Não estamos preparados para a guerra cibernética

Sugerido por foo

Do Escrevinhador

Estamos em guerra cibernética; e o Ministro da Defesa usa Microsoft 

por Roberto Amaral, vice-presidente do PSB

Por que estamos em guerra? Porque esta é a principal característica da pax americana: Kosovo, Irã-Iraque, Iraque, Afeganistão, Líbano, Palestina, Líbia, Síria, Israel. Por enquanto, enquanto durarem os escudos chinês e russo, descansam os eurasianos. Mesmo assim, Rússia e China não estão livres da espionagem eletrônica. Neste ponto, fazem companhia a Brasil, México, Venezuela, Irã e Paquistão.

Mas a pergunta é esta: que faz o Brasil nesse rol, se não temos fronteira com os EUA, se não temos arsenal nuclear e não pretendemos fabricar a bomba, não abrigamos terroristas, não estamos em guerra interna e não alimentamos a esperança de superar economicamente o gigante imperial e com eles temos relações mais que amistosas? Contra o Brasil, o capricho da prepotência chegou ao gabinete da presidente Dilma, que teve telefonemas seus, e-mails e outras mensagens de texto rastreados pela Agência Nacional de Segurança, NSA, dos EUA. Contra nós foram assestados pelos menos três programas, capazes de acompanhar o tráfego de telefonia e dados. Para quê? Dizem os documentos até aqui revelados por Edward Snowden, ex-funcionário da NSA, que os objetivos da espionagem eram político-estratégicos e comerciais. De um lado pretendia ‘melhorar a compreensão dos métodos de comunicação e dos interlocutores da presidente e seus principais assessores’ e de outro,  atendendo tanto aos interesses do Departamento de Estado quanto aos do Departamento de Comércio, antecipar para os negociadores dos EUA os estudos do Itamaraty, e fornecer aos seus empresários informações de seus concorrentes brasileiros em eventuais disputas comerciais. Leia mais »

Governo quer começar construção de satélite geoestacionário

Do Estadão

Governo apressa projeto de satélite antiespionagem

Suspeita de monitoramento de Dilma pelos EUA impulsiona construção, orçada em US$ 660 mi

Lu Aiko Otta

O governo espera iniciar em outubro a construção do satélite geoestacionário brasileiro, um projeto orçado entre US$ 600 milhões e US$ 660 milhões. A iniciativa, que já estava em andamento, ganhou impulso após as denúncias de que as comunicações de dados do Brasil, inclusive as da presidente da República, estariam sendo monitoradas pelos Estados Unidos. Ele deverá entrar em órbita em 2016.

Hoje, o País está numa situação vulnerável. Comunicação de dados, telefonia, sinais de TV paga e até comunicações militares passam pelo satélite da Embratel, empresa que já foi estatal mas foi privatizada em 1997. Hoje, está nas mãos do empresário mexicano Carlos Slim, dono da operadora Claro.

"Alugamos satélite de uma empresa estrangeira", disse ao Estado o presidente da Telebrás, Caio Bonilha. "Hoje, se tivermos algum problema, não temos controle nenhum sobre ele." Assim, numa situação de guerra, por exemplo, o satélite pode ter sua posição alterada e inviabilizar as comunicações no País. Leia mais »

O desenvolvimento do primeiro drone militar nacional

Sugerido por alfeu

Da Deutsche Welle

Primeiro drone militar do Brasil deve começar a voar em 2014

Falcão deve começar a ser comercializado em 2016 e usou Vant Acauã como plataforma de ensaio

Aeronave é produzida por empresas brasileiras, com recursos da Finep e apoio do Ministério da Defesa. Foram investidos cerca 100 milhões de reais no projeto, que deve receber aporte de mais 300 milhões entre 2014 e 2016.

O Falcão, primeiro veículo aéreo não tripulado (Vant) para uso militar do Brasil, deve realizar seu primeiro voo de teste de qualificação já em 2014. A aeronave possui cerca de 800 quilos e é desenvolvida para o uso das Forças Armadas do Brasil, em missões de reconhecimento, aquisição de alvos, apoio a direção de tiro, avaliação de danos e vigilância terrestre e marítima. Leia mais »

A paralisação das obras do Programa Espacial em Alcantâra

Sugerido por Adir Tavares

Do Jornal Brasil

Empresa do Programa Espacial Brasileiro paralisa obras na Base de Alcântara 

As denúncias são de fontes ligadas à ACS, que recebeu U$ 420 milhões em julho do governo federa

Cláudia Freitas

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Em meio os últimos pronunciamentos do Ministério da Defesa sobre a necessidade de o Brasil possuir seu próprio satélite de comunicação militar, para não ficar vulnerável às espionagens como as denunciadas por Edward Snowden, funcionários da Alcântara Cyclone Space (ACS), empresa binacional criada pelos governos do Brasil e da Ucrânia para explorar os serviços de lançamentos de satélites em bases comerciais, com o foguete ucraniano Cyclone-4, atestam que as obras do programa estão completamente paralisadas.

