Sobre o tratamento dos governos com os médicos

Por gustavoccp

Comentário ao post "Não destruam por arrogância a relevante imagem dos médicos"

Sou médico formado há 11anos, tenho 36,numa universidade federal, com 4 anos de residências nos melhores centros do país e hoje moro numa cidade de porte médio em Santa Catarina. As demonizações do médico nos últimos dias têm me magoado muito até porque conheço muito bem a realidade do SUS e da medicina privada. Sou leitor frequente de vários tipos de mídia, sou estudioso, me considero competente, sou respeitado e tenho a consiciências de tratar muito bem todos os meus pacientes. A vinda de médicos estrangeiros em nada atrapalha minha vida e já votei várias xs no partido da atual presidente. Sem interesses partidários, econômicos ou mercantis.

Os governos municipais, estaduais e federais não são sérios ao lidar conosco. Não nos oferecem contratos de trabalho, vínculos dignos, e têm o único interesse em números e em conchavos e favores políticos. Este país nunca teve um planos sério de interiorização da medicina, e desafio alguém a apresentá-lo aqui. Por que entidades médicas, universidades nunca foram procuradas para um plano de interiorização nacional???

Vejo os médicos atualmente cumprindo sim sua jornada de trabalho na sua maioria, inclusive com intensidade de trabalho avassaladora. Eu comprei meu próprio material cirúrgico e clínico, conheço centenas de profissionais que o fazem a fim de ter alguma maior estrutura de trabalho, colocando móveis , bombonas de água, toalhas e até papel higiênico em hospitais aqui mesmo no sul maravilha. Pagamos nossos congressos, nossa atualização e diversas vezes trabalhamos de graça sim por simples desafio técnico ou para ajudar o outro. VEJO ISSO DIARIAMENTE AO MEU REDOR. Leia mais »

A pouca profundidade geral da discussão sobre médicos

Por Tereza Gonçalves

Tentando pensar com "um pouco mais de hora nessa calma".. Nem tanto ao céu, nem tanto ao mar.. A questão em "discussão" é Saúde Pública, direito Constitucional, mexe com a coisa mais sagrada de todos nós, merecia debate sério e não o FlaxFlu que se tornou.

Juro que é a última vez que tento e farei aqui pelo nível de debate (aparentemente) possível. E se a opção por aqui também for apenas esculacho do GF ou dos médicos (a depender da ideologia pessoal).. Paciência. Leia mais »

CRMs diz que irá à polícia contra médicos de Cuba

Sugerido por hugo

Da Folha

Conselho médico diz que irá à polícia contra profissionais cubanos

PAULO PEIXOTO

DE BELO HORIZONTE

Em tom de ameaça, representantes regionais da classe médica rotularam ontem de "ilegal" a atuação de profissionais cubanos no Brasil por meio do programa Mais Médicos e prometeram acionar a polícia quando eles começarem a trabalhar no país.

Presidentes de CRMs (Conselhos Regionais de Medicina) também chamaram o programa de "afronta" e disseram que eventuais erros cometidos por cubanos não serão corrigidos por brasileiros.

A chegada de médicos estrangeiros e brasileiros formados no exterior está prevista para vagas não preenchidas por brasileiros --a primeira etapa de seleção atendeu só 10,5% das vagas.

Ontem, médicos portugueses, espanhóis e argentinos, entre outras nacionalidades, começaram a desembarcar no país. Os profissionais cubanos devem chegar a partir de hoje. Leia mais »

Descontos indevidos dos salários de empregados de Belo Monte

Do Ministério Público do Trabalho

CCBM e terceirizadas terão que suspender descontos sindicais indevidos dos salários de empregados

Decisão liminar é resultante de ação civil pública ajuizada pelo MPT, após fiscalização que constatou que trabalhadores eram “obrigatoriamente” filiados ao SINTRAPAV.

Foi concedida na última quarta-feira (21) liminar favorável ao Ministério Público do Trabalho em ação civil pública contra o Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM), o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada do Estado do Pará (SINTRAPAV-PA) e outras 21 empresas terceirizadas que atuam nos canteiros das obras da usina hidrelétrica, na região do Xingu, Oeste paraense. Após a constatação de descontos indevidos no salário de empregados sob a rubrica de “contribuição confederativa”, “taxa assistencial”, “mensalidade sindical” e outras, o MPT requereu a imediada suspensão das cobranças sob pena de multa de R$ 5 mil, por infração cometida, multiplicado pelo número de trabalhadores afetados.

