Empresas devem investir em pesquisa, diz Raupp

Da Agência Brasil

Empresas têm que fazer pesquisa, diz Raupp em palestra no Recife

Heloisa Cristaldo

Recife – O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, voltou a estimular empresas para investir em inovação, em palestra feita hoje (22) na 65ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

“Temos que aumentar os investimentos em pesquisas do meio empresarial. Não é só a academia, por meio das universidades, ou o governo, por seus institutos, que desenvolve inovação. As empresas também desenvolvem. Os exemplos dos países mais desenvolvidos do mundo nos colocam assim: a empresa têm que fazer pesquisa”, disse Raupp.

Com orçamento de 12,7 bilhões para investimentos neste ano, o ministro considera positivo o atual cenário no setor. Este ano, os recursos da pasta superam em mais de R$ 4 bilhões os do ano anterior. “Estamos vivendo um ambiente favorável ao crescimento e à expansão das atividades de ciência e tecnologia no Brasil”, afirmou. Leia mais »

A necessidade de investimento em ciência e tecnologia

Do Estadão

Ciência e Tecnolocia - mais, melhor e mais rápido

GLAUCO ARBIX E JOÃO DE NEGRI *

Não há caminho fácil nem atalhos para o desenvolvimento dos países. As nações que avançaram ao longo da História deram especial atenção às pessoas, à sua educação e à ciência e tecnologia (C&T). Investir em gente, na geração de conhecimento e em tecnologia é o que torna uma nação mais rica. Essa pode ser a síntese do Fórum de Debates sobre Inovação que o Estadão e a Finep organizaram com expressivas lideranças empresariais.

Se ainda há muito a fazer, é flagrante que o Brasil ingressou em novo patamar a partir do momento em que milhões foram incluídos num movimento virtuoso de crescimento econômico com inclusão. Ao mesmo tempo, essa alteração na pirâmide social pressiona as políticas públicas em todos os níveis. Superar a visão de curto prazo e perceber essas mudanças como o legado mais benigno dos últimos dez anos, apesar da turbulência, é a única via para equacionar os problemas históricos do nosso desenvolvimento. A começar pela superação radical do padrão de investimento em educação e C&T, tanto em volume quanto em qualidade. Quanto melhor a produção científica, maior for a capacidade inovadora das empresas e mais qualificada nossa população, maiores serão as chances de renovação e evolução da estrutura social brasileira. Leia mais »

A Carta do Colégio de Procuradores sobre a PEC 37

Carta de Brasília - Por que somos contra a PEC/37:

O Colégio de Procuradores da República, órgão do Ministério Público Federal, autoconvocado, reuniu-se em 18 de junho de 2013, no exercício de seu dever constitucional de zelar pelo estado democrático de direito e pelo respeito aos direitos constitucionais, para garantir a manutenção da capacidade de investigação para fins penais do Ministério Público e outras instituições atualmente investidas de poder de polícia, e impedir retrocesso em favor da impunidade e contra a segurança cidadã. Para isso, é necessário dizer não à PEC 37.

A PEC 37 pretende estabelecer o monopólio da investigação pela Polícia. O Estado abriga vários órgãos com poder de polícia, como a maioria dos países do mundo. A limitação a um só canal reduz em muito a capacidade de investigação dos órgãos do Estado.

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Cientista da IBM: país precisa fazer ciência como negócio

Da Folha

País precisa fazer ciência como negócio, diz cientista-chefe da IBM

ANA ESTELA DE SOUSA PINTO

Chefe do primeiro laboratório aberto no hemisfério Sul pela gigante de tecnologia IBM, Fábio Gandour, 60, acha que é necessário mudar a pesquisa científica no Brasil.

Na prática, livrar-se do "caráter doutrinário" e fazer "ciência como negócio" --cujo objetivo seja gerar lucro para quem a financia.

A mudança, diz, exige planejamento, continuidade apesar das mudanças de governo e espírito de competição.

Sem isso, o país pode desperdiçar a onda de investimentos que virá com as concessões de infraestrutura e os grandes eventos esportivos.

De olho nessa maré, a IBM definiu quatro troncos de negócios: óleo e gás, mobilidade urbana, microeletrônica e serviços. Em dois anos, obteve 40 patentes. Leia mais »

Barco-hospital Abaré: interiorização da Medicina na Amazonia

Abaré: uma oportunidade de política pública para a interiorização da medicina. Por que perdê-la?

(Para entender mais sobre o caso: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-novela-do-navio-hospital-abare)

O debate sobre o Abaré I, que se tornou referência nacional de saúde nas regiões de rios da Amazônia, deve ser entendido não como um problema, mas como uma forma de mobilizar oportunidades  para a interiorização da medicina na nossa região, como uma política pública integradora de atendimento e de ensino na área de saúde. A discussão já vai longe e me manifesto trazendo a tona alguns elementos que considero importantes, como médico que vivenciou essa experiência por 4 anos, e atualmente como coordenador adjunto do curso de medicina UEPA – Universidade Estadual do Pará. Leia mais »

Finep e agência de inovação norueguesa estreitam laços

Financiadora avalia auxiliar brasileiros na aquisição de empresas estrangeiras

Por Lilian Milena, Do Brasilianas.org

O casamento entre empresas brasileiras e norueguesas no setor de petróleo e gás natural “irá ocorrer mais dia ou menos dia”, afirmou José Malcher, analista do departamento de Petróleo e Gás e da Indústria Naval da Finep, empresa pública de financiamento ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), durante fórum de debates Brasilianas.org, promovido pela Agência Dinheiro Vivo, em São Paulo.

