A ameaça de morte ao sociólogo que criticou a PM no Rio

Sugerido por jns

Do O Dia

Sociólogo que criticou a PM do Rio é ameaçado de morte

Paulo Baía disse que ‘Polícia Militar viu o crime acontecendo e não agiu’ no Leblon

Hilka Telles

Rio - Numa investida que remete a ações praticadas nos tempos da ditadura, quatro homens armados e encapuzados sequestraram o sociólogo, cientista político e ex-secretário estadual de Direitos Humanos Paulo Baía, ontem de manhã, apenas para dar um recado: “Não dê mais nenhuma entrevista e não cite a Polícia Militar de forma alguma, senão será a última entrevista que o senhor dará”.

O “atentado ao estado democrático de direito”, como definiu o procurador-geral do Ministério Público, Marfan Vieira, com quem Baía se encontrou no início da tarde, foi praticado por um homem negro, um branco e dois pardos, que usavam roupas de moleton com capuz, máscaras de esqui e óculos escuros.

Segundo ele, o motivo da ameaça foi reportagem publicada nesta sexta-feira em ‘O Globo’, na qual Baía afirma que, na manifestação no Leblon de quarta-feira, “a polícia viu o crime acontecendo e não agiu” e que “ o recado da polícia foi o seguinte: agora vou dar porrada em todo mundo.” Leia mais »

Falta de estrutura nos presídios femininos

Do Jornal GGN

Falta de estrutura nas prisões causa separação precoce de detentas e seus filhos

Mônica Ribeiro e Ribeiro

Dos quase 550 mil presos do país, as mulheres representam 7% da população carcerária brasileira, ou 36.039 detentas, de acordo com dados do Ministério da Justiça. Por serem encaradas como uma parcela pequena, as presas são alocadas em espaços pequenos e sem tratamento específico, fatores que são agravados quando estão grávidas ou têm seus filhos dentro das unidades prisionais.

Há 15 anos atuando como missionária na Pastoral Carcerária, da Igreja Católica, Heidi Ann Cerneka afirma que no Brasil não existe uma padronização nas unidades do sistema carcerário para atender às necessidades específicas de grávidas e mulheres com filhos pequenos.

“Há unidades em que dizem que não tem espaço, e as crianças são tiradas das mães assim que nascem, sendo encaminhadas para centros hospitalares distantes das unidades prisionais. Se nós desrespeitamos a lei, vamos presos, mas se o Estado faz isso, não acontece nada”, enfatiza.

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A relação dos alimentos ricos em açúcar com risco de câncer

Do Jornal GGN

Estudo relaciona alimentos ricos em açúcar com risco de câncer

Jornal GGN - Cientistas da University College London (UCL), no Reino Unido, afirmam que o consumo de açúcar é a principal “força motriz” por trás do desenvolvimento de tumores de câncer, segundo estudo publicado recentemente na revista Nature Medicine. A relação é tamanha que, segundo os pesquisadores, no futuro os procedimentos de rastreio de tumores vão começar por uma varredura corporal para detectar acúmulos de açúcar.

A descoberta aconteceu quando os cientistas experimentaram usar ressonância magnética (RMI) para detectar câncer em pacientes. Os scanners de ressonância foram então sensibilizados para localizar glicose no corpo de camundongos. As ressonâncias acabaram mostrando, com destaque, os tumores no corpo dos roedores, indicando que eles continham quantidades elevadas de açúcar.

“A nova técnica, denominada 'troca química de transferência de saturação de glicose' (glucoCEST), baseia-se no fato de que os tumores consomem muito mais glicose (um tipo de açúcar) que os tecidos normais, saudáveis, a fim de sustentar o seu crescimento”, explicam os pesquisadores em anúncio feito pela UCL, ressaltando que os tumores aparecem como “imagens brilhantes” nos exames de ressonância magnética.

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SP possui a maior incidência mundial de perturbações mentais

Sugerido por jura

São Paulo, a cidade mais doida do mundo. A pesquisa da Fapesp/OMS foi divulgada em Portugal no ano passado, aqui não...

Do Jornal de Notícias

São Paulo é a cidade com mais problemas mentais do mundo

A região metropolitana de São Paulo, no Brasil possui a maior incidência mundial de perturbações mentais, de quase 30%, entre 24 cidades de países diferentes analisadas num estudo da Organização Mundial da Saúde.

A pesquisa São Paulo Megacity Mental Health Surve mostra que 29,6% dos moradores da região apresentaram problemas de ansiedade, de comportamento e de controlo de impulso, além de abuso de substâncias químicas nos 12 meses anteriores à entrevista.

A razão da alta incidência das perturbações, segundo a pesquisa (que não envolveu Portugal), é a soma da alta urbanização com a privação social.

