Payleven baixa taxas de operações com cartões

A payleven, facilitadora de meios de pagamentos móveis, baixou de forma significativa o valor das taxas de transações feitas em sua plataforma com cartões de débito e de crédito

Os planos oferecidos pela payleven estão mais baratos. Nas transações feitas com cartões de débito a taxa por operação passará a 2,69%, o que representa uma redução de 10%. As operações com cartões de crédito à vista baixaram para 4,39% para recebimento em 2 dias úteis e 3,39% para recebimento em 30 dias corridos, com redução de 24% e 15%, respectivamente.

Outra novidade que vai facilitar ainda mais a operação dos usuários é a forma de cálculo das parcelas nas operações com cartão de crédito. Agora, o sistema aplica automaticamente a taxa de 1,3% a cada parcela, facilitando a compreensão por parte do consumidor. O mercado oferece preço expressivamente maior nas transações parceladas, com uma taxa de 1,99% por parcela.
Leia mais »

Cuidado com Bitcoin!

Autor: 

Bitcoin (BTC) é uma "moeda digital criptográfica" que vai revolucionar a internet e o comércio inernacional, tornar bancos obsoletos, acabar com as moedas nacionais e com o controle dos governos sobre a economia, e garantir a privacidade de transações comerciais.  Quem conseguir encher o bolso com bitcoins agora será milionário quando isso acontecer.

Ou... bitcoin é o maior esquema de pirâmide da história, que vai transferir bilhões de incautos para uns poucos espertos.  Quem investir todas suas economias em bitcoins agora (como muitos fizeram com as cotas da TelexFree) pode acabar na miséria (como eles).

O que é  bitcoin
Leia mais »

A complicada discussão sobre governança da internet

Do Estadão

A governança da internet

Demi Getschko *

"A realidade que podemos descrever nunca é a realidade em si" - Werner Heisenberg

A palavra de condão hoje para se falar de governança da internet é multistakeholderism - numa tradução simplista, uma governança multiparticipativa. Mas nada há de muito simples na discussão sobre governança da internet. A impossibilidade de englobar a rede nas estruturas atuais de legislação local, nacional e internacional, nos tratados que, à maneira do das telecomunicações, se propõem a mediar negócios, transações e serviços entre os detentores do poder, e mesmo os limites das nações, é patente.

Numa discussão no Conselho Europeu, em Estrasburgo, há dois anos, ficou clara a dificuldade que há quando se discutem leis globais para a rede. O que surgiu como alternativa promissora foi a aprovação de princípios, intenções e boas práticas, a chamada soft law, em lugar da legislação tradicional, a hard law. Entre as inúmeras vantagens que uma declaração de princípios traz está, inclusive, a janela de observação e de oportunidade para teste de seus resultados e eventuais correções de curso. Obtidos os resultados que se queriam, pode-se pensar em legislação tradicional e tratados adicionais. Leia mais »

Algumas maneiras de restringir a informação na internet

Sugerido por Giovani Blumenau SC

Comentário ao post "A Internet e a neutralidade da rede"

Prezados

A única diferença entre os modelos clássicos mais antigos de comnunicação e a internet é que no último você pode atingir um maio número de pessoas, ser gerador de conteúdo, pode ser dissidente quer gostem ou não do  teor do tema para o público se fazer alvo ou não.

Uma forma de restrição é qualificar e limitar e  o número de contatos que vc pode atingir, pode-se fazer "cercados digitais"  e fazer o pensamento girar em um círculo limitado de contatos, que pasam a sensação de estar "livre", algumas pessoas dizem  "sentir" isto, seja por dificuldades de acesso, "bugs", e mais recentemento meu email di IG, que é google por exemplo não permite que encaminhe um email, a  todos os meus contatos, como fazia anteriormente,  tenho que digitar eles ou manter listas, caso contrário eles fazem vc ter mais trabalho, e quanto maios trabalho mais cansativa fica a militância. Provavelmente devo estar "mapeado", eh eh eh, apesar de ser um ativista de mínima escala faço críticas contundentes ao expectro político à direita, e seguramente isso já deve estar interligado, não acho que seja paranóia, complexo de perseguição, eh eh. Leia mais »

A Internet e a neutralidade da rede

Autor: 

Coluna Econômica

A Internet é vista, unanimemente, como o território livre, a tecnologia libertadora que, em muitos países, permitiu o florescimento da cidadania, a ampliação das oportunidades de educação, o ambiente para novas empresas e novos empreendedores, para o trabalho colaborativo em rede.

