Consulta pública para certificação de tecnologia nacional

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O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI) abriu nesta terça-feira, 21/08, o processo de consulta pública para receber contribuições da sociedade a respeito da metodologia de certificação de software e seus serviços associados. A medida integra o Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior), lançado nesta segunda-feira, 20, pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).A consulta estará disponível pelo período de 30 dias, no site - www.certics.cti.gov.br. Contribuições, dúvidas e informações serão recebidas e respondidas pelo e-mail [email protected].

A CERTICS é uma certificação que identifica, credencia e diferencia software e seus serviços associados, gerando valor local e competitividade global para o Brasil. Destinada às empresas desenvolvedoras de software e serviços associados, instaladas em território nacional, de diferentes portes, setores e modelos de negócios, a certificação é voluntária e serve de instrumento às que buscam qualificação para preferência em compras públicas e diferenciação no mercado. Essa certificação não se aplica a empresas que somente comercializam software. Leia mais »

O programa de incentivo para o setor de software e TI

Por Demarchi

Da Exame

Governo detalha pacote de R$ 486 mi para setor de software

Documento acessado pela Folha de S. Paulo mostra que plano anunciado amanhã investirá em start-ups, certificará empresas para licitações e criará centros de inovação

São Paulo – O governo federal apresenta nesta segunda-feira um programa que destinará 486 milhões de reais para o setor de software até 2015. O documento final do projeto, obtido pelo jornal Folha de S. Paulo, mostra que, entre as propostas do governo, estão o aporte de capital em startups, a criação de uma certificação para que pequenas e médias empresas possam participar de licitações e a instalação de quatro centros de inovação no país, em parceria com multinacionais. Leia mais »

O preço do Surface, da Microsoft

Por Edsonmarcon

O preço do Surface, da Microsoft

Logo depois do anúncio do surface, cogitava-se que seu preço seria próximo ass do iPad, da Apple.

Mas segundo o site Engadget ( http://www.engadget.com/2012/08/14/microsoft-surface-199/ ) citando uma fonte interna que participou de uma reunião recente na Microsoft TechReady15, em que todos os detalhes do lançamento foram estabelecidas, o tablet Surface com Windows RT será lançado em 26 de outubro por apenas US$ 199.

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Esquecendo o joystick

Por Vinicius Carioca

Do UOL

Eric usa jiu-jítsu para derrotar Vingador, mas se dá mal em fanfic de "Caverna do Dragão"

Guilherme Solari

Do UOL, em São Paulo

  • Eric em imagem de "Caverna do Dragão". Livro em que fã imagina o final que nunca veio ao desenho já vendeu mais de 4 mil exemplares na internet

    Eric em imagem de "Caverna do Dragão". Livro em que fã imagina o final que nunca veio ao desenho já vendeu mais de 4 mil exemplares na internet

Os fãs de "Caverna do Dragão" se lembram quando Eric tomou uma poção de força e ficou com físico de halterofilista? Ou o namoro entre ele e Sheila? Ou quando ele se sacrificou heroicamente dando um golpe de jiu-jítsu depois de saltar de um zepelim para que os amigos conseguissem finalmente retornar para casa no final do desenho?  O tão aguardado final da série finalmente veio, mas talvez não da forma como os fãs esperavam.

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As políticas públicas de TI no Brasil

Por Assis Ribeiro

Os descaminhos das políticas públicas de TI no Brasil

Do Terra Magazine

A situação educacional brasileira – para ficarmos apenas no nosso caso – é complexa e demanda um olhar mais amplo para todo o sistema. Gostaria de focar no texto deste mês o uso das tecnologias na educação básico, obviamente não deixando de concentrar meu olhar para as condições de formação e trabalho dos professores e a relação destes com as tecnologias digitais de informação e comunicação.

De uma maneira bastante equivocada, a meu ver, o MEC praticamente interrompeu o programa Um Computador por Aluno, sem nem mesmo ter sido possível se fazer uma profunda avaliação do que significaram os cinco anos do projeto no Brasil. As cinco primeiras escolas entraram no experimento inicial no ano de 2007 e a constatação deste abandono, entre tantas outras que bem conhecemos por estarmos envolvidos no programa, está no próprio site oficial do UCA: a última notícia publicada é, pasmem, do final de 2010!

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Carta aberta à Presidente Dilma Rousseff do fisl13

Em nome da comunidade SL, ASL.org finalizou o fisl13 (Fórum Internacional de Software Livre) com a leitura de uma Carta enviada a presidente Dilma Roussef. Confira abaixo o texto na íntegra.