Segundo fontes ligadas à Base Espacial de Alcântara, onde o programa é desenvolvido no país, cerca de dois mil contratados pela ACS foram dispensados nos dois últimos meses. O cenário no local é de abandono, como mostram as fotos enviadas ao Jornal do Brasil. A maioria dos equipamentos alugados já foi devolvido e aqueles que permanecem na base estão abandonados ao ar livre e sem qualquer manutenção, segundo as mesmas fontes. Leia mais »

Exército procura fornecedores entre empresas do ABCD

Sugerido por ramalhino

Do ABCD Maior

Exército brasileiro apresenta suas demandas para empresas do ABCD

Por Michelly Cyrillo

Interessados em fornecer produtos e serviços podem se inscrever para o evento quarta-feira na Metodista

O Exército Brasileiro realizará um evento para prospectar novos fornecedores  entre empresas do ABCD.  As demandas de produtos e serviços serão apresentados na próxima quarta-feira (24/07) no Salão Nobre da Universidade Metodista, das 9h às 13h.

O encontro terá a participação do general Marco Antonio de Farias e de outros representantes do Exército, que farão palestra sobre os projetos estratégicos da instituição.

O secretário de Desenvolvimento Econômico de São Bernardo, Jefferson José da Conceição, disse que o objetivo da iniciativa é diversificar a indústria de São Bernardo. “Nossa cidade já é conhecida como polo automobilístico, mas temos potencial para muito mais. O setor de defesa é um dos que mais utiliza alta tecnologia e tem condições de gerar empregos especializados e bem remunerados”, afirmou. Leia mais »

A gestão do conhecimento doutrinário no Exército

Sugerido por ramalhino

Do Defesanet

Uma nova estrutura para a produção doutrinária no Exército Brasileiro

Coronel Alexandre Eduardo Jansen
Publicado Originalmente: DOUTRINA militar TERRESTRE e m r e v i s t a | Ano 001 | Edição 001 | Janeiro a Março / 2013 - Centro de Doutrina do Exército

Há um imenso conhecimento acumulado pelos integrantes do Exército Brasileiro (EB), em todos os seus níveis, fruto de inúmeros cursos de formação, especialização, extensão, aperfeiçoamento e pós-graduação realizados no Brasil e no exterior. Esse cabedal é complementado pelas experiências individuais colhidas a partir da participação em operações militares, missões de paz e exercícios. Não faltam profissionais competentes nos quadros do Exército, capazes de elaborar uma Doutrina Militar atual e contextualmente adequada às novas e emergentes ameaças.

Entretanto, após análise aprofundada realizada durante os três últimos anos diagnosticou-se que somente uma parte ínfima desse conhecimento individual é repassada para o coletivo. Por diversas razões, o Exército não tem sido capaz de aproveitar os conhecimentos adquiridos pelos indivíduos que o compõem, permitindo, com isso, que a riqueza de novas ideias e informações que deveria ter sido absorvida em estudos profissionais acabe sendo desperdiçada, quando da passagem desses militares para a Reserva. É comum, infelizmente, observar que conhecimentos úteis para a Doutrina Militar Terrestre (DMT) tenham que ser novamente “garimpados” por outros militares, que, provavelmente, também os levarão consigo, num ciclo vicioso e interminável. Leia mais »

Amorim quer software brasileiro para proteção cibernética

Sugerido por Edsonmarcon

Da CartaCapital

Amorim quer software brasileiro para defesa

Ministro da Defesa reconhece que o Brasil mal despertou para o tema da proteção cibernética

por Marsílea Gombata — publicado 17/07/2013 08:59, última modificação 17/07/2013 13:34

O Brasil mal despertou para a defesa cibernética, reconhece o ministro da Defesa, Celso Amorim. No entanto, deve começar a investir pesadamente no desenvolvimento tecnológico, sobretudo de softwares brasileiros para garantir uma defesa própria. “Não é para ter ojeriza ao fato de ser estrangeiro [o programa], mas se você quiser desenvolver uma defesa que não esteja sujeita a uma interferência externa terá de progredir nessa área”, explicou em entrevista a CartaCapital. “Trata-se de um esforço muito grande, não se pode imaginar que conseguiremos resolver de um dia para o outro.” Leia mais »

EUA prometem colaborar com investigações sobre espionagem

Da Agência Brasil

EUA prometem colaborar com investigações de denúncias de espionagem no Brasil

10/07/2013 - 15h23

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Brasília –  Em reunião com o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, o embaixador dos Estados Unidos, Thomas Shannon, comprometeu-se a organizar uma equipe de especialistas em vários setores associados às comunicações para investigar as denúncias de espionagem de cidadãos brasileiros por agências norte-americanas. Diplomatas que acompanharam a reunião informaram à Agência Brasil que Shannon disse que está disposto a colaborar com as autoridades brasileiras.