Os problemas de ansiedade foram os mais comuns, e afetaram 19,9% dos 5037 entrevistados. Leia mais »

O trabalho dos médicos e as cirurgias no meio da selva

Sugerido por hugo

Do Jornal da Band

Série: médicos fazem cirurgias na selva

Povos isolados da Amazônia ganham vida nova com o trabalho de um grupo de voluntários. Entre eles, médicos que cruzam o Brasil para fazer cirurgias no meio da selva. 

Quem nunca havia passado nem sequer por uma simples consulta recupera até a visão.

Na reportagem anterior, a montagem de um verdadeiro hospital no meio da Amazônia. Missão atende milhares de pessoas. Nas margens dos rios, são dias de expectativa. As voadeiras levam médicos, enfermeiros, dentistas e voluntários numa missão pela vida. 

Desde terça-feira, o Jornal da Band mostra as histórias de quem sofre com a saúde precária no Brasil. Aprimeira reportagem acompanhou uma das histórias do esquadrão da vida: médicos que regularmente deixam as grandes cidades para atuar nas regiões mais remotas do país. Leia mais »

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As medidas para evitar sabotagem no Programa Mais Médicos

Sugerido por hugo

O Governo Dilma parece estar aprendendo a se comunicar e se antecipar uma possível sabotagem da classe médica em relação ao Mais Médicos.

Do Uol

Contato telefônico vai evitar sabotagem no Mais Médicos, diz Padilha

Fernanda Calgaro

Do UOL, em Brasília

Para evitar sabotagens no programa Mais Médicos, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse nesta quarta-feira (17) que a ouvidoria da pasta tem ligado diretamente para alguns profissionais que se inscreveram para confirmar o interesse.

"Com um programa como esse não se pode brincar, não se pode fazer nenhum tipo de sabotagem que postergue, que atrase a presença de médicos para a população que mais precisa", disse Padilha.

Desde quinta passada, a Polícia Federal investiga denúncias de que grupos estariam incentivando médicos a se inscreverem em massa no programa para, depois de encerradas as inscrições, desistirem de participar, atrapalhando o preenchimento das vagas. Leia mais »

Anistia Internacional pede mudanças na Polícia Militar

Do Estadão

Contra chacinas, Anistia Internacional pede mudança na PM

Roldão Arruda

Passados 20 anos da chacina da Candelária, na qual oito jovens foram mortos por policiais, as execuções extrajudiciais continuam ocorrendo no País. Suas principais vítimas são adolescentes negros e pobres. É o que lembra a Anistia Internacional, em nota divulgada hoje para lembrar a chacina, ocorrida na madrugada de 23 de julho de 1993.

Na avaliação da organização internacional, para conter as execuções é preciso que sejam investigadas e punidas por tribunais civis – não por tribunais especiais. Por outro lado, a formação policial, que permanece a mesma estrutura dos anos da ditadura militar, deve ser  reestruturada.

O texto diz: “A persistência da violência policial – ou daqueles que parecem agir com a autorização, apoio ou consenso do Estado – contra jovens, em particular negros e pobres, ressalta a importância de que as execuções extrajudiciais cometidas pela polícia sejam investigadas de forma imediata, imparcial, independente e julgadas por tribunais civis. A Anistia Internacional defende ainda que a formação e a capacitação das forças policiais sejam totalmente reestruturadas e estejam baseadas nos princípios dos direitos humanos, reconhecendo o direito à vida de todos e todas, em especial daqueles que vivem nas periferias e favelas das cidades.” Leia mais »

A corrupção no Denarc e o alerta de Abadia

Sugerido por Assis Ribeiro

Da Carta Capital

Alckmin descartou alerta de Abadia

por Wálter Maierovitch

Em 2008, o traficante colombiano alertou que, para combater o tráfico, São Paulo deveria fechar o Denarc. O tucano não ouviu e, agora, a porta está arrombada

Quando policiais de um órgão repressivo de ponta, como o Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) de São Paulo, mudam de lado e se associam ao crime organizado para vender informações, extorquir bandidos associados ao PCC e  facilitar tráfico de drogas proibidas, fica claro, ao comum do povo, que o crime organizado é sempre mais forte do que o Estado.

Isso acaba de acontecer em São Paulo, com 13 policiais sob suspeita: dois delegados do Denarc e cinco investigadores estão presos.