Após denúncias, o MPT instaurou Inquérito Civil para apurar a regularidade dos descontos de mensalidades sindicais efetuados pelo CCBM em favor do SINTRAPAV. No período de 05 a 14 de agosto de 2013, procuradores do trabalho participaram de operação conjunta com o Ministério do Trabalho e Emprego, quando verificaram, durante entrevistas nos canteiros de obra da usina, uma grande insatisfação por parte dos trabalhadores, desde os operacionais até os que ocupavam cargos de chefia, com o desconto da mensalidade sindical no valor aproximado de R$ 30,00. Leia mais »

Cidades pequenas estão animadas com vinda de médicos

Sugerido por Assis Ribeiro

Da Rede Brasil Atual

Alheias a embate ideológico, pequenas cidades comemoram vinda de médicos cubanos

Entidades representativas da categoria apelam a 'trabalho escravo' e comunismo para se opor a chegada de profissionais, já a partir da próxima semana. Governo diz que questão é humanitária

Secretários municipais de Saúde de cidades do Norte e Nordeste brasileiros estão animados com a possibilidade de a população receber atendimento médico por meio do programa federal Mais Médicos, independente da nacionalidade dos profissionais. Gestores públicos ouvidos pela reportagem da RBA destacam que o importante é a população ter acesso à atenção básica em saúde e apontam preocupações mais cotidianas e menos ideológicas sobre o processo. Os profissionais cubanos começam o atendimento às populações no próximo dia 16.

Segundo o Ministério da Saúde, os 400 médicos cubanos que atuarão na primeira etapa do programa, por meio de acordo firmado ontem (21) entre o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde, serão direcionados aos 701 municípios que não despertaram o interesse de nenhum profissional inscrito, seja brasileiro, seja estrangeiro. A maioria das cidades (68%) apresenta os piores índices de desenvolvimento humano do país (IDH muito baixo e baixo) e 84% estão no interior do Norte e Nordeste em regiões com 20% ou mais de sua população vivendo em situação de extrema pobreza. Os demais 358 estrangeiros cadastrados no Mais Médicos vão para as cidades escolhidas no processo de inscrição no programa. Leia mais »

O apoio da Apae de São Paulo à educação inclusiva

Do Inclusão Já

Apae de São Paulo apoia a Educação Inclusiva

Posicionamento sobre educação inclusiva

A APAE DE SÃO PAULO esclarece que apoia a política oficial de educação no Brasil: a educação inclusiva. Com base nessa diretriz – na qual uma mesma escola recebe todos os alunos sem nenhum tipo de discriminação –, a Organização oferece, por meio de parceria com a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (SP) o Atendimento Educacional Especializado para jovens de 4 a 17 anos, matriculados em classe comum da rede regular de ensino, com o objetivo de criar condições mais favoráveis para aprendizagem formal desses estudantes.

Em mais de 10 anos de trabalho fundamentado na educação inclusiva, a APAE DE SÃO PAULO tem garantido o desenvolvimento efetivo para crianças e adolescentes com deficiência intelectual, apoiando-os na socialização; o fim da discriminação; e melhora da aprendizagem formal.

Com relação à divergência entre as mais de 2.100 APAES no país, a APAE DE SÃO PAULO respeita as distintas opiniões entre as organizações, uma vez que a educação inclusiva ainda está se consolidando e é natural que o debate apresente opiniões diferentes. Leia mais »

A violência contra os moradores de rua em Brasília

Sugerido por Assis Ribeiro

Correio Braziliense 

Visão do Correio :: No tempo da barbárie

O léxico português parece pobre para qualificar a barbárie praticada por jovens contra moradores de rua. Entre as mais de 400 mil palavras, sobressaem perplexidade, indignação e horror, que traduzem o sentimento da população diante da reprise de tragédia incompatível com as consciências civilizadas do mundo.

Jovens transformam pessoas em tochas. Descobertos, alegam ter sido “brincadeira”. Assim foi em 1997. Cinco rapazes da classe alta brasiliense compraram gasolina e partiram em busca de distração. Encontraram o índio Galdino Jesus dos Santos dormindo num ponto de ônibus. Sem censura ou piedade, queimaram-no vivo. 

A tragédia se repetiu agora. Depois de uma noitada regada a álcool e drogas, três adolescentes — de família bem situada socialmente — adquiriram combustível e imitaram a aventura. Mudaram os personagens, mas o enredo se manteve. Se, há 16 anos, havia a certeza de que o horror seria acidente incapaz de repetir-se, agora se teme que a volta seja questão de tempo.

Não há dúvida de que medidas precisam ser tomadas. Não há dúvida, também, de que se impõem ações preventivas. Especialistas em comportamento humano têm de ser convocados para ajudar a criar conceitos aptos a tornar compreensível o admirável mundo novo em que se vive. Jovem que se diverte ateando fogo a um semelhante indefeso nutre, com certeza, valores diferentes dos comungados pelos antepassados.