O embaixador norte-americano entregou a Patriota um documento, de uma página, informando a criação do grupo de especialistas e se comprometendo a colaborar. Antes, o Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, enviou ao Departamento de Estado norte-americano, por intermédio da Embaixada dos Estados Unidos, nota cobrando explicações.

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Amorim diz que sistema de comunicações do país é vulnerável

Da Agência Brasil

Ministro da Defesa admite vulnerabilidade do sistema de comunicações no país

10/07/2013 - 16h31

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O ministro da Defesa, Celso Amorim, admitiu hoje (10) que há "vulnerabilidade" no setor público brasileiro no que se refere à segurança cibernética. Amorim defendeu o esforço conjunto de várias áreas do governo e da sociedade civil para dar mais segurança à troca de informações no país. Segundo ele, até a comunicação entre autoridades públicas, como ministros e parlamentares, está ameaçada.

“A situação em que nos encontramos hoje realmente é de vulnerabilidade. A mera detecção de quem se comunica com quem já é uma informação de valor analítico para qualquer adversário que se tenha fora do país”, ressaltou Amorim. O ministro lembrou que, às vezes, a “simples troca de e-mails” entre dois senadores e dois ministros pode ser acessada por terceiros.

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A Carta do Colégio de Procuradores sobre a PEC 37

Carta de Brasília - Por que somos contra a PEC/37:

O Colégio de Procuradores da República, órgão do Ministério Público Federal, autoconvocado, reuniu-se em 18 de junho de 2013, no exercício de seu dever constitucional de zelar pelo estado democrático de direito e pelo respeito aos direitos constitucionais, para garantir a manutenção da capacidade de investigação para fins penais do Ministério Público e outras instituições atualmente investidas de poder de polícia, e impedir retrocesso em favor da impunidade e contra a segurança cidadã. Para isso, é necessário dizer não à PEC 37.

A PEC 37 pretende estabelecer o monopólio da investigação pela Polícia. O Estado abriga vários órgãos com poder de polícia, como a maioria dos países do mundo. A limitação a um só canal reduz em muito a capacidade de investigação dos órgãos do Estado.

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O submarino fabricado em parceria com a França

Por macedo

Do Site da Marinha

Seções de vante do primeiro submarino convencional chegam a Itaguaí, vindas da França

As seções de vante construídas na França, do primeiro submarino convencional, chegaram ao Rio de Janeiro, no dia 1º de junho. A peça, que pesa 220 toneladas, mede 25 metros de comprimento, além de ter 6 metros de largura e 12 metros de altura. As seções 3 e 4 foram transportadas do Porto de Sepetiba, por balsa, para o cais da Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep).

Em seguida, elas foram levadas, via terrestre, para a Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (UFEM), onde as seções 1 e 2 desse submarino serão fabricadas. O Gerente do Empreendimento Modular de Obtenção dos Submarinos Convencionais, Contra-Almirante Sydney dos Santos Neves, garantiu que isso significa a materialização da transferência de tecnologia da França para o Brasil. Leia mais »

Câmara analisa proposta que regula exploração do nióbio

Por Marco Antonio L.

No R7

Proposta altera regras para exploração de nióbio

O elemento químico é usado principalmente em ligas de aço

Da Agência Câmara

A Câmara analisa proposta para regulamentar a extração e a exploração comercial do nióbio do território brasileiro. O elemento químico é usado principalmente em ligas de aço para a produção de tubos condutores de fluidos, como água e petróleo, a longas distâncias. O Brasil detém 98% das reservas mundiais exploráveis de nióbio no mundo e mais de 90% do total do minério presente na Terra.

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O comportamento de Ronaldo Laranjeira no Roda Viva

A droga de cada um

Denis Russo Burgierman - Super Interessante

Todo mundo tem a sua droga. A da minha mãe, por exemplo, é a endorfina, nome que é uma abreviação de “endo-morfina”, ou “morfina interior”. A endorfina é um opióide, ou seja, uma droga da mesma classe do ópio e da heroína. Os opióides agem como desentupidores nas sinapses do cérebro: eles abrem os caminhos pelos quais a dopamina flui. E a dopamina é a mãe de todas as recompensas: aquela sensação gostosa, aconchegante, de bem estar, que chamamos de prazer. É a dopamina que nos dá aquele gosto doce que acaba formando hábitos. É ela, também, que, quando algo sai do controle, causa a dependência.

Minha mãe busca a dopamina dela de maneira saudável, correndo pelas ruas e pelos parques de São Paulo, subindo em pódios com medalhas douradas no pescoço – exercício físico faz o corpo produzir endorfina. Há quem busque o prazer em outras coisas.

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