Porto Alegre, 28 de julho de 2012
Carta aberta à Presidente Dilma Rousseff

Nós, participantes do 13º Fórum Internacional Software Livre, realizado em Porto Alegre entre 25 e 28 de julho de 2012, tomamos a liberdade de escrever esta carta pública endereçada a Excelentíssima Presidente da República Dilma Rousseff, em nome da comunidade software livre brasileira, com o objetivo de manifestar nossa posição diante das políticas públicas na área de tecnologia da informação e internet implementadas por vosso governo.
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Direito autoral brasileiro é pior que acordos internacionais

Por marcelosoaressouza

Enquanto avança muito devagar a discussão sobre uma nova lei de direitos autorais no Brasil, o país mantém em sua legislação dispositivos cada vez mais obsoletos em tempos de Internet e de mídias digitais – e ainda mais restritivos do que o previsto no principal acordo comercial internacional sobre o tema.

Ao tratar do tema durante o Fórum Internacional de Software Livre, em Porto Alegre-RS, o advogado, consultor e pesquisador da FGV, Pedro Paranaguá, destacou que a lei atual (9.619/98) pertence a uma outra época, na qual a digitalização e o compartilhamento online engatinhavam.

Ele questiona especialmente os dispositivos que fazem da legislação brasileira uma regra ainda mais restritiva que o previsto no acordo TRIPs –Trade-Related Aspects of Intellectual Property Rights – o tratado da Organização Mundial do Comércio sobre direitos de propriedade.

“O direito autoral se justifica pela promoção da criatividade, mas, no Brasil, os direitos são resguardados a até 70 anos após a morte do autor, mais do que os 50 anos previstos no TRIPs. Mas como preservar a criatividade de alguém que já morreu?”, provoca.
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Direito autoral brasileiro é pior que acordos internacionais

Enquanto avança muito devagar a discussão sobre uma nova lei de direitos autorais no Brasil, o país mantém em sua legislação dispositivos cada vez mais obsoletos em tempos de Internet e de mídias digitais – e ainda mais restritivos do que o previsto no principal acordo comercial internacional sobre o tema.

Ao tratar do tema durante o Fórum Internacional de Software Livre, em Porto Alegre-RS, o advogado, consultor e pesquisador da FGV, Pedro Paranaguá, destacou que a lei atual (9.619/98) pertence a uma outra época, na qual a digitalização e o compartilhamento online engatinhavam.

Ele questiona especialmente os dispositivos que fazem da legislação brasileira uma regra ainda mais restritiva que o previsto no acordo TRIPs –Trade-Related Aspects of Intellectual Property Rights – o tratado da Organização Mundial do Comércio sobre direitos de propriedade.

“O direito autoral se justifica pela promoção da criatividade, mas, no Brasil, os direitos são resguardados a até 70 anos após a morte do autor, mais do que os 50 anos previstos no TRIPs. Mas como preservar a criatividade de alguém que já morreu?”, provoca.
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Se destrói direitos fundamentais, copyright deve morrer

É pouco provável que alguém admita que o serviço de correios possa abrir uma carta para investigar seu conteúdo antes de entregá-la ao destinatário. Ainda mais difícil seria conceber que os carteiros fossem responsabilizados pelas mensagens que transportam. Mas esse verdadeiro retrocesso no sistema de comunicações é o que se tenta – e em alguns países já se consegue – em relação à Internet.

Com essa e outras alegorias, o fundador do primeiro Partido Pirata do planeta, o sueco Rick Falkvinge, demonstra que ao ceder aos apelos da indústria de copyright, governos ao redor do mundo estariam descartando direitos já conquistados pela humanidade. E sustenta, categórico: “Se a indústria de copyright não pode sobreviver sem destruir direitos civis, ela deve morrer”.

Falkvinge está no Brasil para o Fórum Internacional de Software Livre, realizado nesta semana em Porto Alegre-RS, e deve participar da fundação do Partido Pirata brasileiro, prevista para acontecer em Recife-PE, entre os dias 27 e 28/7. A disseminação dos ideias libertários na Internet é um caso de sucesso. Até aqui, desde que o Partido Pirata sueco foi criado em 2006, outros 55 países fizeram o mesmo.
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"O jornalismo está defasado", afirma professor da PUC-SP

"O jornalismo está defasado", diz Eugênio Trivinho

Por Bruno de Pierro, no Brasilianas.org

Estamos vendo surgir uma nova modalidade de capitalismo com as redes sociais, segundo a qual as regras da comunicação não são mais ditadas pelo jornalismo. Além dos fatos que costuma abordar e perseguir, a prática jornalística está às voltas com o “sobrefato”, ou seja, a movimentação da sociedade dentro do espaço cibernético, da qual a produção simbólica do jornalismo é dependente. A avaliação é de Eugênio Trivinho, professor do Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e assessor do CNPq, da CAPES e da FAPESP.