Graças a seu ambiente lilbertário, internacionalmente ajudou a derrubar ditaduras e monopólios de mídia, o controle da informação, tanto por governos como por cartéis.

No entanto, não se considere um modelo consolidado. Em outros momentos da história surgiram novas tecnologias, promovendo rupturas, abrindo espaço para a democratização e, no momento seguinte, quedaram dominadas por novos cartéis e monopólios que se formaram.

***

Foi assim com o início da telefonia. Enquanto a Bell Co se consolidava, como grande companhia nacional, surgiram inúmeras experiências locais, como a Mesa Telephone, para localidades rurais norte-americanas, de tecnologia rudimentar porém útil para ligar comunidades agrícolas.

Nasceram centenas de outras companhias por todo o país. Esse mesmo modelo disseminou-se pelo Brasil dos anos 40 em diante, com companhias municipais levando o telefone às cidades menores, em um surto de pioneirismo extraordinário.

Nos Estados Unidos, o movimento dos "independentes" permitiu às comunidades rurais estreitar laços, criar amizades, sistemas de informação, da mesma maneira que as redes sociais de agora. Através do telefone desenvolveram noticiários sobre o clima, sobre a região, relatórios de mercado etc.

Os "independentes" chegaram a ter 3 milhões de aparelhos, contra 2,5 milhões da Bell. Leia mais »

Espionagem dos EUA: ou o Brasil fica de pé... ou se agacha

Autor: 

É do século XVII a definição de diplomacia de um certo Henry Wotton. Disse ele:
 
"O diplomata é um homem correto enviado ao estrangeiro para mentir por sua pátria. "
 
Líderes dos Estados Unidos têm mentido para o Brasil.
 
Há meses, vazadas por Edward Snowden, detalhes de como os EUA espionam o mundo e o Brasil. Há três semanas, John Kerry, Secretário de Estado norte-americano, esteve em Brasília. E nem mentiu tanto. Mas omitiu muito.
 
Kerry, em resumo, disse que para "se defender e ao mundo" seu país se vê no direto de espionar. A 19 de julho o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, ligou para a presidente Dilma. Lamentou a repercussão da ciberespionagem e disse que não era bem aquilo.
 
Como são muitos os interesses bilaterais, a diplomacia entrou em campo. Os norte-americanos fingiram que se desculpavam e o Brasil fingiu que acreditava. Tudo se arrumava para a visita de Dilma a Obama em outubro.
 
O que agora é noticia não é novo nem deveria surpreender. Mas reabre a ferida. Via Snowden se conta que uma agência dos Estados Unidos, a National Security Agency (NSA), espionou Dilma e assessores.
  Leia mais »

Vídeos: 
Veja o vídeo
Vídeo Bob Fernandes

Copyfight: Pirataria e Cultura Livre em Brasília

Autor: 

No dia 10 de Setembro de 2013 reuniremos no Balaio Café uma mesa com representantes de diferentes segmentos da cultura, política e tecnologia para debater temas relacionados à Pirataria, Liberdade de Expressão, Cultura Livre, Direitos Autorais, a Internet, o universo DIY, a produção do comum e os novos paradigmas da comunicação.

Além do lançamento do livro e da mesa de debates o evento também marcará o lançamento da webradio "Rádio Balaio" e de um servidor local "Balaio Livre" para compartilhamento de mídias livres no local. O debate será disponibilizado online via streaming ao vivo no site www.copyfight.in, e após o mesmo a noite seguirá com apresentação musical e vídeos relativos aos temas.

19 às 23hs: Mesa "Copyfight":
23 às 00hs: Projeção de curta metragens
00 às 2hs: Musicos + Dj + Vj + Jam  (9/11 J4M)

Copyfight: Pirataria e Cultura Livre
Leia mais »

Imagens: 
Copyfight: Pirataria e Cultura Livre em Brasília

Como o Zuckerberg (Facebook) vai quebrar a net neutra

Perdoem pelo post no estilo Tio Rei, mas achei essa entrevista do Zuckerberg dada ao Steven Levy (simplesmente o autor de Hackers: the heroes of the computer revolution, o melhor trabalho de investigação sobre as origens culturais do Vale do Silício que já li) extremamente interessante. Então quero analisá-la e recheá-la com comentários sobre o que penso ser a ideologia desses caras (Ideologia Californiana, mais ou menos nos termos do Richard Barbrook).