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Imobiliárias falam em repassar custo do Plano Diretor de SP

Sugerido por Assis Ribeiro

Da Rede Brasil Atual

Mercado imobiliário já fala em repassar custo provocado por Plano Diretor de Haddad

Presidente do Secovi diz que proposta do prefeito para construção de habitações de interesse social não será incorporada pelo setor privado, e diferença acabará paga pelo comprador

O presidente do Secovi, entidade que representa as empresas do mercado imobiliário, Cláudio Bernardes, avalia que as medidas de caráter social propostas na minuta do projeto de lei do novo Plano Diretor Estratégico de São Paulo, terão seu custo repassado aos compradores dos empreendimentos. Para ele, a cota de solidariedade, que impõe a obrigação de construir Habitações de Interesse Social (HIS) como contrapartida a grandes empreendimentos, e a redução do potencial construtivo no interior dos bairros, para reduzir o adensamento de áreas fora dos eixos de mobilidade, resultarão em gastos que não serão pagos pelas empresas.

Em relação à cota de solidariedade, Bernardes ponderou que é preciso “avaliar se as pessoas estão dispostas a tirar um pouco de dinheiro do seu bolso para ajudar outras. Porque não é a empresa que vai pagar isso. Isso vai fazer parte da matriz de custos”. Leia mais »

Sistema de saúde cubano é elogiado por médicos dos EUA

Sugerido por Marco St.

Os elogios do The New England Journal of Medicine ao Sistema de Saúde cubano. (2013)

Essa história dos médicos cubanos lembra muito todo o perrengue que a oposição e parte da classe média brasileira fez com o Bolsa Família assim que foi lançado. Na época, o presidente Lula não teve dúvidas, implantou e multiplicou o programa. O resultado em 10 anos já foi destacado pela ONU e é copiado por dezenas de países em todo o mundo.

Agora, a mesma turma se revolta contra a importação de médicos cubanos. Qualquer ajuda aos mais pobres irrita profundamente cada um deles.

Só que agora o trabalho deles será muito mais difícil.

O insuspeito New England Jounal of Medicine, principal jornal médico dos EUA, fez uma grande reportagem sobre a medicina cubana no inicio deste ano. A partir daí, mesmo países conservadores, ricos e alinhados aos EUA, como a Árabia Saudita, se renderam aos médicos cubanos.

Já são 108 países atendidos pelos médicos cubanos. Algo único na história da humanidade.

Do blog Saúde Brasil

Sistema de Saúde cubano é elogiado no The New England Journal

Um Modelo Diferente – Atenção Médica em Cuba

Edward W. Campion, M.D., and Stephen Morrissey, Ph.D.

The New England Journal of Medicine, January 24, 2013

Para um visitante dos Estados Unidos, Cuba desorienta. Automóveis norte-americanos estão em todo lugar, mas todos datam dos anos 50. Nossos cartões bancários, cartões de crédito e telefones inteligentes não funcionam. O acesso à internet é praticamente inexistente. E o sistema de saúde também parece irreal. Há médicos demais.

Todo mundo tem um médico da família. Tudo é de graça, totalmente de graça — e não precisa de aprovação prévia ou de algum tipo de pagamento. Todo o sistema parece de cabeça para baixo. É tudo muito organizado e a prioridade absoluta é a prevenção. Embora Cuba tenha recursos econômicos limitados, seu sistema de saúde resolveu alguns problemas que o nosso [dos Estados Unidos] ainda nem enfrentou. Leia mais »

As novas tecnologias contra distúrbios civis

Sugerido por Milton Corrêa da Costa

Do Extra

Feira internacional de segurança no Rio mostra novas tecnologias para serem usadas em protestos; PM faz testes

A 13ª edição da Feira Internacional de Tecnologia, Serviços e Produtos para Segurança Pública (Interseg), que começou neste domingo e termina nesta terça-feira no Riocentro, na Barra a Tijuca, Zona Oeste do Rio, apresentou tecnologias voltadas para a dispersão de manifestações. A Polícia Militar do Rio já testa algumas das novidades. Leia mais »

A experiência de Maastricht com a comercialização da maconha

Por Stanilaw Calandreli

Por décadas, os coffeeshopsda Holanda se tornaram atrações turísticas como Rembrandt e os moinhos de vento. Estes pequenos shops vendem maconha abertamente ao público dentro da legalidade, gerando ao governo taxas, que chegaram, em 2011, ao montante de 430 milhões de euros (na Holanda a maconha é classificada no gruposoft drugs, cocaína e heroína são hard drugs).