Há duas semanas, as agências de fomento à inovação de cada país, Finep e Innovation Norway, organizaram um encontro no Rio de Janeiro para discutir pesquisa, desenvolvimento e cooperação na área de petróleo e gás natural (P&G). O workshop recebeu apoio do Consulado Geral da Noruega, MCTI, Petrobras e da empresa norueguesa de petróleo e gás, Statoil.

Segundo Malcher, o pré-sal é, na realidade, uma grande fronteira internacional de conhecimento e a indústria brasileira tem chances hoje de se especializa ainda mais na exploração de reservas em águas profundas, podendo se tornar, nos próximos anos, a maior exportadora dessa tecnologia.

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Pré-sal é fronteira do conhecimento em P&G

Planejamento será fundamental para consolidar indústria brasileira no mercado mundial de petróleo e gás natural

Lilian Milena, Do Brasilianas.org

A indústria do gás e petróleo se encontra hoje no nível de fronteira do conhecimento que levará a exploração e comercialização das reservas petrolíferas localizadas na camada pré-sal, entre mil e dois mil metros de profundidade do nível do mar. 

O momento exige esforços financeiros por parte do poder publico e de empresas privadas de olho nos benefícios futuros da reserva identificada a 300 quilômetros da costa brasileira. 

Não à toa as multinacionais Schlumberger, FMC Technologies, Baker Hugues e GE iniciaram investimentos na instalação de laboratórios consolidando assim o Parque Tecnológico da Ilha do Fundão (RJ), adjacente à Cidade Universitária da UFRJ e onde também se encontra o principal centro de pesquisa da Petrobras. 

Para debater os desafios de inovação, sobretudo entre as pequenas, médias e micro empresas (PMEs), que representam 85% dos prestadores de serviços e equipamentos na cadeia de gás e petróleo, a Agência Dinheiro Vivo realizou, na última quinta-feira (27) em São Paulo, o 39º Fórum de Debates Brasilianas.org. 

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Plantas bioluminescentes poderão funcionar como "lâmpadas"

Por Paulo Gurgel Carlos da Silva, Do Portal Luis Nassif

Plantas luminosas

Blog EntreMentes

Criar plantas bioluminescentes que funcionem como "lâmpadas" em nossas ruas poderá ser uma realidade em menos tempo do que pensamos. Graças a uma iniciativa do Kickstarter, os cientistas procuram substituir a forma tradicional de iluminação, obtida a partir do consumo de eletricidade, por um sistema mais eficiente baseado em biologia sintética, engenharia genética e biotecnologia.

Todas as coisas vivas armazenam em seu DNA as instruções genéticas necessárias ao seu desenvolvimento. Durante cerca de 40 anos, temos sido capazes de manipular o genoma (conjunto de genes de um dado organismo) de diferentes seres vivos, de uma forma controlada em laboratório, através das técnicas de engenharia genética e dos avanços na biotecnologia. No entanto, por milhares de anos, essas modificações genéticas têm ocorrido por meio de técnicas não controladas, como a auto-seleção de determinadas culturas e outras ações nas áreas da agricultura e da pecuária.

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Embrapa pesquisa soluções contra mudanças climáticas

Por alfeu

Da TV NBR

Pesquisas da Embrapa simulam mudanças climáticas e desenvolvem soluções para agricultura no futuro

Minimizar as consequências do aquecimento global na agricultura é o objetivo de pesquisas desenvolvidas na Embrapa Campinas, em São Paulo. Para isso, os cientistas desenvolvem variedades mais tolerantes ao aumento da temperatura do planeta, investem no zoneamento dos riscos climáticos e simulam as condições previstas para os próximos anos. O objetivo das pesquisas é preparar a agricultura brasileira para se adaptar ao aumento de temperatura e continuar produzindo de acordo com as condições climáticas futuras. Leia mais »

Vídeos: 
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Vídeo mostra como a Massa Magnética atua

Por Vaas

Este video é  interessante, pelo menos o foi para mim... Massa magnética é como qualquer outra massa, que podemos esticar, esculpir, apertar, etc, mas se a colocamos em qualquer lugar perto de um campo magnético forte ela vai, ESPONTANEAMENTE, consumir qualquer coisa magnética em seu caminho, como uma lesma voraz mutante. Na verdade, a massa não vai parar de se mover até que o objeto seja igualmente envolvido em todos os lados. O PBS Studios Digital e Shanks FX nos mostram essa curiosidade em seu  recente curta-metragem SCI-FLY.  Os clipes aceleram um pouco o movimento real da massa ao consumir outros objetos, mas, muito levemente e pouco perceptível se fosse em tempo real.  http://vimeo.com/63773788#  Imagens Ilustrativas

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Disputa entre Embraer e Microsoft termina em acordo

Folha de São Paulo

Acordo milionário encerra disputa de Embraer e Microsoft nos EUA

CHICO FELITTI
DE SÃO PAULO

Um acordo milionário no começo deste mês entre duas gigantes tecnológicas -Microsoft e Embraer- impediu o que poderia ser a estreia da primeira lei de competição injusta dos EUA.