Escrevi um monte de elucubrações aí no meio da entrevista. Mas o ponto importante é: Zuckerberg está usando de uma aparente intenção humanitária – Internet para todos, para o planeta inteiro – para propor alterações nos princípios básicos e fundamentais da rede, alterações que são a consequência lógica inerente dos objetivos estabelecidos. O pano de fundo disso, o contexto ideológico, é uma construção utópica em que todos os problemas do mundo (TODOS) seriam no fundo derivados de um problema comunicacional. Eliminando o ruído, estabelecendo a comunicação plena, tudo poderia ser resolvido.
Leia mais »

O governo Dilma e os caminhos para o Marco Civil da Internet

Sugerido por ANTONIO ATEU

Do Correio da Cidadania

Governo precisa enfrentar operadoras de telecomunicações para garantir marco civil da internet

ESCRITO POR VALÉRIA NADER E GABRIEL BRITO, DA REDAÇÃO    

Cada vez mais indispensável na vida do cidadão médio, a internet é alvo de forte disputa de interesses em torno do Marco Civil, projeto de lei apresentado pela base de governo, com apoio de movimentos que militam pela democratização das comunicações, e cuja votação já foi estranhamente adiada oito vezes, a ponto de o próprio senado ter exortado a Câmara de Deputados a acelerar o processo.

Em entrevista ao Correio da Cidadania, o jornalista Pedro Ekman, do Coletivo Intervozes, que há anos estuda e debate com a sociedade questões relativas às políticas na área de comunicação, analisa o projeto de lei, defendendo-o em seus pontos fundamentais, como a neutralidade da rede, a privacidade e a liberdade de expressão. A seu ver, o Marco Civil avançaria muito positivamente em tais pontos.

No entanto, ao interesse social se opõem os das grandes operadoras de telecomunicações, cujo lobby é a única explicação para a timidez do governo em avançar de vez no projeto. Para elas, vale a ideia de mercantilizar todas essas questões, além de se darem o direito de guardar dados dos usuários, a fim de favorecerem seus negócios ao mesmo tempo em que teriam de investir menos na infraestrutura da rede, especialmente em regiões de mercado pouco desenvolvido. Leia mais »

Brasil pediu dados de 857 usuários do Facebook

Da Agência Brasil

Brasil solicitou informações sobre 857 usuários do Facebook

27/08/2013 - 16h37

Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Relatório divulgado hoje (27) pelo Facebook mostra que, no Brasil, foram feitas 715 solicitações relativas a 857 usuários ou contas da rede social. Em 33% das solicitações, algum tipo de dado foi revelado. O país com maior número de solicitações foram os Estados Unidos com cerca de 12 mil solicitações relativas a 21 mil contas de usuários. Em 79% dos casos, alguma informação foi revelada. O Relatório Global de Requisições de Autoridades abrange o período entre 1º de janeiro e 30 de junho de 2013.

O segundo país com maior número de solicitações foi a Índia: 3.245 relativas a 4.144 contas. Em metade das solicitações, alguma informação foi repassada às autoridades. No Reino Unido foram 1.975 solicitações envolvendo 2.337 contas. Em 68% das solicitações houve retorno de informações.

Leia mais »

O problema de interpretação de textos na internet

Sugerido por IV Avatar da Meia Noite

Do blog do Sakamoto

Parece má fé. Mas é só falha na interpretação de texto

Leonardo Sakamoto

Tenho constatado que a interpretação de texto não é o forte de muitos comentaristas de textos na internet. Você se esforça para dizer que o “céu é azul” e o nobre leitor entende que a “morsa está gripada”. Explica que “a água é poluída” e ele reclama que você esta defendendo “um abraço em um zumbi fedorento”.

Pensando na qualidade da educação deste Brasil, o blog lança, veja só, o concurso de redação “Escreve, que eu te leio”, que irá premiar o melhor comentário inserido neste post.

A regra é simples: o comentário deve conter, pelo menos, seis das dez palavras e expressões abaixo. Elas foram sugeridas sem nenhuma segunda intenção aparente por alguns amigos jornalistas de redações em São Paulo, que aproveitam para dedicar sua participação nesta importante iniciativa educacional às professoras que lhes mostraram que aprender a ler é ir muito além da vovó que viu uma uva.