Surpresa? Claro que não. Basta puxar pela memória. Um poderoso operador do mega-cartel colombiano do Vale Norte, Juan Carlos Abadia, disse em 2008, depois de preso por pressão da DEA, o departamento anti-narcotráfico dos Estados Unidos, que se o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) desejasse efetivamente reprimir o narcotráfico deveria fechar o Denarc. Durante anos, Abadia operou a partir de São Paulo sem nunca ter sido molestado pelas polícias de São Paulo. E ele acabou sendo entregue para os EUA sem revelar nomes dos policiais que corrompia. Leia mais »

Brasil é o sétimo em ranking mundial de homicídios

Sugerido por Lucas Costa

Da Agência Brasil

Brasil é o sétimo colocado no mundo em casos de homicídios

Carolina Sarres
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Brasil é o sétimo colocado no mundo em casos de homicídios. A cada 100 mil habitantes, 27,4 são vítimas de crimes. No caso de jovens entre 14 e 25 anos, o número aumenta para 54,8. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), compilados pelo Mapa da Violência 2013: Homicídios e Juventude no Brasil, divulgado hoje (18), pelo Centro de Estudos Latino-Americanos (Cebela) todos os dez países com os mais altos índices de homicídios entre jovens estão na região da América Latina e do Caribe.

El Salvador lidera o ranking de índices de homicídios seguido de Ilhas Virgens, de Trinidad e Tobago, da Venezuela, da Colômbia, da Guatemala, do Brasil, do Panamá, de Porto Rico e das Bahamas.

Segundo o estudo, esses índices são explicados pela incidência de problemas estruturais de origem política, econômica e social, como desigualdade e falta de acesso a serviços básicos combinados ou não a conflitos armados, como os que acontecem na Guatemala, em El Salvador e na Venezuela. No caso dos homicídios de jovens, o Brasil tem taxa mais de 500 vezes maior do que a de Hong Kong, 273 vezes maior do que a da Inglaterra e do Japão e 137 vezes maior do que a da Alemanha e da Áustria. Leia mais »

Os profissionais estrangeiros na área da engenharia

Por Onda Vermelha

Comentário ao post "Médicos espanhóis: salário para trabalhar no Brasil é bom"

Atuo na área de Telecomunicações. Nestes últimos anos milhares de profissionais de diversas nacionalidades para cá vieram e atuam em todo o país em minha área. E não se fez esse carnaval todo que a classe médica está fazendo. Na Engenharia Civil ou Naval se dá o mesmo. Recebemos anualmente enormes leves de profissionais das mais diferentes modalidades e não se vê esse tipo de reação de nenhuma outra corporação. Ora, se a população precisa de mais médicos que venham os estrangeiros que aceitem trabalhar nas periferias e nos grotões por R$ 10.000,00. "Ah, não! Quero ganhar mais, quero um mundo ideal, uma infraestrutura de última geração!". Então, meu caro, não vá! Você não é obrigado a ir. Fique em seu consultório particular ou hospital público ou particular nas grandes cidades que você irá se sentir melhor. Somente não venham com argumentos "furados" de que os médicos estrangeiros que para cá virão não tem condições de aqui clinicar ou que “todos” os hospitais país afora não oferecem condições mínimas. Isso é MENTIRA! E já é querer abusar de nossa inteligência. Existem sim unidades de saúde prontas e que não tem médicos e os prefeitos não conseguem ninguém mesmo oferecendo R$ 20.000, 00. Então, como ficamos? Deixamos a população que mais necessita do SUS sem assistência por que a classe médica quer uma “carreira de estado” nos moldes dos juízes? E tudo isso na marra? Fica parecendo chantagem. Infelizmente, a classe médica a muito tempo confunde ética com corporativismo. Uma pena! Leia mais »

Cientistas 'silenciam' cromossomo da síndrome de Down

Do G1

Cientistas 'silenciam' cromossomo que causa síndrome de Down

Resultado foi obtido em cultura de células-tronco, informa a 'Nature'. Método pode ajudar pesquisa de formas de tratamento para sintomas.

Em pesquisa publicada na "Nature", nesta quarta-feira (17), cientistas afirmam ter encontrado uma maneira de "silenciar" o cromossomo que provoca a síndrome de Down.

Jeanne Lawrence e seus colegas da Escola Médica da Universidade de Massachusetts usaram uma enzima para introduzir um gene RNA chamado XIST em células-tronco derivadas de pessoas portadoras da síndrome.

O procedimento foi feito numa cultura de células, em laboratório, e não em pessoas. O XIST "encobriu" o terceiro exemplar do cromossomo 21, cuja existência origina a síndrome de Down, fazendo com que seus genes deixassem de atuar. A existência de três cromossos 21 caracteriza síndrome, também conhecida como "trissomia do cromossomo 21". Leia mais »

Médicos espanhóis: salário para trabalhar no Brasil é bom

Do G1

Salário de R$ 10 mil é bom, diz órgão que representa médicos espanhóis

Não se pode questionar a formação médica espanhola, afirma instituição.  Programa 'Mais Médicos' abre vagas para estrangeiros em áreas críticas.