 Muito dos turistas que visitam a Holanda adoram experimentar as especialidades local, fumando um cigarro ou inalando um bong de maconha no coffeshop (veja foto), e muito deles transportam o produto em quantidade para seu local de origem, com a finalidade de revendê-lo.

Para muitas personagens políticas do país isso trouxe também uma preocupação quanto à imagem que a nação conquistou de “turismo da droga”. Em 2010 foi criado uma lei, que proíbe a venda de soft drugs aos turistas, devendo em 2012, primeiramente, ser implementada em três cidades situadas ao sul do país. No resto do país, tal implementação ocorreria em 2013.

Maastrich, uma cidade de 120mil habitantes, espremida em um estreito entre a Bélgica e a Alemanha implementou a lei em 05 de Janeiro de 2012. A cidade recebe por volta de dois milhões de visitantes anualmente, e conforme declaração do prefeito Onno Hoes - um dos esteios do primeiro ministro Mark Rutte do Partido Liberal- esse pessoal causa muitos problemas para a cidade: “Eles estacionam erroneamente, dirigem em alta velocidade, jogam lixo na rua, atraem os traficantes de drogas e outras coisas” disse ele. Leia mais »

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O Dia Nacional de Luta da população em situação de rua

Sugerido por Vânia

Da Carta Capital

Invisíveis, porém humanos

O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua é um bom momento para refletirmos sobre a forma como a sociedade trata aqueles que tiveram o infortúnio de ir viver nas ruas

por Maria Carolina Tiraboschi Ferro 

Em 11 de julho deste ano, em seu penúltimo dia de vida, a cadeirante Meire Oliveira começou a sentir fortes dores no peito. Diante da situação que não passava, seu companheiro acionou o serviço do Samu. O socorro, porém, não veio. Meire continuou a passar mal. Novamente, o Samu foi acionado no início da manhã do dia seguinte; outra vez o socorro não veio. Quando o carro do Samu finalmente chegou, às 10 da manhã, não havia mais nada a ser feito: Meire já havia morrido. Seu corpo ainda permaneceu sete horas exposto na Praça da Sé – local onde morreu – até que o IML chegasse para removê-lo.

O drama de Meire não aconteceu por acaso. Ela era uma das cerca de 15 mil pessoas que vivem nas ruas de São Paulo. Trata-se de uma população marcada pela invisibilidade social, sujeitas a um sem-número de vulnerabilidades, como a fome, o frio, a dependência química e a violência física. Uma população que sofre diariamente as conseqüências de um preconceito enraizado em praticamente todos os setores da sociedade: de transeuntes a policiais, de comerciantes a servidores da saúde. Leia mais »

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Projeto obriga ensino superior a manter cursos para idosos

Sugerido por alfeu

Da Agência Senado

Aprovado projeto que obriga ensino superior público manter cursos de extensão para idosos

Iara Farias Borges e Iara Guimarães Altafin

Instituições públicas de educação superior podem ser obrigadas a oferecer cursos permanentes de extensão para pessoas idosas. Substitutivo do senador Paulo Paim (PT-RS) a projeto do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) com esse objetivo foi aprovado nesta terça-feira (20) pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), em decisão terminativa.

De acordo com o texto aprovado, o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/2003) é alterado para tornar permanentes cursos e programas de extensão para a terceira idade, presenciais ou a distância, em universidades, faculdades, centros universitários e institutos de ciência e tecnologia. Apesar de defender a ampliação da oferta dos cursos tanto em instituições públicas como privadas, o senador Paim tornou obrigatória a oferta dos cursos de extensão para esta parcela da população apenas para as instituições mantidas com recursos da União, estados ou municípios. Leia mais »

A campanha da Federação das APAEs contra educação inclusiva

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Atualizado às 13:00

O Senado está para votar as metas do Plano Nacional de Educação. A Meta 4 enfatiza o direito de toda criança deficiente de frequentar a escola pública. É ponto central na política de inclusão. Os grandes avanços registrados nos últimos anos - como a de Débora, com Sindrome de Down e que acaba de se formar professora e lançar livro - se devem a essa política de inclusão, que transforma o estudo na escola fundamental como direito da criança, obrigando o sistema de ensino a se preparar para a inclusão..

Os pioneiros das APAEs (como Jô Clemente) defendem a educação inclusiva. Às APAEs caberia o papel essencial de atender aos deficientes sem nenhuma condição de frequentar o ensino fundamental e de, em cada comunidade, dar o apoio técnico à rede básica para acolher os seus meninos.

No entanto, a Federação das APAEs ttem encetado campanha baseada em falsas informações, como a de que a aprovação do PNE significará o fim das APAEs. É informação falsa, que está levando o pânico a milhares de pais de deficientes e centenas de APAEs espalhadas pelo país. Leia mais »

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