Este mesmo grupelho anônimo vai indicar o melhor comentário, baseado na criatividade, estrutura e argumentação, que ganhará o livro “Cidades rebeldes: Passe Livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil”, da Boitempo Editorial, que conta com um texto deste que vos importuna. Leia mais »

Hackers modificam página do Google Palestina

Autor: 

Uma equipe de hackers conseguiu invadir o Google Palestina ontem, cobrindo a página inicial do buscador com textos de protesto. “Tio Google,” escreveu Cold z3ro, Haml3t, Sas e Dr@g, “um oi da palestina para lembrá-los de que o país no google map não se chama israel. É Palestina.”

Mais abaixo a mensagem verdadeira vem à tona: “Questão # : o que aconteceria se nós mudássemos o título do país de Israel para Palestina no google maps !!! Seria uma revolução.” E então a coisa toda fica bem esquisita: “Então ouça rihanna e fique de boa :P”

A questão é, na real, interessante. O Google tem um domínio palestino desde 2009 que agora se chama “Google Palestina”, não “Google Território Palestino.” Mas no Maps, as fronteiras da Palestina estão lá, só que sem nome. Parece um tanto inconsistente o Google reconhecer a Palestina com sua própria versão do buscador, mas falhar em refletir isso no mapa. Também não ficou claro se os hackers querem que Israel inteiro seja Palestina ou apenas a área sem nome.
Leia mais »

O sistema de choques para evitar o uso do Facebook

Sugerido por MiriamL

Do Público.pt

Estudantes do MIT criam sistema de choques para evitar o Facebook

O problema é conhecido de muitos dos que trabalham em frente a um computador: as visitas mais do que frequentes ao Facebook, ao Twitter ou ao email podem ter efeitos devastadores na produtividade. Preocupados com o número de vezes que iam ao Facebook, dois investigadores do MIT criaram um sistema que dá pequenos choques quando o utilizador visita muitas vezes aquela rede social.

Apropriadamente chamado Pavlov Poke, o sistema pode ser adaptado a outros sites para além do Facebook e está sucintamente descrito nesta página. Essencialmente, uma aplicação detecta quando o utilizador visita repetidamente um site e activa um circuito que dá um pequeno choque na mão do utilizador, através de placas metálicas colocadas numa peça de apoio ao teclado do computador. Leia mais »

Caso Snowden: depois da tempestade, a decepção

Sugerido por marcelosoaressouza

Do blog de 

Depois da tempestade, a decepção

Passada a tempestade provocada pelo impacto dos anúncios feitos pelo Snowden, a situação fica ainda mais sinistra. Infelizmente nenhuma das partes envolvidas parece disposta a ceder ou reconhecer que há algo errado, e que é necessário dar uns trinta passos atrás para começar. Há um catatonismo frio e triste no ar.

Mas, o menos disposto, é exatamente o mais atingido. É como se esses loucos, aqueles do outro planeta, de uma galaxia muito, muito distante, estivessem tendo algum tipo de problema que não me diz respeito. A amostra de pessoas que entendem a gravidade do que está acontecendo é tão pequena que a considero desprezível, portanto ninguém está dando a mínima para as denúncias de monitoramento global.

Sejamos honestos: o único que realmente entendem a gravidade da situação, e tem reagido com a ferocidade coerente, é o governo dos USA. Porque será? Porque o governo mais poderoso do Mundo se importa em ser descortinado quando mais ninguém reage. Meu recado imediato ao Obama é que ele pode ficar tranquilo, ninguém fará nenhuma oposição contundente. Pode vestir sua camisa florida e ir surfar no Havaí, pois a “tchurma tá de boa” atualizando seus perfis no Facebook como se não houvesse amanhã. Leia mais »

Depois da tempestade, a decepção

Passada a tempestade provocada pelo impacto dos anúncios feitos pelo Snowden, a situação fica ainda mais sinistra. Infelizmente nenhuma das partes envolvidas parece disposta a ceder ou reconhecer que há algo errado, e que é necessário dar uns trinta passos atrás para começar. Há um catatonismo frio e triste no ar.

Mas, o menos disposto, é exatamente o mais atingido. É como se esses loucos, aqueles do outro planeta, de uma galaxia muito, muito distante, estivessem tendo algum tipo de problema que não me diz respeito. A amostra de pessoas que entendem a gravidade do que está acontecendo é tão pequena que a considero desprezível, portanto ninguém está dando a mínima para as denúncias de monitoramento global.
Leia mais »