Considerado um dos principais nomes do estudo sobre a cibercultura, Trivinho falou ao Brasilianas.org por duas horas sobre as transformações da comunicação nas redes sociais e a defasagem do jornalismo para lidar com a nova ordem que se impõe. Para o professor, o que acontece é um “destronamento do jornalismo como instrumento de mediação simbólica da sociedade”, ao mesmo tempo que o real é reportado sem a necessidade da edição, perdendo-se, assim, o monopólio do jornalismo especializado.

Na conversa, Trivinho ainda explica o conceito de “glocalização”, em oposição à globalização. Para ele, o termo “glocal” pode explicar melhor o cenário estabelecido pela conexão da Internet, pois significa aquilo que une o global da rede no local de acesso. Por fim, Trivinho fala sobre como o modo de produção do saber na cibercultura tornou-se incompatível com os cânones da Ciência. Confira abaixo as principais partes da entrevista. A íntegra está disponível, em PDF, abaixo do post, ou pode ser acessada por aqui.

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Chamados de rãs inspiram algoritmo de redes sem fio

Autor: 

Publicado em inglês no CellularNews.

em 17.07.2012

Os machos da rã japonesa aprenderam a não usar seus chamados ao mesmo tempo para que as fêmeas possam distinguir entre eles. Cientistas da Universidade Politécnica da Catalunha têm utilizado esta forma de comportamento para criar um algoritmo que atribui cores para nós da rede - uma operação que pode ser aplicada para o desenvolvimento de redes sem fio eficientes.

Como podem os nós da rede serem coloridos com o menor número possível de cores sem que dois nós consecutivos tenham a mesma cor? Uma equipe de pesquisadores da Universidade Politécnica da Catalunha encontrou uma solução para este problema de matemática com a ajuda de alguns colegas bastante especiais: rãs japonesas (Hyla japonica). Leia mais »

Os gadgets perigosos do Windows

Por ROSE

(Confesso que não entendi direito... mas o 'diagnóstico' e o 'remédio' acabam assustando mais do que a 'doença'. Afinal, a tal da Barra Lateral parece tão simpática e inofensiva... rsrs) 

Do Adrenaline.uol

Microsoft pede que usuários desabilitem gadgets por questão de segurança

autor: tulio

Microsoft está avisando aos usuários do Windows Vista e do Windows 7 que a barra lateral e os Gadgets na área de trabalho - aqueles que dão informações do tempo, calendário e cotações da bolsa - devem ser desabilitados. Estes aplicativos são baseados em HTML que obtêm informações da internet, e a empresa declarou que gadgets "perigosos" podem permitir que hackers apliquem códigos arbitrários nos sistemas. Leia mais »

V Encontro Nacional do GITEC

Autor: 

A Lei de Acesso à Informação e o papel da TI nas Casas Legislativas O GITEC (Grupo Interlegis de Tecnologia) é uma Comunidade de Prática com mais de 500 membros ativos que trabalham de forma colaborativa, suportada pelo Programa Interlegis voltada ao uso de Tecnologia no Legislativo. O Encontro do GITEC, é um evento que ocorre anualmente em Brasília - DF, na sede física do Interlegis, e que tem por princípio, materializar todo o intercâmbio tecnológico/afetivo que é realizado virtualmente, além de promover a atualização tecnológica dos participantes, através de palestras, espaços abertos, palestas relâmpagos, minicursos e mesas redondas. Este ano o tema do V EnGITEC é "A Lei de Acesso à Informação e o papel da TI nas Casas Legislativas", onde temos por objetivo discutir, conhecer e disseminar as boas práticas e bons casos na aplicação da lei 12527/2011, principalmente as que prezem pela utilização de tecnologias de código livre e que possam ser facilmente replicadas. Leia mais »

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V Encontro Nacional do GITEC

Defenda sua liberdade de instalar software livre

Microsoft anunciou que se fabricantes de computadores desejam distribuir máquinas com o símbolo de compatibilidade com o Windows 8, terão que implementar uma medida chamada "Boot Seguro" (Secure Boot). Contudo, ainda se está por saber se esta tecnologia honrará o seu nome, ou se em vez disso merecerá a alcunha de "Boot Restrito".

Quando feito de modo correto, o "Boot Seguro" está projetado como proteção contra malware, impedindo computadores de carregar programas binários não autorizados quando inicia. Na prática, significa que computadores que o implementam não irão iniciar ("bootar") sistemas operacionais não-permitidos -- incluindo sistemas anteriormente autorizados que foram modificados sem ser reaprovados.
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