Rafael Sampaio

Os médicos espanhóis estão aptos a trabalhar no Brasil e o pagamento mensal de R$ 10 mil previsto no programa "Mais Médicos" é satisfatório, na avaliação de Fernando Rivas, dirigente responsável pela área de promoção do emprego da Organização Médica Colegial (OMC), órgão máximo de representação desses profissionais na Espanha.

O valor proposto pelo governo federal para atrair médicos a localidades no interior e nas periferias das grandes cidades foi criticado por médicos brasileiros. Para Rivas, no entanto, trata-se de uma "boa oferta" .

"Tal como está a situação da Espanha atualmente, onde os salários têm sido reduzidos entre 20% e 30% nos últimos anos e onde persistem os cortes [de verbas] na saúde, a oferta de R$ 10 mil mensais, mais alimentação e alojamento, é uma boa oferta", diz.

A previsão do "Mais Médicos" é que haja, além do salário mensal de R$ 10 mil, uma ajuda de custo inicial de R$ 10 mil a R$ 30 mil aos selecionados para cobrir gastos de instalação no novo local de trabalho. Leia mais »

Ação tenta fechar centro de estudos sobre comunismo da UFOP

Sugerido por Sorano

Do Estado de Minas

Ação quer fechar centro de estudos sobre o comunismo na UFOP

Leonardo Augusto

Ação popular impetrada na Justiça Federal do Maranhão pede o fechamento de um centro de estudos mantido pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) sobre o comunismo. O processo requer em liminar que a escola suspenda em até 60 dias a contratação de professores, não disponibilize dependências nem divulgue o programa ou o material didático do centro, sob pena de pagamento de multa de R$ 50 mil por dia. O autor da ação é um advogado, Pedro Leonel Pinto, de São Luís (MA). A estrutura acadêmica que é alvo no processo é um programa de extensão do curso de serviço social da Ufop batizado de Centro de Difusão do Comunismo (CDC), que funciona no câmpus da escola em Mariana e tem 20 alunos bolsistas que recebem R$ 250 por mês.

Na segunda-feira, a Justiça Federal do Maranhão pediu à universidade que se posicionasse sobre o pedido de liminar em 72 horas. Segundo o pró-reitor de extensão da Ufop, Rogério Santos de Oliveira, a escola é o espaço para difusão do conhecimento em todas as áreas. O CDC foi criado no ano passado. “O programa do centro foi aprovado por um comitê de extensão formado por um representante de cada unidade da UFOP”, pontua Rogério. Na procuradoria da universidade, a informação é que “o assunto está sendo resolvido judicialmente”. Leia mais »

As diferenças entre o ensino norte-americano e finlandês

Por Carlos de Morais

Em um interessante artigo, Marina Moreira Costa [1] analisa as diferenças existentes nos sistemas de ensino norte-americano e finlandês.  Os Estados Unidos sempre utilizaram um sistema de ensino bastante orientado pelos e para testes, aplicados periodicamente aos estudantes, cujo desempenho é considerado fundamental, para premiar ou punir os professores. Escolas podem ser entregues à eficiência da administração privada com o objetivo de melhorar o desempenho dos estudantes.  Na Finlândia se os professores fossem avaliados a partir de testes aplicados a seus alunos, eles simplesmente abandonariam a profissão “e não retornariam até que as autoridades abandonassem essa ideia maluca”. As escolas são administradas apenas pelo setor público e professores e professoras são estáveis e têm liberdade do que e de como ensinar, desde que os currículos nacionais sejam respeitados.  É interessante notar que vários estados norte-americanos parece que acordaram, diante da publicidade dos resultados do PISA – 2009,[2] que mostram um desempenho significativamente melhor dos estudantes finlandeses.

Era tradição, nos Estados Unidos, a avalição de desempenho, realizado por testes. Porém, como sua prática redundou em sérios problemas, decidiu-se escolher um novo sistema que leva em conta observações em sala de aula.

[1] IG São Paulo – 13/05/2010 – 16,45.

[2] Avaliação feita pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Leia mais »

Faculdades vão dialogar com governo sobre MP dos médicos

Do G1

Governo reúne faculdades para 'amadurecer' MP dos médicos

MP permite vinda de profissionais estrangeiros sem validação do diploma. Comissão será formada por 11 diretores de faculdades federais de medicina.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou nesta terça-feira (16) a criação de uma comissão formada por 11 diretores de faculdades federais de medicina e coordenadores de cursos de medicina para “amadurecer” e “aperfeiçoar” a medida provisória enviada pelo governo que institui o programa “Mais Médicos”.

A ideia é aumentar o número de médicos atuantes na rede pública de saúde em regiões carentes permitindo a vinda de profissionais estrangeiros ou de brasileiros que se formaram no exterior sem a necessidade de revalidação do diploma.

O programa também cria 11.447 vagas em faculdades de medicina até 2017 e torna obrigatório na grade curricular atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) por dois anos. Leia mais »