Há um ano, a empresa de Bill Gates acusou a quarta maior produtora de aviões do mundo, com sede no Brasil, de usar programas de computador sem pagar pelas licenças, e de usar produtos "piratas".

Além de notificar a Embraer, a Microsoft fez uma denúncia à Procuradoria Geral de Washington, Estado que em 2011 aprovou o "Unfair Competition Act", lei que pune empresas que utlizam softwares pirateados ou sem licença proibindo-as de fazer negócios em seu território.

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MG busca parcerias no Vale do Silício

G1

MG vai ao Vale do Silício buscar parcerias para programa de startups

Delegação também estará em evento do Media Lab do MIT.
Minas é o primeiro ente governamental latino-americano a integrar o MIT.

Lilian Quaino
Do G1, no Rio

Uma delegação do governo de Minas Gerais irá ao Vale do Silício, na Califórnia, a partir da próxima semana, em busca de parcerias para o programa Startup Minas, que visa a promover a cultura de inovação no estado.

Segundo o governo mineiro informou nesta sexta-feira (19), representantes das secretarias de Desenvolvimento Econômico, de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e do Escritório de Prioridades Estratégicas de Minas Gerais têm um encontro com profissionais e empresas ligadas a startups na Singularity University, que fica no campus da Nasa, a agência espacial americana, e que é patrocinada por empresas como Google. A instituição também é conhecida como Universidade do Futuro por seu trabalho na preparação de líderes para criação de novas tecnologias.
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O "bug" da Microsoft e o mal

Como interpretar o "bug" fatal da atualização do Windows 7 que fez inúmeros computadores entrarem em looping sem conseguir iniciar o sistema operacional? Como explicar um erro em proporções exponenciais partindo de uma corporação como a Microsoft? Conspiração mercadológica para forçar a atualização para o até aqui fracasso de vendas do Windows 8? Simples erro de sintaxe algorítmica de alguma linha de comando? Talvez o "bug" revele algo que nos escapa, apesar de sentirmos os seus efeitos no dia-a-dia: o desenvolvimento tecnológico estaria se aproximando a um estágio tal de complexidade que criaria uma reversibilidade fatal e maléfica e, ao mesmo tempo, irônica: a "hipertelia". Leia mais »

A física brasileira que recebeu o prêmio L'Oréal-Unesco

Por Marco St.

Física brasileira recebe prêmio internacional e quer mais mulheres na ciência

Do Deutsche Welle

  

O estudo sobre as particularidades da água rendeu a Márcia Barbosa o prêmio L'Oréal-Unesco. A brasileira defende o fim da imagem "nerd" associada à ciência para que mais mulheres se apaixonem pela pesquisa.

Quem escuta a pesquisadora Márcia Cristina Bernardes Barbosa explicar seu trabalho em metáforas, comparando as propriedades de difusão da água ao trânsito engarrafado de Paris, pode pensar que física é coisa simples. Ela fala apaixonadamente sobre ciência, conta sua rotina à frente do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul de forma convidativa e quer, com a sua experiência, motivar outras mulheres a seguirem os caminhos da pesquisa. “A carreira de cientista é uma coisa muito emocionante. A gente faz descobertas. Imagine só a emoção quando você se dá conta que é a primeira pessoa que compreendeu um certo fenômeno. Esse é um sentimento muito especial”.
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Para entender o Plano Inova Empresa

Do Brasilianas.org

Para entender o Plano Inova Empresa

Assista vídeo do Programa Brasilianas.org que analisou o recém-laçado Plano Inova Empresa

No Brasil, os investimentos em pesquisa e inovação no setor produtivo alcançaram 1,6% do PIB (Produto Interno Bruto), em 2010, segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A título de comparação, os países mais industrializados do mundo investem, em média, 2,5% do PIB no desenvolvimento de produtos mais competitivos para o mercado.

Para reverter esse quadro, o governo federal lançou recentemente o Plano Inova Empresa, que promete aumentar para 2% do PIB os investimentos públicos e privados em inovação. O pacote também institui a Empresa Brasileira para Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), além de prever, nos próximo dois anos, investimentos da ordem de R$ 32,9 bilhões, sendo 28,5 bilhões do governo federal e R$ 4,4 bilhões de outras instituições públicas, entre elas Agência Nacional do Petróleo, Agência Nacional de Energia Elétrica e Sebrae - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Leia mais »

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