniciais do desenvolvimento na cidade. A Prefeitura quer agora induzir o mercado a investir nessas regiões, hoje tomadas por galpões abandonados de indústrias que se mudaram para o interior. Para as construtoras, é uma notícia mais do que bem-vinda, uma vez que essas são as últimas grandes áreas ociosas de São Paulo. Leia mais »

Recorde no crédito habitacional

Por Demarchi

Do UOL

Crédito habitacional da CEF mais do que dobra e bate recorde

28/04/10 – 15h30

InfoMoney

SÃO PAULO – A CEF (Caixa Econômica Federal) concedeu, de janeiro até o último dia 23, R$ 19,6 bilhões em financiamentos habitacionais para 323.268 famílias.

O montante emprestado é 126% superior aos R$ 8,7 bilhões registrados no mesmo período do ano passado e representa um recorde. Quando se trata de quantidade, houve acréscimo de 134.636 financiamentos, o que corresponde a um aumento de 71% no período.

Somando o Feirão da Casa Própria, para o qual estão previstos R$ 3,5 bilhões em negócios, o banco estima superar a marca de R$ 55 bilhões em crédito habitacional, que pode atingir R$ 60 bilhões este ano.

“Este ano, em menos de quatro meses, já superamos a contratação de todo o ano de 2007, que era também recorde de contratação, até então. Com o feirão, vamos alavancar a contratação no Programa Minha Casa, Minha Vida e bater novo recorde de crédito imobiliário”, afirmou o vice-presidente de Governo da Caixa, Jorge Herada. Leia mais »

Os lixões de Diadema

Por enio

Caro Nassif, da maneira como estão postadas as fotos e pela matéria do Jornal o Estado de São Paulo, dá entender que os moradores do Núcleo Sítio Joaninha em Diadema, divisa com São Bernardo do Campo, estão abandonados à própria sorte. Isso não é verdade. Encaminho para seu blog o posicionamento da prefeitura municipal sobre o assunto:

O Núcleo Habitacional Sítio Joaninha, mencionado na matéria do jornal O Estado de São Paulo, é uma área de manancial que totaliza 225 mil m² no município de Diadema. Com relação ao número de pessoas que vivem no local, e não sobre o Lixão desativado, a informação publicada pelo jornal não condiz com a da prefeitura. Não se trata de 5 mil pessoas, como afirma o periódico. Atualmente, na parte de Diadema, moram 459 famílias e apenas 17 possuem residências instaladas na área limítrofe ao antigo depósito de lixo.

A Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano do município já definiu, junto ao Sítio Joaninha e mais duas áreas em mananciais, uma série de intervenções urbanísticas que serão realizadas com recursos oriundos do município e do governo federal, por meio do PAC Mananciais. Leia mais »

Remoção de encostas via plebiscito

Do Valor

Plebiscito poderia decidir remoção de encostas

Paola de Moura e Chico Santos, do Rio
09/04/2010

Diante da catástrofe que vem se abatendo esta semana sobre a região metropolitana do Rio de Janeiro, e especialmente sobre a cidade de Niterói, o engenheiro Paulo Rosman, professor da área de engenharia costeira da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), disse ao Valor que não há como resolver o problema do risco de moradias nas encostas sem fazer remoções ou realocações. E dá a receita para superar as complicações sociais e políticas que dificultam decidir fazê-las: "Resolve-se isso com uma consulta popular na época da eleição."

A proposta de Rosman é que, à semelhança do que é feito com sucesso nas eleições dos Estados Unidos, o Brasil adote também a prática de incluir perguntas sobre temas relevantes nas cédulas eleitorais para que a população possa decidir pelo voto o que será feito. No caso das remoções em área de risco, as consultas seriam feitas durante as eleições municipais, a partir de um plano diretor de remoções, do qual constaria o local para onde os moradores seriam realocados. Caso a mudança tivesse que ser feita para um lugar mais distante, seria definido também como seria o serviço de transporte rápido e barato para que as pessoas pudessem chegar aos locais de trabalho próximos à moradia anterior.

O tema seria debatido no horário eleitoral gratuito, com espaço igual para todas as correntes de opinião, e seria explicado também que seria cobrada uma tarifa da sociedade para arcar com os custos das operações. "Se a proposta fosse aprovada, não haveria ônus político para o prefeito. O ônus seria da sociedade. O prefeito também não poderia alegar falta de verba, porque a cobrança da tarifa específica já estaria autorizada", explicou. Leia mais »

PM paulista agride moradores alagados

Por JOSÉ LUIZ COUTO

Nassif

A chapa tá enquentando em São Paulo.

08/02/2010 – 15h38

PM e moradores de áreas alagadas se enfrentam em SP

PM joga spray de pimenta em moradores de bairros alagados há dois meses na zona leste de SP

Cinquenta dias depois de primeira enchente, situação em áreas alagadas de SP piora

MP e Defensoria de SP investigam alagamentos na zona leste; mesmo com ação judicial, pouco foi feito

O grupo de cerca de 200 moradores dos bairros alagados da zona leste de São Paulo, que fazia uma manifestação nesta tarde, no Viaduto do Chá, em frente à Pref Leia mais »